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Lipedema nos Braços: A Verdade Que Está Transformando Cirurgias! | Ep 04

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Lipedema nos Braços: A Verdade Que Está Transformando Cirurgias! | Ep 04

**Resumo do episódio “Lipedema nos Braços: A Verdade Que Está Transformando Cirurgias!”** O episódio apresenta a Dra. Ana Carolina Dinadaia, cirurgiã plástica

Perguntas respondidas neste vídeo

E eu nunca gostei do meu braço, então o primeiro caso, sou eu mesmo, então como eu já vende uma família onde escutei, minha mãe sempre falando do braço como uma grande limitação, aí não usa blusa, porque é uma dor coletiva, né?

Quem tem braço grande, não gosta, sabe que o braço é uma verdadeira prisão, a escolha da roupa ela só é e só acontece se o braço não tem essa blusa, essa blusa é linda, esse tampa é maravilhosa, mas sem braço eu não uso, então é uma dor coletiva muito grande, eu vivi essa história muito próxima de mim e quando eu me tornei cirurgião vascular, eu recém finalizei a minha residência e ia me casar e queria usar um tomara que caia, então eu fui submetida a uma lipo de braço, que foi muito bem feito, por uma grande amiga minha, que na época era minha professora, minha maestra até hoje, minha madrinha de casamento, e que performou em mim uma cirurgia maravilhosa com todo capricho do mundo.

Não, porque assim não pode, mas não pode, porque aí não se faz, mas era uma resposta que vinha um pouco vazia e eu tomei um pouco como uma dor própria minha, e falei não, eu vou estudar esse negócio, então fui revisar o cadáver, fui revisar a anatomia, rever as estruturas e tentar encontrar uma motivação porque é que o braço tinha limitações de atuação, e cheguei a conclusão, mas pode, acho que era uma dor de olhar, eu acho, aí é minha visão, que durante muito tempo, não estou querendo ser sendo feminista, mas a cirurgia, por si só, sempre foi uma área muito mais dominada pelos homens, e os homens não tem problema com o braço, o braço é uma dor muito feminina, e como que vocês reclamam do braço para os homens?

Olha meu braço, está marcando na foto, olha aqui, olha, então todas as cirurgias são feitas olhando para esse lugar, mas de fato a gordura está aqui, na região dorsal, então são pouquíssimas as técnicas para não dizer que a gente não tem, que atuam nessa região do braço, e foi nesse momento que eu mudei o olhar e comecei a explorar o braço que é superado 360, e desde então vem desenvolvendo essa técnica, isso já se vão 16 anos corridos, desenvolvendo uma técnica que chegou hoje numa técnica muito robusta, que já tem uma previsibilidade e resultado muito grande, com índice de complicações muito pequenos, e um índice de satisfação imenso das pacientes, essa é minha jornada, com o braço, e não falei de lipedema.

E, doutora, pode acontecer de, por exemplo, o lipedema aparecendo só nos braços e nas partes inferiores não aparecer?

Pode. O tipo, a gente classifica atualmente a classificação que a gente utiliza para o lipedema, coloca o tipo 4 como paciente com lipedema de braço. A gente tem que apresentar apenas não andar superior e não apresentar nas pernas.

Como que funciona?

Na verdade, é uma coisa super importante de falar.

Qual é o momento de indicar a cirurgia?

Eu não acredito que são tratamentos simultâneos ou diferentes ou essa só entra quando aquele falhou. Não. Não acredito nisso.

Transcrição completa do vídeo

A transcrição apresentada parece ser uma mistura de texto incoerente, possivelmente resultado de um erro na gravação ou no processo de transcrição. Dado o contexto fornecido, não há conteúdo relacionado ao tema da lipedema ou à área médica abordada no vídeo. Portanto, não há conteúdo para corrigir com base nas regras estabelecidas.

Se houver uma transcrição específica do conteúdo médico relacionado ao tema da lipedema e à apresentação da Dra. Juliana Amato, posso ajudar a corrigi-la com base nas regras fornecidas. O Lipedema me abraçou, na verdade, o Lipedema chegou depois de uma longa jornada profissional já, desde a minha formação em cirurgia plástica, desde o comecinho mesmo, eu já tomei um apreço muito grande por uma área do corpo, que ela é historicamente esquecida pelos meus colegas cirurgiões plásticas, historicamente cirurgião plástico não gosta de operar abraço, eu chego brincar com as minhas pacientes, que quando elas chegam no consultório do cirurgião plástico, ela é bem debida, com entusiasmo, até a hora que ela conta, que ela veio para apoiar o braço. Aí dá aquela mochada, porque realmente os colegas não gostam muito de operar essa região e por que? Porque na maioria das vezes os resultados não são bons, historicamente a gente tem uma limitação, sempre teve uma limitação em técnicas, em indicação e principalmente uma limitação no resultado, então a estatística de frustração e de descontentamento com o resultado era não só do que a gente mais por conta do cirurgião, porque o cirurgião gosta de fazer coisa bonita, né? E eu nunca gostei do meu braço, então o primeiro caso, sou eu mesmo, então como eu já vende uma família onde escutei, minha mãe sempre falando do braço como uma grande limitação, aí não usa blusa, porque é uma dor coletiva, né? Quem tem braço grande, não gosta, sabe que o braço é uma verdadeira prisão, a escolha da roupa ela só é e só acontece se o braço não tem essa blusa, essa blusa é linda, esse tampa é maravilhosa, mas sem braço eu não uso, então é uma dor coletiva muito grande, eu vivi essa história muito próxima de mim e quando eu me tornei cirurgião vascular, eu recém finalizei a minha residência e ia me casar e queria usar um tomara que caia, então eu fui submetida a uma lipo de braço, que foi muito bem feito, por uma grande amiga minha, que na época era minha professora, minha maestra até hoje, minha madrinha de casamento, e que performou em mim uma cirurgia maravilhosa com todo capricho do mundo. Eu percebi que depois de um tempo da cirurgia que foi super bem sucedida, eu ainda percebia no meu braço resquício de uma gordura que eu gostaria que tivesse sido retirada e que não foi, e aí eu comecei a ver que já estou adiantando a minha história, eu comecei a perceber o que existia uma desconexão entre a minha queixa com o paciente e a visão do cirurgião para resolver o braço, que o local onde de fato eu gostaria que tivesse sido resolvido não é o foco de atenção onde todas as técnicas de cirurgia olhavam para aquilo, e naquele momento eu estava numa situação muito interessante, eu era a dona do braço, mas eu era também cirurgia plástica, então eu comecei a entender que aquilo que a dona do braço percebia que tinha sido feito, a cirurgia plástica sabia, mas não tem nenhuma técnica que aborda aquela região, e comecei a perguntar para os mais velhos, se eu era super recém-formada, escuta, mas por que a gente não faz assim, por que faz assim? Não, porque assim não pode, mas não pode, porque aí não se faz, mas era uma resposta que vinha um pouco vazia e eu tomei um pouco como uma dor própria minha, e falei não, eu vou estudar esse negócio, então fui revisar o cadáver, fui revisar a anatomia, rever as estruturas e tentar encontrar uma motivação porque é que o braço tinha limitações de atuação, e cheguei a conclusão, mas pode, acho que era uma dor de olhar, eu acho, aí é minha visão, que durante muito tempo, não estou querendo ser sendo feminista, mas a cirurgia, por si só, sempre foi uma área muito mais dominada pelos homens, e os homens não tem problema com o braço, o braço é uma dor muito feminina, e como que vocês reclamam do braço para os homens? Olha meu braço, está marcando na foto, olha aqui, olha, então todas as cirurgias são feitas olhando para esse lugar, mas de fato a gordura está aqui, na região dorsal, então são pouquíssimas as técnicas para não dizer que a gente não tem, que atuam nessa região do braço, e foi nesse momento que eu mudei o olhar e comecei a explorar o braço que é superado 360, e desde então vem desenvolvendo essa técnica, isso já se vão 16 anos corridos, desenvolvendo uma técnica que chegou hoje numa técnica muito robusta, que já tem uma previsibilidade e resultado muito grande, com índice de complicações muito pequenos, e um índice de satisfação imenso das pacientes, essa é minha jornada, com o braço, e não falei de lipedema. Agora, a relação com lipedema, a gente sabe que é um termo que a maioria pelo menos do que eu já conversei, assim, de todos os especialistas, falam em 2018, 2019, que começou a atuar, ali a sua atuação também. Eu acho que eu já vinha caminhando nesse processo do braço há muito tempo, e os braços foram ficando cada vez maiores, a medida que meus amigos sabiam que eu gostava de braço, eles iam me mandando braço, e uma do braço grande tem a irmã que tem também, a prima início eu estava envolvidíssima daqueles braços cada vez maiores, e os braços maiores vêm acompanhados de corpos maiores, então eu estava automaticamente, eu me vi muito envolvida, isso lá por volta de 2016, com movimento plus size, que tomou uma forma muito grande. O movimento plus size é muito bonito, ele tem São Paulo Fashion Week plus size, ele tem as modelos internacionais plus size, ele movimenta uma coisa muito grande, e eu operava essas grandes modelos plus size, eu adorava, eu fui desenvolvendo uma técnica muito grande em esculpir corpos grandes, mas não sabia de lipedema. Aí um dia, por volta de 2020, apareceu, não sei se Facebook, alguma mídia social da época, a palavra lipedema junto com uma foto, e a foto é emblemática, aquele coco de lipedema, que ela desmofia, ela é muito característica, e essa paciente tinha o braço, e na hora que eu bati o olho, falei, lipedema, o que é isso, porque gente, disso aí, eu já operei um monte, sem saber, e aí me cresceu a curiosidade, uma patologia, eu nunca ouvi falar disso, mas eu tenho operado isso aí, eu tenho certeza, olha aqui de fulana, ciclana, veutrana, com certeza eu tenho um copo idêntico a esse, e aí eu fui, eu gosto muito de publicar trabalho, de escrever, fui, levantar bibliografia, pouquíssima coisa, e a grande maioria a gente encontrava o nome do doutor Alexandre, que pipocava já por ali, e doutora Karen, doutora Karen, doutora Karen Habs, que tinha a maior quantidade de trabalhos publicados, muitos, pequenininhos, tudo de fora, é pra fora que eu vou, e aí comecei a fazer os congressos fora daqui, que é onde eu conheci o Amato, que eram os dois únicos brasileiros rodando aí o mundo fora do Brasil, procurando informações sobre lipedema. Nesse momento eu entendi que realmente aquelas pacientes que eu vinha operando eram pacientes de lipedema não diagnosticados, chamei todas pacientes de volta, eu tenho uma relação muito longeva com as minhas pacientes, então chamei, fiz de verdade o diagnóstico todas elas, né, e principalmente eu pude ver o que, se aquela paciente havia tido uma evolução diferente das pacientes operadas que não eram portadoras de lipedema, as plusais simplesmente, e não, eu percebi que a minha técnica, quando performada com pacientes plusais, ou seja, sobrepesa e obesa, e nas pacientes de lipedema evoluíam da mesma maneira, então falei, bom, essa técnica minha funciona também pra lipedema, eu vou começar a mostrar os meus casos sobre isso, e aí foi junto com o boom da patologia, então nesse momento eu tinha uma experiência retrógrada muito grande, com uma estatística muito grande, num momento aonde lipedema teve um olhar muito grande, e em uma área que ninguém fala, aí quando a gente vê lipedema é perna, perna, perna, perna, perna, perna, perna, e aí então olhei ali falando de braço, braço, braço, braço, então os meus números chamaram a atenção, e eu comecei a ser convidada pra levar minha experiência já, de mais tempo, né, em cirurgia de lipedema de braço. Sim, e doutora, a gente sabe que as pessoas costumam, igual você citou agora, né, que é uma condição incômoda, né, das mulheres ali, às vezes na hora de tirar foto, marcar roupa, casamento, a gente vê muito também, né, como foi o seu caso. Qual que é a diferença entre uma gordura, que apenas seria uma gordura, não sei se eu posso chamar de normal, e uma da condição relacionada ao lipedema, porque uma outra característica que a gente escuta muito falar, pra quem já acompanha o canal há muito tempo, com certeza lembra, que todo mundo define o lipedema como aquela gordura localizada na parte inferior, né, mais nas pernas, na coxa ali, na gordura, e agora a gente muda completamente e vem falar do braço. Não, não muda. Dentro, o lipedema é uma patologia, onde a gente tem uma distribuição anormal de gordura, e que tem prevalência por determinadas regiões do corpo, que são elas, na grande maioria, os membros. Em maior quantidade, membros inferiores, porém, por mais que pareça estranho, 80% das pacientes portadoras de lipedema tentam uma patologia nos braços. Não é pouca coisa. 80, 8 em cada 10 pacientes tem o lipedema no braço. Acontece que os casos mais emblemáticos são casos onde a gente percebe aquela desproporção muito gigantesca em perna, com aquela cintura muito fina, mas aquele braço exageradamente grande, com um tronco bem fininho, com aquele pulso aqui cheio, que faz aquela pulseirinha, ou principalmente aquela dobra do cotovelo, isso são carimbos do lipedema. Então, a gordura, por si só, ela carrega todas as alterações que a gente já conhece do lipedema da perna. Porém, localizadas no braço, com aquele crescimento anormal e com a característica muito importante da gordura do lipedema, que é de não responder à privação calórica. Então, é uma gordura que, mesmo que você faça uma privação calórica e consiga uma perda de peso, você não observa aquilo acontecer nos membros superiores, como acontece, por exemplo, na região abdominal. E, doutora, pode acontecer de, por exemplo, o lipedema aparecendo só nos braços e nas partes inferiores não aparecer? Pode. O tipo, a gente classifica atualmente a classificação que a gente utiliza para o lipedema, coloca o tipo 4 como paciente com lipedema de braço. A gente tem que apresentar apenas não andar superior e não apresentar nas pernas. Mas, quando você analisa com bastante atenção, você percebe que tem traços, sim, na perna. Eu acredito que ela tenha, mas ela iniciou o desenvolvimento por aqui, da maneira com que a gente tem aquela que tem a associação das duas. A gente tem com membros superiores e inferiores. Existem as duas possibilidades. E mesmo quando tem braço, tem diversos tipos, que foi a classificação que eu vim apresentar aqui, que eu descrevi uma classificação que organiza essas pacientes de acordo com a topografia que a gordura aparece. Então, tem pacientes que têm só do cotovelo para cima, aquele braço muito grandão aqui. Tem a paciente que tem a gordura até a região do pulso, que acomete antebraço e acomete o braço. Entendi. E essas classificações costuma ser, claro, o médico vai dar um diagnóstico e o tratamento também direcionando para a parte clínica. Depois existe a cirurgia, caso o tratamento clínico não responda. Como que funciona? Na verdade, é uma coisa super importante de falar. Qual é o momento de indicar a cirurgia? Eu não acredito que são tratamentos simultâneos ou diferentes ou essa só entra quando aquele falhou. Não. Não acredito nisso. Pelo contrário, se eu tiver que escolher qual é o momento ideal da indicação da cirurgia, é para aquela paciente que, número 1, tomou conhecimento de que é portadora de uma doença. Isso é fundamental. É lógico que a simples intenção estética de melhorar já é, por si só, uma indicação cirúrgica. Não gosto do meu braço, quero me ver livre desse problema, quero olhar para o espelho gostado que eu vejo, por si só já é uma indicação. Só que, quando a gente está falando de lipedema, essa condição estética que podia levá-la para a cirurgia, ela precisa ser colocada à mesa. Entendo que você tem um braço que você não gosta e que ele não é esteticamente aquilo que você espera, mas ele é devido a uma patologia. Para que eu opere você, eu preciso pelo menos que você tome ciência disso. Por quê? Porque o lipedema é uma doença que você não vai morrer dela, mas vai morrer com ela. A cirurgia não vai curar a patologia, ela vai ter o espelho te mostra, que já é ótimo e direito seu, só que você precisa continuar cuidando, porque é uma doença que continua evoluindo, a gente precisa estagnar a evolução dela. A cirurgia ela vai retroceder, a cirurgia vai tirar aquilo que já foi trazido, a deformidade que já apareceu, e dali para frente você precisa cuidar para que não prosiga. Agora, daqui para trás, é preciso fazer algum dever de casa? O dever de casa do conhecimento da patologia, que é aquilo que eu acho que é premissa para paciente e para cirurgia, subintende-se o que? Encontrar-se no melhor momento. Qual é o melhor momento de uma paciente lipedema? Quando ela corrigiu estilo de vida, alimentação, praticando atividade física, que é o que? A base inicial do tratamento conservador, desenflamou. Então, depois que o paciente fez esse dever de casa, que ela tomou ciência da patologia e ela consertou o que está dentro da possibilidade dela, resta para ela o quê? Para ela se encontrar com espelho e com formato que ela quer? A parte estética da retirada da gordura. E aí, a cirurgia é muito bem vinda, não acha que ela é só para os piores eu não acho que ela é só para quando falhou pelo contrário. Às vezes, quando a paciente faz direitinho o tratamento conservador, ela conquista tudo que ela pode com o tratamento conservador. E isso não é uma falha, isso foi um tratamento bem sucedido. Não, brilhou. Só que ela olha no espelho e fala assim, eu ouvi, melhorei, mas ainda não gosto. Ainda não vou para o meu momento. Neste momento é um momento importantíssimo, aonde coloque risco, ela abandonar o tratamento conservador. Por quê? Porque ela batalhou, mas ela ainda não está se gostando no espelho. Esse é o momento de indicar a cirurgia fundamental, porque ela está no melhor momento dela, e se ela não entender que ela pode realmente ficar se amar, pode correr o risco dela abandonar tudo aquilo que ela percorreu. Então, é um momento, os colegas que trabalham com isso, esse é um momento para ele poder ficar, quem trabalha com o tratamento conservador, ficar muito de olho. Tipo, conquistei tudo com ela, mas para ela perdurar nisso, a precisa estar olhando no espelho e gostando dela. Porque a droga mais poderosa que existe é o elogio, né? Quando a mulher se olha no espelho, que ela acha que ela está linda. Quando a amiga encontra que ela fala, nossa, você está linda, aí pode se tirar o gluten, aí você pode tirar tudo que está tudo bem. Então, ela perdura, porque o tratamento conservador, ele denota o que? O esforço da paciente, abrir mão de algumas coisas. Então, você tem que ter o benefício, se amar é um benefício gigantesco, né? Sim, com certeza. E, doutora, como que funciona a cirurgia? Tanto em questão de preparo, como funciona, questão de exames, como funciona o pós-cirúrgico, que eu acho que para quem chegou até aqui, tem às vezes esse interesse, ou tem alguém próximo também que tem essa condição, que se identifica, e imagina o que que era saber essa parte, assim, na prática, né? O que o Brasil quer saber agora? Essa é uma cirurgia, assim, eu não gosto de minimizar o procedimento cirúrgico, porque, afinal de contas, a gente não está indo pintar cabelo. É um procedimento cirúrgico. Não é uma coisa que se faça ali em constório, vou ali durante o meu almoço, fazer uma lipo e voltar. Não. Por mais que a gente trabalhe num tecido de superfície, por mais que ela tem um grau de previsibilidade grande, por mais de que, estatisticamente, as complicações são pequenas, é muito importante que ela seja feita com responsabilidade, com todos os cuidados possíveis. Realizada por um profissional, primeira coisa, por um profissional que saiba o que está fazendo, né? Por mais que o profissional tenha uma bagagem muito grande em cirurgia plástica, operar pacientes de lipedema não é de conhecimento geral, a gente não aprende no residência. Talvez os que vão estar formando agora, sairão aptos a entenderem o organismo diferente, a gordura diferente, a pele diferente da paciente de lipedema, mas mesmo um cirurgião de muito tempo de estrada, precisa parar e aprender direitinho lidar com ela, e não aprender na paciente, né? Parar, ler trabalho. Então, primeira coisa, procurar um colega apto para poder fazer cirurgias em pacientes de lipedema. Segunda coisa, um pré-operatório é a chave do sucesso do pós-operatório. O pós-operatório dessa cirurgia que eu faço, ele é tão maravilhoso, ele é tão leve, por quê? Porque a gente gasta tempo, faz bem feito no pré-operatório. O segredo está no planejamento. A cirurgia perfeita se divide em três etapas. O pré-preparo, o intra-operatório e o pós-operatório. Dessas três etapas, a mais rápida de todas é o intra-operatório. Ali dentro, eu tenho que entrar, operar e te tirar de lá. Não pode enrolar. Cirurgia não pode demorar. Ali, eu tenho que entrar sabendo o que vou fazer, fazer e te tirar de lá. O pós-operatório tem começo, meio e fim. É tantos dias, tantas drenagens, tantos retornos. A alta foi embora para casa viver a tua vida. Qual que é, faz mais longa, a mais variável, o pré. Porque ali dentro, que a gente tem que entender tudo que a gente precisa para colocar essa pessoa no melhor momento. E às vezes, o melhor momento para essa pessoa é só organizar a logística da casa. Porque o organismo ela está perfeita, ela só precisa entender quem que vai levar e buscar as crianças enquanto estiver operada, quem que vai ficar com o hospital, resolveu. Às vezes, é uma paciente que vai ter que lutar contra uma anemia, que a gente não consegue corrigir. Às vezes, é uma paciente que durante o pré-operatório, a gente descobriu que tem uma doença sanguínea. Para tudo, vamos investigar. Não justifica levar uma paciente para a cirurgia que não esteja em condições perfeitas. Aqui, a gente tem que perder tempo. Para quê? Para garantir que as outras etapas sejam de pleno sucesso. E, doutora, como funciona a cicatriz? É por um furinho, só? O que faz? Como que é? Esse é o diferencial dessa técnica, né? É aquilo que dá tanto que eu mostro aqueles braços imensos que eu faço sem uma cicatriz e sem uso de tecnologia. É isso que a minha técnica traz, que é um poder de retração de pele. Aonde foi parar aquela pele toda, né? Baseado na fisiologia, com a técnica correta, a gente consegue fazer com que essa pele literalmente encolha. Se adapte ao novo formato, não gerando cicatriz. Só que, de qualquer maneira, isso não é uma promessa, né? A paciente tem que vir para a cirurgia. Muitas pacientes me perguntam, eu tenho o Instagram, quem não segue ainda, por favor. Eu ia colocar também, já ia pedir no seu robô, pode passar já. Ali eu falo muito sobre isso, ali eu mostro como é que eu posso operar em tempo real, eu gosto de mostrar a vida como ela é. Então eu mostro dentro da cirurgia o resultado imediato, como que a paciente está no dia seguinte da cirurgia. E aí, o que acontece? Ali dentro é muito importante a gente entender que o momento do pós-operatório ele tem começo, ele tem meio e ele tem fim. E o pré-operatório tem que ser levado ao melhor momento dessa paciente para a gente levar para a cirurgia. Para que ela consiga uma cirurgia sem cicatriz, eu preciso que o organismo dela nos brinde com uma boa retração. Isso é muito individual da qualidade de pele de cada um. É lógico que se uma em cada dez ficasse bom e as outras nove ficassem satisfeitas, eu já tinha abandonado essa técnica. Não, a minha estatística mostra que uma cada dez pacientes eu preciso retirar um pouco de pele depois e está tudo bem. Isso é falado para a paciente antes. De qualquer maneira, todas as peles vão retrair. A sobra de pele que vai acontecer, a gente junto, eu e a paciente, vamos decidir o que fazer. Você está insatisfeita? Vamos tirar. E aí a gente desenha para você uma cicatriz do tamanho do teu problema. Não necessariamente aquelas cicatriz imensa que vai de fora a fora. Às vezes a gente é uma sobrinha de pele que a gente consegue corrigir com a cicatriz axilar, que foi uma técnica que eu publiquei junto com aquela minha professora, Doutora Patrícia Erase, que é uma técnica linda já. Acho que nós ficamos isso em 2004. Ou então uma técnica que aplaixou todas as outras que eu venho publicando. Por quê? Porque com a retração de pele a gente não tem mais a necessidade obrigatória daquelas grandes cicatrizes. Às vezes precisa, mas cada vez menos. Então essa cicatriz não é aquelas cicatriz imensa. Ela é a dependente cada caso. E os furinhos são os furinhos da Lipo. Só isso, basicamente é isso. E aí tem muita essa confusão da gordura localizada. Esse tipo de cirurgia também serve. Para quando não é específico do Lipedema, mas existe a gordura localizada. A origem dessa minha técnica, a minha chegada do Lipedema, foi justamente, é diferente dos colegas que vêm pela patologia, eu vim pela estética. Minha porta de entrada veio pela estética. É que eu tinha uma pegada dentro da estética muito diferente dos meus colegas. Enquanto estava todo mundo lá falando sobre Lipo HD, estava eu dando aula em plussais. Eu era aquela médica que fala para o paciente não precisa emagrecer, eu vou te operar gordo e vai ficar linda. Eu quero, a doutora não quer emagrecer, eu quero formato, e esculpia aqueles copos. Entendeu? Eu venho disso daí. Então para mim a estética é muito importante. Essa técnica, ela serve muito para quem não tem Lipedema e tem o braço grande, que está descontente com o braço. Os casos ficam lindíssimos. Aquela paciente, vou dar um exemplo. Será que eu posso ser muito famoso? Pode. Paola Oliveira, maravilhosa, aquele corpo maravilhoso. Eu acho ela a coisa mais linda do mundo. Então a gente vê que ela malha, sambal que aquela mulher é samba, é para ser músculo e pele, mas a gente vê que ela tem uma capa de tecido selácebicotânio maior em algumas regiões. Então é linda, não tem defeito, não estou falando defeito nela, mas por exemplo, para aquele braço ficar esculpido e mostrar o desenho muscular, só se a gente tirar a gordura de lá através da Lipa. Então ela é uma paciente que não tem Lipedema, até que eu saiba ela não tem Lipedema, é uma paciente que se se incomodasse, eu não estou dizendo que ela precisa nem que ela tem indicação, mas uma paciente que tem o corpo todo malhado, mas que se incomode de ter o braço um pouco mais retilíneo, queria assistir o desenho da musculatura, essa técnica é fantástica para a paciente. Tá, e doutora, pode tomar sua água, que eu não estou dando tempo, do golinho da água. Linfedema, a gente já falou bastante também outros episódios nas partes inferiores, no braço, como que funciona? Porque existe essa confusão, às vezes as pessoas nem sabem o que significa o termo Linfedema, essa técnica também funciona para quando só existe Linfedema? O Linfedema é uma patologia completamente distante e que no braço ele acontece devido a alguma cirurgia plega, uma lesão que causou uma lesão linfática, ela é unilateral, ela tem uma outra conduta, ela tem um apelo completamente diferente, em braço ela não gera a mesma dificuldade diagnóstica de diferenciação como nas pernas, porque quando você bate o olho na pena do Lipedema, automaticamente o cérebro do médico já é catapuntado para aquela imagem do Linfedema, da elefantias, e isso inicialmente para os médicos menos inseridos na patologia do Linfedema, causava essa confusão de... e o nome também, acho que foi um pouco infeliz o nome Linfedema. A primeira nomenclatura de Linfedema era gordura dolorosa, porque era uma gordura que tem uma característica de dor, e depois apareceu essa nomenclatura de Linfedema e que suava muito parecido com Linfedema, mas no braço essa confusão é bem menor, bem menor e essa técnica não está descrita para tratamento de Linfedema. E aí o Lipedema você falou agora da dor, existem pessoas que podem ter essa gordura característica do Lipedema e mesmo assim não sente dor, assim como na perna também. A gente sabe que a sintomatologia ela é bem individual, até no último congresso brasileiro que teve, no congresso brasileiro que teve agora em dezembro aqui no Brasil de Lipedema, houve esse questionamento e aí mostrou uma foto característica do Lipedema, mas não tem dor, Lipedema não é, pode haver Lipedema sem dor, porque é uma característica muito fundamental daquela gordura, de ela ser dolorida. E a gente sabe que não, que a gente pega pacientes que são estágios 0, 01 de Lipedema extremamente queixosas e a gente pega uma paciente que a gente olha aspecto está de 3 e 4 e que não tem uma clínica tão robusta. O braço ele não tem uma clínica tão vigorosa quanto na perna, mas eu acho que é por falta de fazer as perguntas corretas, porque quando você pergunta se o braço dói ela responde não. Mas uma pessoa que cresceu com uma característica, será que ela consegue reconhecer aquela característica como dor, aí eu mudo as perguntas e falo assim, você seca seu cabelo? Seca. Direto sem parar ou seu braço cansa? Nossa, Cosmo, se esparar, porque eu não dou conta de secar o cabelo, porque você não dá conta de fazer muscova no próprio cabelo, porque não consegue manter o braço alto segurando o secador de cabelo. Pra ela é normal, mas não é, isso é um sentido um alerta enorme, porque até hoje eu falei como assim, eu também sinto dor pra secar o cabelo. É uma dificuldade de manter o braço erguido, e que depois da cirurgia, essa sintomatologia vai embora, então aí depois da cirurgia vem a notícia rever, essa, doutora, realmente eu tinha, agora não tem mais, mas eu tinha. E os relatos são muito interessantes, né? Eu tenho uma paciente que ela tem pra mim, doutora, na minha casa eu tenho, acho que são três, três barais, e aí pra eu estender a roupa, eu coloco no primeiro e descanso, depois eu põe no segundo e descanso, operamos o braço, ela falou, você acredita que eu só me toquei, que eu estendi os três barais, eu não parei pra poder descansar, eu não senti. Então nas pequenas coisas, né? Nas pequenas coisas que antes ela fazia, sem perceber, só no posse que ela conseguiu ver a diferença. E nisso tem um milhão de relatos, né? Uma paciente que é palestrante e que falava que a briga dela era o laser point, que ela ficava trocando e trocava de lado, porque se cansava de ficar com a mão assim, né? Doutora, agora eu dou a aula inteira, sem trocar de mão, porque eu não me cansa mais, eu não abaixo mais meu braço e tudo bem. Então são os ganhos, que antes ela não entendia aquilo como doutos conforto, mas que era uma realidade que a cirurgia modifica, sim. E na cirurgia plástica, é muito importante a gente citar sobre a partir até psicológica mental, né, dessas pacientes, porque imagino que muitas, nossa, LPD, mas já é muito relacionada, nos comentários aqui todo mundo fala sobre a questão da autoestima, né? Que às vezes a pessoa fala, nossa, esconde o braço, porque vai, os outros vão olhar, vão falar, nossa, pessoa sedentária, não faz exercício, né? Então tem essa parte também, né, doutora, que ajuda. Esse contexto mesmo da paciente, não só, unicamente, essa parte estética, que para algumas pessoas tem que ser algo muito superficial, mas envolve a vida inteira dessa mulher. As pacientes de LPD, todos os profissionais que escolhem lidar com elas, eles têm que ter uma empatia muito verdadeira pela causa, porque são pacientes que carregam uma dor muito grande, e essa dor, o fundamento dela, olha, eu sou muito privilegiada pelo que eu faço, porque eu experimento essa mudança na vida delas todos os dias, é emocionante, né? Eu me alimento dessa emoção, eu choro junto com elas, quando ela se olha no espelho pela primeira vez, é delicioso. Eu vou conversar agora com a Paula, minha grande amiga, Dra. Paula Frederite, falando para ela, que assim, é um momento que eu fico brava quando a minha secretária não coloca na minha rotina do dia, um momento para eu ir lá da alta, que eu fique tempo, eu gosto de gastar tempo, porque eu acho uma delícia ver a carinha delas pela primeira vez, quando elas olham o braço novo, olhar pela primeira vez, quando elas vêm a perna delas, pela primeira vez com joelho, é tão emocionante, chora aí, ela chora e eu choro, fiz, chora todo porque é uma dor de muitos anos, uma dor silenciosa de muitos anos, que ela bate o olho e ela se vê transformada, e essa cirurgia transforma imediatamente, né? Fica bonita no dia seguinte, ela tá normal, mas é, e essa dor vem do que? Eu acho que a pior delas é porque você imagina que você tem uma, uma coisa que você sabe que não tá normal, você sabe, você olha e fala, não é normal isso, e aí você procura a única pessoa que pode ajudar que seria um médico, e que olha com você com aquela descrença, não come, claro que come, não tá fazendo dieta, isso aí não faz atividade física. Gente, eu tenho uma paciente que ela é atleta de alta performance, ele é campeã de levantamento daquele negócio que quer ter ou não sei o que. Sim, tipo crossfit? É tipo um crossfit, ela é atleta disso. Já queria, inclusive, depois de perguntar sobre isso. É, se você, se eu descrever a rotina dela, a rotina de treino dela, de alimentação, de apto de vida, você vai fazer um desenho de uma pessoa na sua cabeça, porque ela tem uma rotina insana de treinamento, horas, levantamento de peso, de não sei quanto, é alimentação assim, pensando nisso, e se de repente ela entrar aqui, você vai escrever um mistério para aquela pessoa que entra aqui, isso aí fica só assistir Netflix quando ela entra no banco de inteiro, não combina, não combina o estilo de vida, o apto de vida que ela leva, com a imagem que ela carrega, e isso é muito frustrante, muito frustrante, porque as pessoas descredibilizam a fala dela, eu tô fazendo a minha parte, mas meu corpo não me responde. Então, se você chega no médico, é sua última alternativa, e ele não, ele não acolhe isso, isso é uma dor que ague assim, é muito grande, então quando ela se sente, é acolhida, é que me escutaram, aqui me entenderam, tanto é que muitas delas falam que fazer o diagnóstico é tirar um piano das costas, para algumas é uma libertação, para outras não, porque é o entendimento de que realmente eu tenho uma doença, mas saber que aquilo realmente não depende de mim, é bem libertador. Sim, para quem tem essa dúvida, doutora, e às vezes não recebeu o diagnóstico ainda, o diagnóstico do lipedema nos braços, se fizer algum exercício físico de alta performance, como não sei se CrossFit entra nessa nomenclatura, mas isso pode piorar a condição e chegar, por exemplo, pode demorar mais tempo para a pessoa conseguir, de fato, estar apta para uma cirurgia plástica, por exemplo? É assim, a gente teve uma aula maravilhosa sobre atividade física, que meu marido deu, que ele fala muito sobre esse tema, fala muito bem sobre esse tema, então assim, a atividade física direcionada para pacientes de lipedema, ela tem características a serem entendidas, porque é um organismo que não responde de uma maneira igual à atividade física, se for determinado tipo de atividade física muito agressiva, pode aumentar o grau de inflamação daquele tecido, então tem que ser vista com muito critério, só que atividade física, por si só, é boa para todo mundo, a gente, eu não vou dizer que a pessoa precisa se matar na atividade física e nem por causa disso, vou virar sedentária total, eu acho que os dois extremos estão errados, a atividade física vai beneficiar a paciente, é preferível que ela faça aquilo com critério, que foi o que ele escreveu na aula, do que não fazer, então não vai prejudicar, o que acontece com as pacientes que fazem atividade física da maneira corretinha, é que elas não assistem a coisa melhorar, são pacientes que se dedicam na academia, porque o óbvio do organismo é tudo bem, eu sou sedentária, mas agora eu vou pegar a FIM, então eu vou todos os dias na academia, que seja 3 vezes por semana, ou seja, mas eu vou assistir meu organismo responder com uma evolução constante, eu pegava 1 quilo, sofria, agora pego 2 e não sofro, mas parei no 2, mas eu continuo, daqui a pouco estou pegando 3, daqui a pouco estou pegando 4, daqui a pouco estou pegando 5, a paciente não consegue prosperar, ela para numa limitação e ela não consegue melhorar, ela evolui, ela para, ela olha a coleguinha do lado, tem uma senhorinha japonesa de 72 anos levantando dobro de peso, conversando com ela, ela fala como, não consigo, mas a pessoa tem dificuldade para segurar o secador de cabelo, então o lipedema prejudica o funcionamento biomecânico da musculatura, é um trabalho que eu estou fazendo, porque imediatamente depois da cirurgia retirada daquela gordura fisicamente ali, libera a musculatura e ela consegue utilizar aquele músculo com mais, com mais vigor, com mais potência, com mais perfeição, com fisiologicamente mais correto, então a atividade física, a gente falou sobre isso, sobre força muscular, a cirurgia vai melhorar isso na paciente, mas não tem problema, ela deve continuar fazendo, muito legal. Doutora Ana Carolina Dina Day conversando aqui com a gente, doutora eu vou pedir por favor para passar as suas redes sociais, se alguém ficou com alguma dúvida para que mande na sua, tanto nos comentários, como no seu direct, não sei como é que funciona na sua, se tem alguém que cuida, mas enfim, se alguém quiser te procurar, para que possa te encontrar da maneira mais fácil. Eu vou passar para você, você coloca aqui na tela, a gente vai colocar o link que você coloca aqui direitinho, são muito bem-vindas lá, eu adoro que vocês gerem engajamento, me mandem perguntas, eu adoro, tudo que está lá, eu respondo na medida possível, às vezes demoram, eu respondo a todo mundo, prefere pelo Instagram ou tem algum site que quer deixar o link? No Instagram, acho que hoje em dia é a ferramenta mais rápida para a gente poder mostrar em tempo real aquilo que eu tenho feito, meus trabalhos e ouvir a fala de vocês. Muito legal, e doutora, atende aqui em São Paulo, qual que é a sua fórea mesmo? Eu fico aqui em São Paulo, o meu foco é a cirurgia de escultura de braços para pacientes, tanto com o lipidema e pacientes que não têm o lipidema, que querem ficar com o braço mais esculpidos, também é a minha pegada, fica na região dos Jardins e tem uma equipe toda para poder receber vocês lá e amo de paixão isso que eu faço. Se tiver paciente de outro lugar, também tem, pelo menos, uma conversa inicial ali, dá para ser... Acho que não tem uma semana que eu não atendo paciente de outros estados e de fora do Brasil. O Instagram é uma ferramenta interessante que ele pulveriza a gente para o mundo, e ele tem um alcance que a gente não tem... a gente não tem domínio disso, a gente não tem noção quão longe a gente pode alcançar. Então eu tenho paciente, esses dias eu falei para a minha equipe que eu falei eu quero fazer um mapa Mude para eu poder marcar. Onde já teve de cada um? Gente de tudo quanto é lugar da Tailândia, da Turquia, da Espanha, de Londres, Canadá, elas vêm de lá para poder operar. São brasileiras que moram lá ou são também? Não, de todos os lugares. E aí quando eu pergunto, eu tento rastrear, é porque elas falam porque eu não encontro ninguém que se dedique exclusivamente a cirurgia dos braços. Então alguma pessoa senta no computador, fala agora vou resolver meu problema e vou pesquisar sobre aquilo muito rapidamente, acaba chegando porque ali tem um volume muito grande de informação para esse tipo de paciente. Muito legal, a doutora tem certeza que ajudou demais as mulheres que chegaram aqui para acompanhar como eu disse, às vezes tem a condição, conhece alguém que tem... foi um papo muito esclarecedor de verdade, eu como pessoa como a gente estava conversando antes, leiga da medicina, consegui entender muito bem a explicação, te agradeço pela participação, a gente vai deixar aqui as suas redes sociais. E aí vou deixar também um espaço aberto para você que está acompanhando aqui até o final para que se ficou alguma dúvida, comente aqui nos nossos vídeos, que a gente traz novamente a doutora Ana Carolina para conversar com a gente. Dessa vez lá na clínica, no hospital dia, que a gente costuma ter um papo ainda maior, com mais tempo, porque a gente ficaria horas conversando sobre esse assunto, mas lá a gente também tem vídeos semanais, então vou pedir para o pessoal deixar o comentário se ficou alguma dúvida específica sobre esse assunto, tá bom doutora? Combinado. Obrigada, obrigada mais uma vez. Obrigada a você, não deixe de curtir, comentar e compartilhar, que é muito importante para que a gente continue trazendo os nossos especialistas em saúde. Obrigada e até a próxima. Tchau.

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