O tema central é a abordagem prática e empática para pais lidarem com a obesidade infantil, tratada como uma doença crônica. O principal argumento defende uma c
Antes de iniciar esse tema, já convido vocês a se inscreverem no canal, ativar as notificações para receber sempre os vídeos que são preparados com muito cuidado e vão fazer diferença para você melhorar a sua saúde como um todo.
Essa dieta seria uma modificação do estilo de vida para tornar a vida dessa criança mais saudável, essa criança com mais saúde física e mental. E comidas, alguns alimentos como doces, sorvetes, sanduíches, vão acontecer no dia a dia dessa criança com limitações, ponderações, sendo bem conversado e não como prêmio.
Ah, se não se alimentar bem, vai ter que comer não sei o que, cebola salada. Também não é boa relação, teria que ser visto como algo bom que a criança tá fazendo para si mesmo e não como um sofrimento que ela tá fazendo para ganhar um prêmio depois.
Obesidade em crianças, como abordar? Antes de iniciar esse tema, já convido vocês a se inscreverem no canal, ativar as notificações para receber sempre os vídeos que são preparados com muito cuidado e vão fazer diferença para você melhorar a sua saúde como um todo. Muitos pais que têm crianças que estão com diagnóstico de obesidade ficam angustiados sobre como vão abordar esse tema com a criança, para não trazer mais prejuízos para essa criança. Eles ficam muito constrangidos sem saber como agir, como que vão falar para a criança, que muitas vezes já está sofrendo bullying, já está sofrendo um certo preconceito na escola devido a essa condição que ela está de obesidade e aí os pais buscam ajuda e por isso que eu resolvi gravar esse vídeo com informações muito relevantes para os pais e familiares que estão vivendo com a criança com diagnóstico de obesidade.
É muito importante que os pais têm uma conversa franca e sincera, com muita empatia, acolhimento e carinho com essas crianças que têm esse diagnóstico, que é considerado uma doença crônica. Negar o assunto, não tocar no assunto com medo de traumatizar a criança e gerar mais preconceitos a criança é um erro. Essa conversa tem que ser franca, aberta, falar com seu filho que está com esse diagnóstico de obesidade sobre quais são as consequências dessa situação de obesidade, quais são as doenças que a obesidade pode trazer, que as causas muitas vezes são genéticas, pode falar de uma forma mais simples que herdou esse traço como herança de pai e mãe da família.
Muitas vezes tem familiares também com diagnóstico de obesidade que podem servir de exemplos positivos para essa criança e também moldar as expectativas, falar por que está se falando no tratamento disso, qual é o objetivo de tratar essa condição, que não é puramente um objetivo estético, não se trata de uma inadequação da aceitação do próprio corpo dessa criança ou adolescente. Não é porque os pais não estão aceitando, ou que a criança não tenha que se aceitar daquele jeito, mas é porque aquilo vai afetar a sua saúde a longo prazo e precisa ser tratado. Lembrar que é sempre um momento de autocuidado, de amor próprio, não é que a criança está aprendendo a não gostar do seu corpo como ele é, muito pelo contrário, porque ela vai se valorizar, vai gostar do seu corpo como ele é, que ela vai começar um estilo de vida mais saudável para cuidar da sua saúde, que tem a ver com a sua saúde corporal, sua saúde física, consequentemente mental também.
Para ajudar também nessa conversa com as crianças e adolescentes que estão em situação de obesidade, eu separei aqui algumas dicas para os pais para ajudar durante o tratamento dessas crianças com obesidade. Primeiro, é importante os pais tirarem de si mesmo e da criança alguns mitos, como por exemplo, que o tratamento da obesidade pode levar a transtornos alimentares. Isso é muito equivocado.
Um bom tratamento para obesidade feito com um bom profissional de uma criança, um adolescente, não vai gerar transtornos alimentares, dificuldades com a autoimagem dessa criança, muito pelo contrário. Isso acontece, esses transtornos, quando a pessoa não busca tratamento e essa criança, adolescente, acaba tentando tratar sozinho, resolver sozinho o problema da saúde física, da autoimagem. Então, um bom acompanhamento profissional só vai ajudar essa criança a não desenvolver futuros transtornos alimentares, como anorexia, bulimia, compulsões alimentares.
Outro mito entre os pais e também entre a criança, não é porque uma criança é magra que ela pode comer qualquer coisa, qualquer porcaria, como eu falo. Muitas vezes, a criança ou adolescente que estão em situação de obesidade, elas têm um irmão, um primo, um familiar que não estão. E aí sempre fica aquela coisa, mas aquele filho, aquele familiar pode comer doce, chocolate, comida industrializada e o que está acima do peso não pode.
Muito pelo contrário, todo mundo deveria ter uma alimentação mais saudável. Alimentação rica em doces, em alimentos altamente industrializados é maléfica para todo mundo, inclusive para as crianças magras. Então, não é que aquela criança que está em tratamento de obesidade vai ter que ter uma comida diferenciada.
Não, ela vai ter que ter uma comida saudável que todos deveriam ter. Então, também começar a quebrar esse mito que a criança magra pode, porque aí já começa a excluir, estigmatizar um pouco essa criança que está em tratamento de obesidade. Uma outra dica, as crianças aprendem com o exemplo.
Então, em uma casa onde a gente está tentando tratar uma criança e um adolescente de obesidade por excesso de peso, é importante que os pais, os cuidadores, os responsáveis também estejam num estilo de vida mais saudável, mesmo que não sofram com excesso de peso. Então, não adianta ter uma comida separada para criança, uma refeição separada para criança, porque ela está de dieta. Não faz sentido.
Todo mundo da família tem que se alimentar bem. E ainda assim, se tiverem pais responsáveis obesos também, já é uma oportunidade para servir de exemplo para essa criança, esse adolescente. O exemplo é muito mais importante do que ficar falando para essas crianças e adolescentes o que elas devem fazer.
E é muito importante lembrar também que não se deve tratar a comida como castigo ou recompensa. Ou seja, aquela criança ou adolescente está tratando a obesidade. Aí você fala assim, ó, se conseguir fazer a dieta direitinha durante a semana, eu te dou um sorvete no final de semana.
É bem ruim essa associação, muito equivocada, porque fica parecendo que o sorvete é um prêmio, a dieta é um sacrifício e tá tudo errado, né? Essa dieta seria uma modificação do estilo de vida para tornar a vida dessa criança mais saudável, essa criança com mais saúde física e mental. E comidas, alguns alimentos como doces, sorvetes, sanduíches, vão acontecer no dia a dia dessa criança com limitações, ponderações, sendo bem conversado e não como prêmio. Então sim, se no final de semana acontecer de tomar um sorvete, tá tudo certo, não tem problema.
Mas que isso não seja visto como um prêmio para uma relação ruim com a alimentação saudável que essa criança está gerando. Então muito cuidado e muito cuidado também com a visão de castigo, né? Ah, se não se alimentar bem, vai ter que comer não sei o que, cebola salada. Também não é boa relação, teria que ser visto como algo bom que a criança tá fazendo para si mesmo e não como um sofrimento que ela tá fazendo para ganhar um prêmio depois.
Se você gostou desse vídeo, conhece alguma família que tem uma criança ou um adolescente que está em tratamento de obesidade ou que precisa iniciar o tratamento de obesidade, encaminhe esse vídeo, curta, deixe seu comentário aqui e até os próximos!
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.