**Resumo do vídeo “Dopamina: Retome o CONTROLE da SUA Vida, Motivação e Bem‑estar!”** No vídeo, o Dr. Alexandre Amato explica que a dopamina vai além de ser ap
Você já ouviu falar que a dopamina é o hormônio da felicidade, mas essa explicação não revela tudo. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e sou viciado em dopamina.
Vivemos num paradoxo. Nunca tivemos tantas opções, mas nunca nos sentimos tão presos. Você já ficou 30 minutos escolhendo que assistir na Netflix é a sua dopamina em curto circuito.
As grandes empresas de tecnologia sabem exatamente como raquear o seu cérebro. Cada notificação, cada cor de ícone, cada recompensa é calculada minuciosamente para liberar mais dopamina. Comente vício se você acha que as redes sociais viciam.
Fazer escolhas e decisões também cansa.
Um exemplo claro disso são as drogas. Deixa eu te contar uma história. Todos os dias me exercito pela manhã.
Sabe aquela vontade incontrolável de pegar o celular, ou quando você come sem estar com fome? Você já ouviu falar que a dopamina é o hormônio da felicidade, mas essa explicação não revela tudo. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e sou viciado em dopamina. Hoje vou contar como que a dopamina realmente controla a sua vida e como a tirozina pode ser a chave para recuperar o controle. A dopamina é um neurotransmissor que vai muito além do hormônio do prazer. Ela controla sua motivação para agir e influencia como você aprende e memoriza, forma seus hábitos, tantos bons quanto ruins e ainda regula seu humor e energia diária. Mas aqui surge uma pergunta fascinante. Se nossos comportamentos são tão influenciados pela dopamina, será que realmente escolhemos o que fazemos? Pense comigo, quando você pega o celular sem querer querendo para checar as mensagens, foi uma escolha sua ou foi seu cérebro buscando aquela dose de dopamina? Me conta nos comentários, você acredita no livre arbítrio? Vivemos num paradoxo. Nunca tivemos tantas opções, mas nunca nos sentimos tão presos. Você já ficou 30 minutos escolhendo que assistir na Netflix é a sua dopamina em curto circuito. Aliás, este vídeo aqui do lado libera dopamina, tá? As grandes empresas de tecnologia sabem exatamente como raquear o seu cérebro. Cada notificação, cada cor de ícone, cada recompensa é calculada minuciosamente para liberar mais dopamina. Comente vício se você acha que as redes sociais viciam. Você já se sentiu esgotada mesmo após um dia sem fazer nada? Fazer escolhas e decisões também cansa. Se nossas preferências, desejos e impulsos vêm de processos neuroquímicos, onde termina o eu e onde começa o meu cérebro? Sou eu que escolho o que gosto ou é a dopamina que decide por mim? Já se perguntou por que às vezes quer tanto algo que lá no fundo você sabe que não vai te fazer bem? Um exemplo claro disso são as drogas. Deixa eu te contar uma história. Todos os dias me exercito pela manhã. Um dia pulei o treino e no meio da manhã ataquei a máquina de salgadinho. Sabe por quê? Sem a dopamina do exercício, meu cérebro foi buscar em outro lugar. Quando preciso de dopamina saudável, eu tenho as minhas estratégias. Uma boa noite de sono já faz milagre. Capricho nos alimentos certos, principalmente os ricos em tirozina. Se eu tivesse comido ovos no café ricos em tirozina, teria matéria prima para produzir dopamina naturalmente. A tirozina é o fermento da dopamina, sem ela a motivação não cresce. Aliás, muita gente me impede receitas práticas, por isso preparamos um e-book gratuito com 20 receitas deliciosas para turbinar sua tirozina naturalmente. Pega lá na descrição. Além disso, estabeleço pequenas metas que consigo cumprir. Mantei o contato com amigos. Às vezes coloco uma música. Se eu conseguisse, uma meditação rápida poderia ajudar. Tomar um sol também. E a minha favorita? Criar ou aprender algo novo. Isso sim me dá uma enxurrada de dopamina do bem. E o principal? Exercício físico. Mas não serve qualquer um. Tem que ser aquele que você gosta muito, aquele que te faria acordar seis horas da manhã no domingo. Mas será que felicidade é só química cerebral? Uma paciente e amiga aposentada me disse, doutor, tenho tempo, dinheiro, saúde, mas me sinto vazia. Isso mostra a diferença entre prazer imediato, que é passageiro, e o bem estar genuíno, que vem de conexões, propósito e crescimento pessoal. Olha só que interessante. A dopamina está infiltrada em praticamente tudo que você faz e nem percebe. Vou te dar mais exemplos que vão fazer todo sentido. Começando pela motivação. Sabe quando você acorda com aquela vontade de conquistar o mundo ou quando o risco é uma tarefa da sua lista e sente aquele sim é a dopamina te dando um tapinha nas costas. Em seguida temos o aprendizado e a memória. Ela auxilia na retenção de informação, associando recompensas ao que absorvemos. Quando você aprende algo novo e interessante como uma curiosidade sobre saúde aqui no canal ou uma dica que pode melhorar a sua vida, só quem está inscrito consegue ver essa dopamina. E sente prazer nisso, a dopama ajuda o cérebro a guardar essa informação. Veja, essa foi a estratégia da minha vida inteira para ir bem em prova. Então eu começava a gostar do que eu estava estudando, porque a dopamina ajudava a guardar essa informação. O efeito colateral foi um monte de hobbies durante a vida. Outro aspecto relevante são os hábitos e exercícios. O ciclo de recompensa relacionado à dopamina pode reforçar tanto as boas práticas quanto as prejudiciais. Quem faz exercício todo dia sente uma leve euforia após a prática. E eu já tive na posição de ver alguém fazendo exercício, correndo e falar não entendo como que ele consegue gostar. Esse barato natural reforça o hábito saudável. A questão é, se você faz um exercício que não gosta, não produz dopamina. Quando eu estava gordo, me considerava um gordinho saudável. Eu fazia exercício obrigado com zero dopamina. Depois ia na padaria comer, afinal, eu merecia alguma dopamina. Hoje faço o que realmente gosto e não tenho necessidade nenhuma dessa dopamina ruim. O oposto também é verdade. Então, abrir celular sem pensar logo ao acordar. Esse comportamento é um comportamento de energia, porque o cérebro associa a likes, mensagens e vídeos ao prazer imediato, dopamina em ação. Aliás, aproveita e dá um like nesse vídeo para liberar a minha dopamina. Por fim, humor. Níveis baixos de dopamina costumam estar ligados à depressão e à falta de energia. Uma pessoa com níveis baixos de dopamina pode sentir desânimo constante, até para tarefas simples, como arrumar a cama ou tomar banho. Isso acontece muito em quadros de depressão. No fundamental, estarmos atentos ao risco que a superexposição a estímulos pode acarretar. O excesso de dopamina pode nos levar a desenvolver vícios em certos comportamentos. Atividades como redes sociais, videogames, alimentos ultraprocessados podem criar um ciclo vicioso, onde buscamos cada vez mais esses estímulos em busca de prazer imediato. Com o tempo, isso pode diminuir a sensibilidade do nosso cérebre a dopamina, resultando em uma desmotivação de tarefas do dia a dia. Que é uma solução instantânea comprovada cientificamente para o vício no celular, coloque-o no modo branco e preto. Tire toda a cor dele, que a dopamina liberada vai cair significativamente. Você perde a vontade de ficar vendo o celular o tempo todo. É impressionante. Experimente por um dia e volte aqui para me contar. Então, equilibrar os níveis de dopamina é essencial para uma vida produtiva e harmoniosa. Agora me conta uma coisa. Teste rápido. O que você pode fazer na primeira hora depois de acordar? Você daqueles que já pega o celular ou prefere tomar um café antes de checar as mensagens? Talvez você faça exercícios ou meditação logo cedo ou ainda fica na cama refletindo sobre a vida? Se você se identificou com as duas primeiras opções, é bem provável que seu cérebro já esteja buscando aquela dose de dopamina digital logo de manhã. Sem julgamentos, estamos todos aprendendo juntos aqui. O tal jejum de dopamina virou moda, mas cuidado, não existem evidências científicas sólidas. Dopamina não é um tanque que esvazia e enche. Estudos recentes sugerem que o jejum de dopamina até pode diminuir comportamentos impulsivos, aumentar o foco em tarefas e diminuir a sensação de sobrecarga mental. Por outro lado, formas extremas desse jejum podem provocar solidão, ansiedade e desnutrição até, que prejudica a saúde mental e física. O segredo de novo é o equilíbrio, evitar excessos e buscar recompensas duradoras. Privar-se de pequenas fontes de prazer também pode ter um efeito negativo, aumentando o estresse e dificultando a adoção de hábitos saudáveis. Afinal, eles também são controlados pela dopamina. Alguns medicamentos estimulantes aumentam a dopamina. A berberina oral é um composto natural que, ao ser metabolizado por bactérias mais, aumenta a produção de L-dopa no intestino, que é convertida em dopamina no cérebro. A berberina atua de forma semelhante a vitaminas. Além disso, certos probióticos podem aumentar a produção de dopamina cerebral, mas qualquer suplementação deve ser orientada por um profissional de saúde. Você não precisa ser escravo da dopamina, você pode ser maestro dela, mas com as estratégias especialmente incluindo tirosina na dieta e fazendo exercício físico que gosta, você retoma o controle. Se sente cansaço constante ou falta de motivação, pode ser desequilíbrio hormonal afetando a sua dopamina. Problemas circulatórios também podem afetar a distribuição de nutrientes como a tirosina. Então propõe um desafio. Uma hora por dia sem telas. Volte semana que vem e conte como foi. A hora que você já sabe o que é e como funciona a dopamina, entenda como vencer o TDAH e sua implicação na saúde. Meu próximo vídeo.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.