O episódio discute os desafios da saúde pública no Brasil, com foco na gestão. O especialista José Salib Neto argumenta que o principal problema não é apenas a
A doutora do Alexandre foi a amizade dos doutores do Dona Fúvia que é a mãe da Marisa, avó do Alexandre e dos meninos. Era um amigo desde muito jovens e essa amizade se estendeu e o doutor do Alexandre teve duas meninas a Marisa e a Silvana e minha mãe teve a minha irmã Regina e o José Salib Neto e acabei sendo a figura mais masculina assim e ele é um semco-estudioso, um médico renomado, pesquisador, um cara frente do tempo dele e eu tive a sorte de tê-lo como mentor.
Na verdade, eu ganhei uma bolsa para jogar nos Estados Unidos, duas universitais que eu estudei na Estadual da Flórida e na Carunha do Sul. E lá eu procurava conciliar o esporte com o estudo, essa que é a grande vantagem e que me fez formar lá, depois eu voltei para cá e na mesma faculdade eu tinha dúvidas, eu entrei inicialmente querendo estudar medicina, muito pelo doutor de Iraní e pela minha mãe, que queria que eu ficasse, eu fosse que nem o doutor de Iraní, só que depois de um certo tempo eu vi que eu não daria para ser médico.
É, sobre mais foco em estratégia, foco em inovação, foco em liderança, foco em gestão geral, foco agora um livro que vai sair a ciência por trás das perguntas, como a pergunta certa pode transformar, pode transformar tudo, e também escrever livros sobre o agosto de minha vitória, sobre os vários técnicos da história de esporte, sobre que as escolas do negócio não ensinam, então eu tenho um repertório bastante importante por eu ter trabalhado e convivido com todos os principais pensadores da gestão do mundo, que foi a natureza do meu trabalho.
Falta tudo, falta tudo. O Brasil é um país complicado, o Brasil é um país complicado, muito polarizado, muitas diversões, muitas intenções diferentes, e o Brasil é populoso, isso dificulta um pouco, mas eu acho que dentro do que é possível, os tuos fazem o que dá para fazer, tem unidades melhores e tem unidades piores, a minha esposa, que é médica, ela mesma já trabalhou no suzo durante vários anos, acho que eu até brinco médico, passe médico, que tem que ter que trabalhar no suzo, porque tem situações muito diversas, com quase nada, e aí que você vê, realmente, se for uma medicina funciona, ter um robô do teu lado é fácil, e você tem uma frasquinha de aspirina, já é outra história.
Olha, eu fiz um que os líderes de governo, de estaduais, federal, que aprendessem gestão, e leis sem livros, se atualizassem, tendo como gestão. Meu sonho era que toda pessoa que tivesse uma aspiração, por que tivesse uma faculdade, uma formação, e você vê quantas gestores e gestores nós temos que estudar.
Meletícia Miyamoto está no ar mais um AmatoCast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós estivemos com convidados especiais para falarmos sobre joelho no último e também no penúltimo falamos sobre procedimentos minimamente invasivos. Desta vez nós recebemos novamente um convidado especial, dessa vez uma pessoa que inclusive é bastante conhecida da família Amato que vocês sempre acompanham aqui no AmatoCast, o palestrante e também autor de diversos livros José Salib Neto. Antes de dar as boas-vindás aqui para os nossos convidados eu já vou apresentar o currículo do nosso convidado especial de hoje. José Salib Neto é uma das maiores autoridades em management do Brasil. É com autor de 10 livros de negócios que juntos já venderam mais de 1 milhão de exemplares incluindo o best seller gestão do amanhã. Esse é o mais recente livro lançado em junho de 2024 a estratégia do Motor 2 como tornar a inovação parte do dia a dia da sua empresa já está na lista dos mais vendidos, como por exemplo da Veja. Ele também é cofundador de uma empresa líder em educação executiva além de ter sido um grande amigo do Irani Moraes que é avô da família Amato, do Alexandre Amato que é o diretor aqui da clínica. Então finalmente bem-vindo. Obrigado pelo convite, espero contribuir. Como que foi essa amizade com a doutora do Alexandre? A doutora do Alexandre foi a amizade dos doutores do Dona Fúvia que é a mãe da Marisa, avó do Alexandre e dos meninos. Era um amigo desde muito jovens e essa amizade se estendeu e o doutor do Alexandre teve duas meninas a Marisa e a Silvana e minha mãe teve a minha irmã Regina e o José Salib Neto e acabei sendo a figura mais masculina assim e ele é um semco-estudioso, um médico renomado, pesquisador, um cara frente do tempo dele e eu tive a sorte de tê-lo como mentor. Ele dirigiu meu pensamento a vida inteira e muito do que eu sou. Hoje eu devo a ele, principalmente na maneira de enxergar o mundo, que ele era um médico que era fora da curva, escreveu livros sobre erro médico, foi o empresário, trouxe o que conhecemos de saúde privada do Brasil, o Plano de Saúde, Hospitais, autor de livros, professor da USP. Então ele foi uma figura muito importante na minha vida que me ajudou a moldar quando eu fui para os Estados Unidos também, ganhei uma bolsa, minha mãe ficou apavorada porque eu não tinha dinheiro, mas eu ganhei a bolsa e ele acalmou, ele já sabia como funcionava as coisas e foi uma amizade, eu diria que ele é o meu segundo pai. Ah, que legal! A família falou muito do seu nome aqui, inclusive a gente já estava tentando marcar há muito tempo, esse episódio, o doutor Alexandre estava contando um pouco da sua história e que você falasse se sempre quis ir para essa parte de gestão de negócios, como que foi assim, se era seu objetivo mesmo? Na verdade, eu ganhei uma bolsa para jogar nos Estados Unidos, duas universitais que eu estudei na Estadual da Flórida e na Carunha do Sul. E lá eu procurava conciliar o esporte com o estudo, essa que é a grande vantagem e que me fez formar lá, depois eu voltei para cá e na mesma faculdade eu tinha dúvidas, eu entrei inicialmente querendo estudar medicina, muito pelo doutor de Iraní e pela minha mãe, que queria que eu ficasse, eu fosse que nem o doutor de Iraní, só que depois de um certo tempo eu vi que eu não daria para ser médico. E comecei com uma arquitetura e acabei mudando para administração, logo no meio da faculdade americana você consegue se mexer no meio do curso, e senão eu não teria essa possibilidade. E aí eu me encantei para administração de empresas, acabei voltando para fazer um MBA na Estadual da Flórida do Sul, e logo em seguida fui empreender, fundei a HSM que deveria se tornar a principal empresa de educação executiva do Brasil, uma das maiores do mundo, fiquei 30 anos da empresa, e na minha saída eu comecei a escrever livros sobre gestão. Se eu me der livros, que eu tenho 1,3 milhões de livros vendidos, 1,6 milhões de livros vendidos, e eu sou apaixonado pelo conhecimento, mundo do conhecimento e da gestão, porque no final do dia tudo começa com uma boa gestão. Se você tem uma má gestão você vai ter maus resultados, se você tem uma boa gestão você vai ter bons resultados. Que legal, que é inclusive a maioria dos seus livros, fala sobre isso? É, sobre mais foco em estratégia, foco em inovação, foco em liderança, foco em gestão geral, foco agora um livro que vai sair a ciência por trás das perguntas, como a pergunta certa pode transformar, pode transformar tudo, e também escrever livros sobre o agosto de minha vitória, sobre os vários técnicos da história de esporte, sobre que as escolas do negócio não ensinam, então eu tenho um repertório bastante importante por eu ter trabalhado e convivido com todos os principais pensadores da gestão do mundo, que foi a natureza do meu trabalho. E agora eu estou aqui como pensador e gestor, entregando o meu conhecimento via livros, via palestras, workshops, cursos. É isso que eu faço hoje. E apesar da sua especialidade não ser de fato ligada diretamente à medicina, por ter tanto contato com médicos, enfim, que te rodaram a vida inteira, e também tanto dos seus livros, mas também do histórico de carreira, eu acho que vai ser legal a gente falar sobre esse assunto, que inclusive para quem já viu no título, a gente pretende falar agora sobre a gestão na saúde, no Brasil. Então, antes de a gente ir para o assunto de fato, eu só vou para quem já acompanha a gente há um certo tempo, já sabe para quem é novo por aqui, o AmatoCast agora tem um novo patrocinador, que é o patrocínio da CIG VARES, que oferece meias de compressão para todos os momentos da sua vida. Vamos acompanhar. A CIG VARES possui opções de meias de compressão graduada para todos os momentos da sua vida. Variedade de modelos e cores. Diversos modelos, panturrilha, meia coxa, meia calça, meias femininas, meias masculinas, meias esportivas, linha e especialidades para tratamento de doenças venosas e linfáticas, compressão pneumática para tratar edemas e prevenir coágulos sanguíneos. CIG VARES GOPE Saliba, então, seguindo daqui, eu queria já dar início a esse tema, que é o que a gente tanto citou, o que eu expliquei agora, que está ligado diretamente com a sua vida, que envolve a medicina, mas também envolve a questão da gestão, que é a saúde pública no Brasil, o que falta de fato? Já vou direto na pergunta, na sua opinião, falta dinheiro, falta administração, o que, onde que está o problema? Falta tudo, falta tudo. O Brasil é um país complicado, o Brasil é um país complicado, muito polarizado, muitas diversões, muitas intenções diferentes, e o Brasil é populoso, isso dificulta um pouco, mas eu acho que dentro do que é possível, os tuos fazem o que dá para fazer, tem unidades melhores e tem unidades piores, a minha esposa, que é médica, ela mesma já trabalhou no suzo durante vários anos, acho que eu até brinco médico, passe médico, que tem que ter que trabalhar no suzo, porque tem situações muito diversas, com quase nada, e aí que você vê, realmente, se for uma medicina funciona, ter um robô do teu lado é fácil, e você tem uma frasquinha de aspirina, já é outra história. A questão não é só do Brasil, tudo no Brasil é complicado, por isso que o Brasil tem os índices de progresso que nós temos, e a gente vai criando, fazendo o que a gente pode, criando ilhas de excelência, procurando melhorar, procurando contribuir com o país, eu procuro contribuir com o país com o meu conhecimento. Já dei muitas palestras para a Prefeitura de São Paulo, para o governo federal, nunca cobrei nada. Então, do meu lado, eu procuro melhorar a gestão das empresas, você tem empresas fortes, com certeza as coisas vão melhorando, mas é um desafio bastante grande, a questão da saúde, de atendimento, e falta realmente de gestão. Que é uma coisa que os governos não se preocupam muito, eu vejo governos se preocupando com construir estrada, mas eles não entendem, eles não procuram entender o que é uma boa gestão. Eles não procuram nem se atualizar, nem entender, nem aprender, nem falar inglês. Com anos, o governo não consegue nem falar a palavra de inglês. Aí fica difícil. Então, a gente vai fazendo do jeito que dá. É um Brasil, como eu te falei, mais difícil, mas o tempo vai ajudando, espero. Sim, exatamente. E essa questão do SUS é algo complicado, porque eu trouxe alguns dados aqui que a gente cita, mas acaba sendo assim, para já dar início no assunto, é uma das principais preocupações do brasileiro de qualquer pessoa, a questão da saúde. Então, é difícil ver para quem depende disso, e acaba passando por algum tipo de dificuldade, ou às vezes tem uma doença realmente que mais grave, e acaba ficando na mão do sistema único de saúde, apesar de ser considerado um dos melhores do mundo. Exatamente, sim. Pelo tamanho do Brasil, sim. Pelo tamanho do Brasil, com certeza, vai ser comparado com outros países. Mas ainda está bem longe do que devia ser. Então, não morria tanta gente hoje, nos hospitais, públicos, esses tipos de coisas, que fosse bom mesmo. É bom em alguns lugares, eu acho. O que não dá para negar é que teve um alvanço de importante. Sim, teve um alvanço, mas falta muito ainda. Qual caminho que a gente pode começar para acertar o caminho que realmente poderia ser na prática para que as pessoas tivessem um suporte melhor? Olha, eu fiz um que os líderes de governo, de estaduais, federal, que aprendessem gestão, e leis sem livros, se atualizassem, tendo como gestão. Meu sonho era que toda pessoa que tivesse uma aspiração, por que tivesse uma faculdade, uma formação, e você vê quantas gestores e gestores nós temos que estudar. Então, isso é bem complicado. Eu acho que através da gestão. Eu tenho uma escola pública de gestão, onde os gestores públicos teriam que passar por lá, para ter um mínimo de conhecimento de gestão, de liderança, de estratégia. Por exemplo, o Brasil é um país que não tem estratégia. Você pega a China, por exemplo. Em 1980, o PIB do Brasil, da China, da Austrália e da Coreia eram a mesma coisa, eram todos iguais. Olha onde foi para a China, e olha onde é que nós estamos. E o que a China fez? Gestão, escolas, educação, os colaboradores públicos têm muito conhecimento, têm que passar por cursos. Muito voltado para tecnologia. Você fala de inteligência artificial, é inteligência artificial mesmo, visão de inteligência artificial de alguns governos um pouco complicado. Então, através do conhecimento, você faz o país crescer. A China tem uma estratégia clara e está dominando o mundo em várias frentes, inclusive na área tecnológica. Mas tudo através do conhecimento, tudo através de educar o seu povo, educar os próprios colaboradores públicos e não simplesmente fazer por fazer. E no início, você citou que o problema está nas duas frentes. Tanto o dinheiro, como também a administração. Mas se fosse pesar, falta mais investimento, falta mais administração. O que está pior na administração? O que o Brasil paga de imposto, que é um dos países com a recuperação tributária dos maiores do mundo. Eu não diria que não falta dinheiro. Sim. Mas eu acho que mais a questão da gestão. Por exemplo, você pega o Elon Musk que entrou como assessor especial de eficiência do governo dos Estados Unidos. Olha cada coisa que ele pegou lá. Quantos bilhões de dólares jogados no lixo todos os anos. E falta isso aqui para tornar um governo mais em inglês falar lim, mais chuto. Mas que não gasta tanto. Mas que gasta com as coisas importantes. Que usa dinheiro público não para fazer campanha política, mas para investir na saúde. Quantos bilhões que a gente paga de imposto são usados para campanha política dos outros? Não tem cabimento disso. Esse dinheiro poderia ter aplicado na saúde, na educação. Então nós temos um problema de descompasso bem grande. Desculpa ser tão negativo aqui. Sim, mas é realista. É realista. Eu estou dando algumas soluções também. E nessa questão de valor de investimento quanto que é investido eu até trouxe um dado que me assustou quando estava fazendo a pesquisa. Queria sua avaliação sobre isso. São R$ 3,83 ao dia que é o valor per capita que o governo usa nos três níveis de gestão federal, estadual e municipal para cobrir as despesas com saúde nos mais de R$ 210 milhões de brasileiros. Então isso é um número baixíssimo para o número de brasileiros. Sim, sim. As pessoas não têm acesso tanto. Mas eu sou um otimista sempre tem os gestores e gestoras que entregam seu coração. O Brasil é um país que se tivesse uma gestão. Eu não estou falando de relação só a esse governo no geral. O Brasil ia explodir. Não tem razão pela Austrália, pela China e pela Coreia ter explodido e a gente ter ficado para trás. Nós temos péssimos gestores. Outro. E se a gente tivesse uma gestão melhor, uma formação melhor, que estudassem, por grátis falar inglês, aprender inglês, se fosse para o mundo o Brasil seria uma grande potência que empreende muito, o brasileiro não tem medo, ele vai empreender, ele vai para frente, vai para cima. Eu tenho certeza que a gente poderia ainda ter uma exceção e antes de eu me despedir desse mundo que isso aconteça. E qual é a sua avaliação sobre o futuro mesmo dessa questão? Tanto do sistema único de saúde como dos convênios, porque a gente sabe que tem ficado famosos, alguns a gente não vai estar a nome de nenhum específico, mas aqueles que são considerados que estão tendo muitas reclamações em questão de atendimento e tudo mais. Então, como você avalia daqui cinco, dez anos um futuro a curto prazo ou a longo prazo? De novo, né? Eu posso ser político ou posso ser realista? Você quer que eu seja realista? Quem tem acesso a boa medicina está bem coberto. O que nós temos hoje com esse número gigante de faculdades de medicina, isso me preocupa muito com a qualidade desses cursos. Antes para você poder estudar medicina, ser uma vaga na USP, você tinha que competir contra 500 concorrentes por vaga, né? Hoje, se você tem 12 mil reais para pagar uma necessidade você entra na faculdade de medicina. Não estou nem preocupado de onde você vê, se você tem capacidade para ser médico. Esse vai ser um grande desafio. Talvez a salvação aí seja inteligência artificial, que de repente via robôs, começa a fazer um diagnóstico em você, melhor que um próprio médico. Talvez essa seja uma solução. E se a gente souber investir inteligência artificial para aliar o médico junto com a medicina, eu acho que talvez seja um caminho correto. As pessoas precisam realmente entender e saber do potencial da inteligência artificial. Por outro lado, essas escolas que estão surgindo em cada lugar, cada canto do país, alguma cidade que me deixa um pouco espantado, elas vão ter que melhorar muito a sua qualidade, se ela vai estar produzindo uma geração que eu fico muito preocupado de quem essas pessoas vão entender, que esse tipo de cirurgia que eu vou fazer. A gente vê realmente barbaridades acontecendo na medicina, de erros. Até gente que tem uma capacidade de um grande hospital, mas eu vejo, porque é gozado que a medicina sempre teve um amigo, o doutor Edson de Guadalupe Bueno, fundador da Mil, ele patrocinou uma empresa durante 30 anos e eu fui mentor dele durante 30 anos. Ele fundou a Mil, os hospitais, o DASA e tantas outras. E eu sou casado com uma psiquiatra também. Então a medicina está em volta de mim. Eu vejo muita coisa e dá uma tristeza de ver, por exemplo, a minha empregada que é uma cirurgia e eu acabo ajudando bastante. Mas ela tem uma cirurgia importante, só tem daqui 6 meses. Ela fez um procedimento recentemente, que ela tem que esperar 2 anos, não era nada devido ao morte, senão eu teria coberto. 2 anos para fazer uma cirurgia, e tem gente que não tem tempo para isso. Agora, o que me espanta é que não tem senso alívio governamental, não tem senso de urgência com isso. Ou os hospitais, histórias de hospitais no Rio de Janeiro, que o cara tem que fazer uma cirurgia no ombro e chega lá e corta uma perna dele. Então acontece isso. A gente precisa de muito conhecimento, muito educação. Espero que é interessante, porque de outro lado a gente nunca teve tanto acesso a conhecimento como a gente tem agora. De graça, a inteligência virtual se dá tudo. Tudo. Então você não precisa, ninguém pode ter uma desculpa porque agora não tem acesso a uma escola. Você pode fazer sua própria graduação hoje utilizando a internet de graça. Ter conhecimento de qualquer coisa. Mas você tem que ir lá, tem que ter atitude. Então não adianta disponibilizar uma coisa, as pessoas não se interessam. Às vez eu vejo isso. Então precisa ter um pouco de iniciativa. Sim. E para você, a tendência dos convênios é de serem mais acessíveis para as pessoas ou de ficar cada vez mais caro? A saúde via saúde privada é cara. Para você ter um bom atendimento uma coisa bacana. É muito caro, porque eu sei quanto eu pago de plano de saúde. A minha idade já avaliação é muito cara para fazer particular. É verdade. Às vezes o governo o próprio sistema e aí lá atrás se gerar uma coisa muito populista. Quando você faz coisa populista é que a coisa pega. Aonde obrigam o plano, por exemplo, a cobrar, a cobrir tudo. O que acontece? A cobrir tudo e o plano não aguenta. Tanto é que nós temos poucas empresas hoje de saúde privada no Brasil. São poucas. As outras todas morreram, porque não aguentam. Eu acho que a saúde tem que ser uma coisa que nem parecia um pouco nos Estados Unidos onde você paga uma parte e o plano paga a outra parte. Então tem que ser uma coisa meio conjunta. Principalmente no sentido que se você sabe que o plano vai cobrir tudo. Eu vejo lá médicos passando 30, 40 exames como se fosse agora se o paciente tivesse que cobrir alguma coisa, tenho certeza que ele iria pedir metade do que ele paga. Então isso aqui inflaciona o custo da saúde em termos de plano de saúde. Eu só posso agora a salvação de ter uma medicina não tão boa é inteligência essencial. Eu acho que eu procuro ensinar os médicos formatos nessas escolas mais tranquilos e fáceis que sem entrar assim, clima de pagão na mensalidade que aprendam inteligência essencial. Passem muito tempo, porque a própria inteligência essencial, robôs eles vão fazer o próprio pé do médico. E talvez melhore ainda. Diagnóstico de câncer e essas coisas. Então eu espero que essas faculdades que são muito fortes o aprendizado da inteligência essencial que vai ser a salvação do médico ruim e da médica ruim. E do paciente que está na mão do médico. Exatamente. E até a questão da participação eu vejo bastante isso acontecer até no plano ligado à empresa, agora é assim antes de uma era, e quando você vai cotar um plano, pelo menos foi assim comigo a maior parte das cotações aparecem com a participação da empresa. Eu acho que está caminhando para esse movimento mais um pouco tarde, mas a saúde assim, em países como Brasil, países de desenvolvimento é sempre um desafio. Principalmente com relação à qualidade dos médicos e médicas. Então você não tem uma solução. Mas eu acho que realmente se ter uma coisa que pode ajudar muito a gente é a inteligência essencial combinada com a robótica dos próprios robôs, ou se você consegue operar tentando um outro país já viu operações, cirurgias de coração aberto, um médico na Suíça e o paciente na China. Isso é fantástico, é por aí que nós temos que caminhar, sabe? E não o médico, está a se deslocar e tal, hoje você consegue fazer muito isso. A tecnologia está aí para minimizar o custo para a saúde. Os médicos têm que aprender a tecnologia, os médicos têm que ser obrigados a passar muito tempo a aprender a inteligência essencial, que é o que vai potencializar o conhecimento dele para muita, muito mais gente. Tem dois tópicos que eu também acho importante a gente citar, que é primeiro sobre a questão das filas nos hospitais. Sus, a gente sabe que a fila igual você citou sobre a questão da sua funcionária, que ficou dois anos esperando por um procedimento, uma cirurgia. Só que até nos hospitais particulares, as pessoas têm reclamado nos convênios também, principalmente esses com o custo mais acessível e as filas enormes. Então, qual que é o caminho para esses hospitais? Só a pergunta fácil. De novo, eu acho que o caminho é via tecnologia, sabe? Até para desatular as filas. Eu acho que a gente deve aprender muito com a China, porque a China é um país muito populoso. A China tem um bilhão e meio de pessoas, nós temos 300. A China é cinco vezes o Brasil, e como é que eles cobram isso? Eles já têm hospitália totalmente feitos por inteligência especial. Robotizado, você vai lá e faz o teu diagnóstico com o gobo, faz unir a graça de você, se você precisa de uma cirurgia com o gobo, faz, entendeu? Logicamente, é administrado por médicos, mas hoje você consegue escalar na linguagem de negócios esse conhecimento. Agora, se for só no conhecimento tradicional da medicina, onde você tem um médico, um paciente, nós vamos levar milhares de anos para conseguir ter uma coisa decente, entendeu? Mas é, eu acho que o pessoal tem que pegar um avião, sair lá na China, e aprender como é que funciona um hospital com robôs, que você converte só com robôs e sai de lá e dá tudo certo. Nós temos que aprender isso urgente, entendeu? Que é o caminho, e você ensina uma coisa assim, é muito mais barato do que você tentar cuidar de 20 milhões de brasileiros, entendeu? Sim, e a questão também do despreparo dos profissionais, a gente estava chamando muito atenção porque a gente está falando de robôs, tecnologia, mas às vezes até o básico do que já está sendo utilizado, a gente sabe que não é, às vezes, por falta de recursos, como a gente citou, o médico tem ali um pessoa com câncer e tem um remédio para dor de cabeça, para passar para a pessoa. Mas em questão até de estrangeiros que vêm para atender aqui no Brasil, isso deve ter uma tendência de ter provas mais difíceis, e realmente, a gente sabe que tem a prova do que o médico faz no CRM para poder começar a atender de fato, então isso deve ser mais rígido no Brasil? Não, não, tem que ser mais rígido, porque eu tenho visto aí principalmente depois dessa chuva de faculdade de medicina é gozar, porque o Brasil está estimado que o Brasil vai ter médico demais em poucos anos, graças a esse monte de coisa. Aí você pega esse país como Estados Unidos então eu estimando que daqui a 3 anos ele vai voltar 80 mil médicos nos Estados Unidos. E o que vai acontecer com a minha previsão? Eles vêm aqui buscar nossos melhores médicos, você pode ter certeza disso, entendeu? Então é um negócio bem desafiador e a outra coisa é tudo bem, você abre uma faculdade de medicina em uma cidade pequena, uma vontade, o cara paga 12 mil mas ele tem que passar para uma prova cruel no final. Porque se ele só agradou ele pode simplesmente se informar e não ter feito nada demais. As faculdades de medicina quando tem um aluno que paga 12 mil reais por mês pra eles eles não querem perder esse aluno, você pode ter certeza eu já vi isso, né? Então a gente, como é que se resolve isso? O CRM eu não conheço a prova do CRM mas tem que ser algo muito difícil mas muito difícil ele tem que realmente saber medicina pra atuar como médico e não simplesmente ter passado por uma faculdade de medicina onde simplesmente logicamente eu não estou falando que todas são assim tem algumas que devem estar fazendo um bom trabalho mas me assusta de ver essa proliferação de faculdades e com a facilidade que é pra entrar numa faculdade dessa. Você acredita que por exemplo você tem uma prova e atua na área da saúde há muito tempo, já é médico há muito tempo deve ter uma prova recorrente que acontece de tempos em tempos pratos pra ver se realmente a pessoa... Eu acho que sim, porque eu passei uma situação recente aonde eu tive uma questão melhor nem falar aonde porque se não os médicos vão ficar sabendo quem é, quem é, quem mas onde eu estava sendo medicado por um médico que estava com um nome muito grande do passado professor mas que tinha encostado um pouco a sua mula medicina você tem que estar em cima da bola o tempo todo o nível de avanço médico e da pesquisa e da inteligência essencial é muito grande e eu acho que sim, a cada 5, 10 anos um médico deveria passar por uma outra prova porque a tendência dele vai se acomodar, vai ficando mais verde e aí que o bicho pega se eu não tivesse trocado de médico talvez eu não tivesse... não estaria nem com você agora chegou nesse ponto impressão 18 por 11 e o cara mandando eu tomar um negócio que não era pra tomar ou seja que não fazia mais sentido entende e também a dificuldade sim com certeza na fiscalização imagino se de fato tiver uma nova prova para ver se todos os médicos fizeram a prova se eles estão aptos de fato o investimento que aí já vai pra é algo maior mas é algo que precisa ser feito de algum jeito porque senão você não vai ter se você não faz a turma realmente estudar, pesquisar qualquer um vira dermatologista tem uns que simplesmente a pessoa fala e o cara bota a pergunta bota lá os problemas da pessoa e a gente já dá o diagnóstico sim e por isso que eu acho que a inteligência artificial pode salvar e sim eu acho que provas mais complicadas deviam ser dadas em vários estágios, talvez na cada 10 anos pra saber se o médico está em cima da bola porque a medicina qualquer era da medicina ela muda muito rápido são novos medicamentos com novas ciências e muda de uma maneira muito muito grande e o médico tem que estar atualizado senão ele acaba mandando você tomar coisa que não precisa mais o que já estão mais mais antigas mais velhas e não dá também pra entrar nesse tema e não citar sobre os não-médicos que a gente fala tanto aqui os médicos adoram citar sobre isso, alertar sobre essa situação porque a gente acaba vendo muito na mídia situações de pessoas que procuraram pessoas que não eram especialistas que não eram formadas e o que eu escuto muito de todos os médicos da família Mato que participam aqui mas assim que a pessoa pode até saber fazer mas o problema é saber lidar com as consequências daquele procedimento que às vezes só um médico vai poder salvar se a pessoa tiver algum problema tiver alguma situação ali no momento tem muito paciente do Google hoje o Dr. Google que já chega, ele fala exatamente eu sei porque a minha esposa é psiquiatra e as pessoas ligam pra ela só queria que você mandasse uma receita pra mim pra pegar um remédio eu não te vi ainda, como é que eu não posso fazer isso não é porque eu vi no Google paciente também tem que que você fala que ela tem dois dias de vida quando você coloca vários sintomas que está tendo, todo mundo já pesquisou mas eu acho que eu fosse morrer eu estou preocupada sobre essa questão do não médico o que eu ia perguntar é como controlar isso porque agora tem muita gente que se desapta, vende aqueles folhetos oferece na rua nos vidros tem pacote de faça 10 procedimentos R$1.000 isso é perigosíssimo porque são médicos o médico em si ele se ele quisesse tivesse muito interessado em dinheiro ele não seria médico porque o médico em si, médico que é médico é que nem o pai da minha esposa é médico ele fala assim, eu nunca neguei um atendimento se a pessoa pode ou não pode pagar o médico é o medicionário eu sei porque eu sou do doutor de Anilhera e eu aprendi muito com isso o doutor Hortensum Bueno que eu estava vendo ele cuidando de coisas que não tinha que cuidar então com isso às vezes você pega médicos que não têm qualificações e que usam, usam muito instagram para criar principalmente na cirurgia clássica em algumas de peso, questões e que hoje as redes sociais influenciam muito o nosso comportamento porque o médico tradicional ele tem dificuldade de se vender por isso que ele foi estudar medicina mas aí você pega o médico que gosta de se vender e vai para cima e tudo esses caras estão notados de pacientes e ganhando o rio de dinheiro e esses médicos, às vezes são caras assim que estudaram oftalmologia que de repente virou especialista em longevidade difícil né e várias outras situações que eu já ouvi lóticamente médico é médico mas cara tem que tomar cuidado e às vezes você usa coisas principalmente na longevidade eu tenho 66 né e às vezes eu chego no meu urologista e eu falo assim aí doutor Willem grande médica, você estiver vendo um grande abraço pra ele eu preciso de um lugar e dizer que que eu faço ele falou que eu soubesse eu também usava só que aí você tem o outro lado a turma que pega essa fraqueza humana que bota os hormônios de você você vai sentir jovem só que você não tem as consequências do que pode acontecer depois câncer bom, direto então a minha filha já foi já foi vítima de médico de estragar pois é e custou caro pra ela não caro esse estilo de grana mas sofrimento não estou dizendo que nenhum médico desde deva não utilizar as redes sociais porque eu utilizo muito mas a gente tem que saber até um limite, eu acho que até a própria CRM devia fiscalizar mais esse tipo de coisa saber até onde o médico pode ir e a minha saída de perder a própria licença de ser médico porque ele está tendo uma coisa que não é, entendeu? e hoje é perigoso quando você trata de saúde é muito perigoso eu sei que até tem algumas regras principalmente na parte estética de falar antes e depois as pacientes, de mostrar pelo menos o que o doutor Fernando já citou aqui que eu sei não me engano, isso não é autorizado mas quem se aproveita disso são as pessoas que... o médico que mostra a própria cirurgia deles é terrível ninguém faz nada dessas propagandas com imagens depois comecei que fosse algo determinado que a pessoa vai ter aquele resultado e cada pessoa acaba tendo de uma forma esteticistas, biométicos isso que eu estava falando das pessoas que fazem propagandas, tanto pacotes nas redes sociais como também em vitrines, em vidros das lojas, em choves eles pegam a fraqueza humana todo mundo sabe que se tem uma fraqueza a fraqueza das pessoas mais velhas é perderem um pouco da libido a fraqueza das mulheres é enxergar coisas que ninguém enxerga e eu vejo minha esposa quer fazer uma plástica e eu vou fazer exatamente aonde e aí chega dermatologista não realmente, se precisamos mudar e geralmente é médico de instagram que faz isso exatamente, vende aquela vou te deixar assim e uma pausa que você chegou a citar das pessoas que quer fazer cirurgias plásticas eu estava o episódio inteiro falando você e agora eu fiquei surpresa na sua suidade que você citou, 66 anos eu estava falando você o episódio inteiro porque parece muito menos a sua idade não parece menos, fiquei surpresa eu falei, eu preciso dar uma pausa pra falar disso porque se não o pessoal vai falar que falta de respeito, não falar senhor gente, como assim 66? isso não tinha no seu site quando eu fui fazer a pesquisa isso não aparecia sempre tinha uma mentalidade jovem sempre fui uma pessoa leve muito humor eu faço tudo que posso fazer graças eu faço levar a vida leve porque ela já é tão pesada e a gente tem que contrabalanciar isso eu me cuido muito, faço muito esporte como direito, no fumo, no bebo e talvez juntando tudo acaba ajudando um pouco e o tênis que foi no início ainda está presente na vida? eu estive longe ajudando os jovens mas não jogando, eu acabei me arrebentando bastante esporte da sua performance não é uma coisa sadia você sabe porque todo mundo se arrebenta mas eu estou sempre presente ajudando os jovens ajudando bolsas eles conseguem bolsas nos Estados Unidos consigo patrocínio parte técnica também, vai muita gente em casa pedir conselho é minha ligação com o tênis, mas como jogador já deu era só tê/nis normal? tênis de mesa também? não, só tênis normal, tênis a gente estava no último episódio falando sobre esportes de alta performance da medicina esportiva, a gente falou bastante disso é verdade. Tem a pessoa que gosta bastante também ficando cada vez mais famoso Salibi, a gente traz aqui sempre quando está nos últimos minutos da participação alguns mitos e verdades que as pessoas começam na internet sobre um tema que a gente cita aqui agora está saindo um pouco dessa parte da medicina, mas fala muito sobre a sua especialidade: negócios, gestão e tudo mais. Então peguei algumas que aparecem no Train Topics que as pessoas mais procuraram. Então acho legal a gente trazer primeiro mito ou verdade que a inovação é o mesmo que criatividade? elas andam juntas, elas andam juntas para você inovar, você tem que ser criativo, você já olhou uma coisa que é feita de um jeito e fazer de outro jeito, então elas andam juntas. Acho que uma é parceira da outra para você chegar a inovação, você tem que ser criativo. Então você não vai chegar a criatividade sendo inovador, talvez a criatividade apareça. Uma pessoa que tem a capacidade de olhar aqui, acho que seria melhor essa tela ali e tal. Acho que mais ação. E irmãs já tem um sucesso no negócio. Já aproveito para colocar um gancho: que precisa estar sempre caminhando com a inovação, ou dá para manter a tradição. Principalmente hoje no mundo da tecnologia, produtos e serviços eles ficam absorvidos mais rapidamente e você hoje tem quase a obrigação de inovar. Não só inovar na parte técnica, você pode inovar no atendimento, inovar na entrega e não simplesmente inventar um produto novo ou um serviço novo. Mas a própria entrega, a maneira como as pessoas gostam de receber em casa é a Netflix. A Netflix nada mais era que o cinema em casa. Então não mudou a forma que o filme está lá, o filme continua mesmo, mas eles levaram para casa. Então o que a gente chama de, na linguagem de negócio, é modelo de negócios. Legal, bom exemplo: a inovação requer um grande investimento inicial. Não necessariamente. Eu por exemplo, quando comecei a minha empresa, não tinha 27 anos. A gente a gente viu uma empresa de inicialmente seminários e a gente queria fazer muito mais do que simplesmente ter um paraestrante. A gente queria fazer a experiência do participante ser uma experiência que ele nunca teve. O que é um evento? você chega no evento, você faz o check-in, você dá a tua credencial, você pega vai ver um evento e tudo bem e todo mundo faz o que eles não fazem quando ele chega a secretária chega assim, a moça tem dente chegava lá naquela época e falou assim, nós temos um serviço de um babysitter de celular o senhor pode deixar o seu celular aqui nós atendemos se a pessoa não quiser deixar recado a gente vai assistir a palestra sem ser incomodado quem faz isso? eu sou o cãe outro eu passei minha vida inteira escrevendo assim então as apostilhas do nosso evento tinha postulho para o destro e para o cãe outro nós tínhamos uma parceria com a Mil a gente tinha uma ambulância no evento a gente já teve por 30 anos, você imagina já tínhamos alguns infartes algumas paradas cardíacas no evento a vida da pessoa quantas pessoas pensaram nisso? quanto custa isso? nada a inovação é um mindset, maneira de enxergar os processos e fazer de um jeito melhor. Isso já responde praticamente à próxima: que a inovação segue um processo linear e mecânico é não. Eu acho que a partir do momento que você inova, você tem que ser disciplinado para fazer a inovação acontecer. Aí sim, mas na parte inicial ela é toda engruvinhada. Que você tem que errar. Que nem o foguete do Elon Musk. Você viu o foguete que deu o macharré? Só que por esse foguete da macharré estouraram mais uns 20 foguetes, explodindo o espaço caindo no meio do oceano até que a inovação se concretiza. Aí ela entra em uma fase mais formal de processos. O trabalho remoto e híbrido inibia a inovação, e isso vem agora com o cenário depois da pandemia. Eu acho que existem algumas funções que se trabalham de uma forma remota, mas no geral eu gosto de gente trabalhando no petro. Uma exceção de algumas funções. Por exemplo, a minha executiva, a concierge do meu plano acabou de ser demitida por a genente dela de querer fazer ela trabalhar presencialmente. Só que ela mora em Tatuí e ela é mãe solteira e não tem ninguém pra cuidar do filho dela, e ela não pode pegar o filho e se mudar pra São Paulo, e foi demitida por isso. Sendo que ela me atendia maravilhosamente bem e não trocava ela por nada. Viu mano? você já vê? eu sempre falo da Vima na minha palestra então agora, em termos de da alta gestão, não essa tem que ficar junto ela tem que ficar junta eu não sei quando você vai abrir você tem um escritório de São Paulo você vai abrir um escritório em Londres aí um dos sócios vai pra Londres mas aí você usa o trabalho virtual agora esse negócio de você tem um escritório aqui na alta direção e cada um trabalhar na sua casa não dá certo muita distração aquela troca do dia a dia conversa de corredor aquela coisa que senta na sala, tem uma ideia e isso no virtual acaba acaba a maioria agora quando é possível a gente vê 80% ou mais até agora tem questões da medicina que funcionam né? a minha esposa ela atende tanto no virtual quanto dependendo da especialidade na psiquiatria, na psicologia acho que os psicólogos não entendem mais presencialmente dá pra fazer muito bem praticamente como você aqui tem uma tela aqui e eu te resolvo agora tem outras que não dá dermatologia por exemplo precisa ver, urologia não dá pra fazer um teste com você no computador genicologia então depende, assim não tem uma resposta mas se pedir pra falar salembico, você tem que escolher uma das duas eu escolho o presencial porque o poder da troca não tem o valor é muito grande o meu trabalho que é 100% presencial eu nem sei como que essa sensação de viver no remoto ou no híbrido porque na reportagem não existe a possibilidade de fazer remoto, então é diferente pensar, o sucesso do negócio vem rápido eu depende de como é sucesso eu acho que no começo você tem que ter alguns retornos positivos menos que sejam pequenos por exemplo, no nosso primeiro evento a gente teve um lucro pequeno de 2 mil reais, mas ele foi positivo a gente sabia que se a gente persistisse com isso ele ia ter um lucro maior agora esse lucro maior ele pode demorar mais ou menos geralmente ele demora um pouco mais é pedra sobre pedra construção, você constrói você não pode começar um negócio e achar que vai faturar milhões no dia seguinte você tem que ir construindo até um ponto que você chega num jeito que você tirou está tirando tudo do negócio tirando o que eu falo é extraíno você precisa ter um plano de negócios formal para começar uma empresa? sim, tem que ser organizado tem que ter processo, tem que ter cultura como é que nós vamos trabalhar o jeito de se trabalhar aqui o que é aceitável, o que não é aceitável qual o tipo de pessoa que nós queremos como é que nós vamos desenvolver essas pessoas são todas umas variáveis que você tem que ter tudo organizado eu lembro que quando começou a HSM e sem dinheiro nos anos 80 a gente não tinha escritório, não tinha dinheiro, não tinha nada meu sócio morava num flat e a parede da sala dele era toda cheia de números tinha uma planilha gigante a gente sabia custo por custo daquilo não adianta, você não vai conseguir começar a empresa no achismo tem uma boa ideia você tem que ter muita base numérica de processos de projeções para que a coisa funcione as pessoas que fracassam só que nós precisamos ter uma boa ideia começar uma empresa, não vai pode ser uma ótima ideia, ela vai morrer isso é profundo até para levar para a vida para tudo só empreende quem tem ideias únicas que é o que a gente tinha dito para vender a mesma coisa que o outro vende, logicamente quando você tem um diferencial ajuda bastante hoje, por exemplo, todo mundo pergunta porque hoje está na moda startup quero ter uma startup o que eu faço para ter uma startup? vou falar que você tem que introduzir um produto ou serviço que faça a tarefa dez vezes melhor que o que está a atual, dez se não você não tem uma startup na hora que já tem no mercado, não vai enrolar mas se você tem alguma coisa que é dez vezes melhor, aí você tem uma startup uma solução muito diferenciada não pouco nossa, isso é difícil até aqueles reality que mostra de startup é tão legal assistir mas na prática poderia viralizar, mas são tantos desafios ali que começam a aparecer no meio dos reality que é até interessante, entra nessa questão de organização e tudo mais agora o último Salib, empreender no Brasil não é tão fácil? desafiador no sentido, primeiro que nós temos uma vocação empreendedora mas infelizmente, as leis que são feitas aqui trabalhistas de impostos, ela é muito cruel com empreendedor é incrível porque eu sei se foi lá desde da época do Getúlio Vargas em cara um setor privado como um inimigo como um sugador de pessoas tá tudo errado, sem uma base forte empresarial você não tem país, não existe quem produz dinheiro no país são as empresas só que não adianta você fazer isso, começar a empresa aí você qualquer funcionário que sai, já entra com um processo trabalhista nos Estados Unidos acabou a relação, acabou o cara não tem o que cobrar de você não existe isso a hora é extra o cara tá lá porque ele quis se ele trabalhou 20 horas por dia porque ele quis sabe você não obriga nada, então isso mata porque eu vejo nessa semana passada mesmo ativa uma emersão, essa semana segunda e terça onde um dos participantes tem uma empresa com 1000 colaboradores ele tá com 100 processos trabalhistas eu conheço gente que tem um negócio próspero mas que o processo trabalhista ganhou porque os juízes sempre dão razão pro colaborador e mata qualquer empresa você pode ter uma ideia super boa a parte de impostos então o Brasil sempre teve uma cabeça de cobrar muito imposto aí você vai lá, por exemplo, você pega o Trump agora que vai cobrar menos impostos, eu tô falando no caso das políticas ele vai baixar os impostos e ele fez na primeira gestão deles como vai ser explodido? Então aquele dinheiro que você vai pagar pro governo de imposto você vai usar pra começar novos negócios expandir o seu negócio gire mais emprego, fazer o bolo crescer e quando você faz o bolo crescer mesmo que a taxa de imposto seja menor o todo vai ser muito maior, você entendeu? infelizmente a cabeça dos governantes desse país não tem isso assim é um tema complexo tudo o que a gente falou que o empreendedor empreendedor e empreendedor aqui nesse país são heróis eu não sei nem como sobreviver mas são heróis porque os desafios que ele tem pela frente que são incontroláveis de cara ao trabalhista e o fiscal ele vai começar um negócio ele tem dois monstros na frente dele se ele ter começado o negócio realmente não tem nenhuma pergunta fácil nesse episódio eu queria agradecer muito a sua participação aqui com a gente eu queria aproveitar e pedir pra você passar as suas redes sociais como alguma dúvida queira acompanhar seu trabalho queira dar uma olhada nos seus livros a Roma de José Salim Neto estou no Instagram, sou muito ativo tem a minha LinkedIn também são mais essas duas redes tem meu site jsalim.com.br tem as onze palestras tem a minha trajetória tem meus livros eu sou um cara super acessível se você assistiu quiser se interagir comigo fica à vontade pra mandar uma mensagem que eu tenho uma prazer inclusive vou pedir pra você que está acompanhando se ficou alguma dúvida nesse assunto na verdade não é nem dúvida porque a gente não deu uma resposta concreta muita coisa, mas que tem alguma sugestão de ter uma pra gente trazer de novo aqui o José Salim Neto mesmo que seja difícil na agenda dele pode comentar que a gente conversa com ele pra trazê-lo novamente e vai ser um prazer mais uma vez, obrigado Salim parabéns pra você com ótimas perguntas, parabéns pra Aquírica Mato que são os sucessores do Dr. Yannick que fomos os melhores médicos do mundo que eu conheço cara especial impressionante que até hoje todo lugar que eu vou que eu falo de alguma coisa que eu fui fui com o Piro do Outro Lido e não vai morar todo mundo me lembra bem lembra assim não só com o Sr. João Vazplar mas pela visão que ele tinha da medicina um cara que deixou um legal fantástico é muito legal, na próxima a gente inclusive participa com o Dr. Alexandre Amato o nosso Sr. João Vazplar que vai fazer questão de participar que a gente pode brigar você também pela sua participação aqui conosco não deixe de curtir, comentar e compartilhar que eu sempre peço pra vocês pra que a gente continue trazendo os especialistas aqui da área da Saúde, muito obrigada
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.