As fitas elásticas, também conhecidas como bandagens ou tapings, são recursos terapêuticos criados nos anos 70. Sua principal função é promover o alívio da dor
Meu nome é Mariana e sou fisioterapeuta no Instituto Amato e hoje a gente vai conversar sobre as fitas elásticas. As fitas elásticas são mais conhecidas como bandagens ou tapings. Elas foram criadas mais ou menos nos anos 70 e eram utilizadas para alívio de dores, exerciam pressões nas articulações e nos músculos e foram criadas inicialmente com esse objetivo.
Olá! Você já ouviu falar de fitas elásticas
que grudam na pele? Sabe como elas podem te ajudar? Meu nome é Mariana e sou fisioterapeuta
no Instituto Amato e hoje a gente vai conversar
sobre as fitas elásticas. As fitas elásticas são mais conhecidas
como bandagens ou tapings. Elas foram criadas mais ou menos nos anos 70
e eram utilizadas para alívio de dores, exerciam pressões nas articulações
e nos músculos e foram criadas inicialmente
com esse objetivo. As bandagens funcionais, elas
podem ser utilizadas para diferentes funções, então ela pode ser utilizada
por exemplo, para ativar uma musculatura que está mais debilitada, que
precisa de algum estímulo para contrair. Ela pode ser utilizada para
melhorar a circulação linfática, ela tem sido muito utilizada para diminuir
dor e também para melhorar a percepção, como um estímulo tátil, por exemplo. No passado, as bandagens
foram bastante utilizadas para praticantes de atividades físicas, para limitar os movimentos articulares,
promover a estabilização, por exemplo, essas bandagens e elas eram mais
inelásticas, tipo um esparadrapo. Hoje a gente usa muitas bandagens também com a função de diminuir a dor, de auxiliar
recrutamento muscular, por exemplo. Dependendo do sentido e de
como a fita é colocada na pele, ela pode promover, por exemplo, um estímulo
à contração ou ao relaxamento da musculatura. Normalmente, as pessoas
que aplicam as bandagens, elas precisam ser treinadas
porque, por exemplo, ela é uma bandagem que é elástica,
tem uma certa elasticidade, mas a gente precisa pensar que ela vai
ter um ponto fixo onde eu vou grudar. E aí eu vou tracionar bandagem
e aí eu prendo na pele, dependendo do sentido que eu
fiz a tração, eu posso estar promovendo, por exemplo, um alongamento,
um relaxamento da musculatura ou o contrário, eu estou estimulando
que a musculatura contraia. O que é importante é que a
pessoa que vá aplicar a bandagem tenha um certo conhecimento sobre a anatomia, sobre a fisiologia, principalmente
do sistema circulatório, se for utilizar, por exemplo, para melhorar a circulação linfática,
ou que tenha também um conhecimento sobre a fisiologia de contração
muscular, por exemplo. Além disso, as bandagens podem
ser utilizadas para melhorar ou para ajudar a corrigir postura,
Quando eu coloco ela, por exemplo, em alguma região da coluna. E através do estímulo tátil
que ela vai promover na pele, ela vai ficar lembrando aquela pessoa
e tomando informações aí para o cérebro, para essa pessoa ficar se corrigindo. Ela não vai corrigir a postura de ninguém, mas ela vai ficar lembrando a pessoa
que está utilizando de que ela tem que ser de que ela tem que se arrumar. O uso das bandagens têm crescido
também na utilização pós-operatória, para procedimentos tanto
estéticos quanto reconstrutivos. No geral, a bandagem é colocada
imediatamente ou até no intra operatório, quando a cirurgia está terminando,
e ela pode auxiliar na redução de edemas, diminuição de inchaço, diminuição do aparecimento das
equimoses, que são aqueles roxos que ficam após a cirurgia. Elas também auxiliam o retorno linfático
por exemplo, diminuem a dor, e fazem com que a paciente
ou o paciente de pós-operatório retorne mais rápido às suas atividades, com menos limitações e até pode diminuir o número de sessões, por exemplo, de fisioterapia pós
operatória que essa pessoa vai precisar. Além disso, tem se discutido e alguns estudos têm sido feitos sem muitas comprovações ainda de
que as bandagens no pós operatório podem diminuir o aparecimento,
por exemplo, do seroma ou das fibroses no pós operatório. Se você tem alguma dúvida,
se você quer saber mais sobre o assunto, deixe um comentário. Deixe um like no
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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.