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Ocitocina: A Química Por Trás de Suas Emoções

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Ocitocina: A Química Por Trás de Suas Emoções

A ocitocina, conhecida como "hormônio do amor", é produzida no hipotálamo e secretada pela hipófise posterior. Suas funções fisiológicas clássicas incluem a con

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Você conhece o hormônio do amor?

Se você nunca ouviu falar desse hormônio e tem curiosidade para saber os possíveis benefícios, segue comigo até o final desse vídeo para descobrir. Antes de iniciar, eu convido você a se inscrever no canal, ativar as notificações, deixar aqui um comentário caso goste do vídeo e assim isso nos estimula a continuar produzindo conteúdo de qualidade.

Se eles não vão amamentar e se eles não vão ter filho?

A gente sabe que a ocitocina também é o hormônio relacionado à afetividade, ao apego. Alguns animais que não tinham ocitocina, os machos eventualmente rejeitavam a prole devido a essa ausência da ocitocina.

Transcrição completa do vídeo

Você conhece o hormônio do amor? Se você nunca ouviu falar desse hormônio e tem curiosidade para saber os possíveis benefícios, segue comigo até o final desse vídeo para descobrir. Antes de iniciar, eu convido você a se inscrever no canal, ativar as notificações, deixar aqui um comentário caso goste do vídeo e assim isso nos estimula a continuar produzindo conteúdo de qualidade. O famoso hormônio do amor trata-se da ocitocina, um hormônio produzido no hipotálamo e é secretado pela hipófise posterior.

A hipófise é uma glândula bem pequenininha no tamanho de uma ervilha que fica na região central do cérebro. A ocitocina está envolvida com infinidade de funções. Ela age principalmente na contração do útero logo após o parto para que a mulher não tenha hemorragia.

O útero que está dilatado, a placenta sai e o corpo libera grandes quantidades de ocitocina para haver essa contração do útero e para que aquela mulher não continue sangrando após a saída da placenta. Inclusive outros mamíferos também. Eles têm o parto, o corpo secreto, a grande quantidade de ocitocina que contrai o útero e para o sangramento uterino.

Outra função da ocitocina muito clássica é facilitar a ejeção de leite no momento da mamada. Quando a criança vai mamar, a ocitocina é que promove a contração dos alvéolos mamilares que vão fazer a ejeção do leite através do mamilo para que o bebê mame. É até por isso a associação da mamada logo após o parto e o aumento da contração do útero.

Muitas pessoas sabem que o neném mamar no peito faz o útero evoluir mais rápido, diminuir de tamanho mais rápido. É principalmente por esse aumento da produção de ocitocina. No entanto, falei aqui duas funções para as mulheres, mas homens também produzem ocitocina.

E aí que fica a curiosidade, mas por que? Se eles não vão amamentar e se eles não vão ter filho? A gente sabe que a ocitocina também é o hormônio relacionado à afetividade, ao apego. Alguns animais que não tinham ocitocina, os machos eventualmente rejeitavam a prole devido a essa ausência da ocitocina. Então a ocitocina é o grande hormônio do tato, do afeto, do abraço.

E aí por isso ganhou fama chamando hormônio do amor. A questão é que as pessoas começaram a pensar então vou usar a ocitocina para ficar mais amoroso, mais amável, mais apaixonado. Os estudos mostraram que a pessoa não percebe diferença quando usa a ocitocina, mas a princípio houve uma aparente mudança de atitude nesse sentido de maior afetividade em que utilizava a ocitocina.

A ocitocina na prática médica ela é recomendada logo no pós-parto para ajudar nessa contração do volume uterino. Na indução do parto em mulheres que estão aguardando um momento para entrar em trabalho de parto, mas não entram em trabalho de parto, então ela estimula as contrações uterinas e favorece a indução do parto e também para auxiliar eventualmente a amamentação em pessoas que estão com dificuldade de ejeção do leite. É utilizada por via nasal e alguns estudos também trouxeram uma manifestação de algum benefício em tratamento de situações, transtornos de ansiedade inclusive depressivos.

É claro que muitos estudos precisam prosseguir para que isso seja uma recomendação exata, mas aparentemente sim a ocitocina traria uma sensação de maior efetividade, maior tranquilidade, maior amorosidade, então por isso seria o hormônio do amor. Existem poucos efeitos colaterais do uso, no entanto é importante lembrar que a gente tem a nossa produção de ocitocina natural, então para indicar como uso rotineiro em situações de ansiedade ou até mesmo de libido, isso ainda é questionável, mas cada vez mais estão conhecendo novas funções desse hormônio que é o hormônio do amor. A ocitocina também foi utilizada no transtorno de estresse pós-traumático, mostrando alguns benefícios, ou seja, se você acha que você pode se beneficiar do hormônio do amor, é sempre importante conversar com seu médico de confiança e saber quais são os benefícios e os possíveis riscos.

Vale lembrar que como é um hormônio que ainda está sendo estudado, alguns riscos ainda podem não ter sido detectados, então não utilize sem conversar antes com seu médico. Se você gostou desse vídeo, achou interessante, deixe aqui um comentário, curta e compartilhe com alguém que pode se beneficiar também com essas informações.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.