As infiltrações ou bloqueios da coluna são utilizados principalmente como ferramenta diagnóstica para identificar a origem precisa de dores crônicas na região l
As infiltrações ajudam a gente bastante como teste diagnóstico, porque é muito comum a gente ter dúvida de que qual estrutura da coluna que está gerando dor. E se de fato existe alguma estrutura, ou a gente está numa situação realmente de dor crônica, que às vezes o problema apareceu, foi embora, ficou a dor crônica e a gente nem vai achar mais.
No cada segmento da coluna, a gente tem o disco na frente e essas articulações pequenininhas menores que atrás a gente chama de articulação facetária. E às vezes é difícil a gente saber se a dor está vindo do disco ou se está vindo da articulação facetária.
E aí a gente vai para uma outra estrutura. Ah, vou no disco agora e a gente faz uma descoografia provocativa lá, positivo, ah, a dor está vindo dali. Ah, não, não é dali.
E às vezes não estamos encontrando naquelas duas regiões, vamos para a Sacrelíaca.
Mas os livros, textos, nossa, diziam que 80% das dores lombares nunca vão ser descobertas da onde que está vindo a dor. E hoje eu não tenho essa estatística para passar para vocês, mas eu tenho certeza que é muito menos que isso.
Vamo lá. Você chegou a comentar sobre as infiltrações, né? Que em alguns casos você usa para os pacientes que têm dor crônica, como se fosse um teste, é isso, mais ou menos isso, né? As infiltrações ajudam a gente bastante como teste diagnóstico, porque é muito comum a gente ter dúvida de que qual estrutura da coluna que está gerando dor. E se de fato existe alguma estrutura, ou a gente está numa situação realmente de dor crônica, que às vezes o problema apareceu, foi embora, ficou a dor crônica e a gente nem vai achar mais. Então, a gente usa as infiltrações para isso, né? Por exemplo, de uma forma geral, né? No cada segmento da coluna, a gente tem o disco na frente e essas articulações pequenininhas menores que atrás a gente chama de articulação facetária. E às vezes é difícil a gente saber se a dor está vindo do disco ou se está vindo da articulação facetária. Então, a gente pode usar um bloqueio de articulação facetária para ver se a dor está vindo de lá. Se o paciente melhorar, está vindo de lá. Se não melhorar, não é dali, né? E aí a gente vai para uma outra estrutura. Ah, vou no disco agora e a gente faz uma descoografia provocativa lá, positivo, ah, a dor está vindo dali. Ah, não, não é dali. Tem a Sacrelíaca, que é uma outra articulação nessa região que dói muito e confunde, né? E às vezes não estamos encontrando naquelas duas regiões, vamos para a Sacrelíaca. E isso pode parecer estranho, talvez para outros especialistas, até, né? Mas os livros, textos, nossa, diziam que 80% das dores lombares nunca vão ser descobertas da onde que está vindo a dor. E hoje eu não tenho essa estatística para passar para vocês, mas eu tenho certeza que é muito menos que isso. Porque através, principalmente, dos bloqueios clientivos, a gente consegue identificar o foco da dor e tratar aquele foco, dando uma qualidade de vida melhor para o paciente, lançando mão desse tipo de procedimento. Então não é incomum o paciente fazer um bloqueio e mesmo assim ele precisar do procedimento cirúrgico? É, não é... Desculpa, não é incomum? Incomum, é. Acontece do paciente fazer o bloqueio. Ah, sem dúvida. É, às vezes, por exemplo, se eu identifiquei que a dor era do disco, né? Esse disco ele pode precisar de tratamento para eliminar essa dor. Se eu identifiquei que é da articulação facetária, né? Aquela articulação facetária pode precisar de uma denervação facetária por radiofrequência, por exemplo, para fazer o tratamento para o paciente ter a melhora, né? E isso ajuda muito, né? Se a gente tem um paciente com dor crônica, que a gente consegue de fato identificar uma região que está gerando essa dor, né? A chance de melhorar em todas as esferas biopsicossociais físicas, tudo, né? É maior.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.