A obesidade infantil configura um grave problema de saúde pública, com consequências severas a curto e longo prazo. O tema central aborda a instalação precoce d
Com certeza, além de eventos cardiovasculares, de infarto a ver, câncer de intestino tem se diagnosticado cada vez mais cedo. E provavelmente tem isso, né, essa questão da mudança do padrão alimentar, o intestino está ali em contato direto com os alimentos que a gente consome.
Na barriga, na região das vísceras ali, do fígado, do coração, dos intestinos. E essa obesidade visceral, ela também causa prejuízos, risco de diabetes, risco de infarto, outras inflamações. São tantos prejuízos, a gente pode listar, assim, passamos o dia falando das consequências do excesso de peso.
A gente está falando de a curto prazo, que a pessoa vai ter, pode desenvolver diabetes, pode desenvolver, não tão a curto prazo, mas coisas que são consideradas ainda piores como, por exemplo, até um câncer. Então, é importante que agora mais cedo as pessoas tenham essa consciência, porque cada vez mais cedo também as crianças, até pela praticidade, acabam comendo industrializado, entra para rotina. Então, é importante destacar isso porque, ao longo prazo, a consequência pode ser ainda pior, né, doutora? Com certeza, além de eventos cardiovasculares, de infarto a ver, câncer de intestino tem se diagnosticado cada vez mais cedo. E provavelmente tem isso, né, essa questão da mudança do padrão alimentar, o intestino está ali em contato direto com os alimentos que a gente consome. Então, as consequências negativas virão a curto, ao longo prazo. A obesidade que a gente citou é um dos problemas mais comuns, né, que a gente já tinha até falado em outro episódio, que a gente comentou sobre o ZenPik, que é usado para o tratamento. Mas a gente pode associar que a obesidade está ligada a essa questão da praticidade, né, até a obesidade infantil, que eu trouxe alguns dados aqui que também cresceu bastante, mas isso a gente pode até relacionar uma questão não só estética, porque a gente também comentou em outro episódio que às vezes a pessoa tem essa condição, mas não é tão visível, né. Ela tem esse problema, uma questão da gordura ali, mas não é tão visível, não, a questão estética. A obesidade, ela também existe o termo de obesidade visceral, a pessoa está com peso relativamente normal, mas tem aquele acúmulo visceral, o que isso quer dizer? Na barriga, na região das vísceras ali, do fígado, do coração, dos intestinos. E essa obesidade visceral, ela também causa prejuízos, risco de diabetes, risco de infarto, outras inflamações. São tantos prejuízos, a gente pode listar, assim, passamos o dia falando das consequências do excesso de peso. E tá alarmante, né, o crescimento da obesidade em crianças e em adultos também. E o problema maior da questão das crianças é porque é uma instalação mais precoce, então o problema vai ficar ainda mais grave porque vai ter mais tempo de obesidade. A gente fala de uma geração hoje de adultos que se tornaram obesos depois de adultos. Quando a gente for tratar essas crianças que serão adultos, obesos, muito provavelmente, eles vão ter um tempo de obesidade muito maior. As complicações são muito maiores. Tanto relacionadas a câncer, a obesidade associada a 13 tipos de câncer, pelo menos pelo Instituto Nacional do Câncer e as outras complicações da obesidade. Então, a gente vai ver essas consequências, infelizmente. Então, de fato, quando a pessoa é criança, já desenvolve essa condição, quando é adulta, é mais difícil de tratar. O tempo de doença tem a ver com dificuldade. Quanto mais tempo você está naquela situação, o mais difícil é você voltar para um peso eutrófico, que a gente fala que seria adequado. É bom a gente citar também, que a gente comentou bastante de dado, que tem aumentado, mas olha só, o índice de obesidade no Brasil, entre pessoas de 18 a 24 anos, de acordo com o levantamento que foi divulgado em junho de 2023, é o mais recente, doutora. Em 2022, 9% da população tinha massa corporal já que configura obesidade. Obesidade, em 2023, o percentual subiu para 17,1%. Então, de um ano, realmente, um crescimento muito grande tem os dados da obesidade infantil, que é um levantamento realizado pelo Observatório de Saúde na Infância, mostrou que as crianças de até 5 anos, o excesso de peso, afetou uma em cada 10 crianças brasileiras e uma em cada 3 adolescentes. Então, realmente, é algo que cresceu demais. Covid-19, doutora, aqui tem um dado que mostra que fez com que esse índice aumentasse também, durante o período de lockdown, até o período de home office, fez não só crianças, não tinha home office, mas que os adultos têm uma certa associação desse período. Com certa segurança, por vários aspectos que fica até difícil de avaliar, ansiedade por ter contato social, as pessoas acabaram comendo mais de forma ruim, todo mundo muito ansioso sem saber o que aconteceu, todo dia queria ter um prazer vindo do paladar, todo mundo pedindo iFood em casa, todos os dias, já que não podiam sair, não podiam se encontrar. Então, isso se tornou, de certa forma, um consolo. E a falta de atividade física, que muitas pessoas acabaram ficando sem fazer atividade física, por mais que a gente tentasse dar alternativas dentro de casa, a gente vivia falando sobre isso, como se movimentar dentro de um espaço pequeno, até no apartamento. Há várias alternativas, muitos personagens treinos fazendo vídeos de treinamentos que davam, mas muitas pessoas não fizeram.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.