# Resumo: O Maior Erro que Prejudica sua Circulação Todo Dia O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular com mais de 20 anos de experiência, explica por que tant
Deixa eu te explicar por quê.
Comenta, eu faço isso. A maioria das pessoas acha que o coração faz todo o trabalho de circular o sangue. Mas na prática ele é só o motor central.
Além do apagão de panturrilha, existem três coisas que quase todo mundo faz e que trazem a circulação sem perceber. Então, o sabotador número um é a forma como você respira. Parece estranho, mas a respiração profunda — aquela com a barriga — cria uma pressão dentro do peito que puxa o sangue das pernas pra cima.
Alarme a cada 40 minutos Ela colocou um alarme no celular Quando toca, opa!
Então cinco respirações profundas. Quando sentir peso, Então, desclusar as pernas. Pés no chão, respirar fundo pela barriga.
Você faz isso todo dia e acha que não tem nada a ver com a circulação, mas é o que mais trava suas pernas. Mês passado, dona Lúcia, 56 anos, chegou no consultório com as pernas enxadas, pesadas, cheia de dor. E ela me disse: "Dr., eu caminho todo dia, bebo água, uso meio elástica, não entendo por que que não melhora". Quando investiguei a rotina dela, achei o problema, e não era nada do que ela imaginava. Hoje eu vou te mostrar o que realmente melhora a circulação e revelar o erro silencioso que se abota tudo. Mesmo em quem faz tudo certinho. Muita gente nunca ouviu falar isso em consulta. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgia vascular a mais de 20 anos E se você sente peso ou enchaço nas pernas e já tentou de tudo, deixa um like aqui embaixo Quero ver quantos de vocês se identificam com a dona Lúcia Eu vou te explicar em 3 passos Primeiro, o erro que quase todo mundo comete, depois por que a panturrilha manda mais que o coração na circulação das pernas E no final, 5 mudanças práticas que você aplica hoje Vamos lá, a dona Lúcia caminhava 30 minutos toda a manhã Voltava pra casa, tomava café e passava o resto do dia inteiro na mesma posição Trabalho, almoço, sofá, só levantava de novo no dia seguinte pra caminhar Ela achava que aquela meia hora de exercício compensava o resto do dia E é isso que a maioria das pessoas acredita, mas aqui vem a parte que poucos falam Pra circulação das pernas, frequência de movimento ao longo do dia vale muito mais do que a intensidade de um treino isolado O nome que eu dou pra isso no consultório é Apagão de Panturrilha Você liga a bomba de manhã por 30 minutos e desliga por 10 horas seguidas No fim do dia, as pernas pagam a conta E é aqui que todo mundo erra, não é a falta de exercício É o intervalo longo demais sem contrair a panturrilha Parece estranho? Deixa eu te explicar por quê. Você também faz exercício de manhã e fica na mesma posição o resto do dia? Comenta, eu faço isso. A maioria das pessoas acha que o coração faz todo o trabalho de circular o sangue. Mas na prática ele é só o motor central. Quem realmente empurra o sangue de volta das pernas pro coração é a panturrilha. A batata da perna, ela funciona como um segundo coração. A literatura médica estima que ela pode ser responsável pela maior parte do retorno do sangue nas pernas. Pensa assim comigo, o coração é a bomba da água de casa. Mas se você fecha a torneira lá embaixo, a bomba pode ser a mais potente do mundo. A água não sobe. A torneira das suas pernas é a panturrilha. Toda vez que ela contrae, ela exprime as veias e empurra o sangue pra cima. Toda vez que você fica parado, ela desliga. E o sangue desce, acumula, hincha. Deixa eu te contar um caso que ilustra isso como nenhum outro. Um paciente chegou no consultório reclamando de enchaço só na perna esquerda. E aí eu perguntei, qual que é a sua profissão? Ele respondeu, taxista Aí eu perguntei, trocou de carro recentemente Ele arregalou os olhos e perguntou, como que o senhor sabe? Cílpils O carro anterior era manual, o novo automático No manual, a perna esquerda trabalha o dia inteiro Embriagem pra lá, embriagem pra cá No automático, a perna esquerda fica parada Horas, todos os dias A panturrilha esquerda então entrou em apagão E a perna enchou Eu chamo isso de síndrome do taxista E não precisa ser taxista Qualquer pessoa que dirige automático Fica com a perna parada debaixo da mesa Que cruza sempre do mesmo lado Está fazendo a mesma coisa Era exatamente o que acontecia com a dona Lúcia A caminhada de manhã ligava a bomba por 30 minutos Mas o apagão de panturrilha nas 10 horas seguintes anulava tudo E aí, você dirige automático? Já reparou que a sua perna esquerda fica completamente parada? Comenta, eu dirijo automático ou ainda tenho manual? Além do apagão de panturrilha, existem três coisas que quase todo mundo faz e que trazem a circulação sem perceber. Então, o sabotador número um é a forma como você respira. Parece estranho, mas a respiração profunda — aquela com a barriga — cria uma pressão dentro do peito que puxa o sangue das pernas pra cima. Funciona como um aspirador. Quando você respira, curta, rápido, só com o peito — e quem vive estressado faz isso todo dia. Esse aspirador desliga. Não é coincidência que as pessoas ansiosas tenham mais peso nas pernas.
O sabotador número dois é cruzar as pernas. Veias não gostam dessa dobra. Quando você cruza as pernas ou comprime a parte de trás do joelho por horas, é como dobrar uma mangueira de jardim: a água não passa, o sangue também não.
E o sabotador número três é o que mais engana, porque parece normal: beber pouca água. Sangue desidratado fica mais grosso, mais lento. É como tentar empurrar a mel pelo encanamento em vez de água. A recomendação geral é em torno de dois a dois e meio litros por dia. Mas varia de pessoa pra pessoa. E a maioria fica bem abaixo disso.
A dona Lúcia fazia os três: respiração curta porque é ansiosa, cruzava as pernas no trabalho, ficava o dia inteiro cruzado e tomava no máximo um litro de água por dia. O exercício de manhã não tinha a menor chance contra esses três juntos. E aí, qual desses você faz? Comenta lá embaixo Inspiração, cruza as pernas, pouca água ou os três Muita gente vai se reconhecer nos três Quando eu expliquei isso pra dona Lúcia Ela mudou cinco coisas Em três semanas o enchaço reduziu pela metade Sem remédio novo, sem cirurgia, sem meio diferente E a primeira mudança? Alarme a cada 40 minutos Ela colocou um alarme no celular Quando toca, opa! Levanta e faz dez elevações de calcanhar Sobe na ponta do pé e desce Leva 15 segundos Isso desliga o apagão da panturrilha Segunda mudança? Movimento com intenção Não é só balançar o pé É contrair a panturrilha com força Como se estivesse apertando uma bola Essa ativação consciente Impula muito mais sangue do que o movimento automático Faz agora comigo Aperta o pé contra o chão Como se quisesse ficar na ponta Segura E solta Sentiu a panturrilha contrair e endurecer? Isso é o seu segundo coração funcionando Terceira mudança? Então cinco respirações profundas. Quando sentir peso, Então, desclusar as pernas. Pés no chão, respirar fundo pela barriga. Em 60 segundos ela já sentia diferença. O aspirador do tórax volta a funcionar. A quarta mudança? Garrafa de água na mesa. Visível o dia todo. Não precisa de AP. Não precisa de lembrete. Se a garrafa tá ali, você bebe. Quinta mudança? Parou de cruzar as pernas. Simples assim. Custou zero reais. Ela me disse que foi a mais difícil. Vício de 30 anos. Mas quando entendeu que estava dobrando a mangueira. Conseguiu. Qual dessas cinco você vai começar hoje? Comenta o número 1, 2, 3, 4 ou 5. Agora atenção. Essas mudanças funcionam muito bem pra prevenção e pra sintomas leves. Se você estiver em chasso só numa perna. Dor súbita, vermelhidão, com calor local. Isso pode ser trombose. Então não espera. Procura um médico urgente. Sintomas leves nos dois lados que melhoram com elevação? Agenda uma consulta com calma. Sintoma agudo, só de um lado? Urgência O apagão da panturrilha é o verdadeiro vilão Não é falta de exercício É intervalo longo demais sem contrair Os três sabotadores ocultos então Respiração curta, pernas cruzadas Pouca água, trava tudo silenciosamente Assim como danças gratuitas que funcionam em semanas E lembra Circulação não é força, é frequência
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.