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TESTE CASEIRO para saber se você tem má circulação - Faça Agora!

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TESTE CASEIRO para saber se você tem má circulação - Faça Agora!

**Resumo do vídeo “TESTE CASEIRO para saber se você tem má circulação – Faça Agora!”** O Dr. Alexandre Amato apresenta três testes simples que podem ser realiz

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Perguntas respondidas neste vídeo

E se eu te disser que isso pode não ser só cansaço, mas um alerta silencioso do seu corpo?

Olá, sou o Dr. Alexandre Amato e nos últimos 20 anos ajudei milhares de pessoas como você a entender o que está acontecendo nas suas pernas, antes que fosse tarde demais. Hoje, eu vou te mostrar 3 testes simples que você pode fazer agora, aí na sua casa, sem equipamentos especiais, para saber se a sua circulação está comprometida.

Então vamos lá, como fazer?

Deite-se confortavelmente em uma superfície plana, como uma cama ou sofá, e eleve as pernas, deixando-as mais altas do que o nível do coração, usando almofadas ou encostando na parede. Mantenha essa posição por cerca de 2 a 3 minutos.

O que você tem que observar?

Depois desse tempo, abaixe as pernas lentamente. Se você notar que as pernas ficam vermelhas, inchadas, ou com uma sensação de peso que demora a passar, ou principalmente, que uma perna fica diferente da outra, isso pode ser sinal de que o retorno venoso está comprometido.

Então como fazer?

Escolha uma unha do dedo do pé ou da mão, pressione firmemente até que fique completamente branco, sem cor. Depois, solte a pressão e conte quantos segundos leva para a cor natural da unha voltar. O ideal é fazer em vários dedos dos pés e mãos.

E o que você tem que observar?

O tempo ideal para a cor voltar deve ser até 2 a 3 segundos. Se demorar mais do que isso, pode indicar que o sangue não está chegando adequadamente naquela região, sinalizando uma circulação arterial deficiente.

Transcrição completa do vídeo

Você já acordou com as pernas travadas, como se tivessem sido amarradas durante a noite? Ou sentiu aquela dorzinha chata que ninguém entende? E se eu te disser que isso pode não ser só cansaço, mas um alerta silencioso do seu corpo? Olá, sou o Dr. Alexandre Amato e nos últimos 20 anos ajudei milhares de pessoas como você a entender o que está acontecendo nas suas pernas, antes que fosse tarde demais. Hoje, eu vou te mostrar 3 testes simples que você pode fazer agora, aí na sua casa, sem equipamentos especiais, para saber se a sua circulação está comprometida. São sinais que a maioria das pessoas ignora, até aparecer a úlcera, a trombose ou a dor que não passa.

Então, se você tem mais de 50 anos, fica muito tempo sentado ou em pé, ou já sentiu peso, inchaço ou formigamento, este vídeo é para você. Esses testes são um alerta para você se cuidar e procurar ajuda. É o primeiro passo para a prevenção e o autocuidado.

Vamos lá? O primeiro teste é o da elevação das pernas. Ele é muito simples e pode dizer bastante sobre o funcionamento das suas artérias e veias. Então vamos lá, como fazer? Deite-se confortavelmente em uma superfície plana, como uma cama ou sofá, e eleve as pernas, deixando-as mais altas do que o nível do coração, usando almofadas ou encostando na parede.

Mantenha essa posição por cerca de 2 a 3 minutos. O que você tem que observar? Depois desse tempo, abaixe as pernas lentamente. Se você notar que as pernas ficam vermelhas, inchadas, ou com uma sensação de peso que demora a passar, ou principalmente, que uma perna fica diferente da outra, isso pode ser sinal de que o retorno venoso está comprometido.

Ou seja, o sangue está tendo dificuldade de voltar para o coração. Pessoas com má circulação muitas vezes sentem esse peso e desconforto porque o sangue fica parado nas pernas, sobrecarregando as veias. Essa é a congestão venosa.

Então uma pergunta para você. Quantas vezes você já ignorou esse peso no fim do dia? Comenta aqui. Já senti isso? Se você já se identificou.

Você já deve ter ouvido falar que a panturrilha é o nosso segundo coração. Isso porque os músculos da panturrilha ajudam a bombear o sangue de volta para o coração toda vez que você caminha. É como se fosse uma bomba natural.

Por isso, quem fica muito tempo parado, sentado ou em pé, tem mais risco de má circulação. O sangue simplesmente não sobe como deveria. Se você se identificou com isso, curta o vídeo para ajudar o algoritmo a levar essas dicas para mais pessoas como você.

O segundo teste é o tempo de enchimento capilar. Ele ajuda a avaliar a circulação arterial, a qual é responsável por levar o sangue rico em oxigênio para todos os tecidos do corpo. Então como fazer? Escolha uma unha do dedo do pé ou da mão, pressione firmemente até que fique completamente branco, sem cor.

Depois, solte a pressão e conte quantos segundos leva para a cor natural da unha voltar. O ideal é fazer em vários dedos dos pés e mãos. E o que você tem que observar? O tempo ideal para a cor voltar deve ser até 2 a 3 segundos.

Se demorar mais do que isso, pode indicar que o sangue não está chegando adequadamente naquela região, sinalizando uma circulação arterial deficiente. Esse teste é rápido, indolor, e você pode fazer quantas vezes quiser para monitorar. Uma paciente minha, a dona Maria, aposentada, fez esse teste em casa por curiosidade e percebeu que estava levando mais que 4 segundos.

Ela me procurou, descobriu uma obstrução arterial que poderia até levar à amputação. Hoje, com tratamento, ela caminha 30 minutos por dia e voltou a viajar com o marido e brincar com a neta. Esse simples teste mudou o rumo da saúde dela, como um farol alertando para o perigo antes da tempestade.

E você, já tentou esse teste? Comenta lá embaixo. Fiz e demorou tantos segundos. Assim você ajuda outras pessoas a entenderem o que é normal.

O terceiro teste é o famoso teste do tornozelo, que pode ajudar a identificar retenção de líquido ou inchaço, que muitas vezes está ligada a má circulação venosa ou linfática. Pressione com o dedo o osso do tornozelo, na região anterior da frente ou medial do meio, fazendo uma leve pressão de cerca de 5 segundos. O que você tem que observar? Se ao tirar o dedo a pele ficar marcada, mas com uma espécie de afundamento mesmo, que demora ao voltar ao normal, isso pode ser sinal de inchaço ou edema.

Não é se ficar branquinho. Isso é outro sinal. O buraco indica que o sangue e líquidos estão acumulados nos tecidos por dificuldade no retorno venoso ou linfático.

Esse sinal é muito comum em pessoas que passam muito tempo em pé, com sobrepeso, ou tem insuficiência venosa ou linfedema. Se você fez o teste do tornozelo e percebeu afundamento, comenta lá embaixo. Fiquei marcado.

Vamos ver quantas pessoas têm esse sinal. E agora um teste bônus que pouca gente conhece, mas que pode revelar algo importante sobre o inchaço nos seus pés. Especialmente se você é como muitas pessoas que sentem isso no dia a dia.

Esse teste quase ninguém conhece, e pode explicar porque o inchaço nunca some mesmo com o descanso. Esse é o teste que diferencia o inchaço comum de um problema mais sério no sistema linfático. Pode diferenciar inchaço venoso do linfático.

Então como fazer? Sente-se confortavelmente, escolha um dos dedos do pé, de preferência o segundo dedo, e com os dedos da mão, tente pinçar a pele na parte de cima da parte do dedo que você está examinando, puxando suavemente a pele entre o polegar e o indicador. Se você conseguir levantar a pele com facilidade, formando uma pequena prega, o teste é negativo. Ou seja, não há sinal evidente de linfedema.

Se não conseguir levantar a pele, ou se ela estiver muito rígida, sem formar a prega, isso pode ser um sinal positivo para linfedema. Ou seja, um acúmulo de linfa nos tecidos. Geralmente causado pelo problema no sistema linfático.

Esse achado é chamado de sinal de estêmer positivo. E embora não confirme o diagnóstico por si só, é um alerta importante para buscar avaliação médica. Por que esse teste é útil? Porque o linfedema muitas vezes é confundido com o lipedema, mas exige um tratamento diferente.

Saber diferenciar ajuda a tomar as decisões certas mais cedo. Você já sentiu esse tipo de inchaço? Comenta aqui embaixo. Sim, é diferente.

Compartilha esse vídeo com alguém que vive reclamando das pernas inchadas. Pode ser a mãe, irmã, uma amiga. Um gesto simples, seu, que pode ajudar essa pessoa a cuidar melhor da sua própria saúde.

Esses testes caseiros não substituem, obviamente, uma avaliação médica detalhada, mas são uma forma prática de você ficar atento aos sinais do seu corpo, começar a entender como você funciona. Se você identificar algum desses sinais, o passo mais importante é procurar num cirurgião vascular para uma avaliação completa. E lembre-se, diagnóstico precoce é a chave.

Além disso, se você tem fatores como diabetes, hipertensão, histórico familiar de alguma doença vascular, tabagismo ou obesidade, fique ainda mais atento à circulação das suas pernas. Enquanto você se programa para consultar um especialista, algumas medidas simples podem ajudar muito a melhorar a circulação. Então vamos lá.

Evite ficar muito tempo sentado ou em pé sem se mexer. Levante e caminhe a cada 40, 45 minutos. Pratique exercícios físicos regularmente, como caminhada e bicicleta.

Mantenha uma alimentação saudável, rica em fibras, frutas, verduras e pobre em sal. Beba bastante água para ajudar a evitar o acúmulo de líquidos. Use meias de compressão graduadas.

Esses cuidados podem fazer muita diferença e ajudam a prevenir complicações graves, como trombose e úlceras. Fazer esses testes simples em casa é uma forma rápida de você cuidar da sua saúde vascular e detectar sinais precocemente. Se esse vídeo te ajudou a detectar algo cedo, deixe um obrigado nos comentários e clique em curtir para que mais pessoas como você descubram esses testes.

E se você fez alguns desses testes e percebeu que algo não está certo, não se preocupe, há muito o que pode ser feito. No próximo vídeo vou te mostrar 5 exercícios seguros que você pode fazer em casa, mesmo com varizes e inchaço, para melhorar a circulação e aliviar a dor. Se inscreva e ative o sininho para não perder.

Cuide das suas pernas, elas carregam você a sua vida inteira.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.