# Resumo: Hormônios Femininos Desregulados ou Estresse Crônico? 7 Sinais que Você Está Ignorando A ginecologista Dra. Juliana Amato aborda um tema frequentemen
Talvez o problema não seja falta de disciplina. Talvez também não seja [música] fraqueza e o seu corpo esteja tentando avisar que passou muito tempo demais no limite. [música] Muitas mulheres aprenderam a considerar sofrimento como uma rotina.
[música] Mas um corpo exausto tende a buscar recompensa rápida. Quando há sono ruim, estresse [música] crônico, oscilação glicêmica, queda hormonal ou ansiedade, o organismo ele procura uma energia imediata.
Mas os próximos três confundem ainda mais, porque parecem emocionais ou coisa da nossa cabeça. E é exatamente por isso que muitas mulheres demoram a procurar ajuda. Então vamos lá.
Se você respondeu sim para três ou mais, talvez o problema não seja apenas correria. Talvez o seu corpo esteja pedindo pausa antes de entrar em colapso. E essa pausa não significa abandonar tudo.
Dar pausa não é simplesmente tirar férias e também não é esperar a vida ficar perfeita para começar a se cuidar. Dar pausa pode começar com ajustes pequenos, mas consistentes, como micropausas durante o dia para você respirar e sair do automático.
Você anda mais irritado ultimamente? Perde a paciência por coisas pequenas? Sente um cansaço que não melhora nem dormindo? Come sem fome? Fica ansiosa sem motivo claro ou sente que seu corpo mudou, mas os exames continuam normais? Talvez o problema não seja falta de disciplina.
Talvez também não seja [música] fraqueza e o seu corpo esteja tentando avisar que passou muito tempo demais no limite.
[música] Muitas mulheres aprenderam a considerar sofrimento como uma rotina.
Normalizam o cansaço, [música] a irritação, a falta de libido, a compulsão por doce, normalizam viver no automático, mas o corpo raramente quebra de uma vez.
>> [música] >> Antes disso, ele avisa e muitas mulheres avisam com sintomas que parecem comuns, mas que não deveriam ser permanentes.
[música] Eu sou a doutora Juliana Amato, ginecologista e nesse vídeo eu vou te mostrar sete [música] sinais de que seu corpo pode estar cobrando a conta da sobrecarga.
E atenção, [música] esse não é um vídeo sobre uma causa única.
Pode envolver hormônios, pode envolver o seu sono, o cortisol, a [música] perimenopausa, o seu metabolismo, a inflamação, >> [música] >> até a sua alimentação ou excesso de carga hormonal.
Mas hoje o foco é outro, os sinais de que o corpo entrou em modo de sobrevivência.
O corpo, ele não foi feito para viver em alerta o tempo inteiro.
Existe uma ideia perigosa hoje em dia, a de que estar exausto o tempo todo é normal.
Principalmente quem pensa isso são as mulheres acima dos 40 anos.
A mulher trabalha, cuida da casa, dos filhos, da equipe, da agenda da família e ainda se cobra para dar conta de tudo com leveza.
Só que o organismo não entende [música] que eu preciso aguentar.
Ele entende ameaça, adaptação e sobrevivência.
Na medicina, existe um conceito chamado carga alostática.
De forma simples, é o preço que o corpo paga por se adaptar a pressões repetidas por tempo demais.
Quando essa carga aumenta, o corpo pode continuar funcionando, mas cada vez menos com reserva.
[música] E é aí que começam os sinais.
Como o primeiro sinal: você acorda cansada mesmo depois de dormir.
É um dos sinais mais ignorados.
A mulher disse: "Doutora, eu dormi, mas parece que eu não recarreguei".
Acorda pesada, com a cabeça lenta, sem energia, como se o sono não tivesse sido reparador.
Isso pode acontecer por um sono fragmentado, pela ansiedade, >> [música] >> excesso de cortisol, ondas de calor, queda hormonal, inflamação ou simplesmente porque o sistema nervoso não consegue desligar.
Dormir não é apenas fechar os olhos.
Dormir [música] bem é permitir que o corpo repare energia, memória, metabolismo, hormônios e emoções.
Quando isso [música] falha, o dia já começa no prejuízo.
O sinal dois é que você [música] está mais irritada e sensível do que antes.
Muitas mulheres se assustam com a própria irritação.
Coisas pequenas incomodam muito.
O barulho irrita, as demandas dos outros pesam, a paciência diminui, [música] a vontade de se isolar aumenta.
E aí vem a culpa.
Eu estou ficando uma pessoa ruim ou estou ficando sem paciência [música] e eu não era assim.
Mas a irritabilidade também pode ser um sinal físico.
Sono ruim, excesso de estímulo, queda de hormônio, sobrecarga [música] mental e inflamação podem deixar o cérebro mais reativo.
Nem sempre é falta de controle emocional.
Às vezes é falta de recuperação.
Sentir-se mal não é fraqueza, é um sinal.
O terceiro sinal: >> [música] >> você come sem fome, principalmente doce ou carboidrato.
Esse é é comum.
A mulher não está exatamente com fome, mas sente necessidade [música] de beliscar, de comer um doce, um pão, uma massa, um chocolate ou algo que dê um conforto rápido.
E depois vem a culpa, né? [música] Mas um corpo exausto tende a buscar recompensa rápida.
Quando há sono ruim, estresse [música] crônico, oscilação glicêmica, queda hormonal ou ansiedade, o organismo ele procura uma energia imediata.
Não significa que você não tenha força de vontade, [música] significa que o corpo pode estar tentando aliviar uma tensão que já passou do limite.
O problema é que isso cria [música] um ciclo: cansaço, compulsão, culpa, ansiedade, sono e mais cansaço.
E quarto sinal: seu corpo parece inflamado, pesado ou dolorido.
Muitas [música] pacientes descrevem assim: "Ah, meu corpo tá pesado, eu me sinto inchada, tenho dor no pescoço, nas costas e nas pernas.
Parece [música] que meu corpo envelheceu de repente".
Nem sempre isso aparece como uma doença específica nos exames.
>> [música] >> Às vezes é o resultado de um corpo vivendo tempo demais sob tensão.
O estresse crônico pode aumentar a tensão muscular, piorar a percepção de dor, [música] afetar o intestino, seu sono, a imunidade e a inflamação.
E quando isso se soma [música] à perda de massa muscular, piora metabólica ou queda hormonal, a mulher sente que [música] perdeu a vitalidade.
É como se o corpo estivesse carregando um peso por dentro.
Antes dos próximos [música] sinais, faça uma pausa e pense: você já percebeu que os quatro primeiros sinais parecem físicos: cansaço, irritação, compulsão, dor no corpo? Mas os próximos três confundem ainda mais, porque parecem emocionais ou coisa da nossa cabeça.
E é exatamente por isso que muitas mulheres demoram a procurar ajuda.
Então vamos lá.
O quinto sinal: sua [música] mente não desliga.
A mulher está exausta, mas não consegue relaxar.
Deita na cama e começa a pensar em tudo, nas pendências, nos filhos, no trabalho, na família, nas contas a pagar, na sua saúde e na agenda do dia seguinte.
O corpo, ele está cansado, mas a mente, ela continua acelerada.
Isso importa muito, porque descanso não depende apenas de tempo livre, depende de o sistema nervoso conseguir sair do estado de alerta.
Quando [música] a mente não desliga, o corpo continua recebendo a mensagem de que ainda existe uma ameaça.
Nesse estado físico, fica mais difícil dormir bem, emagrecer, ter libido, regular o seu humor e recuperar energia.
E o sexto sinal: você perdeu o prazer em coisas que antes gostava.
Esse sinal, ele costuma ser muito banalizado.
A mulher começa a sair menos, treinar menos, se arrumar menos, [música] socializar menos e ter menos vontade de se cuidar.
E diz assim: "Acho [música] que eu tô ficando velha, eu não tenho mais pique e eu estou meio sem graça".
Mas perdas de prazer também pode ser sinal de exaustão.
[música] Quando o corpo vive em modo de sobrevivência, ele não prioriza o básico, resolver problemas, cumprir tarefas, atravessar o dia.
Prazer, [música] criatividade, libido, leveza ficam sempre em segundo plano.
Isso não deve ser tratado como normal.
Uma mulher, ela não precisa estar em colapso para merecer cuidado.
E o sétimo [música] sinal: os seus exames parecem normais, mas você continua se sentindo mal.
E talvez seja um dos pontos [música] mais frustrantes.
A mulher sente que algo não vai bem, mas ela escuta: "Ah, está tudo normal, é só uma ansiedade, é da idade, é só você descansar".
Só que exames normais não significam obrigatoriamente um funcionamento ideal do seu corpo.
Existem sintomas que aparecem antes de alterações importantes nos exames.
Existem deficiências que podem estar dentro da referência do valor normal, mas não ideais [música] para aquela mulher.
Existem alterações de sono, estresse, composição corporal, até perimenopausa, metabolismo e inflamação que precisam ser interpretadas junto com a história clínica.
[música] O corpo, ele pode falar antes de adoecer de forma bem evidente.
E escutar [música] esses sinais de uma forma é prevenção.
Agora, faça um teste rápido.
Quantos desses sinais você normalizou? Acordar cansada? A irritabilidade? Comer sem fome? Um corpo pesado ou dolorido? Uma mente que não desliga ou a perda de prazer? Exames hormonais, mas sensação de que algo não vai bem? Se você respondeu sim para três ou mais, talvez o problema não seja apenas correria.
Talvez o seu corpo esteja pedindo pausa antes de entrar em colapso.
E essa pausa não significa abandonar tudo.
Significa começar a devolver a recuperação ao seu organismo.
E o que significa dar pausa para o seu corpo? Dar pausa não é simplesmente tirar férias e também não é esperar a vida ficar perfeita para começar a se cuidar.
Dar pausa pode começar com ajustes pequenos, mas consistentes, como micropausas durante o dia para você respirar e sair do automático.
Aquele horário mais regular para dormir.
Você usar menos telas e estímulos à noite.
Ter um movimento físico adequado, sem transformar exercício em mais cobrança.
Cuidar da [música] sua alimentação, uma alimentação que estabilize energia.
Investigar o seu sono, hormônios, a tireoide, o ferro, a vitamina D, o metabolismo e a sua composição corporal.
Em alguns casos, também pode haver espaço para estratégias de suporte à energia celular, correção de deficiências [música] e melhora da função mitocondrial, mas sempre de forma individualizada dentro de uma avaliação médica, porque não existe suplemento que compense uma vida inteira sem recuperação.
O tratamento, ele precisa começar entendendo [música] o que colocou o seu corpo em sobrecarga.
A saúde não é apenas a ausência da doença.
>> [música] >> Saúde é ter reserva, é acordar com energia, é conseguir descansar, ter uma clareza mental e não viver o dia inteiro em modo de sobrevivência.
Agora, eu quero que você grave essa frase.
O corpo raramente quebra de uma vez.
Antes disso, ele dá um aviso.
O problema é que muitas mulheres foram ensinadas a ignorar esses avisos.
Cansaço constante não é normal.
Irritabilidade constante não é normal.
Compulsão alimentar frequente [música] não é normal.
E viver sem energia também não é normal.
Pode ser cortisol, pode ser perimenopausa, pode ser um sono ruim, pode ser uma deficiência nutricional, até uma inflamação.
E pode ser excesso de carga por tempo demais.
>> [música] >> Mas o primeiro passo é parar de chamar tudo isso de normal.
Agora, me conta aqui nos comentários [música] qual desses sete sinais você tem mais sentido.
Escreva aqui o número, ó.
O primeiro, acordar [música] cansada.
O segundo, irritabilidade.
O terceiro, comer sem fome.
O quarto, corpo pesado ou dolorido.
O quinto, aquela [música] mente que não desliga.
O sexto, perda de prazer.
E o sétimo, seus exames estão normais, mas a sensação de que algo não vai bem.
No próximo vídeo, eu vou aprofundar uma das possíveis causas [música] por trás desse estado de alerta constante, o cortisol.
Porque muitas vezes o problema não é falta de força, é um corpo tentando sobreviver sob pressão há tempo [música] demais.
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Até a próxima.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.