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Ginseng e a Má Circulação

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Ginseng e a Má Circulação

O vídeo aborda o uso do ginseng (Panax ginseng) para a saúde vascular. O Dr. Alexandre Amato explica que essa raiz, utilizada há milênios na medicina tradiciona

Capítulos

Perguntas respondidas neste vídeo

Conhece alguém que toma Jinseng?

Então esse vídeo é para você. Se você não toma e quer saber, esse vídeo também é para você. Então pode pegar esse link e mandar para as pessoas que você acha que pode se interessar, porque além de ser um assunto extremamente interessante, tem tudo a ver com a melhora da sua saúde vascular.

Então você conhece algum, já usou algum deles?

Hoje eu vou falar de um bem específico que eu vou comentar daqui a pouquinho. Até o final do vídeo eu vou dar a minha opinião pessoal, vou falar como usar, vou falar a dose, vou falar em que situação que pode, que não pode.

Ah, como que criar novos vasos pode ser ruim?

Fácil, é só você pensar em um tumor, um tumor, um câncer. Ele precisa de muita energia, muito oxigênio, muita glicose. Então, ele precisa de formação de novos vasos para levar esse sangue para lá.

Como é que o ginceng pode melhorar a circulação aonde que o ginceng atua no seu sistema vascular?

O ginceng pode promover o fluxo do sangue atuando na proliferação celular.

Como é que é isso?

Quando tem a lesão na parede do vaso, vai ter uma proliferação de células musculares lisas que vão aumentando e estreitando essas artérias e vasos. Então, se tem uma contenção dessa proliferação, a gente vai manter esse encanamento, esse tubo, mas apto a levar esse sangue adiante.

Transcrição completa do vídeo

Olá, sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre o Jinseng e a circulação e a saúde do seu sistema vascular. É um assunto bem interessante e aí, você já tomou Jinseng? Conhece alguém que toma Jinseng? Então esse vídeo é para você. Se você não toma e quer saber, esse vídeo também é para você. Então pode pegar esse link e mandar para as pessoas que você acha que pode se interessar, porque além de ser um assunto extremamente interessante, tem tudo a ver com a melhora da sua saúde vascular. Antes de tudo, aproveita e se inscreva no nosso canal. A gente tem uma série enorme aqui de medicamentos naturais, todos relacionados com a saúde vascular. A gente faz vídeo aqui quase que diariamente para tentar melhorar a sua saúde, então só informação de qualidade para você e para sua família. Existem vários tipos de Jinseng por aí. Então você conhece algum, já usou algum deles? Hoje eu vou falar de um bem específico que eu vou comentar daqui a pouquinho. Até o final do vídeo eu vou dar a minha opinião pessoal, vou falar como usar, vou falar a dose, vou falar em que situação que pode, que não pode. Mas lembre-se que é muito importante conversar com o seu médico, porque o Jinseng tem-se interação com outros medicamentos e pode atrapalhar ou melhorar o andamento de algumas doenças. Então é muito importante que você faça um segmento e um acompanhamento com o médico. Então vamos falar um pouquinho sobre o que é o Jinseng. Então o Jinseng é utilizado há mais de 3.000, 5.000 anos na medicina tradicional chinesa. É uma raiz de uma planta chamada Panax Jinseng. Existem vários outros Jinsengs também, tem até um Jinseng brasileiro, mas que não tem nada a ver com esse gênero de planta que é o Panax. O Jinseng brasileiro é um outro gênero, é o Pfafia, são outras plantas que têm outras substâncias que agem de outra forma. Não vou entrar no mérito delas aqui, aqui vou falar do Panax Jinseng, que é o que foi mais estudado, tem muita literatura, muita publicação científica, estudando especificamente esse Jinseng, que é o Jinseng coreano, que está lá na medicina tradicional chinesa. Então a planta que é encontrada lá na China, na Coreia do Norte, naquela região da Manchuria, é uma raiz, dessa raiz pode ser extraído um pó, e desse pó é feito vários tipos de preparação diferentes. Então desse pó pode ser feito chá, existe esse aqui, esse chá aqui é um outro formato aliofilizado em que você mistura na água e ele já fica pronto, é só misturar e ele vai diluir na água, o pó não vai diluir, existem outros também, tem até bala de Jinseng, essa aqui é uma bala de Jinseng, como eu disse, tem o pó, ele tem vários tipos de apresentação diferentes. Quando a gente faz em pó, é muito difícil saber o quanto está consumindo num chá também, embora esse aqui seja mais padronizado, mas é mais difícil saber o quanto que está consumindo, e numa bala obviamente vai vir o açúcar junto, que também não é benéfico. Então o Jinseng possui várias substâncias, não é uma só, como é uma planta, vai ser uma variedade de substâncias, as mais importantes são os Jinsenosídeos, são mais de 200 substâncias diferentes que já foram relatadas, que têm efeito benéfico, mas também tem proteínas, tem polissacarídeos, tem peptídeos, tem várias outras substâncias que foram menos estudadas. Na medicina tradicional chinesa, ele é utilizado para a saúde em geral, para a vitalidade, para a memória, para a cognição, é utilizado também como uma melhora do sistema imune e também como um estimulante. Mas lembrando, como é uma raiz que possui várias substâncias, ele vai possuir tantos produtos, subprodutos mais estimulantes, como mais calmantes, e aí depende muito da dose em que está sendo utilizada. Os Jinsenosídeos foram estudados em várias doenças, desde câncer, sistema imune, sistema respiratório, sistema cardiovascular, diabetes na função cerebral e na inflamação. Então é uma substância que pode atuar de várias formas no nosso corpo e a gente pode tentar extrair os pontos benéficos dela. Então para falar a atuação do Jinseng na saúde vascular, eu tenho que lembrar o que é o sistema vascular. Então o sistema vascular vai ser composto das artérias, das veias, dos capilares, além dos linfáticos, mas eu não vou falar dos linfáticos aqui nesse vídeo, vou falar das artérias veias e capilares. Então as artérias são os vasos que levam o sangue para a periferia, o sangue oxigenado, e as veias são os vasos que trazem de volta para o pulmão, o sangue que precisa ser oxigenado. Os capilares não, os capilares são vasos menores e que unem de certa forma o sangue que chega lá na pontinha da artéria, vai passar para uma arteriola, para um capilar, para uma vênula e depois ele vai voltar pela veia. Então são microvasos que formam tufos, formam enovelados de pequenos vazinhos que é exatamente onde as emácias vão passar bem apertadinha lá, pronta para trocar oxigênio. As artérias são mais musculares, elas têm uma camada muscular maior, ela tem que resistir à pressão arterial e o ginceng vai atuar, tanto na proliferação das células musculares lisas como na vasodilatação e na produção do óxido nítrico pela camada interna da artéria, pelo endotélio, pela parede endotelial. Nas veias, o efeito maior vai ser como um antioxidante, um antioxidante do estresse oxidativo, ele vai também diminuir essa inflamação, vai diminuir o dano endotelial. Nas veias, ele também pode causar uma certa vasodilatação ou mudança para vasoconstrição dependendo da quantidade, mas como as veias têm menos células musculares na sua parede, o efeito vai ser quase que insignificante, mas também vai ter um outro efeito que é a diminuição da adesão celular, o agregamento celular. A adesão celular funciona em vários momentos. Um dos momentos é quando o monócito gruda na parede do vaso para tentar proteger, defender de alguma agressão e ali ele pode acabar também causando a primeira lesão da aterosclerose, mas nas veias o mais importante é a agregação plaquetária. Então, quando tem alguma lesão do estresse endotelio, quando tem a formação de um coágulo. Então, a gente precisa formar coágulos para evitar um sangramento, por exemplo. Isso é uma linha muito tênue em que a gente tem que equilibrar na nossa cascata da coagulação. E o ginceng tem esse efeito na anti-agregação plaquetária. Agora, nos capilares, o ginceng tem um efeito na angiogênese, que seria a formação de novos vasos, que é quando o nosso corpo começa a criar novos vasos. Isso pode ser bom e isso pode ser ruim. Ah, como que criar novos vasos pode ser ruim? Fácil, é só você pensar em um tumor, um tumor, um câncer. Ele precisa de muita energia, muito oxigênio, muita glicose. Então, ele precisa de formação de novos vasos para levar esse sangue para lá. Só que a formação de novos vasos também é boa. Então, a gente tem que equilibrar isso. Então, o ginceng atua tanto na angiogênese quanto na anti-angiogênese, que é o efeito contrário. Mas para os capilares, ele também vai atuar naquela endotelial, na função endotelial, na primeira camada de células. Muitas vezes, os capilares só têm essa primeira camada de célula, diferente da artéria e da veia. Eles não vão ter uma camada grande de contenção, porque naquele ponto é exatamente onde tem que ter a troca de oxigênio. E o capilar também pode ter um efeito anti-inflamatório, que vai ter uma atuação grande também nesses microvasos. Então, vamos lá. Como é que o ginceng pode melhorar a circulação aonde que o ginceng atua no seu sistema vascular? O ginceng pode promover o fluxo do sangue atuando na proliferação celular. Como é que é isso? Quando tem a lesão na parede do vaso, vai ter uma proliferação de células musculares lisas que vão aumentando e estreitando essas artérias e vasos. Então, se tem uma contenção dessa proliferação, a gente vai manter esse encanamento, esse tubo, mas apto a levar esse sangue adiante. E o ginceng também promove a portose celular controlada, que é o tempo de vida que a célula tem que ter para ela ser substituída por uma próxima. Ah, mas a morte celular é ruim? A pulpitose é a morte celular. A pulpitose tem que acontecer, porque a célula tem que ser substituída por outra. Se ela não morre e aparece outra no seu lugar, vai ter uma proliferação muito grande. Essa proliferação pode ser também o início da placa aterosclerótica. Agora, o que o ginceng promove definitivamente é a síntese do óxido nítrico. O óxido nítrico é o nosso vaso dilatador natural. É a substância que a gente produz nas primeiras camadas endoteliais para promover a vaso dilatação. Então, as artérias vão vaso dilatar, abrir caminho para o fluxo sanguíneo com a produção do óxido nítrico, que o ginceng favorece. Agora, como que o ginceng favorece a função endotelial? Ele vai afetar a permeabilidade dessas células. A permeabilidade dessas células é essencial na saúde e na produção das substâncias vasoativas, que são as que promovem a vaso dilatação e a vaso constrição. E ele vai atuar também na inflamação, tendo um efeito anti-inflamatório. E a inflamação da parede do vaso é exatamente o que eu vivo falando nos meus vídeos. Causa aquela rigidez, que causa aquele endurecimento da parede arterial que impede a vaso dilatação e a vaso constrição que são tão importantes. Então, vai atuar também no dano vascular, no dano dessa parede e na agregação plaquitária que eu já falei. E qualquer alteração nessas funções pode levar a uma disfunção endotelial. E essa disfunção é exatamente quando causa uma mudança da permeabilidade para pior. Então, imagina que se o sangue aumenta a permeabilidade, vai começar a estravasar a plasma do sangue numa quantidade maior, com mais proteínas, causando ali uma reação inflamatória, o sistema alinfático que acaba tendo que retirar mais substâncias dali. Então, essa permeabilidade tem que estar numa faixa bem controlada, assim como aquela hiperprodução de células novas, que seria hiperplazia mental. Só isso aí também já pode estreitar um vaso a ponto de dificultar a chegada do sangue na periferia. E há uma vasoconstrição exagerada, por exemplo. Isso aí a gente pode ver, por exemplo, quando coloca a mão na geladeira, no frio, e tem uma vasoconstrição e fica pálido, fica roxo. Isso aí é uma vasoconstrição exagerada. Imagina isso aí acontecendo em vários órgãos do corpo. Então, vamos falar de todos os tipos de efeito do gincengue na circulação. O primeiro deles é na angiogênese, que eu já falei que é a formação de novos vasos, que pode ser boa ou pode ser ruim. Diferente de alguns medicamentos ou substâncias, que vão ter um efeito só, ou promove ou dificulta a angiogênese, o gincengue não, ele tem um efeito bidirecional. Como os gincenosídeos são uma classe de mais de 200 substâncias diferentes, existem efeitos tanto angiogênicos que promovem a formação de novos vasos quanto anti-angiogênicos que dificultam a produção de novos vasos. Então, parece que o gincengue pode ter um efeito de equilíbrio. Ele ajuda a modular a formação de novos vasos. Por isso que o gincengue é estudado no tratamento de câncer. Mas o vídeo aqui não é sobre o gincengue no câncer, é sobre o gincengue na saúde vascular. Então, se a gente tem uma substância que consegue impedir a formação de novos vasos teoricamente, isso aí poderia evitar a progressão de um tumor que precisa de muito sangue e muita energia para crescer. Agora, com relação à vasodilatação, que é quando a artéria dilata, a veia dilata, e à vasoconstrição, que é quando ela comprime. Imagina a tubulação de uma casa, se a gente tem um tubo de PVC grande, vai passar bastante água, se a gente tem um tubo de PVC pequenininho, ele vai passar pouca água. A grande diferença da nossa circulação para um tubo de PVC é que ela é dinâmica. Ela muda conforme o estímulo. Então, tanto que numa cirurgia, se a gente pega e dá uma biliscada numa artéria com uma pinça, a artéria dá uma contraída enorme. E isso aí aumenta a velocidade do fluxo dentro do vaso, mas diminui a quantidade de sangue que atravessa esse espaço. Então, imagina que essa vasoconstrição e vasodilatação faz parte da nossa vida. Então, se tem a necessidade de aumentar o direcionamento do sangue para determinado órgão, eu vou ter uma vasodilatação. Isso acontece quando, por exemplo, se a gente acabou de comer, eu vou ter uma vasodilatação nos vasos do trato gastrointestinal, porque eu preciso de sangue ali. Agora, vamos pensar nos nossos antepassados. Eu tenho que fugir de um ataque de algum animal da floresta. A adrenalina toda vai causar uma vasoconstrição e uma vasodilatação muscular, que é eu vou precisar de energia nos músculos para fugir do ataque. Então, toda essa vasoconstrição e vasodilatação dinâmica ela faz parte da nossa vida. E o gincengue tem exatamente um efeito bidirecional também. Ele pode tanto causar vasoconstrição quanto vasodilatação. Com relação à adesão celular, ele vai tanto diminuir a formação de coagulo, e isso é muito importante, porque é uma das contraindicações principais ou situação em que a gente precisa se preocupar mais com o uso do gincengue. São pessoas que precisam da antiagregação, a antiagregação e a anticoagulação são tratamentos importantes na medicina, principalmente para trombose e riscos de trombose. Agora, se a gente acrescenta um outro, que seja um medicamento natural ou um suplemento alimentar que leva a essa antiagregação, ela pode aumentar numa quantidade enorme o efeito de um medicamento que já é antiagregante, que já é anticoagulante. Então, tem que tomar muito cuidado com isso. Realmente, o gincengue tem um efeito antiagregante plaquetário enorme. Aí você pode falar, não, então calma aí, eu vou, em vez de tomar o remédio que o médico me prescreveu, eu vou tomar o gincengue e está tudo certo. Não, não está, porque o efeito do gincengue não é tão controlado quanto o efeito do medicamento. O efeito do medicamento a gente sabe o quanto de antiagregação ou de anticoagulação que ele vai causar em cada pessoa. O gincengue não, o gincengue vai ter um efeito que varia, dependendo de vários fatores, até mesmo do quanto você tomou, por exemplo, quando a gente está tomando um pó, assim, eu não sei exatamente o quanto que eu vou tomar. Agora, o medicamento controlado, padronizado, eu sei exatamente o quanto e quanto efeito ele vai ter no nosso corpo. Mas essa adesão celular, ela funciona para outras células também, como eu mencionei, os monócitos que grudam na parede do vaso, e eles podem ser aí a lesão inicial para a formação da placa teorosclerótica. Então, pensando do ponto de vista profilático para evitar a formação de uma placa, o gincengue pode ter uma atuação sim. A questão é que não adianta ter a placa instalada lá, já obstruindo o vaso, e achar que o gincengue vai abrir caminho, não vai, ele não tem essa capacidade, não. Em vários modelos animais, em pesquisas que foram feitos em ratinhos, em outros animais, mostraram que ele tem um efeito protetor na hipertensão também. Ele não necessariamente abaixou a pressão alta, mas ele conseguiu evitar algumas lesões causadas pela pressão alta. Então, é um efeito interessante que deve ser considerado e tem tudo a ver com a circulação. E o que eu já mencionei, ele reduz o estresse oxidativo, dessa forma, ele acaba reduzindo a inflamação, lembrando que o gincengue não vai ser o tratamento para alguma doença aguda. Aliás, uma contraindicação do uso do gincengue é uma doença aguda. Então, ele poderia ajudar na inflamação crônica, crônica de baixo grau, e dessa forma, acaba também reduzindo o dano endotelial naquela primeira camada de células que faz o contato da parede do vaso com o sangue. Agora, ele tem um efeito anti-inflamatório também na microcirculação, como eu falei, nos capilares. E aí, ele pode ter um efeito legal para quem tem diabetes, porque para quem é diabético, ocorre aquela microangiopatia diabética, que é o dano primeiro nos vasinhos pequenininhos. Então, nesses pacientes, o gincengue pode ter um efeito legal, só que quem tem diabetes tem que ficar bem atento. Se for usar o gincengue, tem que ser acompanhado com o seu médico. Então, agora vou falar a recomendação de uso, dosagem, como que utilizar, vamos usar em pó, vamos usar em chá, vamos usar em bala, como que se usa o gincengue. Como eu falei, são várias substâncias, e as doses diferentes vão ter efeitos diferentes. Sempre vai ser melhor usar de uma forma padronizada, uma forma que consiga ser repetida. A gente sabe exatamente quanto está tomando, então colocar x pózinho na sua comida, a gente não vai saber quanto está colocando. Então, formas mais padronizadas de farmácia de manipulação ou formulados que são vendidos em farmácia vai ser muito mais seguro do que tomar um chá em que a gente não sabe o quanto que tem. A dosagem dos trabalhos gira em torno de 100mg a 400mg, sendo que as dosagens mais baixas têm um estímulo mais calmante, as dosagens mais altas vão ser mais estimulantes. Lembrar que é importantíssimo, principalmente se você tiver alguma doença, tiver alguma comorbidade, conversar com o seu médico para saber se não vai ter interação com o medicamento que você está utilizando, e lembrar dessa alteração da coagulação. Primeiro, que pode afetar ou aumentar o efeito da medicação que você já toma. E se você for fazer algum procedimento cirúrgico, e cirúrgico eu estou falando até procedimento dentário, vai lá no dentista e às vezes começa a sangrar, não sabe por que? Porque está tomando o gincengue. Agora, como uso estimulante, tem que lembrar que usar enciclos, usar dois, três meses, depois de descansa, não usa tanto assim. Se você ficar usando direto, você tem até síndrome do próprio uso exagerado do gincengue, então tem que tomar cuidado com isso. Vai ter efeito colateral se usar demais, vai ter dor de cabeça, pode ter diarreia, pode ter nervosismo, pode ter agitação, pode até aumentar a pressão, dar uma hipertensão arterial por causa do uso do estimulante do gincengue. Tem que entender que, apesar de ser uma planta, apesar de ser natural, está cheio de substância vasoativa dentro dela. Tomar cuidado com essa síndrome do abuso do gincengue. Não usar o gincengue juntamente com outros estimulantes. Então, com a cafeína, por exemplo, ou com alguma bebida energética, se não você pode começar a ter taquicardia, pode ter outros efeitos deletérios. Então, considerar que o gincengue é um estimulante e não deve ser utilizado juntamente com outras substâncias estimulantes. Eu não recomendo o gincengue para crianças, para adolescentes, para mulheres grávidas, mulheres que estão amamentando. Tomar muito cuidado com quem tem algum tipo de doença. Então, qualquer doença auto-inmune, diabetes, o cardiopatia, alguma doença cardíaca, tem que tomar muito cuidado com o uso do gincengue. Só fazer isso se realmente for autorizado pelo seu médico. E, de jeito nenhum, usar o gincengue como um tratamento de alguma doença aguda. Ou seja, comecei a sentir duro, comecei a sentir alguma coisa semana passada e vou decidir, agora, tomar o gincengue. Não, você tem que fazer o diagnóstico, tem que ir no médico para descobrir o que está trazendo esses sintomas antes de pensar em fazer qualquer tipo de tratamento. Lembra que eu falei dos efeitos bidirecionais? Ele pode ter ser tanto vase dilatador quanto vase concitor. Ele pode causar tanto angiogênese quanto a anti-angiogênese. Tudo isso é dependente da dose. Então, se você começa a aumentar a dose, você começa a ter outro efeito. Tomar muito cuidado com isso. Não tente se automedicar. O gincengue é natural, mas ele está cheio de substância vasoativa que pode ser considerado medicamento dentro dela. Então, faça o uso junto com o seu médico. Gostou desse vídeo? Assine nosso canal. Inscreva-se ali embaixo. Compartilhe com seus amigos. Clica no sininho lá embaixo também para receber as notificações dos novos vídeos. A gente está publicando quase todos os dias vídeos para o canal, para a sua saúde, para a saúde da sua família. E espere um pouquinho que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.

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