💬 Canal WhatsApp

Colágeno: Flacidez e a Má Circulação

Mais sobre este vídeo

Colágeno: Flacidez e a Má Circulação

O colágeno, a substância mais abundante da matriz extracelular, é fundamental para a estrutura e função de tecidos como a pele e a parede dos vasos sanguíneos.

Capítulos

Perguntas respondidas neste vídeo

O que isso tem a ver, né?

Vascular com colágeno, com flacidez, caramba, que mistura de assuntos. Mas na realidade está tudo correlacionado. O colágeno é a substância mais abundante da matriz extracelular.

Como que a gente pode formar mais colágeno, criar mais colágeno, ou se tem alguma forma de fortalecer o colágeno que a gente tem lá?

Como já mencionei, tem o colágeno tópico, mas as células que produzem o colágeno são mais profundas, é difícil a gente atingir com algo tópico, um creme, um gel, algo desse tipo. Agora tem o colágeno oral.

Gostou do nosso vídeo?

Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com os seus amigos, clique no sininho lá embaixo para receber as notificações dos próximos melhores vídeos e fica aqui que eu vou colocar o melhor vídeo para você assistir agora.

Transcrição completa do vídeo

Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre o colágeno, essa substância super importante para o nosso corpo, relacionado com a flacidez que eu tenho certeza que te interessa e a circulação. O que isso tem a ver, né? Vascular com colágeno, com flacidez, caramba, que mistura de assuntos. Mas na realidade está tudo correlacionado. O colágeno é a substância mais abundante da matriz extracelular. Isso significa que ele vai determinar a fisiologia dos nossos tecidos, da pele, por exemplo, quando a gente está falando de flacidez, mas não só disso, também da parede dos vasos, que também tem colágeno. Então ela vai manter a estrutura, o formato, mas também a função. O colágeno também retém água, alguns deles como se fosse uma esponja, então podendo liberar a água e absorver a água quando necessário. Isso que vai dar a firmeza e a consistência para a pele e para os vasos. O colágeno é uma molécula que tem uma estrutura tipo em ela, se são três que ficam rodando assim, como se fosse uma trança. E isso gera a firmeza e a elasticidade da pele. Obviamente, se começa a diminuir a quantidade desse colágeno, você vai ter a flacidez. E essa flacidez pode, por exemplo, causar as rugas. As rugas, então, são derivadas dessa perda do colágeno. Agora, quando a gente fala de colágeno, você deve se perguntar o que faz a gente perder o colágeno. Então, existem os fatores internos e os fatores externos. Os fatores que são dependentes da gente e os que nem tanto assim. Quando a gente fala de fatores internos, um deles é a idade, por exemplo. Com o avançar da idade, a gente vai perdendo esse colágeno. Ele estaciona lá pelos 30 anos e depois começa a cair. E os fatores externos têm o sol, a poluição, o cigarro, o abuso de álcool. Tudo isso vai depletando o nosso colágeno. Enquanto nós estamos produzindo o colágeno, são as nossas células chamadas de fibroblastos. Elas têm a capacidade de criar, gerar, formar esse colágeno. E isso, quando a gente fala da pele, ocorre na parte mais profunda da pele. Uma região que a gente não consegue atingir com alguns medicamentos tópicos, por exemplo. O colágeno tipo 1 é o colágeno mais abundante. Aquele que a gente encontra nos ossos, na pele, no dente. É o colágeno com uma fibra mais grossa. O colágeno tipo 2 é aquele que funciona como uma esponja. Ele está lá nas articulações, no joelho, por exemplo. Então ele absorve a água e ele consegue retornar ao seu formato. E depois ele consegue absorver essa água de novo. Então é essencialmente como se fosse uma esponja. O tipo 3 é aquele que está nos vasos. Então ele está nas paredes do vaso, mas também naquelas células musculares que ficam ao redor das artérias. E o colágeno tipo 4 é o colágeno da lâmina basal. Ou seja, é o colágeno que mantém tudo unido. Mantenha o nosso corpo todo funcionando, todas as células, uma grudadinha na outra. Então esses são os tipos de colágeno mais importantes para entender o que eu tenho para dizer hoje. Quando a gente está falando de flacidez de pele, a gente está falando mais do colágeno 1, do colágeno 4, quando a gente está falando dos vasos, da circulação, a gente está falando do colágeno tipo 3. Últimamente a gente tem visto que aumentou o interesse sobre os suplementos que podem melhorar o colágeno na pele e diminuir a flacidez. Vamos falar sobre isso. Primeiro a gente tem que entender um pouquinho dos tipos de flacidez que tem. Tem a flacidez de pele que é uma flacidez bem superficial, aquela que causa as rugas e tem descrito também a flacidez muscular, que aí seria a perda da musculatura, a sarcopenia. Essas são os dois tipos principais descritos, tem também o que eu acredito. É uma flacidez da gordura. Essa flacidez da gordura, quando a gente está falando do lipedema, por exemplo, está mais relacionado à desinflamação da gordura do que necessariamente um dano do colágeno. E isso é muito importante diferenciar uma coisa da outra, porque às vezes você está falando, estou com uma flacidez de pele. Na verdade, no lipedema você desinflama, a gordura fica molinha, e não é uma flacidez de pele que tem ali. Pode até ter uma flacidez de pele associada, mas tem essa gordura que está desinflamada, que isso é algo saudável e esperado. Às vezes na ânsia de buscar um tratamento para uma flacidez de pele, você está na verdade tentando inflamar novamente a gordura. Esse é um assunto bem legal, que se interessar, comenta aqui embaixo, que eu faço um vídeo só sobre isso, porque afinal o vídeo de hoje é sobre o colágeno e a flacidez, e não sobre os tipos diferentes de flacidez. Então, a pergunta principal é, como que a gente pode ter mais colágeno? Como que a gente pode formar mais colágeno, criar mais colágeno, ou se tem alguma forma de fortalecer o colágeno que a gente tem lá? Como já mencionei, tem o colágeno tópico, mas as células que produzem o colágeno são mais profundas, é difícil a gente atingir com algo tópico, um creme, um gel, algo desse tipo. Agora tem o colágeno oral. O colágeno inicial tinha uma molécula muito grande, que a gente não conseguia absorver de forma adequada. Então foi criado o colágeno hidrolisado, tem uma molécula menor, que a gente consegue sim absorver. O colágeno a gente vai encontrar em vários alimentos, desde proteína, carne, gelatina. A questão é, o quanto que a gente consegue absorver desses colágenos e o quanto que ele vai mudar a nossa produção endógena de colágeno. É muito pouco. Agora, o colágeno sintético que a gente ingere, ele é bem seguro. Então a gente consegue aumentar essa ingesta através do colágeno sintetizado. Quando a gente está falando de colágeno para a pele, não é o mesmo colágeno que o ortopedista prescreve para as articulações. Como eu disse, são tipos diferentes de colágeno. Não adianta tomar um para o joelho e achar que está melhorando a pele, não. Mas também tomar esse para o joelho não vai piorar a questão da pele e até pode ser tomado em conjunto. Tanto que quando a gente está falando de um colágeno que associa tudo, a gente teria que pensar no colágeno tipo 1 para a pele, o colágeno tipo 3 para os vasos. Vou colocar um link aqui embaixo na descrição que pode te interessar sobre isso. O que os trabalhos mostram é que a ingesta oral desse colágeno hidrolisado é capaz de aumentar a elasticidade, a hidratação da pele e também a densidade do colágeno disposto nessa região. E também a densidade do colágeno da derme. Agora, existem vários procedimentos que a gente pode fazer para estimular a produção do colágeno. Não só a ingesta, a gente pode fazer algum estímulo no local ali para tentar fazer o corpo voltar a produzir. Esses estímulos são vários. Então, existem desde a radiofrequência do laser, do ultrassom, de bioestimuladores, como o escúlpita, como o eleva. Esses bioestimuladores acabam fazendo o corpo produzir mais colágeno naquela região. No próprio tratamento do lipidema que a gente utiliza o vibrofit, a própria vibração da cânula estimula também a produção do colágeno. Mas a gente pode aumentar mais ainda com o uso de alguns tipos determinados e comprimentos de onda determinado de laser. Quando a gente está falando cirurgicamente, então, por dentro da gordura ou próximo da área de produção do colágeno, esse laser pode estimular a retomada dessa produção. Existe também o equipamento bodytight que a gente tem aqui. O Dr. Fernando fez um vídeo interessante sobre esse assunto. O bodytight vai fazer uma radiofrequência com agulhas, que são colocadas extremamente precisas no local, na profundidade correta. E aí tem várias ponteiras, tanto morfeus quanto a cirúrgica, que a gente consegue manter uma temperatura adequada para estimular a produção do colágeno. Mas um outro equipamento muito legal que acabou de chegar aqui é o laser. O laser também é capaz de aumentar essa temperatura da pele de uma forma externa. A gente não precisa fazer a cirurgia e isso também estimula a produção do colágeno. E aí, quando a gente associa um procedimento em gesta viral do colágeno, a gente acaba tendo uma resposta melhor ainda. Por isso, é sempre importante conversar com o seu médico e entender quais são as melhores alternativas para o seu caso. E mais ainda, tem que entender ainda qual é o tipo de flacidez que você está tendo. Porque se você está tendo uma flacidez da musculatura, por uma sarcopenia, por uma perda muscular, de nada adianta tomar colágeno para melhorar a flacidez da pele, cada área vai ter um tratamento diferenciado. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com os seus amigos, clique no sininho lá embaixo para receber as notificações dos próximos melhores vídeos e fica aqui que eu vou colocar o melhor vídeo para você assistir agora.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.