O episódio aborda a preocupação de que sintomas como rouquidão, tosse persistente, dificuldade para engolir ou sensação de compressão na traqueia possam ser sin
É, poderiam ser considerados como sinais de alerta, porque a grande maioria dos nódulos de tiróide, eles não são, né, são assintomáticos. A imensa maioria são assintomáticos. Um nódulo para dar esses sintomas que você está dizendo, na imensa maioria das vezes, eles já estão no estágio mais avançado.
Pode. Mas para que isso aconteça, ele tem que haver uma ruptura da cápsula, ou seja, tem que quebrar a casquinha da tiróide.
Pode. Ele pode ser um nódulo por causa do tamanho do nódulo. Isso não quer dizer que o nódulo que dá engasgo seja maligno.
Então é uma outra situação. Mas, habitualmente, a imensa maioria dos nódulos de tiróide, eles são assintomáticos. Eles começam a dar algum sintoma pelo crescimento, né, e aí o doutor Antônio vai explicar porque que um nódulo de tiróide, quando é muito grande, pode causar engasgo, pode causar falta de ar, ou ele pode dar sintoma porque ele começa a fazer uma hiperfunção.
Exatamente. Então é até importante pontuar que os nódulos benignos, apesar de serem benignos, eles costumam crescer, são tecido vivo. Então eles vão crescendo, crescendo, e às vezes eles podem dar efeitos cosméticos.
Eu cheguei a pesquisar na internet, que chega a preocupar isso, né, que fala alguns sintomas que já são ligados aí a um possível diagnóstico de câncer de tiróide, como por exemplo, rouquidão, tosse permanente, dificuldade para engolir ou sensação de compressão na traqueia. Gente, esses sintomas são muito comuns, né? Porque assim, só no último mês, com essa virada do tempo, todo mundo teve pelo menos uns dois aqui dessa lista, acredito, né, que a maioria das pessoas tiveram pelo menos uns dois aí, rouquidão, tosse, né? Então isso realmente são sinais de alerta? É, poderiam ser considerados como sinais de alerta, porque a grande maioria dos nódulos de tiróide, eles não são, né, são assintomáticos. A imensa maioria são assintomáticos.
Um nódulo para dar esses sintomas que você está dizendo, na imensa maioria das vezes, eles já estão no estágio mais avançado. Então, por exemplo, um nódulo de tiróide pode dar rouquidão? Pode. Mas para que isso aconteça, ele tem que haver uma ruptura da cápsula, ou seja, tem que quebrar a casquinha da tiróide.
Pode dar uma sensação de engasgo? Pode. Ele pode ser um nódulo por causa do tamanho do nódulo. Isso não quer dizer que o nódulo que dá engasgo seja maligno.
O nódulo dá engasgo porque ele é grande, entendeu? Então é uma outra situação. Mas, habitualmente, a imensa maioria dos nódulos de tiróide, eles são assintomáticos. Eles começam a dar algum sintoma pelo crescimento, né, e aí o doutor Antônio vai explicar porque que um nódulo de tiróide, quando é muito grande, pode causar engasgo, pode causar falta de ar, ou ele pode dar sintoma porque ele começa a fazer uma hiperfunção.
O nódulo, existe uma situação muito específica que o nódulo começa a funcionar independente da necessidade do organismo. A tiróide, ela funciona sob comando do cérebro, e tem alguns nódulos de tiróide que eles se tornam independentes e começam a produzir hormônios de uma maneira independente. Não é isso, Antônio? Exatamente.
Então é até importante pontuar que os nódulos benignos, apesar de serem benignos, eles costumam crescer, são tecido vivo. Então eles vão crescendo, crescendo, e às vezes eles podem dar efeitos cosméticos. Você já deve ter conhecido alguém que tem aquela bolotinha ali.
Às vezes você olha e dá aquele efeito. A gente tratou muitas pacientes, muitos pacientes, que às vezes até não gostavam de usar blusa aberta, usavam aquela blusa fechada, porque ficava aquela bolota. Todo mundo, alguém já bate o olho e fala, puxa, a vida que você tem aí, tem que ver isso.
E é um nódulo benigno com a glândula funcionando, porque o resto da glândula está funcionando. Então os hormônios estão normais, está com aquela bolotinha. Às vezes esse nódulo volumoso, o que ele vai fazer? Ele pode comprimir a traqueia.
Então a traqueia, que vai levar o ar e a condução do ar até os pulmões, às vezes comprime, reduz o calibre da traqueia, desvia a traqueia para o outro lado, então às vezes pode dar uma percepção ruim, uma sensação desagradável. Esse nódulo, como o pescoço é muito pequenininho, é tudo muito apertadinho no pescoço. Ele pode comprimir o esôfago.
Então às vezes tem pacientes que vão deglutir e se o nódulo está muito grande, às vezes quando é um pedaço maior, você sente que tem ali um corpo estranho. E tem os nódulos ainda que são os nódulos mergulhantes. Inclusive nós falamos disso com muita satisfação, porque nós desenvolvemos aqui no Brasil uma técnica pioneira para o tratamento de nódulos mergulhantes.
São aqueles que saem, eles são tão grandes e a localização também favorece, que eles saem do pescoço e eles vão para o mediastino, eles vão para o tórax. Então era uma condição que antes era muito difícil de se tratar com a ablação. E hoje a gente desenvolveu a técnica do iceberg, que a gente trata em duas etapas.
Então hoje até esses nódulos mais volumosos, que estão no mediastino, a gente consegue tratar a boa parte deles com a técnica de ablação também. E tem os nódulos, igual o doutor Edvelto falou, que são os nódulos benignos sintomáticos autônomos, que são os nódulos que produzem hormônios independentemente da ordem no cérebro.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.