A condição dos discos intervertebrais, frequentemente avaliada por ressonância magnética com classificações como a de Firman (do grau 1, normal, ao 5, totalment
Olá, pessoal! Hoje eu queria falar sobre uma preocupação muito comum dos pacientes que é a condição do disco intervertebrado dos pacientes, muitas vezes querem saber como está o meu disco.
Ele melhorou? Ele piorou? Existem diversas classificações para a situação do disco.
Geralmente são classificações baseadas na ressonância nuclear magnética, a mais utilizada é a classificação de Pfirrmann em que o Grau 1 é um disco totalmente normal e o Grau 5 é aquele disco totalmente colapsado e que os pacientes chegam a dizer: "Ah, minha vértebra já grudou na outra!" Esse é o nível 5, mas o que eu queria deixar claro que hoje é que o nível de desgaste, o grau de desgaste do disco, ele não significa, não é sinônimo de doença.
Isso porque é muito comum encontrarmos discos degenerados na população normal, sem sintoma nenhum e isso é mais comum, quanto maior a idade do paciente certamente.
De uma forma aproximada, nós podemos dizer que 20% das pessoas com 20 anos já apresentam algum sinal de degeneração na coluna e 80% dos pacientes com 80 anos apresentam sinais de degeneração da coluna e não quer dizer que essas pessoas vão ter sintomas por causa disso e também não quer dizer que vão precisar de um tratamento, por conta das alterações que foram vistas na ressonância magnética.
Então o recado que eu quero deixar aqui é que não tenho essa preocupação, têm muitos pacientes que querem ficar repetindo o exame de imagem para ver como está o disco.
Essa preocupação não faz sentido, porque não necessariamente o desgaste do disco, como eu disse, não necessariamente é uma doença.
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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.