A obesidade é uma doença crônica de difícil controle, na qual a modificação isolada do estilo de vida é insuficiente para a maioria dos pacientes, tornando o tr
Me segue até o final desse vídeo, que você vai ter informações importantes em relação a essas novas medicações. Só a doutora Lorena Amato, endocrinologista, endocrinopediatra. E antes de continuar, convida você a se inscrever no canal, ativar as notificações para sempre estar recebendo informações de qualidade.
Porque a gente vê que na prática é seguro e é eficaz no tratamento da obesidade, por isso que, muito antes dessa aprovação pelo FDA e a Anvisa, nós já usávamos o ozenpik como uma medicação para tratar pessoas com obesidade.
Novos medicamentos para tratar a obesidade. Muito tem se falado nesse último ano sobre autorizações pelo FDA e a Agência Regulatória dos Estados Unidos sobre novos medicamentos que estão sendo autorizados, inclusive aqui também no Brasil, autorizados pela ANVISA, para o tratamento da obesidade. Quer saber mais sobre esses medicamentos? Me segue até o final desse vídeo, que você vai ter informações importantes em relação a essas novas medicações. Só a doutora Lorena Amato, endocrinologista, endocrinopediatra. E antes de continuar, convida você a se inscrever no canal, ativar as notificações para sempre estar recebendo informações de qualidade. A obesidade, ela é encarada atualmente como uma doença crônica de difícil controle e difícil tratamento com recidivas frequentes. Posto isso, o tratamento medicamentoso da obesidade tem sido cada vez mais bem aceito, visto cada vez com menos preconceito pela população. É importante diferenciar a prevenção de obesidade de tratamento de obesidade. Quando a gente está falando de modificação do estilo de vida, que é sim essencial para o tratamento da obesidade, essas medidas isoladas estão muito mais no momento de prevenção da doença do que lá no tratamento. Modificação do estilo de vida de forma isolada é ineficaz para a maioria dos pacientes que já têm o diagnóstico de obesidade. Esses pacientes precisam de tratamento medicamentoso, que é por isso que sempre que surge uma nova medicação aprovada para o tratamento da obesidade, a gente comemora e sai na mídia, a gente vê muitas pessoas falando e vou falar um pouco sobre esses novos medicamentos. Já se usa há algum tempo algumas medicações que já estão muito conhecidas pela população, como, por exemplo, a semaglutida, que é o famoso ozenpik, que tem o uso que nós chamamos de off-label para o tratamento da obesidade. O que é isso? Se você for olhar na bula do ozenpik, não está falando que ele é para o tratamento da obesidade, está lá escrito que ele é para o tratamento do diabetes. Para você aprovar o medicamento para uma doença específica, você precisa ter um estudo mostrando eficácia no tratamento dessa doença específica. Mas por que a gente usa, mesmo antes desses estudos? Porque a gente vê que na prática é seguro e é eficaz no tratamento da obesidade, por isso que, muito antes dessa aprovação pelo FDA e a Anvisa, nós já usávamos o ozenpik como uma medicação para tratar pessoas com obesidade. E isso não é uma prática médica, inclusive reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina como uma possibilidade, quando o paciente está muito bem informado e o médico também competente para fazer essa prescrição. Então, já se sabe muito sobre a semaglutida, o ozenpik, que é voltado para o diabetes, que leva à perda de peso. Mas esse ano foi aprovado, logo no início do ano, uma nova medicação, chamada o IGOLV, que ainda não chegou no Brasil, mas já está disponível nos Estados Unidos, que trata-se da mesma semaglutida, mas em bula voltada para o tratamento da obesidade. Lembrando que esses medicamentos que vêm para tratar obesidade, quando eles estão na dose para o tratamento do diabético, são doses bem menores do que aquelas doses para o tratamento da obesidade. Então, a semaglutida para o tratamento da obesidade, com esse nome novo que vai chegar aí, ela vem até a dose de 2,4 miligramas, doses bem mais altas do que o que a gente está acostumado a utilizar para o tratamento da do diabetes. Existe já aprovado a lyraglutida, que é uma medicação semelhante à semaglutida, um análogo de GLP1, que é um petídeo intestinal, mas a lyraglutida tem um potência um pouco menor que a semaglutida e ela é de uso diário. Quando a semaglutida é de uso semanal. Então, já existem outros medicamentos aí com uma lyraglutida, mas não é uma novidade em relação ao tratamento da obesidade. Muito se falou também esse ano sobre a aprovação de uma medicação chamada o Contrave no Brasil. Essa medicação já era usada há um bom tempo nos Estados Unidos, é uma associação de dois medicamentos, um medicamento que se toma vioral, bupropiona, mas nautrexona, que promete ter uma ação principalmente no que a gente chama de apetite edônico, comer por prazer. Então, é uma medicação que é nova no Brasil e está aí para nos ajudar também a tratar os pacientes com excesso de peso e obesidade. Também muito tem se falado numa medicação que também já está liberada nos Estados Unidos e ainda não chegou no Brasil, que o nome comercial é monjaro, mas ele é uma associação de dois petídeos intestinais, duas substâncias que vão agir e nebino apetite. Essa medicação é associação do GIP, mais um análogo de GLP1, análogo de GLP1, como já era a sema glutida, ali era a glutida, mas esses são dois agonistas de petídeos intestinais que ajudam no controle do peso. Na verdade, a liberação atual dessa medicação é para o tratamento do diabetes, mas estudos que estão em curso tem mostrado uma eficácia da perda de peso ainda maior do que a sema glutida, que já era bem potente, já se falava em perda de peso, em torno de 17% do peso corporal com a sema glutida. E agora essa nova associação vem falando de uma perda de peso de até 21% em alguns pacientes. É claro que existem uns que perdem mais e existem aqueles que vão perder um pouco menos, mas isso é uma potência muito importante, muito interessante, que tem feito até algumas pessoas questionarem o fim da cirurgia variática, que isso ainda é muito precoce, porque os benefícios da cirurgia variática são outros também, mas realmente é uma potência muito interessante para o medicamento que ainda não está aprovado no Brasil e também não está aprovado nos Estados Unidos para o tratamento da obesidade, mas isso vai ser algo que vai ser em breve. Quando chegar no Brasil, certamente nós poderemos usar esse off-label para o tratamento dos pacientes com obesidade. Então é muito importante a gente ver com bons olhos essas medicações para o tratamento da obesidade, porque mostra que nós estamos encarando a obesidade com uma doença crônica que precisa ser tratada de forma medicamentosa sem preconceitos. E é essencial que por mais que eu fale nomes comerciais aqui nesse vídeo, a auto-medicação, é importante a gente enfatizar que ela é extremamente prejudicial para os pacientes que estão em tratamento da obesidade. É muito comum os pacientes ficarem sabendo por vídeos como esse, inclusive, de medicações que tratam o peso e não procurarem ajuda médica e começarem a se automedicar com essas medicações. Isso é um equívoco, a maioria desses pacientes tem um sucesso no tratamento da obesidade com muitos efeitos colaterais que são potencialmente graves. Então use esses vídeos para se informar e questionar o seu médico e talvez também se estimular a procurar um médico para iniciar o seu tratamento de forma correta da obesidade que só vai trazer benefícios para a sua saúde. O que traz malefício são a auto-medicação não orientada, não acompanhamento supervisionado para um profissional médico e isso sim é muito arriscado. As medicações para o tratamento da obesidade, quando bem indicadas são acompanhamento médico adequado, são seguras e eficazes e é muito bom poder trazer essa notícia de cada vez medicamentos mais potentes e mais eficazes no tratamento dessa doença que é tão difícil, que é a obesidade. Se você se interessou para esse vídeo, tem alguma dúvida, deixe aqui nos comentários. Em caminho para alguém que possa se interessar também com essas informações e até os próximos vídeos.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.