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Alho e a Má Circulação: 3 Formas de usar a seu favor.🧄🧄🧄🧄

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Alho e a Má Circulação: 3 Formas de usar a seu favor.🧄🧄🧄🧄

O alho possui uma longa história medicinal e contém compostos como alicina e aliina que podem influenciar positivamente a saúde vascular. As doenças vasculares,

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Perguntas respondidas neste vídeo

O que tem a ver uma coisa com outra?

Eu queria lembrar que esse vídeo aqui foi uma dica que eu peguei lá no comentário lá embaixo. Então, se você quer que eu fale sobre algum assunto, por favor, escreve lá embaixo que eu pego as ideias lá, com certeza.

E aí, você conhece alguém que entope a comida de hálio?

Pega esse vídeo, manda para essa pessoa, tenho certeza que ela vai se divertir assistindo.

A rainha da Inglaterra não gostava, né?

Eu li uma vez que ela proibiu o hálio em todo lugar que ela fosse. Curiosidade, não tem nada a ver com o assunto aqui.

O estreitamento ou endurecimento das artérias relacionado à aterosclerose, que pode levar, então, ao AVC, infarto, gangrena, toda morte tecidual por falta de sangue, né?

O sangue não passa pela artéria por alguma obstrução. Essas são as doenças vasculares que a gente tá falando aqui porque elas são derivadas da inflamação crônica da parede do vaso. Então, ocorre esse dano na estrutura da parede do vaso durante a vida toda por causa da inflamação.

Agora, o alho pode intervir nisso aí?

Essa é a grande pergunta. Mas me conta uma coisa, escreve lá embaixo nos comentários.

Transcrição completa do vídeo

Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou falar sobre um assunto que parece bem simples, né, mas é uma dica bem importante para a sua saúde. Então, fica aqui comigo que a gente vai falar sobre o hálio e a sua influência na saúde vascular. O que tem a ver uma coisa com outra? Eu queria lembrar que esse vídeo aqui foi uma dica que eu peguei lá no comentário lá embaixo.

Então, se você quer que eu fale sobre algum assunto, por favor, escreve lá embaixo que eu pego as ideias lá, com certeza. Posso não ter tempo de responder a todos de uma forma tão personalizada, mas eu tô, sim, lendo e direcionando o canal para os assuntos que interessam a vocês. Afinal, sem você, o canal não existe.

Agora, para entender o que eu vou falar aqui sobre a inflamação e a relação do hálio com a inflamação, eu sugiro assistir também o nosso vídeo sobre a inflamação crônica. Lá eu vou dizendo o porquê que a inflamação crônica é ruim e a inflamação aguda não é ruim. E aí, você conhece alguém que entope a comida de hálio? Pega esse vídeo, manda para essa pessoa, tenho certeza que ela vai se divertir assistindo.

E aí, você conhece alguém que não gosta de hálio? A rainha da Inglaterra não gostava, né? Eu li uma vez que ela proibiu o hálio em todo lugar que ela fosse. Curiosidade, não tem nada a ver com o assunto aqui. Então, falando do hálio em relação às doenças vasculares, eu tenho que lembrar quais são as doenças vasculares, né? O estreitamento ou endurecimento das artérias relacionado à aterosclerose, que pode levar, então, ao AVC, infarto, gangrena, toda morte tecidual por falta de sangue, né? O sangue não passa pela artéria por alguma obstrução.

Essas são as doenças vasculares que a gente tá falando aqui porque elas são derivadas da inflamação crônica da parede do vaso. Então, ocorre esse dano na estrutura da parede do vaso durante a vida toda por causa da inflamação. Agora, a hipertensão, ela também pode levar à doença vascular e a diabetes também tá, assim, intimamente relacionada com a aterosclerose.

Tanto que eu, sempre que penso na diabetes, eu já penso na arteriopatia, nem que seja uma microangiopatia no início lá nos pequenos vazinhos. E todas essas doenças, elas decorrem do estresse oxidativo, que eu também falo bastante no vídeo de inflamação, e esse estresse oxidativo leva à formação das citoquinas inflamatórias que, assim, acabam levando à inflamação. Agora, o alho pode intervir nisso aí? Essa é a grande pergunta.

Mas me conta uma coisa, escreve lá embaixo nos comentários. Você gosta de alho? Tá vendo esse vídeo porque você gosta de alho e quer saber se ele faz bem? Ou você não gosta de alho e tá querendo saber se vai ter que colocar na sua comida a partir de hoje? Tô querendo saber. Escreve lá embaixo.

Recentemente, aumentou o interesse da população em alimentos saudáveis, em como tratar ou prevenir doenças usando métodos antigos. Então, só para ter uma ideia, o alho tem uma significância histórica na medicina. Já foi descrito há mais de 5 mil anos atrás o uso do alho no tratamento de doenças.

Afinal, o alho tem um monte de compostos em sua composição. Então, existem enzimas como a alinase, tem a alicina, tem a aliína. São várias substâncias que podem ou não causar alguma coisa na nossa saúde vascular.

É isso que a gente tem que investigar. Mas um dos problemas é esse. Existem várias apresentações do alho.

Então, tem alho em pó, tem óleo de alho, tem o alho, o dente de alho que você pode colocar na sua comida. Tem várias formas da gente utilizar o alho. Então, como que a gente padroniza isso? Como que a gente faz um estudo para ver se um dente de alho é melhor do que pó de alho, que é melhor ou não do que óleo de alho? Isso não é fácil.

Principalmente quando não tem grandes empresas farmacêuticas injetando dinheiro em pesquisa científica. Então, muitas vezes essas pesquisas são menores e o grau de evidência também menor. Então, a gente tem que se virar nos 30 aqui para tentar entender como que o alho funciona na nossa circulação.

Um grama de alho, por exemplo, vai conter em torno de 35, 40 miligramas desses compostos todos aí que eu mencionei. Então, quando a gente está falando dessas doenças vasculares, arteriais principalmente, a gente tem algumas classes de medicamentos que tratam. Vai ter aspirina, vai ter antiagregante plaquetário, anticoagulante.

Existem as cirurgias também para desobstruir a artéria. Então, nunca imaginem que um alho vai ser capaz de desobstruir uma artéria. Isso não é possível.

Uma aterosclerose avançada assim, ela já fechou o vaso de tal maneira que não adianta mais desinflamar. Já está fechado o vaso. Muitas vezes vai ser necessário o tratamento cirúrgico.

Agora, o que vários trabalhos em vitro, em ratinhos e alguns trabalhos em humanos também mostram é que parece que o alho tem sim uma influência na saúde vascular. E essa influência parece estar direcionada para a hipertensão, diminuindo a hipertensão. Tem um efeito também no colesterol e na inflamação, podendo até mesmo, quem sabe, diminuir o risco de um AVC, de um infarto.

Mas, obviamente, a gente precisa avaliar melhor. Alguns estudos epidemiológicos viram em que áreas do mundo em que se come bastante alho, tem uma diminuição da incidência dessas doenças vasculares. É importante dizer que não é que não tem a doença.

Quer dizer que tem uma pequena diminuição na incidência. Então, falando dos efeitos anti-inflamatórios do alho, os estudos em vitro, em ratinhos, mostraram que houve uma diminuição das prostaglandinas, do TNF-alfa, que é o fator de necrósito moral, um dos marcadores inflamatórios. Também uma diminuição do óxido nítrico.

Então, supôs que, poxa vida, fazendo isso ele vai diminuir a inflamação, vai diminuir os marcadores inflamatórios. Mas aí, quando a gente começou a avaliar em humanos, não houve uma diminuição de marcadores inflamatórios comuns, como, por exemplo, o PCR. E muito menos também no TNF-alfa.

Então, o que será que aconteceu que foi demonstrado no laboratório, mas que não apareceu nos exames clínicos? Talvez precise de um volume muito maior, um trabalho muito mais abrangente para conseguir mostrar uma pequena variação. Um outro efeito seria o efeito antioxidante do alho. Tem trabalho mostrando que 250mg por dia de alho poderia ter esse efeito antioxidante, principalmente quando associado a algumas outras vitaminas, entre elas a vitamina B, por exemplo.

E isso seria capaz de eliminar as espécies reativas de oxigênio, que é o que oxida o nosso corpo. Como que isso funcionaria, então? Aumentando a superóxido de esmutase e diminuindo a ação de uma enzima que quebra o NAD, que é a nossa energia mitocondrial. Então, dessa forma, poderia acontecer esse efeito antioxidante do alho.

Agora, quando a gente fala do efeito anti-hipertensivo, que diminuiria a pressão alta ou diminuiria a pressão sistólica e diastólica de alguém que está comendo alho, é bem interessante porque isso foi demonstrado. Isso tem trabalho mostrando que dá para diminuir entre 10 a 12 milímetros de mercúrio na pressão sistólica e em torno de 6 a 9 milímetros de mercúrio na pressão diastólica, principalmente quando a gente compara o grupo das pessoas que estavam comendo alho com as pessoas com placebo. O impacto não é tão grande assim, né? Quando a gente pensa em 10 milímetros de mercúrio da sistólica, não dá para eu tratar uma hipertensão só com alho, mas a gente poderia usar o alho como um coadjuvante para ajudar a diminuir essa pressão alta.

Agora, como que isso funcionaria? O mecanismo sugere-se que há um relaxamento da parede das artérias e da aorta, principalmente pela melhora na produção de óxido nítrico, que é uma das substâncias produzidas no endotelium, naquela parede, na primeira camada de células dos vasos. Então, com essa melhora da produção, há o relaxamento nessa parede do vaso e ocorria, então, uma complacência, uma melhora na pressão arterial. Agora, quando a gente fala da diabetes também, o efeito do alho na diabetes, teve trabalho que mostrou até uma diminuição da glicemia de jejum naqueles pacientes que estavam normoglicêmicos.

Quem é diabético tem que ficar controlando a variação da glicose no sangue. Se come o alho e você tem uma queda disso, ajuda, com certeza. Então, por que isso é importante? Porque o alho é um alimento super saudável e que a gente pode acrescentar na nossa alimentação sem nenhum risco, nenhum dano.

É importante que houve um aumento do interesse da população por esse tipo de solução. Então, vamos comer algo que vá tratar determinada doença. O alho não pode ser o tratamento completo da doença.

Ele pode ser um coadjuvante. A gente pode usar junto com alguma outra coisa para melhorar a saúde em geral. Por exemplo, quando a gente está falando do colesterol, triglicérides, teve uma meta-análise enorme, com 26 estudos científicos, que mostrou que sim, o alho tem uma influência nos triglicérides e no colesterol, diminuindo a proporção disso no nosso sangue.

De forma que reduz também esse conteúdo lipídico na parede do vaso, que é exatamente o local onde tem o início da formação da placa aterosclerótica. Então, o que ocorre essa diminuição ocorre. Mas quando a gente compara a diminuição que o alho é capaz de fazer com a diminuição que os medicamentos fazem, é ínfima, é muito pequena.

Então, o alho poderia ser visto como um coadjuvante. Então, entra com o tratamento para o colesterol, então, estatina, fibrato. Não vou entrar no mérito aqui, porque se eu começar a falar de estatina, tenho certeza que um monte de gente vai me xingar lá embaixo no comentário.

Se quiser, eu falo, faço um vídeo só sobre esse assunto, mas só se vocês pedirem lá embaixo. O que eu tô falando aqui é, quando compara o alho, o resultado do LDL, HDL, do colesterol, triglicérides e tudo mais, na circulação sanguínea, de quem consome só o alho e de quem consome só a medicação, o impacto da medicação é muito maior do que o do alho. Mas não quer dizer que o alho não tem o impacto.

Tem sim. Agora, a gente pode usar os dois juntos, né? De forma que tudo isso sugere que poderia até diminuir o risco de um infarto, de um derrame, de um AVC. É óbvio que o impacto vai ser muito pequeno e precisaria de um estudo gigante pra gente conseguir ver isso nos números.

E o que falta também na literatura é o efeito sinérgico e interação com os medicamentos. A gente precisa ver se o uso de determinado medicamento pode ser aumentado ou diminuído com o consumo elevado do alho. E preciso lembrar também que quando a gente pega o alho e coloca no forno, esquenta, ele começa a quebrar as proteínas, enzimas e tudo mais.

Ele não vai ter o mesmo efeito do que o alho cru. O alho mais benéfico seria o alho cru, que também vai deixar um bapho enorme. Agora, existem outras apresentações do alho.

Por exemplo, o alho em pó, o óleo de alho, né? São apresentações em que muitas desses compostos ainda estão íntegros. Agora, também existem as quercetinas. As quercetinas, eu já tenho um vídeo falando sobre isso.

Uma das maiores fontes é a cebola, mas a quercetina também tem em outros alimentos, inclusive no alho. E a quercetina, ela também tem muitos desses efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios. Então, qualquer dica que você pode tirar aqui desse vídeo, coloque alho na sua comida.

Pode aproveitar, colocar o alho que você quiser. Eu, particularmente, adoro o alho. Agora, lembre-se que se você for numa churrascaria e pedir uma picanha com alho, não é aquele alho que vai resolver o problema do sal que vem junto, ou da gordura que veio junto.

A gente tem que colocar na balança, né? Não dá para equilibrar o resto que faz errado, só aumentando a quantidade de alho. É muito importante ter atenção em todos os outros aspectos de saúde que eu vivo falando aqui no canal. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no canal, compartilhe com seus amigos, clica no sininho lá embaixo para receber a notificação dos próximos vídeos e eu vou te colocar no próximo melhor vídeo para assistir.

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