Em situações clínicas onde é crucial determinar se o estômago de um paciente está cheio ou vazio, como antes de uma cirurgia, a endoscopia é uma opção tecnicame
O que a gente pode fazer que tem um custo baixo e é eficaz é o ultrassom gástrico. Então o anestesista, ou mesmo o cirurgião, qualquer médico, ele pode ser treinado pra isso, e ele coloca o ultrassom e ele identifica se tem conteúdo dentro do estômago, a gente consegue quantificar esse conteúdo dentro do estômago, e aí se for dentro de uma margem de segurança, que varia de acordo com idade e tudo mais, se ele estiver dentro desse volume aceitável, a gente pode conduzir a anestesia sem problemas.
E se a gente tá em dúvida, né, o paciente usa, tem que fazer cirurgia ou não, o que a gente faz de exame? Faz uma endoscopia? Mas quem vai chamar um endoscopista, ou faz um ultrassom, faz uma tomografia, cutuca a barriga do paciente pra ver se volta alguma coisa? O que a gente pode fazer? Não, a endoscopia seria possível, mas não é prático, né? Até porque o paciente teria que fazer a endoscopia acordado, e aí é desagradável, né? O que a gente pode fazer que tem um custo baixo e é eficaz é o ultrassom gástrico. Então o anestesista, ou mesmo o cirurgião, qualquer médico, ele pode ser treinado pra isso, e ele coloca o ultrassom e ele identifica se tem conteúdo dentro do estômago, a gente consegue quantificar esse conteúdo dentro do estômago, e aí se for dentro de uma margem de segurança, que varia de acordo com idade e tudo mais, se ele estiver dentro desse volume aceitável, a gente pode conduzir a anestesia sem problemas.
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