A confusão diagnóstica entre lipedema e obesidade é problemática porque leva a tratamentos inadequados. Ao taxar erroneamente o lipedema como obesidade, o trata
A gente acaba taxando uma paciente que tem uma doença com outra doença e aí não vai ser feito o tratamento direcionado para a doença correta. Obviamente, você pode ter alguma melhora se tiver a obesidade associada, mas se for um lipedema puro, essa melhora é pífia, é muito pouquinha, não é o suficiente para trazer uma melhora de vida significativa para essa paciente e o lipedema vai continuar progredindo.
Qual que é o problema, então, de não diagnosticar o lipedema e colocar o diagnóstico como obesidade? A gente acaba taxando uma paciente que tem uma doença com outra doença e aí não vai ser feito o tratamento direcionado para a doença correta. Obviamente, você pode ter alguma melhora se tiver a obesidade associada, mas se for um lipedema puro, essa melhora é pífia, é muito pouquinha, não é o suficiente para trazer uma melhora de vida significativa para essa paciente e o lipedema vai continuar progredindo. Esse é o maior problema.
Se a gente não identifica o lipedema, vai continuar havendo as crises inflamatórias com maior deposição de gordura e, consequentemente, a piora progressiva da doença com o avanço nos estágios podendo chegar mais para o final da vida no estágio do lipolinfedema.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.