O vídeo explora métodos anticoncepcionais não hormonais, partindo de uma perspectiva histórica para chegar às opções atuais. Inicialmente, relata práticas antig
Eu fiz uma pesquisa de algumas histórias que eu já sabia, mas eu fui procurar um pouquinho a fundo. Existem algumas histórias bem esquisitas sobre a anticoncepção. No Egito antigo, as mulheres, elas faziam uma mistura com um tipo de gel associado com fezes de crocodilo e colocavam aquilo na região da vagina.
Até hoje é muito estranho!
Eu acredito que sim! Isso é impossível de se pensar que aconteceu, mas está nos livros. E lá na época da Revolução Inglesa, no século XVIII.
Eu acredito que muitas mulheres também tenham tido infecção por ter usado esses tipos de dispositivos sem nenhuma higiene. Naquela época não existia a esterilização, não eram dispositivos descartáveis, ainda mais a borracha, que quando apareceu era de uma substância bem porosa.
Se a gente pensar bem, a gente tem vários métodos no mercado. O mais antigo é o método da tabelinha, aonde a mulher, ela consegue, de acordo com a duração do seu ciclo menstrual, fazer uma conta simples para achar os dias que ela vai estar fértil e naqueles dias ela não manter relação sexual.
Olá! Hoje nós vamos falar sobre um tema que
está todo mundo pesquisando na internet e que no consultório, quase
todas as pacientes me perguntam, existe anticoncepcional
sem hormônio? Vamos lá! Você sabia que o primeiro anticoncepcional
oral, ele apareceu nos Estados Unidos em 1957, chamava Enovid 10? Pois é, e antes disso,
como será que as mulheres, como será que os casais
eles evitavam a gravidez? Eu fiz uma pesquisa de algumas histórias que eu já sabia,
mas eu fui procurar um pouquinho a fundo. Existem algumas histórias bem
esquisitas sobre a anticoncepção. No Egito antigo, as mulheres, elas
faziam uma mistura com um tipo de gel associado com fezes de crocodilo e colocavam aquilo na região da vagina. E acreditava-se que
aquilo dentro da vagina mantinha um pH mais ácido,
que é um pH vaginal, e isso matava os espermatozoides. E as mulheres, elas não engravidaram por causa disso, porque o espermatozoide não
conseguia chegar até o útero. Mas você imagina fezes
de crocodilo naquela época? Até hoje é muito estranho! É uma falta de higiene, imagina quantas infecções vaginais
essas mulheres tinham? Será que elas não
morriam por causa disso? Eu acredito que sim! Isso é impossível de se pensar
que aconteceu, mas está nos livros. E lá na época da Revolução
Inglesa, no século XVIII. O que se usava muito é
que os homens usavam pele de intestino e de ovelha
para escapar o próprio pênis, como se fosse um preservativo masculino. Então eles pegavam o intestino, a pele do intestinho desses animais e eles deixavam no sol, ressecavam E aquilo, quando ele ia usar,
ele colocava na água, aquilo ficava mais molinho. Ele encapava o pênis, amarrava
com uma cordinha e tinha relação. Após a relação sexual, esses
preservativos ainda eram reutilizados, eram lavados, secos e guardados. Já no século XVIII, fim do século XVIII, início do século XIX, começaram
a aparecer os pessários. Os pessários eram utilizados
pelas mulheres, eles eram pequenos dispositivos feitos de borracha,
de osso ou mesmo de pedra. O que era? Eram pequenas bolinhas que eles faziam,
que colocavam no canal vaginal, chegavam lá perto do útero e
aquilo funcionava como uma barreira, como uma barreira para
a subida do espermatozóide e para a entrada do sêmen
na região do útero. Será que funcionava? Eu acredito que muitas mulheres
também tenham tido infecção por ter usado esses tipos de
dispositivos sem nenhuma higiene. Naquela época não existia a esterilização, não eram dispositivos descartáveis,
ainda mais a borracha, que quando apareceu era de
uma substância bem porosa. Mas os pessários, eles
foram muito utilizados. Então, em 1957, foi uma revolução, a primeira pílula anticoncepcional
apareceu no mercado e, com isso, até hoje a gente tem várias
pílulas, anticoncepcionais sendo lançadas no mercado,
com composições de diferentes tipos de estrogênio e progesterona
diferentes, cada um com sua indicação. Então, hoje a gente tem progesterona,
que tem um efeito androgênicos, progesterona, que tem um
efeito mais diurético e com isso a gente tem uma gama muito grande
de anticoncepcionais no mercado. Mas como a gente faz uma
anticoncepção sem hormônio? Se a gente pensar bem, a gente
tem vários métodos no mercado. O mais antigo é o método da tabelinha,
aonde a mulher, ela consegue, de acordo com a duração do seu ciclo menstrual, fazer
uma conta simples para achar os dias que ela vai estar fértil e naqueles
dias ela não manter relação sexual. Hoje em dia está mais fácil
porque existem vários aplicativos que fazem esse controle e já dão
uma estimativa desse período fértil. Além disso, a gente tem os
preservativos, tanto o masculino quanto no feminino, mais utilizado
são os preservativos masculinos, que são um método de
barreira e não hormonal. Outro método, também
muito utilizado na antiguidade e por muitos casais hoje em dia,
é o coito interrompido. Então mantém-se a relação
sexual até no momento em que o homem vai ter ejaculação e ele
tira o pênis para ejacular fora da mulher. Tome muito cuidado! Aqui vale uma ressalva, antes do homem, ele ter a ejaculação
propriamente dita, ele tem a liberação
de um filetinho de líquido para limpar aquela região, aquele ducto
onde sai o sêmen e essa secreção, ela já tem espermatozoide
vivos ali dentro. Então tem que tomar muita atenção
pra não tirar logo na hora que já vai ejacular, mas sim que já
sabe que está prestes a acontecer. Além disso, a gente tem no mercado
os dispositivos intrauterinos não hormonais, então a gente
tem os DIUs de cobre e a gente tem os DIUs de cobre e prata,
que não contém nenhum tipo de hormônio. O DIU, então, é um dispositivo
que a gente coloca dentro do útero, ele tem a liberação aqui na sua pontinha ou na substância prata
ou da substância cobre, que tem uma ação espermicida
e que mata os espermatozoides, não deixando eles subirem
pra região do útero. Além disso, ele tem as abinhas que
eles fecham a entrada das trompas e com isso, diminuem a chance do
espermatozoide encontrar com o óvulo. Esse tipo de anticoncepção é uma
anticoncepção de longa duração que você pode ficar usando
esse DIU durante cinco anos, quando chegar próximo dos cinco anos, é só fazer a troca. Fazendo
uma análise retrospectiva, ainda bem que a gente evoluiu e tem
métodos anticoncepcionais eficazes e não hormonais. E se você gostou do nosso vídeo,
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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.