A histerossalpingografia é um exame de imagem, realizado com raio-X e contraste, essencial para investigar a infertilidade feminina, pois é o único método que a
Ele é feito com um exame de raio X, então você deita numa maca, coloca um espéculo como se fosse colher um Papa Nicolau e depois coloca-se uma cânula bem fininha dentro do útero, por essa cânula injeta-se um contraste.
Então aqui na nossa clínica a gente faz esse exame no nosso centro cirúrgico, o anestesista ele dá uma sedação, essa sedação é uma sedação leve e a gente consegue fazer esse exame sem dor. Porém essa é uma sedação leve porque depois do exame a paciente tem que deambular para fazer as outras chapas deambulando.
É o único exame que avalia a trompa. Então um ultrassom normal não vai avaliar a trompa, ele avalia anatomia de útero e de ovário mas ele não consegue ver a trompa que ela é muito fininha. Então o ideal é que se o seu médico pedir esse exame, importante fazê-lo.
Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre como é feito o exame de histerossalpingografia. Pacientes que têm problema de infertilidade, que é a dificuldade para engravidar, quando passam no ginecologista, este vai pedir esse exame de imagem que é chamado histerossalpingografia. Aqui na clínica eu recebo muitas pacientes que têm muitas dúvidas quanto a esse exame, porque ele tem uma fama de ser um exame muito doloroso, muitas têm medo de fazer e eu quero desmistificar um pouquinho esse exame. A histerossalpingografia é um exame de imagem, é um exame que avalia a permeabilidade das trompas uterinas, como que ele é feito? Ele é feito com um exame de raio X, então você deita numa maca, coloca um espéculo como se fosse colher um Papa Nicolau e depois coloca-se uma cânula bem fininha dentro do útero, por essa cânula injeta-se um contraste. E esse contraste ele vai passar pelo útero, vai curar o útero, vai curar as trompas e vai sair na cavidade uterina. O que muitas pessoas falam que dói é quando esse contraste ele passa, quando tem a injeção desse contraste dá uma cólica, dá, realmente ele dá uma cólica, mas a dor é diferente para cada um. Tem pessoas que têm um limiar de dor menor e outras têm um limiar de dor maior. Então muitas falam, doeu muito, outras doeu menos. Hoje em dia o que se sabe sobre esse exame e o que se tem feito para diminuir a dor? Então aqui na nossa clínica a gente faz esse exame no nosso centro cirúrgico, o anestesista ele dá uma sedação, essa sedação é uma sedação leve e a gente consegue fazer esse exame sem dor. Porém essa é uma sedação leve porque depois do exame a paciente tem que deambular para fazer as outras chapas deambulando. Ela sente um pouquinho de dor, mas não como ela sentiria num laboratório normal. No laboratório normal essa injeção de contraste para diminuir a dor ela é feita de maneira bem lenta e a maioria das pessoas que fazem em alguns laboratórios pré determinados elas não se queixam muito de dor. O que eu tenho para falar para vocês é que esse exame é importante para quadros de infertilidade. Ele deve ser feito, ele deve ser avaliado. Não precisa ter medo desse exame, é um exame simples, é um exame de imagem onde você vai ter vários exames de raio-x, várias chapas do contorno do seu útero e da movimentação desse contraste pela trompa. Com esse exame a gente tem certeza absoluta que não tem nenhum problema de permeabilidade tubária. Por que ele tem que ser feito? É o único exame que avalia a trompa. Então um ultrassom normal não vai avaliar a trompa, ele avalia anatomia de útero e de ovário mas ele não consegue ver a trompa que ela é muito fininha. Então o ideal é que se o seu médico pedir esse exame, importante fazê-lo. Se você gostou do nosso vídeo, inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificação para receber mais vídeos.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.