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Remédio Genérico ou Similar? Médico Revela Método TEST Para Escolher

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Remédio Genérico ou Similar? Médico Revela Método TEST Para Escolher

**Resumo do vídeo “Remédio Genérico ou Similar? Médico Revela Método TEST Para Escolher”** O Dr. Alexandre Amato explica a diferença entre medicamentos de marc

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Remédio genérico é pra quem não está doente?

Escolha errada pode custar caro a sua saúde. Com tantas opções no mercado, entender as vantagens e desvantagens entre genérico, similares, referência e magistral pode ser crucial pra sua saúde e economia.

Afinal, qual que é o mais indicado pro seu tratamento?

Hoje eu vou esclarecer tudo sobre esses tipos de medicamentos e ajudar você a fazer a escolha certa. Eu sou o Dr.

Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e outro dia uma paciente me perguntou Doutor, genérico funciona mesmo?

Vou explicar como cada um desses fármacos funciona pra que você tome suas decisões conscientes. No final desse vídeo, você vai descobrir um segredo que as farmácias não querem que você saiba.

Será que é psicológico ou tem algo mais por trás disso?

Vamos mostrar a diferença entre medicamentos de marca genéricos similares e de manipulação. Na hora de comprar um comprimido, essa dúvida é muito comum e pode pesar no seu bolso e no seu tratamento.

Você já se perguntou por que alguns tratamentos são tão caros?

Criar um remédio é uma saga. São anos de pesquisa, testes e um dinheirão gasto pela empresa. Se não funcionar, prejuízo.

Transcrição completa do vídeo

Remédio genérico é pra quem não está doente? Escolha errada pode custar caro a sua saúde. Com tantas opções no mercado, entender as vantagens e desvantagens entre genérico, similares, referência e magistral pode ser crucial pra sua saúde e economia. Afinal, qual que é o mais indicado pro seu tratamento? Hoje eu vou esclarecer tudo sobre esses tipos de medicamentos e ajudar você a fazer a escolha certa.

Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e outro dia uma paciente me perguntou Doutor, genérico funciona mesmo? Vou explicar como cada um desses fármacos funciona pra que você tome suas decisões conscientes. No final desse vídeo, você vai descobrir um segredo que as farmácias não querem que você saiba. Você já tomou um remédio genérico e sentiu que não faz efeito? Será que é psicológico ou tem algo mais por trás disso? Vamos mostrar a diferença entre medicamentos de marca genéricos similares e de manipulação.

Na hora de comprar um comprimido, essa dúvida é muito comum e pode pesar no seu bolso e no seu tratamento. Vamos esclarecer? Você já se perguntou por que alguns tratamentos são tão caros? Criar um remédio é uma saga. São anos de pesquisa, testes e um dinheirão gasto pela empresa.

Se não funcionar, prejuízo. O primeiro remédio é o de marca, criado e patenteado pela empresa. Ele é o original, aprovado pela Anvisa após testes rigorosos.

A empresa investe pesado e quer manter a sua boa fama. Após esse período, outras empresas podem fabricar cópias dessa substância e é aí que entram as cópias. Já o medicamento genérico é como uma cópia confiável do original, como se fosse uma versão idêntica.

Ele tem o mesmo princípio ativo, mesma dose e forma de uso. É sempre vendido com o nome da substância sem marca e vem com uma tarja amarela na embalagem. Ele não passa pelos mesmos estudos clínicos do original, mas passa por experimentos que comprovam a sua bioequivalência.

Ou seja, garantia de que age igual. Bioequivalência é como provar que dois chefes de cozinha fazem o mesmo bolo com o mesmo sabor, usando a mesma receita. Aliás, um dos meus primeiros empregos como médico foi dar plantões pra uma empresa que fazia exatamente essa validação.

Basicamente ficávamos medindo a quantidade de substância que aparecia no sangue após a ingestão. A grande disparidade está no preço. Por não exigir investimentos em pesquisa e marketing, o genérico costuma ser mais barato.

Olha só, 70% dos brasileiros usam genéricos, mas só 30% confiam neles. Por quê? Será que o preço baixo diminui a confiança? Sabia que alguns genéricos são fabricados nas mesmas fábricas que os de marca? Mesma história que você já ouviu em roupas de marca. E o medicamento similar? Ele tem o mesmo princípio ativo e serve para o mesmo tratamento que o de referência, mas tem pequenas alterações.

A diferença é que ele tem o nome comercial e pode mudar de cor, forma ou excipientes. Mas atenção, só pode substituir os de referência se for considerado intercambiável pela Anvisa. Ou seja, se passou por testes que comprovam sua equivalência terapêutica.

Nesses casos, vem com a frase na bula. Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência. E agora a grande dúvida.

Será que o preço baixo compromete? Mas, ainda, muitas pessoas questionam se os genéricos são tão eficazes quanto os fármacos de marca. E a resposta é, teoricamente sim. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, exige testes rigorosos para garantir que o genérico tenha a mesma absorção e efeito do medicamento original.

A principal diferença pode estar nos excipientes, que são substâncias que compõem o produto farmacêutico além do princípio ativo, podendo afetar aspectos como sabor, dissolução, mas não deve afetar a eficácia. Mas segura essa bomba. O primeiro grande problema é que os testes de bioequivalência não avaliam o funcionamento do tratamento.

Eles não são aplicados em quem tem a doença e avaliam quantos pacientes melhoram como as análises clínicas do medicamento original. Eles são feitos apenas para avaliar o quanto que tem da substância estudada no sangue. Até aí tudo bem.

Seria mais ou menos como uma analogia. Se tem no sangue a mesma quantidade da substância original, teoricamente deve ter o mesmo resultado. Mas tem outro ponto.

Agora vou te contar algo que muitos farmacêuticos não revelam. Aquele teste de bioequivalência que garante que o genérico funcione igual ao da marca que eu falei, sabe? Ele é feito apenas uma vez na vida do medicamento. Sim, você ouviu certo.

Uma única avaliação no início e depois nada. Surpreendido? Isso explica porque às vezes você sente diferença entre os lotes do mesmo genérico. Isso significa que mesmo que um genérico ou similar que tenha sido aprovado no teste pode, se houver mudanças na qualidade da fabricação do medicamento, ter a sua eficácia alterada.

E mudança pode ser qualquer coisa. Pode ser a temperatura de um equipamento, o tempo de processamento de algum químico. Pode aumentar ou diminuir a potência desse fármaco.

Uma preocupação comum é com a variação entre lotes ou fabricantes. Como em qualquer produto, mais frequentemente pode haver variações pequenas, mas dentro de padrões aceitáveis. É como assar biscoitos em casa.

Mesmo usando a mesma receita, cada fornada pode ter pequenas diferenças de cor, textura. O importante é que o sabor e o efeito principal sejam os mesmos. A Anvisa não testa todos os lotes de medicamentos genéricos e nem dos de referência ou similares.

O controle de qualidade é feito pelo próprio fabricante. Ou seja, a reputação da empresa entra em jogo. Por isso, deve sempre levar em consideração a reputação do laboratório.

Além disso, para quem tem sensibilidade a certos recipientes, pode ser importante observar a composição e conversar com o médico sobre possíveis ajustes. Por exemplo, alguns genéricos podem causar alergia por causa de um recipiente e que o medicamento original não possui. Você acha besteira? Eu tenho uma paciente celíaca que começou a piorar ao trocar de versão do remédio.

Não sabíamos o que estava acontecendo até descobrir que a marca que ela passou a usar continha glúten. Parece absurdo, mas é super comum. Por isso, muita gente fica bem com o original e passa mal com o genérico ou similar.

Ou vice-versa. Mas acho que o ponto mais importante é o custo. O preço mais baixo dos genéricos não significa necessariamente menor qualidade, mas sim a ausência dos custos elevados de desenvolvimento e publicidade.

Isso torna os tratamentos mais acessíveis, beneficiando um número maior de pacientes. Vamos falar sobre os medicamentos de farmácia de manipulação, também conhecidos como magistrais. Para que uma farmácia possa atuar nesse segmento, ela precisa estar autorizada pela Anvisa local e pode ser fiscalizada a qualquer momento.

As substâncias ativas utilizadas devem vir acompanhadas de um certificado de análise. A farmácia é responsável por verificar laudos, a validade e as condições de armazenamento dos produtos. Algumas farmácias mais rigorosas realizam até mesmo suas próprias análises e enviam amostras para laboratórios terceirizados.

Embora esse tipo de farmácia possa estar mais suscetível a falhas, oferecem as vantagens, como criar fórmulas personalizadas e doses que não estão disponíveis no mercado. Além disso, é possível combinar substâncias que não se encontram juntas em um único produto e desenvolver formas farmacêuticas diferentes. Por isso, é fundamental escolher farmácias de manipulação confiáveis.

Aceitem indicações de pessoas que conhecem e confiam nesses estabelecimentos. No final, temos que levar em consideração muitas coisas para tomar essa decisão. Como fazer? Eu sei que pode parecer confuso escolher entre tantos remédios, mas estou aqui para ajudar.

Vou dar um raciocínio lógico para você seguir. Chegou o momento de revelar o método que desenvolvi após 20 anos de prática médica para escolher entre genéricos similares e medicamentos de marca. Chamo isso do método TEST, um acrônimo que vai mudar para sempre a forma como você compra seus remédios.

Primeiro T é tipo de doença, crítica ou comum. E de excipientes, verificar alérgenos. S de segurança do fabricante, ou seja, sua reputação.

T de tempo de uso, contínuo ou ocasional. E o E de economia real, considerar programas de desconto. Ao escolher uma droga, primeiro verifique se há um genérico ou similar intercambiável disponível.

Caso não exista, não tem opção. Utilize o de referência. Considere a gravidade da doença a ser tratada.

Para tratamentos críticos ou sensíveis, dê preferência ao fármaco de referência ou a um genérico de uma farmácia bem confiável. Imagine que você pode ter uma chance só e não pode desperdiçar. Para tratamentos comuns ou menos sensíveis, genéricos ou similares intercambiáveis são boas opções.

Considere também possíveis alergias e intolerâncias. Se tiver reações anteriores a genéricos ou similares, revise os ingredientes inativos e opte por aqueles que ofereçam melhor tolerabilidade individual. Compare os produtores, dando preferência àqueles com histórico confiável e presença consolidada no mercado.

Por fim, analise o custo. Se os medicamentos forem equivalentes em eficácia e tolerabilidade, escolha o mais acessível para garantir a adesão ao tratamento. E na dúvida, converse com seu médico.

Pergunte o que ele faria se o problema estivesse acontecendo com ele mesmo. Eu sei a minha resposta. Este método simples é o que eu uso com meus pacientes e nunca compartilhei publicamente antes.

Se você aplicar apenas isso, já estará tomando decisões melhores do que 90% das pessoas. Qual você acha mais confiável? Me conta lá embaixo. Então, qual escolher? Se há um genérico disponível de boa marca, ele é uma excelente opção.

Se o médico prescreveu um similar, também pode ser uma boa alternativa. Mas se houver sensibilidade específica ou necessidade de um medicamento com determinada formulação, a escolha deve ser individualizada. Se a doença for grave ou a situação for crítica, não arrisque, use a reputação do original.

Converse sempre com seu médico para esclarecer as dúvidas e tomar a melhor decisão para sua saúde. E se você quer entender mais sobre como preparar remédios caseiros para reduzir a má circulação que não serão vigiados pela Anvisa, assista a este meu vídeo completo em que eu detalho passo a passo. No próximo vídeo, eu revelo os 3 remédios naturais perigosos que podem piorar a sua saúde e muita gente usa sem saber.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.