O exercício físico não é prejudicial para o lipedema, mas requer cuidados para evitar crises inflamatórias. A abordagem deve considerar a fase da doença e ser o
Eu vou responder isso daqui a pouquinho. Inscreva-se no nosso canal, clica lá no sininho lá embaixo para receber as notificações dos próximos, e vamos lá!
Não, não faz, mas a gente tem que tomar alguns cuidados para não desencadear uma crise inflamatória do lipedema. Então, alguns exercícios podem ser melhores, outros exercícios podem ser piores, e a forma de realização tem que ser um pouquinho diferente.
E é importante também falar sobre o fortalecimento muscular, porque à medida que o tecido panícola de poso vai crescendo no lipedema, há também uma perda da massa magra, da massa muscular. Então, é preciso que haja sim um fortalecimento muscular.
Não estava fazendo nada e de repente entra uma musculação forte para ganhar massa muscular. Porque esse fortalecimento muscular, ele ocorre por lesões de fibras musculares. Essas fibras musculares, quando elas são lesadas no exercício físico, quando elas são recuperadas, elas são recuperadas de forma um pouquinho maior, melhor, mais forte.
Óbvio que há sempre uma prioridade, uma hierarquia de quais exercícios são melhores e piores, mas eu tenho paciente de lipedema que é alterofilista, está completamente controlada com isso, mas ela já é alterofilista.
Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou falar sobre exercício e lipedema. O lipedema é um assunto que, por si só, já me interessa muito, estudo demais o lipedema, e quando a gente associa com o exercício físico, fica mais interessante ainda. Então, como controlar a doença utilizando o exercício físico? Será que isso é possível? Eu vou responder isso daqui a pouquinho.
Inscreva-se no nosso canal, clica lá no sininho lá embaixo para receber as notificações dos próximos, e vamos lá! Então, o exercício físico faz mal para o lipedema? Não, não faz, mas a gente tem que tomar alguns cuidados para não desencadear uma crise inflamatória do lipedema. Então, alguns exercícios podem ser melhores, outros exercícios podem ser piores, e a forma de realização tem que ser um pouquinho diferente. Em primeiro lugar, quando a gente fala de lipedema, o lipedema pode estar em uma crise inflamatória ou não, pode estar em uma fase inicial, ou em uma fase mais tardia, ou estágio 1, ou estágio 4, e cada um vai ter um aspecto um pouquinho diferente de como tem que ser abordado o exercício físico, e por favor, converse com um médico especialista em lipedema antes de escolher o seu exercício preferido.
De uma forma geral, os exercícios na água, os exercícios aquáticos, eles são melhores para o lipedema por algumas razões. Em primeiro lugar, não tem impacto. Então, diminuindo o impacto, diminui pequenas lesões que podem causar ou desencadear um processo inflamatório, mas não é só por causa disso.
Quando o exercício é feito na água, é possível que a pressão exercida pela água e o toque da água na superfície da pele estimule o sistema linfático e melhore o retorno linfático. Então, numa piscina, uma pessoa de pé na piscina vai ter uma pressão sendo exercida nos seus pés muito maior essa pressão da água do que na região da cintura. E essa diferença de pressão faz o retorno linfático ser direcionado para cima, que é o fluxo correto.
Então, qualquer exercício na água, que pode ser um aquacycling, aquadjogging, pode ser hidroginástica, natação, qualquer coisa na água, vai ter um efeito muito melhor e benéfico para o lipedema do que outros exercícios. Mas isso não significa que outros exercícios não possam e não devam ser feitos. Em primeiro lugar, nunca deixe de fazer algo que você já está fazendo para fazer algo na água.
Você pode acrescentar, mas não deixe de fazer o que já está fazendo. Caminhadas podem ajudar, ioga pode ajudar, pilates pode ajudar, né? E é importante também falar sobre o fortalecimento muscular, porque à medida que o tecido panícola de poso vai crescendo no lipedema, há também uma perda da massa magra, da massa muscular. Então, é preciso que haja sim um fortalecimento muscular.
A questão é que esse fortalecimento muscular não pode ser muito rápido, não pode ser drástico, né? Não estava fazendo nada e de repente entra uma musculação forte para ganhar massa muscular. Porque esse fortalecimento muscular, ele ocorre por lesões de fibras musculares. Essas fibras musculares, quando elas são lesadas no exercício físico, quando elas são recuperadas, elas são recuperadas de forma um pouquinho maior, melhor, mais forte.
Então, o ganho muscular é sempre com a lesão microscópica das fibras musculares. A questão é que se você fizer muita lesão muscular em pouco tempo, você pode desencadear mais o processo inflamatório do lipedema e ter muito mais sintoma do que alguém que não tem. Então, em primeiro lugar, é necessário fazer a tonificação muscular e só depois passar para um fortalecimento muscular e de uma forma um pouquinho mais lenta do que quem não tem o lipedema.
Então, é possível sim fazer musculação, é possível sim fazer corrida, é possível fazer esteira, né? Óbvio que há sempre uma prioridade, uma hierarquia de quais exercícios são melhores e piores, mas eu tenho paciente de lipedema que é alterofilista, está completamente controlada com isso, mas ela já é alterofilista. Então, não faz sentido eu tirar algo que ela já faz para colocar um outro exercício. Ela teve uma vida toda de preparação para isso, né? Mesma coisa.
Eu tenho paciente maratonista com lipedema. Também teve uma vida toda de preparação para chegar nesse ponto. Não quer dizer que ela não possa fazer por causa do lipedema, quer dizer que ela já está preparada para fazer.
O que não pode é você teve o diagnóstico de lipedema ou tem a suspeita de lipedema e da noite para o dia resolve não, agora eu vou fazer musculação ou agora eu vou fazer corrida, vou passar direto para uma maratona, não. Isso tem que ser um processo lento e gradual acompanhado pelo seu médico de forma segura para que não tenha nenhuma lesão muscular, nenhuma lesão ortopédica, nenhum problema vascular e nenhuma piora do lipedema. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com suas amigas, clica também lá embaixo no sininho e até o próximo.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.