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Fertilização in vitro e má formação. Reprodução assistida.

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Fertilização in vitro e má formação. Reprodução assistida.

A fertilização in vitro (FIV) não aumenta o risco de má-formação congênita em comparação com a população geral. O procedimento simula uma fertilização natural,

Perguntas respondidas neste vídeo

O processo de fertilização in vitro, ele aumenta a chance de má-formações congênitas?

E a resposta é não, ele não aumenta a chance de má-formação congênita.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje eu vou responder uma pergunta que eu recebo muito por e-mail, pelo site e até em consultas médicas. O processo de fertilização in vitro, ele aumenta a chance de má-formações congênitas? E a resposta é não, ele não aumenta a chance de má-formação congênita. Por quê? Porque o tratamento, ele é realizado estimulando-se a ovulação, retirando-se esses óvulos e fazendo a fertilização desses óvulos com o espermatozoide do companheiro. Então, é como se fosse uma fertilização natural, porque o que vai acontecer é como se fosse uma fertilização natural daquele óvulo, com aquela célula alvariana, com aquele espermatozoide. Não aumenta a incidência de alterações congênitas, porque ela é igual à da população em geral para aquela fachetária. O que ocorre é que casais que já têm conhecimento de alguma doença na família, alguma má-formação congênita, alguma doença um pouco mais grave e genética na família e já têm o conhecimento disso, o que pode ser realizado é uma biópsia de uma célula desse embrião formado para pesquisa de determinadas doenças. Para evitar que esse embrião, para evitar que o embrião a ser plantado no útero tenha alguma alteração genética, mas dar fertilização in vitro do processo do tratamento aumentar essas alterações não ocorre. Se você gostou do nosso vídeo, inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sino de notificação para receber mais vídeos. Se inscreva no nosso canal, dê o seu like e ative o sino de notificação para receber mais vídeos.

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.