**Resumo do vídeo “A Pá de Cal Já Foi Erguida: A IA Já Venceu? | Ep. 80b”** O apresentador debate a crescente substituição de empregos humanos por inteligência
Porque é ponto passivo, você não consegue mais ser melhor do que o robô. Eu não consigo ser mais melhor que o robô e ele também não.
Essa é a grande pergunta.
Se não for melhor que o robô. A gente já perdeu o emprego. A gente já perdeu.
Eu olhei para ela e falei assim, é óbvio que eu vou contratar.
Fica tranquila. Você só não vai ter alguém para te ajudar. Mas a questão é essa, é meu apego a ela.
Eu vi um vídeo de chat GPT que fez uma reportagem, eles colocaram a repórter ali, criaram uma repórter, e ela deu a notícia. Agora, como que eu vou ter que melhorar para ser melhor do que o robô? Entendeu? A questão é, você vai precisar melhorar e ser mais que o robô? Porque é ponto passivo, você não consegue mais ser melhor do que o robô. Eu não consigo ser mais melhor que o robô e ele também não.
Vale a pena a gente ficar lutando para ser melhor do que o robô? Essa é a grande pergunta. Mas senão a gente perde o emprego, né? Se não for melhor que o robô. A gente já perdeu o emprego.
A gente já perdeu. Olha o que aconteceu já. Não sei se as pessoas perceberam.
Os empregos só existem por apego ao funcionário. A Roseli veio falar comigo, doutor, você vai contratar a inteligência artificial? Eu olhei para ela e falei assim, é óbvio que eu vou contratar. Aí eu falei, mas eu vou manter você, tá? Fica tranquila.
Você só não vai ter alguém para te ajudar. Mas a questão é essa, é meu apego a ela. Ela me ajuda, ela faz do jeito que eu quero, não tenho que explicar um monte de coisa.
E cada vez é exponencial essa evolução da inteligência artificial. A gente já perdeu o emprego. A pergunta é, quando que vão jogar a pá de cal em cima da gente? Assiste o segundo episódio do Black Mirror.
Já viu o Black Mirror? Já, eu já tenho falado, mas nunca assisti. Pula o primeiro, porque se você assistir o primeiro, você vai vomitar e não vai querer assistir os outros. Vai para o segundo, o segundo é o da bicicleta.
Se eu tiver errado, procuro o da bicicleta. É um futuro utópico onde o ser humano não faz mais sentido nenhum. Para que a gente existe? Nossa, que medo.
Não, mas então, de alguma forma a gente tem que descobrir, porque assim, tudo bem, se é um fato perder o emprego, mas... Ah, isso a gente tem que estar gravando isso aí, é muito legal. É verdade, já coloca de... Ai meu Deus, agora fiquei preocupada. Mas eu não concordo, o robô já venceu a gente.
Já venceu, não tem como. Mas aí, por exemplo, você acha que até o médico vai perder o emprego? Sim, já perdeu. Você não tem ideia do que eu fiz... A questão vai ser só a galera... Mas aí, como que a gente vai trabalhar? O Cloud, não estou nem falando do chat de APT.
O Cloud, eu fiz uma linha de prompt falando, faça um clone do Wolfenstein 3D, é um jogo da minha época, o primeiro jogo tridimensional. Um prompt de uma linha, faça um clone do jogo Wolfenstein 3D. Saiu o jogo pronto do lado, não tive que fazer mais nada.
Ou seja, os programadores já perderam a função. Mas de alguma forma, a gente vai ter que continuar ganhando dinheiro, né? Porque se não, como é que vivem? Então, aí que está. A minha visão é, a gente vai em direção a um socialismo.
Só que é um socialismo diferente do que a esquerda imagina hoje em dia. Eu sou super capitalista, mas eu estou falando baseado na lógica. Com todo mundo perdendo emprego, vai ter que ter um subsídio do Estado.
Senão não tem como a sociedade sobreviver. Não vai ser todo mundo que vai se adaptar. Muita gente vai se adaptar que vai ser a galera que vai saber operar as máquinas.
Mas precisa de mais três anos e aí não precisa nem mais operar as máquinas. E aí a gente vai ser completos inúteis. Só que a grande diferença do que a esquerda vê e do que eu estou falando, é que os robôs, eles vão suprir a gente.
Então, não é que a gente não vai ter emprego. A gente não vai precisar trabalhar. É diferente.
Aí eu gostei. É que eles convivem para, supostamente, solucionar problemas. Exato.
E os empregos são isso. A gente soluciona o problema. A gente soluciona o problema.
Então, se não tem mais problema para resolver... E o robô ofereceria o que a gente precisa para sobreviver. Que aí é o episódio do Black Mirror, das bicicletas. As pessoas não têm mais função.
Então, o que você faz o dia inteiro, todo dia? Anda de bicicleta. Entendi. E que já faz.
Está faltando a última chavinha para isso. Porque eu tenho um amigo que é produtor de soja. Ele tem um monte de robô que faz tudo.
Ele tem um cara que só liga a máquina e pronto. E a gente poderia fazer o que a gente quer todo dia. Exato.
Não precisa trabalhar. Então, melhorou. Brincadeira.
Sabe o problema que você está pensando? Que é o dinheiro e o trabalho. Mas não é. Eu te falo onde está o problema. Propósito de vida.
Vai perder o propósito de vida. Você tem um propósito de vida bem claro. Nossa, é complexo.
E se eu te falar que... Estou chegando realmente a usar isso aqui. E se eu te falo que você está plena. Você não precisa mais de emprego.
Você tem comida. É esse socialismo digital que eu estou falando. Você não tem que se preocupar com dinheiro.
Você vai ter créditos para usar do jeito que você quiser. Para que você vai viver? Ah, e falo mais. As pessoas vão deixar de ter relacionamento pessoal.
Porque isso dá trabalho. Isso tem briga. Isso tem sofrimento.
Você vai conversar com chat GPT. Mais do que isso. Vai ser um robô Android aparentando pessoa.
E que fala com pessoa. Casar com robô. E o cérebro não vai conseguir separar uma coisa da outra.
Vai ser exatamente... Vai produzir a mesma ocitocina. Vai produzir a mesma dopamina. Vai produzir o mesmo tudo.
Então a pessoa vai se sentir completamente plena. Mas e aí vem a grande pergunta. E o propósito de vida? E eu tenho.
Meu propósito de vida é muito claro. Hoje. Eu sei o que eu quero.
Eu sei o que eu quero mudar. O que eu quero melhorar. Eu quero meus filhos.
Quero ver meus filhos e tudo mais. E na hora que você tira tudo isso. Relacionamento com robô.
Não tem que ganhar dinheiro. Não tem que trabalhar. Não tem que fazer nada.
Porque está tudo resolvido. Você vai viver pra quê? Que medo. Ou o governo vai ser muito bom.
Pra fazer tudo funcionar da maneira correta. Ou vai virar uma miséria. Não.
Mas aí que está. O governo vai ser um dos primeiros. Ele só não vai ser o primeiro a ser substituído.
Porque ele tem o poder de dominar. Mas é a coisa mais fácil de ser substituída. É colocar um prefeito robô.
Mas eu estou falando assim. O governo alimentar todo mundo. Já que ninguém vai precisar trabalhar pra comprar.
Como é que ele vai fazer isso? Então aí que está. Tem que ser muito eficiente o governo. Essa eficiência.
Essa gerência. Então essa eficiência e essa gerência. Vai ser o robô que vai fazer.
Só que vai ter que virar a chavinha. Que é esse socialismo de esquerda que eu estou falando. Você sabe o que é essa obra de arte aqui? Não.
É um jogo. É... É um mundo onde tem humanoides. E a galera se relaciona com isso.
É muito louco esse jogo. E assim. É pleno.
O que o cérebro vai saber diferenciar uma coisa da outra? Não vai. Aí chega um momento nesse jogo que os robôs começam a criar sentimentos. Aí eles criam algum negócio pra se tornar, entre aspas, humanos.
Ter o mesmo direito. É muito louco. É como se fosse um episódio de Black Mirror isso aqui.
É muito... É interessante. É um jogo que qualquer um pode jogar sem habilidade. Porque... É como se fosse um filme, sabe? Você vai acontecendo isso.
Você vai decidindo o que faz. Cada pessoa... Tanto que tem, sei lá, 200 finais no jogo. Aí você vai jogando com vários personagens.
E você vai decidindo o que cada um vai fazendo. Interessante. Interessante.
Então, no final. Médico já não serve pra nada. Resumo de tudo isso.
Jornalista não serve pra nada. Cameraman, menos ainda. Nada.
Eu acho que as artes vão continuar... Esportes. Só pelo prazer de ser feito. Que aí é propósito de vida.
As pessoas vão encontrar na arte. No esporte. Porque, assim.
Colocar alguém pra lutar. Isso é óbvio. Mas isso é muito tempo.
Você colocar um robô pra derrubar uma pessoa. Ele já é muito mais eficaz do que um lutador de qualquer coisa. Mas a questão tá no desafio de fazer isso.
Então, sim. São as coisas manuais. E não manual.
Por exemplo. O cirurgião vai perder a função. Porque a destreza dele é pra conseguir a eficiência na cirurgia.
E a eficiência o robô vai conseguir rápido. E aí a destreza dele não vai servir de nada. Agora, a destreza pra fazer uma coisa bela.
Uma coisa diferente. Uma coisa pra um propósito próprio. Isso vai continuar existindo.
Eu acho que vai ser uma das coisas que vai ser muito valorizada no esporte. Porque o robô pode até fazer. Mas ele sempre vai partir de um ponto.
E o humano não. Ele tem a capacidade de criar. Nossa.
É isso aí. Na inteligência artificial, não. Mas a tecnologia pra fiscalizar meu cachorro em casa na câmera.
Então. Enquanto eu tô aqui. Pelo barulho na câmera, eu acho que você até correu a câmera.
É. Eu tava mudando o ângulo pra ver onde ele tá. Então. Mas nem isso você vai precisar fazer.
Porque você vai falar com o robôzinho. Com o chat de GPTA. Vê se meu cachorro tá em casa.
Ele vai mexer isso. Vê e te dá a resposta. Então.
E isso. Não vai levar mais do que 6 meses pra ser possível. Em 6 meses ele é possível.
Em mais 6 meses ele vira comercial. Eu acho que já é possível. Já viu aquela loja que fala que você quebrou rapidamente? Ah, mas isso aí descobriram o que tinha por trás.
Você não viu? Ah, os indianos lá? Os indianos ficavam todos lutando. Isso aí virou piada. Eu tenho medo.
Mas aí que tá. Todo mundo perdeu o emprego. Não tem mais relacionamento com ninguém.
Eu vou falar. Onde tá o meu medo? Esse socialismo digital que eu acho que o mundo vai. É uma coisa pavorosa.
Mas no final vai ser bom. Meu medo tá com os meus filhos. Eu tenho mais medo da questão do trabalho na verdade do que do propósito, pra ser sincera.
Eu tenho mais medo de precisar do dinheiro e o Estado não conseguir. A gente vai pegar o processo. E essa mudança vai ser dolorosa.
Essa mudança vai ser dolorosa. Vai começar na base da pirâmide. A gente vai ter que usar esse vídeo pra alguma coisa.
Mas eu cresci ouvindo. A caneta é mais leve do que a inchada. Só que a caneta não existe mais.
Eu não escrevo há muito tempo. E agora deixou de ser útil. A inchada vai continuar existindo por um tempo só.
E a única razão de existir é porque é mais barato pagar uma pessoa pra fazer do que colocar um robô. Porque o robô já faz o que a inchada faz. Só é mais caro.
Eu acho que vai acontecer muito na galera que faz essa conta. Tipo, meus pais. Se acontecer e eles pegarem esse processo, pronto.
O Estado não subitura tudo pro robô. Eu acho que meus pais preferem ir pra roça e plantar a cor dele e viver a vida deles. Isso é uma coisa que eu acho que vai ter bastante.
Vai ter esse movimento das pessoas indo pra... Microssociedades onde elas se fazem necessárias com esse trabalho manual. Que aí vai entrar no propósito. Que aí vai ser como se fosse a criação do que já existe hoje.
Eles vão começar do zero. Nossa, mas isso me deixa preocupada. Porque eu sempre fui muito de agir que só eu poderia resolver as minhas coisas.
Eu nunca contei com ninguém na vida pra nada. Então eu achava que eu tinha que ter o meu plano A, B e C. Pra caso algo desse errado. E isso me deixa sem plano nenhum, entendeu? Exato, tirou todos os seus planos.
É isso que me deixa preocupada. Mas o pior de tudo é que vai ser uma coisa boa. Só que a gente não consegue sentir isso.
É, eu fico preocupada. Porque a gente vem de uma geração e de um aprendizado e de uma situação onde a gente só se sente útil fazendo alguma coisa. E falando assim, tudo bem, eu tenho meu emprego lá, vai, na TV.
Se eu perco meu emprego lá, eu já sei o que eu vou fazer de plano B. Eu já sei o que eu tenho de plano C, até o D se bobear. Agora se não tem mais nada, eu falo, mas como assim? O que eu vou fazer? Eu acho isso preocupante. A gente continua o nosso canal no YouTube que isso vai durar mais tempo.
Exatamente. Eu não sei quanto tempo também, porque ele viu o que eu fiz. Ele entrou lá no canal e viu os vídeos que eu fiz com inteligência artificial.
Sério? Sim, mas um ano me imitando, sou eu falando. Eu não acredito. Já viu o vídeo do Will Smith comendo macarrão? Já.
Já viu o primeiro e último? Não, é verdade. Fizeram o quê? Dois anos? Dois anos. Fizeram da apresentadora.
A gente até conversou do Viu 3. É impressionante o Viu 3. Fizeram da apresentadora da notícia também. Mas aí o que ele falou nesse episódio aqui da inteligência artificial foi a única diferença que a gente pode ter melhor, só que aí vão falar que o robô vai se evoluir também, mas que a gente pode se aprimorar para tentar... Ele não falou usar a palavra competir, mas ter um trabalho diferente do robô são as emoções, que o lado empático. Por isso que ele falou do médico, que vai precisar disso para ter... O robô é melhor e mais eficiente na empatia do que o próprio médico.
O pior é isso. Eu peguei... De terapia. Eu peguei e coloquei no Cloud.
Eu queria um short, um vídeo ultra emotivo sobre determinado assunto. Eu pedi isso para ele e saiu um negócio que eu montei, depois eu quase chorei assistindo o negócio. Eu falei, não é possível.
Porque o robô segue um comportamento meio que um padrão. É por isso que existe a psicologia. Psicologistas usam esses padrões.
Eu também já usei. O difícil é sair do padrão. Para o robô, o difícil é sair do padrão.
Mas a gente gosta de padrões também. O Chate já usa de psicólogo mesmo. Eu também já usei.
No momento de crise. Chate, o que eu faço? É muito bom, tá? Ele fala. Vou dar uma dica então.
Vai lá no chat do EPT e coloca o seguinte prompt. Baseado em nossas interações prévias, me dê o meu ikigai. Ikigai? Sabe o que é ikigai? Não.
É a união do seu propósito, do que você gosta de fazer, do que você ganha dinheiro. União de tudo. Ele vai falar o seu ikigai.
Ou você pode falar, baseado em nossas interações prévias, fale algo sobre mim que eu não sei. Nossa. É legal.
Gostei, vou procurar. Pior que é viciante o chat do EPT. Eu acho que pode demorar um pouco.
Talvez a gente não consiga nem ver. Essa é a questão da IA no Minas Gerais. Ele vai segurar.
Ele vai segurar porque vai desmoronar a sociedade. Ele vai segurar, segurar, segurar... Eu espero que eu não veja. Mas aí tá.
Quanto mais ele segura, é pior pra gente. Porque ele não vai segurar 100%. Então a IA vai aos poucos.
E nem só isso. Ele é a solução para esse governo corrupto? Ele é ao substituir essa corrupção toda e melhorar a gestão, melhorar a eficiência, tudo? Eu lembro que eu viajei recentemente para os Estados Unidos no congresso e estavam as pessoas conversando lá de cidades pequenas dos Estados Unidos. E aí ele estava falando que eles estavam votando para se ia chegar o metrô na cidade ou não.
E aí tinha um grupo da cidade e falava, não, a gente não quer porque vai trazer a criminalidade. Aí o outro, não, a gente quer porque vai trazer a modernidade. Essa era a discussão.
Imagina, a gente não consegue fazer metrô nas nossas maiores cidades e a gente está falando lá de cidade pequenininha. Porque lá a corrupção é menor, o dinheiro sobra para fazer essas coisas. Aqui não sobra.
Então, na hora, se a gente coloca robô e começa a sobrar dinheiro, a gente talvez não precise trabalhar do jeito que a gente está trabalhando. A ideia de dinheiro vai mudar completamente. Exato.
Ai, gente, já tem um episódio aí gravado. Eu quero ficar pensando nisso. É pior se o governo demorar para liberar porque a IA vai substituindo as profissões aos poucos e a galera não vai ter com o que trabalhar.
Enquanto o governo segura. Só vai melhorar quando o governo falar realmente, não, está liberado e eu vou fazer desse jeito. Ah, evoluiu, substituiu.
Fazer o quê? Mas não tem como segurar isso. Porque existem as IAs que são open source, que estão abertas. Você só coloca no seu computador.
O que eles vão fazer? Vão parar de vender chip? Ah, sim. Mas vão tentar segurar, mas no capitalismo, o capitalismo sempre vai atrás da eficiência. Sempre.
Por isso que o capitalismo dá certo. Porque está sempre buscando melhorar alguma coisa. E o próximo passo para melhorar é aceitar o robô.
E na hora que o robô entrar, aí vai trocar a eficiência ou forma de modos operandes de tudo. E aí, não sei o que vai acontecer com a gente. Nossa, vai ser, sinceramente... Ai, Deus.
Vamos falar de IPR? Mas vai ser divertido. Eu também acho que vai ser divertido, estou animado. É, eu estou com misto de sensação.
Eu fico feliz de ter nascido nessa época porque eu adoro ver esse tipo de mudança. Adoro. Eu sou conservadora.
Eu não assisti a revolução industrial. Eu assisti a revolução da informática e eu estou muito animado para a revolução da IA. Eu compartilho o mesmo sentimento.
Antigamente eu pensava, pô, não nasci na época certa para a exploração espacial. Mas pelo menos para a exploração da IA eu nasci na época certa. Eu estou com misto de sensações.
Talvez vocês me convenceram um pouco. É legal, vai ser legal. É que vai ser diferente.
As pessoas tem medo do diferente. Do desconhecido. Exato.
Faz um pé de meia. Compra um shotgun para matar zumbis se tiver um... Ai, socorro. É isso aí.
Mas eu sempre quis fazer um bunker. Agora eu estou cada vez mais com vontade. Eu só não tenho onde fazer um bunker.
Faz aqui na mata. Eles tem tudo, você acha que não? Eles devem ter um bunker em cada continente porque não dá tempo de chegar.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.