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Esteatose hepática_ causas, sintomas e tratamento

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Esteatose hepática_ causas, sintomas e tratamento

A esteatose hepática (gordura no fígado) pode ocorrer tanto em pessoas com obesidade quanto em indivíduos com peso normal, sendo frequentemente associada ao acú

Perguntas respondidas neste vídeo

Mas ela começa a sentir algum sintoma que faz com que ela procure o médico?

Muito frequentemente é assintomático, mas um exame médico básico, um exame físico, o médico vai avaliar a circunferência abdominal, que é o que a gente chama de obesidade visceral. Então, às vezes, a pessoa está com peso e altura normal, ou seja, não está obeso, mas vai lá e vê a circunferência abdominal com a fita.

Ah, podemos fazer bem a impedância do corpo inteiro?

Podemos, e podemos ver isso para esses exames. Mas está acessível a todo mundo, está acessível nas unidades básicas de saúde. Uma fita já tem critérios de excesso de obesidade visceral.

Então, se você tem 1,60, não deveria passar 80 centímetros, né?

São, assim, o que trazem os estudos. Então, é claro, você pode lançar mão dessa investigação com exames.

Existem, vão mostrar, né?

Tudo, ressonância, tomografia, densitometria, tudo de corpo inteiro. A gente pode fazer essa avaliação de corpo inteiro. Vai mostrar essa gordura visceral.

Legal, vale até o alerta para a própria pessoa, né?

Que estiver ali com uma dúvida, consegue já ver, mais ou menos, em casa. Consegue ter uma noção em casa, é.

Transcrição completa do vídeo

Existem duas situações. A obesidade está associada a esteatose, mas existe a esteatose sem a obesidade. Quando a pessoa tem aquela obesidade visceral, quando a gente está falando que não tem outras causas, por bebida alcoólica, gordura no fígado, por causas de alimentação e maus hábitos.

Então, às vezes, a pessoa tem esteatose porque tem aquela gordura visceral aumentada. Você calcula o IMC, que é o índice de massa corporal, e dá obesidade, às vezes o sobrepeso, mas já tem gordura no fígado, esteatose, e as consequências dela vão ser as mesmas para quem tem excesso de peso, que é isso, cirrose e até câncer de fígado. Então, o tratamento passa pelo estilo de vida também, dieta, alimentação saudável.

Existem medicações, mas o foco em todas as diretrizes é perda de peso, perda dessa gordura visceral, mudança do padrão alimentar e atividade física. Tá aí, justamente, a gente citou essa questão da gordura no fígado porque é importante a pessoa entender realmente como está sendo tudo que está fazendo. Não só a questão visual, porque, às vezes, visualmente, a pessoa é uma pessoa magra, mas tem essa questão de estar pecando em outros aspectos.

E o diagnóstico, você me perguntou, acabei não falando, é por ultrassonografia. Um exame simples, de fácil acesso, faz a ultrassonografia do fígado e a gente sabe, consegue ver que está com sobrecarga de gordura. E aí, a conduta, o médico vai determinar, de acordo com a condição, a possível causa.

E, na grande maioria das vezes, está associada a excesso de peso, excesso de gordura visceral, às vezes, não necessariamente o peso corporal total. E, nesse caso, quando não está visível, a pessoa, para fazer um exame de imagem, ela precisa ter alguma recomendação, ali, médica, né? Mas ela começa a sentir algum sintoma que faz com que ela procure o médico? Muito frequentemente é assintomático, mas um exame médico básico, um exame físico, o médico vai avaliar a circunferência abdominal, que é o que a gente chama de obesidade visceral. Então, às vezes, a pessoa está com peso e altura normal, ou seja, não está obeso, mas vai lá e vê a circunferência abdominal com a fita.

Veja como é simples. Ah, podemos fazer bem a impedância do corpo inteiro? Podemos, e podemos ver isso para esses exames. Mas está acessível a todo mundo, está acessível nas unidades básicas de saúde.

Uma fita já tem critérios de excesso de obesidade visceral. De forma bem prática, a circunferência abdominal não deveria passar metade da sua altura. Então, se você tem 1,60, não deveria passar 80 centímetros, né? São, assim, o que trazem os estudos.

Então, é claro, você pode lançar mão dessa investigação com exames. Existem, vão mostrar, né? Tudo, ressonância, tomografia, densitometria, tudo de corpo inteiro. A gente pode fazer essa avaliação de corpo inteiro.

Vai mostrar essa gordura visceral. Mas só de você ver a circunferência abdominal aumentada em um exame simples, a gente já consegue imaginar que essa pessoa tem essa gordura visceral. E, pensando que tem a gordura visceral, você já pede um ultrassom que está meio simples, de fácil acesso, e consegue detectar essa gordura no fígado, esteatose, e começar o tratamento.

Legal, vale até o alerta para a própria pessoa, né? Que estiver ali com uma dúvida, consegue já ver, mais ou menos, em casa. Consegue ter uma noção em casa, é. Aí já chega no médico, já, né? É, já preparado. É, já preparado para o que vem pela frente.

Bom, agora falando sobre o que vem pela frente, que são as dietas, né? Importante a gente explicar primeiro o que é dieta, né? Não é só essa questão de aquelas que a gente citou no começo, né? Algo maluco ali, que a pessoa precisa deixar de comer tudo, tem regra para tudo, não pode comer nada. Doutora, o que é uma dieta? Dieta é o conjunto de hábitos alimentares da pessoa, né? Ficou tão associado com restrição, né? Mas aí, quando a gente está fazendo restrição, a dieta é restritiva. Mas qualquer padrão alimentar é a dieta, né? Pode ser uma dieta normal, normocalórica, até uma dieta hipercalórica, né? Existem pessoas que precisam, né? Um ganho de peso, que é com excesso de calorias.

Então, dieta não necessariamente é aquela restritiva que a gente está acostumado. Inclusive, quando a gente tem hábitos saudáveis, eu, inclusive, recebo essa crítica. Pessoal, mas vive de dieta? Olha lá, eu não vivo de dieta, é meu hábito de vida.

É assim, não é que... é a minha dieta. Não é que eu estou vivendo em restrição, não. É um padrão alimentar equilibrado.

Então, dieta é isso, é o que a pessoa se alimenta e, é claro, o mais equilibrado possível que seria o ideal.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.