A aterosclerose é um processo inflamatório crônico que forma placas (compostas de gordura e cálcio) nas artérias, obstruindo o fluxo sanguíneo e podendo levar a
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Nós vamos desvendar o mistério por trás das artérias entupidas e mostrar como virar o jogo a seu favor. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e ajudo pessoas com problemas circulatórios a entenderem o seu problema e melhorarem a qualidade de vida.
É quando alguma coisa, mais frequentemente, uma placa de aterosclerose acaba fechando esse vaso.
Pode sim, se você apertar uma artéria, você vai acabar causando uma isquemia. Se você fizer um garrote no braço, você vai causar uma isquemia na mão. Não precisa ser essa placa aterosclerótica, mas eu falo da aterosclerose porque ela é a doença mais comum que acaba levando a obstrução crônica muitas vezes mais no final da vida.
Apesar dela ser causada por inflamação, é uma inflamação de baixo grau que a gente não consegue sentir. Então, a gente não consegue palpar essa artéria e causar uma dor naquele local por causa da placa.
Muitas vezes essa placa não é o suficiente para ser necessário fazer uma cirurgia ou desobstruir naquele local, mas já é um indicativo de que a aterosclerose já está progredindo no seu corpo. E, portanto, você tem aquela inflamação crônica de baixo grau, muito embora ainda não tenha os sintomas disso aí.
Você sabia que suas artérias podem estar entupidas agora, nesse momento, e você nem sabe? Nós vamos desvendar o mistério por trás das artérias entupidas e mostrar como virar o jogo a seu favor. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e ajudo pessoas com problemas circulatórios a entenderem o seu problema e melhorarem a qualidade de vida. Então, para entender o que são as artérias entupidas, a gente tem que primeiro entender o que são as artérias. As artérias são aqueles canos que acabam levando o sangue oxigenado para os órgãos e periferia, e as veias são aquelas que trazem de volta. Então, as artérias saem do coração, elas têm a parede mais grossa por causa da pressão mais alta que elas são submetidas, elas pulsam e elas levam o sangue oxigenado. Se tiver uma obstrução numa artéria, se tiver uma oclusão, ou se tiver a diminuição do fluxo, o tecido que está recebendo menos oxigênio vai entrar em isquemia. Essa isquemia tem vários graus, pode ser uma isquemia pequenininha, e aí ele ainda consegue produzir energia e funcionar com uma certa limitação, mas ainda consegue, ou pode ser uma isquemia muito grave e que acaba causando a morte desse tecido. Então, vamos entrar nessa corrente do bem, compartilha o link desse vídeo com quem você acha que pode se beneficiar. Então, o que é um entupimento arterial? É quando alguma coisa, mais frequentemente, uma placa de aterosclerose acaba fechando esse vaso. Ah, mas pode ser outra coisa? Pode sim, se você apertar uma artéria, você vai acabar causando uma isquemia. Se você fizer um garrote no braço, você vai causar uma isquemia na mão. Não precisa ser essa placa aterosclerótica, mas eu falo da aterosclerose porque ela é a doença mais comum que acaba levando a obstrução crônica muitas vezes mais no final da vida. Só que ela não acontece no final da vida, ela começa já quando a gente é jovem. Por isso, esse vídeo é importante para todo mundo. Então, essas placas ateroscleróticas são placas com acúmulo de gordura, com acúmulo de cálcio também, dependendo do tipo, às vezes ela é uma placa mais mole ou uma placa mais dura, mas ela acontece por causa da inflamação e dano na parede endotelial dos vasos. E ela vai crescendo e progredindo lentamente. É uma questão de décadas, não é uma questão de semanas. E ela acomete todas as artérias do nosso organismo. Então, quando você vai no médico, faz algum exame e que mostra que tem uma plaquinha de cálcio em alguma artéria do corpo, tem a certeza absoluta que tem outras artérias também acometidas. Mas a questão é que a gente não precisa se preocupar com todas as artérias individualmente. A gente tem que ver o corpo como um todo. Algumas artérias individualmente são extremamente importantes. Então, por exemplo, a artéria carótida que leva o sangue para o cérebro é um ponto crítico, porque se tiver uma placa ou uma obstrução ou uma placa que se fragmenta e vai para o cérebro, vai causar um derrame, um AVC. Uma outra artéria coronária são as artérias que irrigam o coração. Se tiver uma obstrução ali e o coração parar de funcionar, pronto, acabou. Agora, quando a gente está falando de outras artérias, por exemplo, uma artéria distal, uma artéria que vai para a pontinha do dedo, às vezes uma obstrução pode não ser o suficiente para causar sintomas exagerados. Pode causar uma claudicação nas pernas, pode causar uma dor. Então, aquele paciente que caminha, mas tem que parar por causa da dor. Quando tem uma placa, a doença não é a placa. A placa é o que pode estar causando o sintoma ali. A doença é a aterosclerose. E a aterosclerose está acontecendo no corpo inteiro como um todo. Agora, essa placa aterosclerótica, ela não dói. Então, uma coisa que eu sempre recebo nos comentários dos meus outros vídeos sobre placa de aterosclerose é: Ah, eu estou sentindo uma dor. Será que é uma placa que placa não dói? Apesar dela ser causada por inflamação, é uma inflamação de baixo grau que a gente não consegue sentir. Então, a gente não consegue palpar essa artéria e causar uma dor naquele local por causa da placa. Agora, tem casos exagerados que tem tanto cálcio nessa artéria que se a gente palpar, a gente sente até como se fosse uma traqueia de passarinho. É assim que está descrito nos livros de medicina. Mas a questão é, como a placa não causa sintoma no local, muitas vezes ela só vai causagem sintoma tarde à mente. Então, ela pode ser um achado de exame. Você vai no médico para investigar qualquer outra coisa e aí faz um raio-x, faz um ultrassom e aí aparece a placa aterosclerótica. E aí, o que fazer com essa informação? Muitas vezes essa placa não é o suficiente para ser necessário fazer uma cirurgia ou desobstruir naquele local, mas já é um indicativo de que a aterosclerose já está progredindo no seu corpo. E, portanto, você tem aquela inflamação crônica de baixo grau, muito embora ainda não tenha os sintomas disso aí. Se você fez um exame, encontrou uma placa e essa placa não traz sintoma, considere-se um afortunado. Você está sendo avisado pelo exame de que você tenha a aterosclerose, tenha a inflamação crônica de baixo grau e você pode agir cedo, se você levar isso a sério. E, agindo cedo, você pode prevenir a progressão dessa doença. Agora, vamos imaginar que essa placa obstruiu uma artéria, uma artéria da perna. Essa artéria leva o sangue oxigenado, sangue quentinho para os membros inferiores, para os pés. Se eu tiver uma obstrução disso, aquele sangue quentinho não vai chegar. Nunca é tarde demais. Todos acabam sendo feitiços estranhos de alguém. Mãe, o que houve com a sua pele está azul e uma pedra de gelo. Isso pode ser uma doença grave. Romera, ela precisa de um médico. O que vai acontecer? Vai diminuir a temperatura dessa perna, desse pé. Então, causa a claudicação, a dor esquêmica, causa a diminuição da temperatura, vai diminuir os pelos. Então, diminui a pilificação, porque o corpo se tem pouco oxigênio, ele não vai usar isso oxigênio para produzir pelo. Pelo não é tão importante assim, é mais importante manter a perna viva. Mesma coisa com a unha, quem tem uma obstrução arterial cronicamente, essa unha fica frágil, quebradiça. Às vezes, se tem obstrução de uma perna e não da outra, a unha pode crescer em velocidades diferentes. Essa que está obstruída cresce muito mais lentamente do que a que está chegando sangue. Isso pode levar também à formação de feridas, úlceras, gangrena, e no final, obviamente, acaba levando a amputação. Então, por isso que o assunto que eu estou falando aqui é extremamente importante para todo mundo. Então, quais são os fatores de risco para a placa aterosclerótica? Então, a gente vai falar como desentupir as artérias, mas antes eu preciso falar quais são os fatores de risco. O primeiro deles é a idade. E esse é um fator de risco que a gente não consegue mudar, porque basta estar vivo, meu avô dizia que a alternativa é pior. Então, como que a gente não fica mais velho? Só morrendo. E aí, com a idade, causam essas alterações da parede vascular que acabam levando à calcificação. Agora, a genética também é muito importante. Se você tem na família alguém que tem aterosclerose, principalmente de primeiro grau, pai e mãe, ou se teve AVC, infarto, derrame, gangrena, qualquer uma dessas doenças da aterosclerose, obviamente, a sua chance de ter isso também é mais alta. A quantidade de colesterol ruim no sangue também é um fator de risco. É importante a gente levar em consideração que o HDL é o colesterol bom e o LDL é o colesterol ruim. Então, principalmente o desequilíbrio disso, pouco colesterol bom, muito colesterol ruim, vai causar mais dano na parede arterial. Se tem bastante colesterol bom e tem bastante colesterol ruim, o impacto não vai ser tão grande assim. Então, a gente tem que entender isso antes de sair culpando o colesterol. Na verdade, é desequilíbrio nessa proporção. A hipertensão arterial, a pressão alta também causa dano na parede vascular. Por várias razões, eu tenho um vídeo inteiro falando sobre isso aqui no canal. Tem várias teorias também. Mas o que se sabe é que ela é um fator de risco bem conhecido para a calcificação da parede arterial e formação de placa de ateroma. Agora, o tabagismo. O tabagismo é, sem sombra de dúvidas, o pior de todos. Aumenta drasticamente a quantidade de amputação necessária de claudicação, de risco cardiovascular. Tem centenas de substâncias dentro do cigarro. Muitas delas são prooxidativas. Muitas delas causam a inflamação na parede vascular e dano endotelial. A diabetes também é uma outra doença, mas que aumenta o risco de aterosclerose. Eu já digo que quem tem diabetes já tem aterosclerose. O que pode acontecer é que não está vendo ainda, mas aterosclerose já está acontecendo. Então, principalmente, se você tem diabetes, você tem que estar extremamente atento com todas essas dicas de evitar um problema vascular arterial. A obesidade está diretamente relacionada com a inflamação, diretamente relacionada também com a aterosclerose. Então, pacientes obesos têm um risco maior de doenças cardiovasculares de origem aterosclerótica. E para isso, óbvio, o que você tem que fazer é controlar o seu peso, controlar, não chegar na obesidade, se possível, se estiver na obesidade, tratar a obesidade. Não ficar com medo de trazer esse problema para o médico. O médico pode te ajudar com medicação, às vezes, até com cirurgia. Eu vejo o paciente que está obeso num ponto de ter um evento cardiovascular, de morrer, mas está com medo de pedir ajuda, medo de tomar remédio, medo de tratar. E aí, falar, não, mas eu vou conseguir só com a dieta. Você tentou a vida toda e não conseguiu e agora vai tentar de novo? Não, agora tem que usar tudo que tem a seu dispor para conseguir tratar a obesidade para evitar a progressão da aterosclerose. O sedentarismo, a falta de exercício físico, de atividade diária, isso está diretamente relacionado à aterosclerose, mas também está relacionado à obesidade. Então, aumentando a obesidade, aumenta a placa aterosclerótica, aumenta a inflamação, aumenta risco cardiovascular. Então, a gente tem que combater o sedentarismo. E é fácil, gente. Abre a porta, sai, vai caminhar. Não precisa começar sendo um maratonista. A evolução é lenta e progressiva, mas você tem que dar o primeiro passo. A dieta não saudável também é um fator, assim, de risco importantíssimo e aí tem várias dietas mais saudáveis. As mais estudadas são a dieta mediterrânea, a dieta DASH, mas existem outras dietas também que têm efeitos benéficos e ajudam a controlar aterosclerose, a impressão arterial. Uma dica rápida aqui é controlar no sal. Evite sal. Tente saborear o alimento sem o sal. Capriche nos temperos naturais. Aí você vai ter bastante antioxidante. Diminui o sal. Você já vai ter um impacto significativo. O estresse crônico. Tanto o estresse externo ou a forma como você lida com o estresse é importante, porque o estresse vai causar pico pressório com o aumento da pressão arterial e esse aumento da pressão arterial vai causar também a deposição das placas de cálcio. E o consumo excessivo de álcool também pode aumentar, ter glicerídeos pode causar dano na parede arterial também por aumento da pressão arterial. Muito embora o álcoól em pequenas quantidades pode ter um efeito vaso dilatador. Então o álcool é uma faca de dois gumes. É perigoso. É mais seguro você evitar o álcool. Então calma aí que a gente já está chegando em como desentupir as artérias. Vou falar do tratamento, tratamento conservador, o tratamento clínico que todo mundo tem que fazer. Como eu disse, se você encontrou uma placa em uma artéria é certeza absoluta que outras artérias também são acometidas pela aterosclerose. Então não adianta eu ir lá e tirar aquela placa como um passe de mágica e eu tenho que tratar o seu corpo como inteiro. Então mudança de estilo de vida, principalmente na alimentação. Consumir peixes ricos em ômega 3 sardinhas, azeite, dieta mais mediterrânea. Come bastante fibra, principalmente as aveias. Elas têm a capacidade de diminuir o colesterol ruim. Sempre buscando aí uma dieta com um aspecto mais anti-inflamatório. Então eu comento bastante sobre a dieta anti-inflamatória estratégica. A busca da desinflamação é muito importante. O exercício regular é muito importante tanto no controle pressórico como para produzir substâncias anti-inflamatórias como para manter a saúde em geral. Mas o exercício, ele faz parte do hábito de vida não saudável, mas necessário. E com isso diminuir o peso. Então dieta certa e exercício certo diminui o peso que melhora também a aterosclerose. Então parar de fumar é fundamental. E diminuir ou abolir o álcool também faz parte. Agora falando dos medicamentos, a gente tem os anti-agregantes plaquetários, são medicamentos que não deixam as plaquetas grudarem uma nas outras e formarem aquela rola que vai entupir um orifício se a gente tiver um trauma, por exemplo. Só que essa rola é a mesma que pode causar uma obstrução no vaso. Então você está lá com a placa aterosclerótica se desenvolvendo e de repente vem uma rola de células de plaquetas e acaba em top de uma vez. E aí causa a isquemia gangrena. Então os anti-agregantes plaquetários são uma classe de medicamentos que diminuem a capacidade da plaqueta grudar uma na outra. Então evita essa rola só que também vai aumentar o risco de sangramento. Pequenos cortes fazendo a barba, por exemplo, pode acabar sangrando por vários minutos. O mais conhecido é a aspirina, o AES, mas também tem o clopidogrel, o plavix. Tem vários medicamentos aí no mercado. Tem várias substâncias que também têm um efeito anti-agregante plaquetário. Então a gente tem que tomar muito cuidado quando está tomando suplemento, quando está tomando algum fitoterápico. Porque muitas vezes eles acabam interagindo e aumentando demais a desagregação, a anti-agregação e a você ficar com um risco maior ainda de sangrar. E aí tem os medicamentos, os vasodilatadores que eles aumentam o diâmetro do vaso. Então imagina que está com a plaquinha lá e o vaso está comprimido, assim, está contraído e aí não tem espaço para passar o sangue. Se você dá um vasodilatador, ele aumenta o diâmetro e acaba conseguindo passar um pouquinho de sangue ali ao redor, chegando um pouquinho mais de sangue na periferia. Os vasodilatadores, então eles podem aumentar a distância percorrida, a marcha, de forma que antes de sentir a dor, existem vários medicamentos. Ok, tem o silostazol, tem a pentoxifilina, tem alguns outros medicamentos que não são vioral, que podem causar essa vasodilatação. E aí vem as estatinas que impedem a progressão da placa aterosclerote e ajudam a estabilizar essa placa. Ok, eu sei que estatina é um assunto que todo mundo gosta de debater. Eu não vou pegar esse vídeo aqui para falar tudo sobre a estatina. Eu peço para vocês, se vocês quiserem comentem lá embaixo um vídeo só sobre a estatina para a gente descobrir se ela é boa ou ruim, se é um veneno ou não, porque aqui eu estou falando de estatina do ponto de vista de tratamento, não de profilaxia. Tratamento significa a lesão já está lá, o dano já ocorreu. O que eu posso fazer para melhorar? Então a estatina está aí como um estabilizador dessa placa. E uma placa mole é uma placa que pode romper, colocar o seu conteúdo no interior do vaso, causar uma trombose grande e virar uma isquemia, uma gangrena. E aí, dependendo do órgão que for, pode ter um derrame, um infarto ou perder um pé. Então eu prometo, vou falar bastante de estatina em outro vídeo. Os anti-pressivos tratamento da pressão arterial alta é essencial, porque se a pressão alta ela é, por si só, um fator de piora de causa da placa aterosclerótica, eu tenho que tratar essa doença para evitar esse fator de risco. Agora a questão é, muitas vezes a pressão alta não traz sintomas e aí as pessoas desistem do tratamento porque está tomando remédio e não sente nada, ou às vezes sente até um efeito colateral do medicamento e vai falar, não estou sentindo nada, para que eu vou tomar isso? Você vai tratar sim a pressão arterial para evitar o dano na parede arterial. E aí vem os medicamentos para diabetes, e as pessoas não discutem muito porque é nítido quando começa a fazer mal, quando tem uma hiperglicemia ou uma hipoglicemia. Agora, a gente tem que manter a glicemia no paciente diabético estável, porque é essa variação de glicose alta, glicosa baixa, glicose alta, glicose baixa que causa danos, danos grandes nas paredes arteriais. E por fim, chegamos nas formas de desobstruir as artérias. Então vamos lá, se a placa é uma rola de cálcio dura dentro da parede arterial, como que a gente pode desobstruir? Será que se eu tomar um chote de limão vai tirar esse cálcio todo? Será que se eu tomar alguma outra coisa escreve lá embaixo. Quero saber o que que você já ouviu que pode desobstruir as artérias. Mas será que é capaz de tirar uma coisa dura, calcificada de dentro da artéria? Muito provavelmente não. A forma de desobstruir é cirúrgica. Então a gente consegue, por meio de uma cirurgia, colocar uma ponte, ou seja, a gente tira o sangue de um lugar que estava chegando bem. Aí tem uma obstrução. Coloca uma ponte que leva o sangue até a distância. Então, isso são as pontes arteriais que eu posso usar materiais do próprio organismo, como, por exemplo, uma veia safena. E aí que vem a história da ponte de safena no coração, a gente tira uma veia da perna para colocar no coração para pular uma área de obstrução. Ou os tratamentos endovasculares, que a gente vai através de um furinho, entra lá com cateta, chega até essa área de obstrução e abre um estente. Esse estente ele vai empurrar essa parede para fora e faz a angioplastia com um balãozinho. A gente infla esse balãozinho e esse balãozinho vai empurrar, vai quebrar essa parede da calcificada, abrindo espaço nessa artéria. E aí coloca lá o estente para deixar essa artéria aberta. Então, essas são duas formas de desobstruir a artéria. Ainda tem a endarterectomia, que é uma cirurgia aberta. A gente abre lá o vaso longitudinalmente ou até transversalmente, fazendo a inversão. Mas a gente consegue tirar essa placa de cálcio. Aí ela fica limpinha e aí a gente costura, deixa esse vaso prontinho para a próxima. Ou, dependendo do tipo de obstrução, também é possível colocar um catéter lá dentro com um mecanismo tipo roto-router de desobstruir igual e encanador faz. É só que isso não funciona para todo tipo de obstrução. Agora, como que funciona? Você chega no médico e fala, eu quero esse tipo de tratamento na minha perna. Na verdade, não cada tratamento serve para um tipo de lesão e para um local de lesão. Então, por isso que o cirurgião vascular é essencial nesse momento para indicar o melhor tratamento. Mas, obviamente, eu queria deixar bem claro que é muito importante você tratar antes de chegar nesse ponto. Por isso que você tem que se inscrever lá embaixo e evitar esses problemas vasculares. Porque quem chega com uma obstrução arterial tem, no mínimo, duas, três décadas de doença evoluindo lentamente e não fez nada para melhorar. Então, junte-se a nós e inscreva-se no nosso canal para uma jornada com artérias mais saudáveis. Gostou desse vídeo? Deu seu like lá embaixo e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.