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Ultrassom Revela Segredos do Lipedema: Diagnóstico e Acompanhamento

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Ultrassom Revela Segredos do Lipedema: Diagnóstico e Acompanhamento

# Ultrassom Revela Segredos do Lipedema: Diagnóstico e Acompanhamento O vídeo aborda os avanços no uso do ultrassom como ferramenta diagnóstica e de acompanham

Perguntas respondidas neste vídeo

Então a gente achou quatro pontos no membro do paciente que quando você aumentar tinha aumentado aquele subcutâo, a gente conseguia falar com 70 7 tem ponto que é 79% de e do preditivo positivo que aquele paciente tinha lipedema, tá?

Então o Ultrassol ajudou nisso. Em 2021 a gente começou com isso. Em 2025 uma outra colega aqui do Brasil também, a Dra.

Ela é uma médica radiologista amiga nossa também, que pra gente ver a evolução, porque no primeiro momento a gente fazia o dialógico só de ultrassol, o auxilio diagnóstico, tá?

a gente documentava aquele diagnóstico clínico, mas aquilo lá não era para acompanhamento. Hoje com o ultrassono subcutâneo, você lêu os nódulos, você vê como está aquela parte de baixo da pele, a inflamação, as retrações.

Transcrição completa do vídeo

Desde 2019, o pessoal fazia ultrassom, vendo o subcutano, vendo as diferenças.
O subcutano vive uma pessoa com lipedema, com linfedema, tinha mais um aspecto de favo de mel.
Lipedema era mais compacto.
2021, o grupo Amato, a gente achou pontos de cores que tinham significância estatística.
Então a gente achou quatro pontos no membro do paciente que quando você aumentar tinha aumentado aquele subcutâo, a gente conseguia falar com 70 7 tem ponto que é 79% de e do preditivo positivo que aquele paciente tinha lipedema, tá? Então o Ultrassol ajudou nisso.
Em 2021 a gente começou com isso.
Em 2025 uma outra colega aqui do Brasil também, a Dra.
Dais Vargas, ela fez a o ultrassom do Só subcutâneo.
Ela é uma médica radiologista amiga nossa também, que pra gente ver a evolução, porque no primeiro momento a gente fazia o dialógico só de ultrassol, o auxilio diagnóstico, tá? a gente documentava aquele diagnóstico clínico, mas aquilo lá não era para acompanhamento.
Hoje com o ultrassono subcutâneo, você lêu os nódulos, você vê como está aquela parte de baixo da pele, a inflamação, as retrações.
Então a gente consegue fazer o acompanhamento.
E agora revelando o o trabalho que foi publicado semana passada também por esse grupo brasileiro, a Dra.
Vargas, eles conseguiam fazer uma representação de biópsia.
fazia diópsia, no subcutâlhava aquela orâia no laboratório e o ultrassol da evolução do lipêu.
Então hoje a gente usa um trassom para várias coisas no Lipneo.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.