O vídeo aborda a preocupação materna com crianças de baixo peso, focando naquelas com estatura adequada, mas peso abaixo do percentil esperado. A investigação m
Porque o pediatra e o pediatra acabam observando se há alguma incompatibilidade em relação à estatura da criança e o peso que essa criança se encontra. Se a criança tem baixo peso, mas tem uma estatura também baixa, também compatível com aquele peso.
Olá, eu sou a Dra Lorena Amato, endocrinologista
e endocrinopediatra e hoje esse vídeo é para falar sobre as preocupações das mães
com crianças que estão com o peso muito baixo,
magras demais, estão no peso, numa curva muito baixa
nas curvas de crescimento. Esse vídeo para falar sobre as possíveis causas
e o que fazer nessa situação. Todo pediatra e também todo
endocrinopediatra, quando faz o acompanhamento
de rotina de crianças, utiliza aquelas famosas curvas de crescimento
e desenvolvimento. E qual é a importância de colocar a criança nessas
curvas? Porque o pediatra e o pediatra
acabam observando se há alguma incompatibilidade em relação
à estatura da criança e o peso
que essa criança se encontra. Se a criança tem baixo peso,
mas tem uma estatura também baixa, também
compatível com aquele peso. A investigação vai voltar mais relacionado
à baixa estatura, afinal, aquele peso está adequado
para o tamanho da criança e as causas vão ser
um pouquinho diferentes. Agora,
se a situação é um pouco diferente
na questão da altura, a criança que está numa curva normal, as mães sabem
muito dos percentis. Por exemplo, está no percentil
50 na estatura, mas no peso daquela criança
está um percentil um pouco abaixo
do percentil 30 ou às vezes
até um pouco mais baixo. E isso gera
muita preocupação nas mães. Todo pediatra,
endocrinopediatra que se deparar
com essa situação vai fazer uma investigação
inicial básica relacionados a várias situações que
podem levar a esse baixo peso. O mais comum
é começar a investigação para disfunções relacionadas
a absorção de nutrientes. Essa criança pode não absorver
nutrientes adequadas pelo intestino. Existem várias doenças
que podem levar a essa alteração na absorção
doenças genéticas, doenças intestinais,
doenças dentre as intestinais, auto imunes, anatômicas,
enfim, alergias alimentares. Existem várias situações
que podem levar com que essa criança não absorva
o que ela come às vezes essa criança
pode ter diarreia, muco nas fezes alimentares,
às vezes não. Às vezes as fezes são normais. Essa criança
pode ter essa disfunção e lá na frente essa criança
com essa doença intestinal também vai acometer
a estatura, mas num primeiro momento
pode acometer só o peso. E essa criança
está ainda crescendo normalmente,
então tem que ser investigado causas intestinais
Se já foi investigado, está tudo normal
com a criança. Existem eventualmente
algumas causas também relacionadas a doenças
inflamatórias crônicas, situações inflamatórias crônicas que podem estar
cometendo essas crianças e também alterações
endocrinologistas. Se essa investigação foi feita
e nada foi encontrado, essa criança cursa com um peso
um pouquinho abaixo, mas na curva crescente
não cai na curva. Ela acompanha
aquela curvinha de um peso um pouco mais baixo
e não tem queda naquela curva. Você pode somente acompanhar
e pode ser constitucional da criança. É claro que as mães
ficam muito preocupados porque em caso de doença,
as crianças perdem peso muito rápido. Então é sempre mais adequado que essa criança tenha
um aporte calórico de calorias um pouco maior. Isso gera preocupação
com razão nas mães, mas tendo descartado
doenças mais graves, pode ser que seja o biotipo da criança
ser um pouco mais magrinha. Isso vai ser observado. Existem estratégias para
melhorar o aporte de calorias com crianças. Isso o endocrinologista
ou nutricionista pode ajudar a orientar as mães
para que essa criança ingira mais calorias e ganhe
um pouquinho mais de peso. Mas se é constitucional,
isso preocupa um pouco menos os médicos e deve preocupar
um pouco menos as mães, porque é uma característica
da criança. É claro que essas crianças com pouco menos peso, quando elas têm uma doença aguda, elas acabam
ficando mais frágeis porque elas não têm
muitas reservas e numa situação
que elas perdem peso quando já tinha um pouco,
elas ficam mais frágeis. Por isso que,
no momento em que ela está saudável,
estratégias para aumentar a ingesta de nutrientes
são muito interessantes. É claro que muitas vezes
as mães ficam muito preocupada,
falam ah, meu filho não come! E eu tenho um vídeo aqui
exatamente sobre isso. Meu filho não come o que fazer
nessas situações, então corre lá, dá uma conferida que lá já
tem bastante dicas. Eu não vou repetir nesse outro
aqui sobre como melhorar a alimentação do seu filho para que ele coma,
se alimente melhor. Mas uma dica que eu já falo
aqui, que foi muito usado no passado, é que atualmente
não é recomendado São nem existe mais. Se existe nem deveria estar vendendo aqueles estimulantes
de apetite, aquelas medicações. Não se dá
mais estimulante de apetite para que a criança coma mais,
nem se você encontrar por aí alguma marca genérica,
porque a gente encontra mais como se encontrava
antigamente. E isso não deve
não é mais recomendado. E existem outras estratégias
saudáveis de forma natural, que você vai estimular essa criança
a se alimentar um pouco mais. E nesse caso, é essencial que você procure
uma ajuda de um endocrinologista
ou de nutricionista pra ver uma orientação para essa criança
se alimentar um pouco mais. Quando já foram excluídas as doenças que têm
seus tratamentos específicos. Então, se o seu filho está abaixo do peso,
você está preocupada. Vale a pena
uma avaliação especializada. Não deixe de levá lo a um atendimento médico para saber se realmente é só constitucional da criança
não tem nenhuma doença ou se tem alguma doença
que deva ser tratada. E já sendo constitucional, o profissional
já vai te ajudar com orientações específicas
para cada caso, para aumentar um pouco
o peso da criança e deixar todos mais confortáveis. Que essa criança
fique mais forte e não fique tão frágil,
no caso de uma doença aguda que leve a perder ainda mais
peso. Se você conhece alguma mãe que está aflita
com essa situação ou você se identificou,
deixe aqui nos comentários, encaminhe esse vídeo,
curta e até os próximos.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.