**Resumo do vídeo “Ricos vs. SUS: Quem Leva a Melhor Contra Varizes?”** O Dr. Alexandre Amato compara duas realidades distintas no tratamento de varizes, desta
A diferença entre elas não é só o dinheiro. Eu sou o doutor Alexandre Amato e em 20 anos descobri. É sobre tempo, informação e algo mais importante que você tem e muitos ricos não têm.
Não é só isso. Tem outra coisa mais importante. É porque eles têm informação e tempo e um outro ingrediente especial que realmente faz toda a diferença.
Os que se curaram tomaram atitudes importantes, pararam ao perceber os primeiros sinais, buscaram informações, até mesmo aqui no YouTube. Colocaram a saúde em primeiro lugar, acima do trabalho. E encontraram tempo para cuidar de si, mesmo com a rotina corrida.
É o estágio mais avançado da insuficiência venosa crônica, uma ferida difícil de tratar que pode durar meses ou até anos para fechar quando fecha. É a fase final e mais grave das varizes, quando nada foi feito e a doença progrediu.
Em países com baixa cobertura de saúde básica, ou seja, os países mais pobres. Em populações que não têm acesso ao tratamento precoce nem às técnicas mais modernas. Porque quando o problema é ignorado, ele não desaparece, ele progride.
Sabe aquela vizinha que trabalha 12 horas por dia, cuida da casa, dos netos e só foi ao médico quando já não conseguia mais andar? E aquela patroa que tratou as varizes quando eram apenas uns vazinhos? A diferença entre elas não é só o dinheiro. Eu sou o doutor Alexandre Amato e em 20 anos descobri. É sobre tempo, informação e algo mais importante que você tem e muitos ricos não têm.
E eu vou revelar agora. Vou correr o risco de cancelamento e te mostrar uma verdade que pouca gente tem coragem de E no final do vídeo, ainda vou te revelar o que você pode começar a fazer agora mesmo para não seguir o mesmo caminho. A realidade é, ricos têm sim varizes.
A genética não é diferente, somos todos humanos, independente do tamanho do bolso. A diferença é que conseguem acesso ao tratamento muito antes de chegar nas fases mais graves. Quando aparece o primeiro vazinho, já procuram ajuda.
Se surge um inchaço, já fazem o exame certo. Quando o desconforto começa, eles não esperam piorar. Eles agem.
E por que fazem isso? Porque têm dinheiro e acesso? Não é só isso. Tem outra coisa mais importante. É porque eles têm informação e tempo e um outro ingrediente especial que realmente faz toda a diferença.
E a melhor parte, você já possui isso só por estar aqui assistindo. Agora vou te contar qual é esse fator e como você pode usá-lo. Assim, eles possuem recursos para escolher o melhor tipo de tratamento disponível, sem depender do que está no rol básico de procedimentos do SUS ou dos planos de saúde.
Conheço pessoas simples que conseguiram se curar e também conheço aqueles que, mesmo com muito dinheiro, enfrentaram graves problemas de saúde. Qual é a diferença entre eles? Os que se curaram tomaram atitudes importantes, pararam ao perceber os primeiros sinais, buscaram informações, até mesmo aqui no YouTube. Colocaram a saúde em primeiro lugar, acima do trabalho.
E encontraram tempo para cuidar de si, mesmo com a rotina corrida. Por outro lado, aqueles que pioraram, ignoraram os sinais. Pensaram que não tinham tempo para ficar doente e deixaram para depois, acreditando que poderiam resolver mais tarde.
Eles priorizaram tudo, menos a própria saúde. E acabaram esperando a dor se tornar insuportável. Vou te contar a história da dona Maria, que trabalha como faxineira e tem três empregos.
Ela disse, doutor, não posso parar de trabalhar. Se eu parar de trabalhar, quem vai pagar as contas? E o resultado? Dois anos depois, ela desenvolveu uma úlcera venosa e ficou seis meses sem trabalhar. Agora veja a dona Ana, também faxineira.
Ela está inscrita aqui no canal e ouviu falar sobre varizes aqui mesmo. Foi ao posto de saúde e insistiu no encaminhamento. O resultado? Tratou no AME, perdeu apenas três dias de trabalho e hoje está ótimo.
Ambas têm a mesma profissão, o mesmo salário, mas os resultados foram completamente diferentes. Isso mostra a importância de cuidar da saúde. Aliás, você já ouviu falar em úlcera venosa? É o estágio mais avançado da insuficiência venosa crônica, uma ferida difícil de tratar que pode durar meses ou até anos para fechar quando fecha.
É a fase final e mais grave das varizes, quando nada foi feito e a doença progrediu. E sabe onde que a gente mais encontra isso? Em países com baixa cobertura de saúde básica, ou seja, os países mais pobres. Em populações que não têm acesso ao tratamento precoce nem às técnicas mais modernas.
Porque quando o problema é ignorado, ele não desaparece, ele progride. Eu lembro quando eu atendia em um ambulatório do SUS como docente da universidade. Tinha mais de 60 pacientes com úlceras venosas, um número absurdo.
Propus um tratamento que na época custaria R$ 200,00 para ajudar a fechar as úlceras dos meus pacientes e a prefeitura não aceitou. Preferiu continuar gastando R$ 3.000,00 para os curativos anualmente. Então não é só falta de dinheiro, mas também falta de gestão correta do dinheiro.
Quanto mais tardio é o diagnóstico e o início do tratamento, mais difícil, demorado e caro ele se torna. E às vezes, já nem há muito o que fazer além de tentar controlar e evitar as complicações maiores. No SUS, cirurgia com corte ou espuma com várias sessões, no particular, laser sem cortes e volta em 24 horas.
Mas por que o governo não oferece isso a todos? Técnicas como o laser endovenoso ainda não fazem parte da lista de procedimentos obrigatórios. Tanto o plano de saúde quanto o sistema público ainda fazem os métodos mais antigos, mesmo com os avanços da medicina. É fácil colocar a culpa no médico, mas essa situação é resultado de escolhas feitas por governos sucessivos que não têm a saúde como prioridade.
E aí fica o ciclo. Esperar sofrer, tratar tarde demais. Vamos falar sobre um ciclo que pode ser muito prejudicial.
Primeiro, você trabalha tanto que acaba não tendo tempo para cuidar da sua saúde. Com isso, sua saúde começa a piorar e como consequência, sua produtividade cai. Isso significa que você ganha menos e para compensar, precisa trabalhar ainda mais.
E assim, você acaba trabalhando mais e mais, mas tem cada vez menos tempo para se cuidar. O resultado disso? Uma doença grave que pode te impedir de trabalhar de vez. Agora, quem tem recursos consegue quebrar esse ciclo logo no início.
E não é só porque tem dinheiro, mas porque tem tempo e informação. Vamos pensar junto. Uma consulta particular pode custar, por exemplo, R$300.
Mas se você acabar desenvolvendo uma úlcera e ficar seis meses sem trabalhar, tendo que fazer curativo, pode perder até R$20 mil com esses curativos. No final das contas, o que parecia ser barato pode sair bem mais caro, não é mesmo? Vou te mostrar como a informação pode valer mais do que dinheiro. Vamos falar de dois casos.
No primeiro, temos um paciente rico que não se informava. Ele ignorou as varizes por 10 anos, achando que era só uma questão estética. Quando decidiu procurar ajuda, já era tarde.
O resultado? Uma cirurgia complexa que custou R$30 mil. Agora, no segundo caso, temos uma paciente do SUS que estava bem informada. Ela assistiu um vídeo aqui no canal sobre varizes e reconheceu os sinais.
Então foi ao posto de saúde, insistiu, conseguiu uma vaga no AME. O melhor de tudo, o tratamento foi gratuito. E ela começou logo no início do problema.
Viu como a informação fez toda a diferença? R$30 mil a menos só por estar bem informada. Agora, vou compartilhar algo que pode parecer surpreendente. Mas é verdade.
Às vezes, não ter dinheiro pode ser uma bênção para a sua saúde. Calma que deixa eu explicar. Eu vejo muitos pacientes que têm dinheiro e acreditam que ele resolve tudo.
Eles dizem, doutor, faça o que for preciso, aqui está o cheque. Mas depois, continuam levando uma vida sedentária, comendo de forma inadequada e ignorando todas as orientações que eu dou. Eles acham que ao pagarem, compraram a cura.
Eles terceirizaram a responsabilidade pela própria saúde. E o resultado? As varizes voltam. Sempre voltam.
Porque varizes não se curam apenas no consultório. A cura acontece todos os dias, com as escolhas que fazemos. Agora conheçam a dona Francisca, uma costureira.
Ela não tinha dinheiro para uma cirurgia particular, mas possuía algo muito mais valioso. Responsabilidade. Ela me fez várias perguntas.
Doutor, que exercício que eu posso fazer? Posso adaptar na máquina de costura? Tem alguma meia mais acessível que ajude? Ela seguiu cada orientação que eu dei. A cada hora, ela se levantava para caminhar por 5 minutos. Fazia exercícios enquanto assistia novela.
Dormia com as pernas elevadas e fez mudanças na alimentação dentro do possível. Seis meses depois, as varizes dela estavam melhores do que as da minha paciente, que pagou 15 mil reais pela cirurgia. Espera! Para tudo! Chegou a hora da revelação.
Lembra lá no começo do vídeo que eu disse que você tem algo que muitos ricos não têm? Que existe uma coisa mais importante que dinheiro, mais importante que tempo e que você tem só por estar aqui assistindo? É exatamente o que a dona Francisca tinha. Responsabilidade pessoal. Sabe por que eu sei que você tem isso? Porque você está aqui, agora, assistindo um vídeo médico ao invés de uma novela.
Buscando informação ao invés de esperar um milagre. Assumindo o controle ao invés de terceirizar a sua saúde. A paciente rica pagou 15 mil reais e as varizes voltaram.
Por quê? Porque ela terceirizou a responsabilidade. Doutor, resolve aí. Dona Francisca abraçou a responsabilidade.
Fez perguntas, seguiu as orientações, mudou hábitos. E é isso que você está fazendo agora. Olha, estatística não mente.
Pacientes que assumem a responsabilidade ativa têm 70% mais sucesso no tratamento. Não é o laser de 5 mil reais que cura, é a caminhada de 5 minutos todo dia. Não é a cirurgia de 30 mil reais que resolve, é seguir as orientações com dedicação.
Você já deu o passo mais difícil, estar aqui. Isso já te coloca na frente de 90% das pessoas, ricas ou pobres. Inscreva-se agora pra chegar no 100% de controle da sua saúde.
Enquanto o rico pensa que pode comprar saúde, o pobre consciente constrói a sua saúde. E isso nenhum dinheiro do mundo compra. Então, se você não tem grana pra um tratamento de ponta, tem uma boa notícia.
Você tem a oportunidade de ser o protagonista da sua própria cura. E pra completar, estatísticas mostram que pacientes que se envolvem ativamente no tratamento têm mais de 75% de chance de sucesso a longo prazo. Dinheiro ajuda? Sem dúvida.
Mas o compromisso com a sua saúde? Isso é imbatível. Agora que você sabe disso, pode escolher um caminho diferente. Porque não é o dinheiro que impede as varizes de evoluir, é a ação precoce.
Lembre-se que será preciso um tempo até o procedimento. Se chegar tarde demais, ainda terá que enfrentar a fila. Busque ajuda cedo.
Aqui no canal, você aprende a prevenir e tratar varizes independente do seu orçamento. Sempre temos novidades, então ative o sininho pra ficar por dentro de tudo. Em muitas cidades, as unidades básicas de saúde, as UBSs, podem fazer o primeiro encaminhamento para um especialista, mesmo que leve algum tempo.
Se estiver em uma capital ou um grande centro, verifique se há hospitais universitários ou ambulatórios de especialidades, como os Ambulatórios Médicos de Especialidades, os AMIS, aqui em São Paulo, que costumam oferecer avaliação com cirurgião vascular de forma gratuita ou com triagem pelo SUS. Olha a dica, janeiro é o mês com mais vagas nos AMIS, e o inverno é a melhor época pra tratar. Não perca! Lembra, cada ação dessas é responsabilidade em ação.
Olha, eu poderia encerrar esse vídeo pedindo pra você marcar uma consulta comigo, mas hoje a mensagem é diferente. O que eu quero que você entenda é que cuidar de si mesmo é essencial. Seu corpo não é uma máquina.
Às vezes, parar por um dia hoje pode evitar que você precise parar por um ano amanhã. A informação já foi passada, e quanto ao tempo, você vai encontrar um jeito de se dedicar a isso, porque a alternativa é perder tudo. Então aqui vai um chamado a ação.
Primeiro, comente eu mereço se você está decidido a começar hoje. Segundo, compartilhe esse vídeo com aquela amiga que vive trabalhando sem parar. E por último, não perca o próximo vídeo que vai falar sobre como dedicar apenas 3 minutos por dia pode salvar as suas pernas, porque rico de verdade é quem assume responsabilidade pela própria saúde.
Lembre-se, ser rico não é apenas ter dinheiro, é ter saúde pra aproveitar a vida ao máximo. Estou te esperando lá.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.