💬 Canal WhatsApp

Novos Tratamentos para os Nódulos Tireoidianos

Mais sobre este vídeo

Novos Tratamentos para os Nódulos Tireoidianos

O tema central aborda os novos tratamentos minimamente invasivos para nódulos tireoidianos, destacando a ablação por radiofrequência como principal alternativa.

Perguntas respondidas neste vídeo

Tudo bom, pessoal?

Esse vídeo aqui eu resolvi conversar com o Dr. Erivelto, cirurgião de cabeça e pescoço. Eu sou o Dr.

Erivelto, quer se apresentar, por favor?

Olá a todos. Meu nome é Erivelto Volpi, eu sou cirurgião de cabeça e pescoço, dedicado ao tratamento das doenças da tireoide e da paratireoide. E gostaria de agradecer aqui ao pessoal o convite da Lorena, Lorena, endocrinologista de ponta, com o que a gente tem o prazer de trabalhar lá na clínica Amato.

O que a gente pode fazer de melhor para esses pacientes?

Então, essa é uma pergunta muito interessante, Lorena, como você sabe muito bem, o tratamento dos nódulos de tireóide sofreu uma mudança significativa nos últimos anos. Especialmente com a introdução aqui no Brasil, a partir de 2018, de tratamentos minimamente invasivos.

O que que acontece, Lorena, com os nossos pacientes que têm nódulos hipertro funcionantes?

Ele tem que tomar uma quantidade, às vezes, a grande de medicamento para suprimir a produção de hormônio, ou ele precisa fazer o tratamento com iodo-radioativo, que muitas vezes é ineficaz, ou o início da resposta é um pouco demorada, ou mesmo uma cirurgia, que na imensa maioria das vezes, tanto o tratamento com iodo-radioativo quanto o tratamento com a cirurgia, o dia vai levar o paciente para o outro lado, para o hipotiroidismo, né.

A gente tem bastante coisa interessante, né, então, além da ablação, quando eu disse, para tratamentos de tumores iniciais, você tem que praticar, se não, umas papiríferos iniciais, e aí tem que ser feito com muito rigor, né, porque mesmo tumores pequenos, dependendo da localização, eles não são elegíveis para que seja feita a ablação, então, a ablação para câncer de tiroide, ela é muito específica, tem indicações muito, muito precisas para câncer de tiroide, agora, quanto a gente, quando a gente faz a cirurgia, e muitos pacientes, a indicação cirúrgica ela é mandatória, quer dizer, não dá para a gente mudar, né, a gente tem sempre que ser muito rigoroso, e aqui, o que eu digo para os pacientes é o seguinte, você, a primeira coisa que a gente faz quando a gente vai tratar o paciente, é perseguir a cura do paciente, né, a partir do momento que a gente tem evidência científica suficiente para poder oferecer para o paciente um tratamento minimamente invasivo, com resultados, no mínimo, iguais aos tratamentos convencional, aí a gente está autorizado a realizar esse tratamento, a gente não pode pular etapas e a gente não pode trocar a escala de objetivos, né, então, lá em cima a cura da doença, depois, a gente começa a se preocupar com outras, com outras coisas, como estética, função da tireóide, então, a gente tem, e para o câncer de tireóide, hoje em dia, você sabe disso muito bem, a gente não está indicando tanto tratamento complementar com iodo-radioativo, quanto a gente indicava até alguns anos atrás, porque as evidências científicas mostram que tratar o paciente com iodo-radioativo e não tratar o paciente com iodo-radioativo em determinadas situações é exatamente o mesmo resultado, as indicações de iodo-radioativo já diminuíram, e também a extensão da cirurgia, é dizer, tireoidectomia total para todos os pacientes, não, tireoidectomia total não precisa para todos os pacientes com evidências científicas muito sólidas, muito fortes, os principais guidelines de todo mundo, aí a gente publicou recentemente um artigo sobre isso também, então a gente tem evidências científicas que nos permite oferecer as cirurgias parciárias, eu sempre uso a comparação do câncer de mama, quando eu me formei, todo paciente que tinha câncer de mama tinha que fazer uma tireoctomia radical, hoje em dia uma parte significativa dos pacientes faz a quadra até que é só tirar uma parte da mama que é o mesmo resultado, e para tireoide hoje também assim, quando tem indicação, dá para você fazer uma cirurgia parcial com os mesmos resultados, só que você sabe, Lorena, que mesmo muitos colegas ainda não estão bem seguros quanto a isso, Acha melhor tirar logo tudo e a pessoa ficar o resto da vida tomando, porque realmente que são simples a leve de tireoxina que você repõe, mas é para a vida inteira, e a gente ainda não tem tanta evidência que fica exatamente os níveis de leve de tireoxina, se a reposição fica exatamente a mesma coisa, então enfim, realmente se puder preservar ainda mais uma pessoa jovem, cada vez mais pacientes jovens detectando nódulos, com certeza uma vida inteira e fazendo reposição de leve de tireoxina, vale a pena poupar a tireoide se for possível, e realmente tem mais alguma consideração a fazer?

Uma última coisa que eu queria falar é que também para os pacientes que não querem ter cicatrizes, mas são elegíveis para a cirurgia, quer dizer, o paciente realmente tem que fazer a cirurgia e não quer ter cicatrizes no pescoço, hoje em dia existe a possibilidade da cirurgia endoscópica, que a gente faz por dentro do lábio, então em vez do corte ficar aqui, ele fica aqui, por dentro da boca fica escondido, também é uma técnica bastante refinada, é uma técnica que também não é para todos os pacientes, mas como você disse muito bem, a gente faz cada vez mais diagnósticos de tumores de tireoide e cada vez mais diagnósticos precoços de câncer de tireoide, então para muitas situações, quando o paciente realmente quer evitar de qualquer jeito por diversos motivos, a gente consegue fazer a cirurgia desde que também preencha todos os critérios, a gente consegue fazer a cirurgia por dentro da boca também para escapar da cicatriza.

Transcrição completa do vídeo

Vão lá. Tudo bom, pessoal? Esse vídeo aqui eu resolvi conversar com o Dr. Erivelto, cirurgião de cabeça e pescoço. Eu sou o Dr. Lorena, endocrinologista do Instituto Amato. E para a gente falar um pouco sobre nódulos de tireoide, de abordagens novas, tem muita novidade aí. Erivelto, profissional, super atualizado, está aqui para falar para a gente das vantagens dessas novidades. Erivelto, quer se apresentar, por favor? Olá a todos. Meu nome é Erivelto Volpi, eu sou cirurgião de cabeça e pescoço, dedicado ao tratamento das doenças da tireoide e da paratireoide. E gostaria de agradecer aqui ao pessoal o convite da Lorena, Lorena, endocrinologista de ponta, com o que a gente tem o prazer de trabalhar lá na clínica Amato. Obrigado pelo convite, Lorena. Obrigada por ter aceitado. Vamos então falar um pouco sobre os novos tratamentos, nódulos de tireoide, que é tão prevalente. Alguns dados de exames de ultrassom, estudos que trazem exames de ultrassom, mostram que a prevalência eventualmente está de 60% na população. A gente vê que é muito comum hoje em dia. Muita gente tem nódulo e fica extremamente preocupado. Vou ter que operar, vou ter nódulos que crescem, múltiplas abordagens com punção. O que a gente tem de novo aí, caso a gente tenha que intervir nesses nódulos desses pacientes? O que a gente pode fazer de melhor para esses pacientes? Então, essa é uma pergunta muito interessante, Lorena, como você sabe muito bem, o tratamento dos nódulos de tireóide sofreu uma mudança significativa nos últimos anos. Especialmente com a introdução aqui no Brasil, a partir de 2018, de tratamentos minimamente invasivos. Esses tratamentos minimamente invasivos, eles se caracterizam pela não necessidade de cirurgia. Então, o paciente não precisa ser submetido a uma cirurgia e a não necessidade da imensa maioria dos casos da utilização de hormônio tiroideo. Isso é uma grande vantagem para os pacientes que têm algum tipo de nódulo de tireóide e que sempre relutam muito numa cirurgia justamente pelo risco ou pela necessidade de após o procedimento, muitas vezes uma cirurgia para tratamento de nódulos benigros, terem que fazer uso de hormônio tireoidiano pelo resto da vida. Esses tratamentos hoje são especialmente a ablação por rádio frequência, que você conhece bem aí, porque o Instituto Amato é um dos lugares de São Paulo, onde mais se faz ablação por rádio frequência no país. E esses tratamentos nós começamos a fazer a partir de 2018, inicialmente para nódulos benignos de tireóide, mas hoje seguindo os rigorosos processos científicos e com uma seleção muito específica dos pacientes, nós já conseguimos fazer o tratamento para alguns casos, para alguns casos de nódulos malignos de tireóide específicos para carcinoma papilífero de tireóide. Eu acho, quando eu descobri, através de você essa modalidade nova, eu acho fantástico. A gente atende na prática, acho que acaba caindo, a gente vê as consequências dessas tiroidectomias de nódulos benignos e pacientes jovens, que ficam em o resto da vida fazendo reposição de hormônio tireoidiano, além das consequências cirúrgicas que são mais imediatas. A longa prazo é essa reposição eterna de hormônio tiroidiano e também você evitar que o paciente se submeta a uma cirurgia, caso possível que querem ou não, imagina minimamente invasivo e a cirurgia tem as complicações. Você, cirurgião, sabe que quando é necessário, não tem como evitar, mas se puder evitar as complicações de um tratamento minimamente invasivo, certamente. Quando você faz uma tiroidectomia total, o paciente fica bem mais complexo para o paciente. O risco aí de afetar para tireóide, enfim, nervos, vássaros. A gente vai fazer uma ablação aí na mata, acho que daqui umas duas ou três semanas, de uma paciente que ela é cantora, ela vive da voz e ela tem um nódulo grande de tiróide já com desvio de traqueia. E ela estava justamente protelando, protelando, protelando o tratamento cirúrgico, já tinha várias indicações de tratamento cirúrgico, justamente pelo medo de ter algum problema na voz, que é um dos grandes riscos da cirurgia da tireoide. Evidente que esse risco é muito baixo quando feito por mãos experientes, mas sempre é um risco. E a paciente tava protelando e protelando a cirurgia até que ela descobriu essa técnica de ablação. Então ela me procurou e tá assim super animada e ansiosa porque o nódulo dela já tem um efeito estético importante no pescoço. E ela como artista também, a parte visual também é um fator importante, mas mais ainda o fator da voz. Então essa é uma das grandes indicações de ablação por rádio frequência. São justamente aqueles nódulos que são benignos, mas que são sintomáticos por algum motivo, ou o efeito estético, ou porque o nódulo tá crescendo muito, tá incomodando o paciente e que tem função tiroidiana normal. Ou seja, é um paciente que tem um nódulo benigno, a tireoide funciona bem e ele não quer perder a função da tireoide, nem ficar com uma cicatriz no pescoço. Temos tudo isso aí. Então realmente a ablação por rádio frequência nessa situação, ela é o melhor dos tratamentos aí hoje. Eu digo para alguns pacientes, o seguinte, porque eu acho uma judiação operar você, sendo que a gente tem a possibilidade de fazer um tratamento minimamente invasivo. Com certeza, isso aí é hoje em dia, ser urgente em algumas situações realmente tem que cada vez mais ficar. Eu imagino que, igual no passado, as cirurgias abertas de abdômen, tirar uma vesícula que o cirurgia aberta e agora é vídeo laparoscópico. Imagina que a grande maioria disso já tá bem aceito. Eu imagino que esses modernos aí de tiroide é isso. Vai cair por terra, vai deixar a cirurgia só para quando precisar, de fato. E também nódulos funcionantes, né, e pessoas que têm hipertireoidismo, também tem os assintomáticos, tem os efeitos locais compressivos, estéticos, e tem os nódulos que não produzem hormônio, mas tem aqueles que produzem, trazem repercussões negativas. E até nas paratireoides, né, a gente também tem caso aí no Instituto Amato, né, que às vezes o paciente também se beneficia, nódulo que produz hormônio, né. Você vai lá, resolve só o nódulo, a pessoa fica com função tiroidiana normal sem se submeter uma cirurgia e resolve o problema dele, também é uma opção, né. Sim, sim, então, os nódulos hipertro funcionantes, né, as doenças tóxicas da tireoide, ou seja, quando o paciente tem uma produção aumentada de hormônio tiroidiano por causa do nódulo, também é uma das grandes vantagens, né. O que que acontece, Lorena, com os nossos pacientes que têm nódulos hipertro funcionantes? Ele tem que tomar uma quantidade, às vezes, a grande de medicamento para suprimir a produção de hormônio, ou ele precisa fazer o tratamento com iodo-radioativo, que muitas vezes é ineficaz, ou o início da resposta é um pouco demorada, ou mesmo uma cirurgia, que na imensa maioria das vezes, tanto o tratamento com iodo-radioativo quanto o tratamento com a cirurgia, o dia vai levar o paciente para o outro lado, para o hipotiroidismo, né. E a ablação por radiofrequência, além de ser um tratamento minimamente invasivo, quer dizer, não tem internação, não tem cirurgia, não tem corte, o paciente faz o tratamento hoje, amanhã ele já volta ao trabalho, a grande vantagem é que a redução do hipertiroidismo, ela é muito mais rápida que nas outras formas de tratamento, já tem casos assim, que são sensacionais mesmo, além de diminuir o tamanho do nódulo, a função tiroidiana começa a melhorar já três, quatro dias após a ablação, é muito legal. É muito interessante, né. Eu realmente fico impressionada, falei, a gente tem que divulgar, as pessoas têm que ter mais conhecimento, até os profissionais, eu sou professora, você também, né, eu dou aula para os alunos, eu vejo como livros, isso é uma novidade, ainda apesar de já ter alguns anos, os profissionais não sabem, os pacientes não sabem, então por isso essa vontade de divulgar essa possibilidade, então não existe só opção de cirurgia, ou tratar com medicamento ou rádio ou de muitas situações, você pode resolver seu problema de forma minimamente invasiva, né. Então, com poucas repercussões. Alguma consideração mais sobre relação a câncer, talvez de tireoide, tiroidectomia total, tirar a tireoide inteira em caso de câncer, alguma consideração especial nesses tratamentos, alguma novidade que você gostou de considerar? A gente tem bastante coisa interessante, né, então, além da ablação, quando eu disse, para tratamentos de tumores iniciais, você tem que praticar, se não, umas papiríferos iniciais, e aí tem que ser feito com muito rigor, né, porque mesmo tumores pequenos, dependendo da localização, eles não são elegíveis para que seja feita a ablação, então, a ablação para câncer de tiroide, ela é muito específica, tem indicações muito, muito precisas para câncer de tiroide, agora, quanto a gente, quando a gente faz a cirurgia, e muitos pacientes, a indicação cirúrgica ela é mandatória, quer dizer, não dá para a gente mudar, né, a gente tem sempre que ser muito rigoroso, e aqui, o que eu digo para os pacientes é o seguinte, você, a primeira coisa que a gente faz quando a gente vai tratar o paciente, é perseguir a cura do paciente, né, a partir do momento que a gente tem evidência científica suficiente para poder oferecer para o paciente um tratamento minimamente invasivo, com resultados, no mínimo, iguais aos tratamentos convencional, aí a gente está autorizado a realizar esse tratamento, a gente não pode pular etapas e a gente não pode trocar a escala de objetivos, né, então, lá em cima a cura da doença, depois, a gente começa a se preocupar com outras, com outras coisas, como estética, função da tireóide, então, a gente tem, e para o câncer de tireóide, hoje em dia, você sabe disso muito bem, a gente não está indicando tanto tratamento complementar com iodo-radioativo, quanto a gente indicava até alguns anos atrás, porque as evidências científicas mostram que tratar o paciente com iodo-radioativo e não tratar o paciente com iodo-radioativo em determinadas situações é exatamente o mesmo resultado, as indicações de iodo-radioativo já diminuíram, e também a extensão da cirurgia, é dizer, tireoidectomia total para todos os pacientes, não, tireoidectomia total não precisa para todos os pacientes com evidências científicas muito sólidas, muito fortes, os principais guidelines de todo mundo, aí a gente publicou recentemente um artigo sobre isso também, então a gente tem evidências científicas que nos permite oferecer as cirurgias parciárias, eu sempre uso a comparação do câncer de mama, quando eu me formei, todo paciente que tinha câncer de mama tinha que fazer uma tireoctomia radical, hoje em dia uma parte significativa dos pacientes faz a quadra até que é só tirar uma parte da mama que é o mesmo resultado, e para tireoide hoje também assim, quando tem indicação, dá para você fazer uma cirurgia parcial com os mesmos resultados, só que você sabe, Lorena, que mesmo muitos colegas ainda não estão bem seguros quanto a isso, Acha melhor tirar logo tudo e a pessoa ficar o resto da vida tomando, porque realmente que são simples a leve de tireoxina que você repõe, mas é para a vida inteira, e a gente ainda não tem tanta evidência que fica exatamente os níveis de leve de tireoxina, se a reposição fica exatamente a mesma coisa, então enfim, realmente se puder preservar ainda mais uma pessoa jovem, cada vez mais pacientes jovens detectando nódulos, com certeza uma vida inteira e fazendo reposição de leve de tireoxina, vale a pena poupar a tireoide se for possível, e realmente tem mais alguma consideração a fazer? Uma última coisa que eu queria falar é que também para os pacientes que não querem ter cicatrizes, mas são elegíveis para a cirurgia, quer dizer, o paciente realmente tem que fazer a cirurgia e não quer ter cicatrizes no pescoço, hoje em dia existe a possibilidade da cirurgia endoscópica, que a gente faz por dentro do lábio, então em vez do corte ficar aqui, ele fica aqui, por dentro da boca fica escondido, também é uma técnica bastante refinada, é uma técnica que também não é para todos os pacientes, mas como você disse muito bem, a gente faz cada vez mais diagnósticos de tumores de tireoide e cada vez mais diagnósticos precoços de câncer de tireoide, então para muitas situações, quando o paciente realmente quer evitar de qualquer jeito por diversos motivos, a gente consegue fazer a cirurgia desde que também preencha todos os critérios, a gente consegue fazer a cirurgia por dentro da boca também para escapar da cicatriza. Essa possibilidade de cirurgia endoscópica, eu vi também você nos congressos, eu falei, nossa, isso é muito interessante, é realmente muita novidade, eu fiquei bem interessado em ver quantas coisas novas, eu acho que realmente é tão prevalente, pacientes jovens, eles têm que ter consciência das possibilidades que não é só cirurgia e não é só rádioado, que até rádioado já estão começando, a gente tem outras opções e realmente menos invasivas com mais benefícios para os pacientes, o Dr. Erivelto faz com excelência esses procedimentos todos e vai ser para divulgar, eu queria agradecer por ter conversado aqui comigo, contado para a gente e essas novidades, e que a gente divulgasse esse conhecimento, vamos colocar aí para todo mundo ter consciência dessas novidades, obrigado Erivelto. Eu que agradeço, foi um prazer grande, muito obrigado pelo convite, me senti honrada, é muito legal, sempre as nossas conversas Lorena, muito obrigado. Até mais, tchau tchau.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.