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Falta de Desejo Sexual? O ERRO que Está Piorando Tudo!

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Falta de Desejo Sexual? O ERRO que Está Piorando Tudo!

# Falta de Desejo Sexual? O Erro que Está Piorando Tudo! A ginecologista Dra. Juliana Amato aborda um erro silencioso e comum que muitas mulheres cometem ao te

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Perguntas respondidas neste vídeo

E o que acontece quando você se força?

Muitas mulheres fazem isso por amor, ou por culpa, ou por medo de perder o parceiro. Elas pensam, se eu insistir, talvez a vontade volte. Se eu não fizer, ele vai achar que eu não o amo mais.

Vamos simplificar?

O cérebro, ele tem dois modos principais. Tem o modo de sobrevivência e o modo de conexão. Quando você está cansada, estressada ou preocupada, o modo sobrevivência domina.

E nesse estado, o que acontece?

O cortisol sobe, a tensão aumenta, a musculatura se contrai e a lubrificação diminui. O prazer é bloqueado e você começa a achar que perdeu a sua libido. Mas muitas vezes, você perdeu o ambiente interno necessário para ele existir.

Percebe a diferença?

Agora vem a parte que quase ninguém fala. Quando você se força repetidamente, o cérebro, ele associa intimidade à obrigação.

E o que acontece no nosso corpo?

A ansiedade aumenta, a resposta corporal, ela diminui e a frustração cresce. E você se cobra mais ainda. Este é o erro.

Transcrição completa do vídeo

Se você assistiu ao vídeo anterior sobre as 
oito causas da libido baixa, talvez tenha se   identificado com alguma delas. Mas hoje eu preciso 
te contar algo muito importante. Existe um erro   silencioso que muitas mulheres cometem tentando 
resolver a falta de desejo. E este erro acaba   piorando tudo. Eu sou a doutora Juliana Amato, 
ginecologista, e hoje a gente vai conversar   sobre esses erros. Mesmo quando os exames estão 
normais, mesmo quando o relacionamento é bom,   mesmo quando você quer que dê certo. E talvez você 
esteja cometendo esse erro agora sem perceber.   Respira aqui comigo. Uma pausa curtinha. O erro é 
tentar forçar o desejo antes de resolver a causa.   E o que acontece quando você se força? Muitas 
mulheres fazem isso por amor, ou por culpa,   ou por medo de perder o parceiro. Elas pensam, 
se eu insistir, talvez a vontade volte. Se eu   não fizer, ele vai achar que eu não o amo mais. 
E eu preciso funcionar. Mas aqui está o problema.   Desejo não responde à pressão, ele responde 
à segurança. Quando você se força, o cérebro,   ele entra em alerta. E o cérebro em alerta não 
ativa prazer, ele ativa defesa. É como tentar   acender uma lareira no meio de uma tempestade. 
Você pode insistir, mas a chama não sustenta.   No consultório, eu escuto muito uma frase, 
eu me sinto quebrada. E eu sempre respondo,   você não está quebrada, você está sobrecarregada. 
Quando existe dor, estresse, ansiedade, culpa e   até vergonha do seu corpo, o cérebro, ele aprende 
que intimidade não é segurança. E sem segurança,   o desejo não floresce. Isso não é fraqueza, 
é biologia. Vamos simplificar? O cérebro,   ele tem dois modos principais. Tem o modo 
de sobrevivência e o modo de conexão. Quando   você está cansada, estressada ou preocupada, 
o modo sobrevivência domina. E nesse estado,   o que acontece? O cortisol sobe, a tensão aumenta, 
a musculatura se contrai e a lubrificação diminui.   O prazer é bloqueado e você começa a achar 
que perdeu a sua libido. Mas muitas vezes,   você perdeu o ambiente interno necessário para 
ele existir. Percebe a diferença? Agora vem   a parte que quase ninguém fala. Quando 
você se força repetidamente, o cérebro,   ele associa intimidade à obrigação. E o que 
acontece no nosso corpo? A ansiedade aumenta,   a resposta corporal, ela diminui e a frustração 
cresce. E você se cobra mais ainda. Este é o   erro. Não é falta de desejo que piora a 
situação, é a pressão para tê-lo. Então,   agora você deve estar se perguntando, o que 
eu faço? Primeiro, gente, investigue a causa,   converse com o seu ginecologista. Será que a causa 
é hormonal, é emocional, é medicamentosa, é dor,   é exaustão? Segundo, remova a pressão. Intimidade 
não pode ser obrigação. E terceiro, restaure   a sua segurança. Tratar dor antes de falar em 
prazer. Regular o sono antes de exigir energia.   Reduzir o estresse antes de cobrar desempenho. E 
a quarta dica, reconectar-se com o próprio corpo.   Sem performance, sem comparação, sem pressa. A 
libido não é botão de ligar e desligar. Ela é   uma consequência do equilíbrio. Recentemente, uma 
paciente de 56 anos me disse, acho que acabou pra   mim, não tenho libido mais nenhum. Mas ela 
estava exausta e com dor e cheia de culpa.   E tratamos a causa, diminuímos a pressão, 
restauramos a segurança e alguns meses depois,   o desejo voltou. Ele não tinha desaparecido, 
ele só estava bloqueado. Agora, preste muita   atenção nisso. Nem toda libido baixa é igual. 
Algumas são hormonais e as outras são emocionais.   E o tratamento muda completamente dependendo 
disso. No próximo vídeo, eu vou te ensinar como   diferenciar uma da outra. E por que tratar errado 
prolonga o sofrimento? Você não precisa sofrer em   silêncio. Libido não tem prazo de validade. 
Ela só precisa do ambiente certo pra voltar.   E se esse vídeo fez sentido pra você, comenta aqui 
nos comentários abaixo. Você percebe mais pressão,   mais cansaço ou mais alteração hormonal? E no 
próximo vídeo, eu explicarei por que entender   essa diferença pode mudar completamente 
a sua vida íntima. Até o próximo vídeo!

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.