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Varizes Sempre Voltam Após Tratamento? Médico Revela Como Evitar!

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Varizes Sempre Voltam Após Tratamento? Médico Revela Como Evitar!

# Varizes Sempre Voltam Após o Tratamento? O vídeo do Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, esclarece uma dúvida muito comum entre pacien

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Perguntas respondidas neste vídeo

Agora tenho que fazer alguma coisa?

Essa é uma dúvida super frequente.

E aí, você sabe o que tem que fazer?

Então, vamos lá. A primeira coisa é, varízes é uma doença genética, na maior parte dos casos, é uma doença hereditária, então você carrega os genes desse problema. Muito embora, no tratamento de varízes, que na grande maioria das vezes a gente está tentando retirar a veia doente, ocluir uma veia doente, ou fazer essa veia doente entrar numa fibrose, em que ela acaba desaparecendo, a ideia é fazer as veias que estão doentes hoje não expressarem a sua aparência e seus sintomas, dessas formas que eu falei.

Pode não ser o mesmo tratamento que você já fez, né?

Esse é um medo muito frequente.

Ah, eu operei, vou ter que operar de novo?

Não necessariamente. Somente 10% das pessoas que fazem uma cirurgia de varizes necessitam outra cirurgia de varizes no futuro. A questão é que esses 90% que não precisam de outra cirurgia podem precisar de algum outro tratamento menor.

Depois que foi finalizado o tratamento, a pergunta é quando eu devo voltar?

Isso é muito importante. Para fins estéticos, isso é uma coisa que eu costumo falar bastante também. Eu coloco a minha lupa, eu vou continuar encontrando vazinhos pequenininhos sempre, porque eles vão aparecendo lenta e progressivamente.

Transcrição completa do vídeo

Olá, você terminou seu tratamento de varízes? E agora? Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou responder uma dúvida, né, das pacientes, que é terminei meu tratamento, e agora? O que eu tenho que fazer? Tenho varízes ou tinha varízes? Agora tenho que fazer alguma coisa? Essa é uma dúvida super frequente. E aí, você sabe o que tem que fazer? Então, vamos lá. A primeira coisa é, varízes é uma doença genética, na maior parte dos casos, é uma doença hereditária, então você carrega os genes desse problema.

Muito embora, no tratamento de varízes, que na grande maioria das vezes a gente está tentando retirar a veia doente, ocluir uma veia doente, ou fazer essa veia doente entrar numa fibrose, em que ela acaba desaparecendo, a ideia é fazer as veias que estão doentes hoje não expressarem a sua aparência e seus sintomas, dessas formas que eu falei. O problema é, nenhum tratamento de varízes atual vai mudar a sua genética, vai mudar o que você carrega no seu código genético. Então, a gente consegue tratar todas as veias que estão doentes hoje, mas isso não quer dizer que no futuro outras veias não fiquem doentes.

Então, por isso, é necessário você entender como que esse processo funciona. Quando você vai no cirurgião vascular e ele te propõe um tratamento, ele está te propondo um tratamento para aquele momento, para as veias que ele está examinando e enxergando como doentes naquele momento. Outras veias podem ficar doentes com o passar do tempo.

Obviamente, se você fizer a sua parte depois do tratamento de varízes instituído pelo seu cirurgião vascular, você vai postergar o aparecimento dessas veias doentes, você pode empurrar o problema lá pra frente. E, obviamente, a doença evolui em velocidades diferentes dependendo de cada pessoa. Tem gente que já aparece com 20 anos de idade numa fase muito avançada das varízes e tem outros pacientes que onde as varízes começaram a aparecer de verdade lá com 70 anos.

É óbvio que nesses dois pacientes a velocidade de progressão da doença é diferente. Levando isso em consideração, depois que você fez o tratamento com o seu cirurgião vascular, que pode ter sido uma cirurgia, pode ter sido uma aplicação, escleroterapia, laser, que a gente faz bastante, você vai ter que fazer a sua parte. Vai ter que fazer o tratamento não medicamentoso, que seria exercício físico, dieta, evitar ganhar peso.

Vai, dependendo de cada caso, precisar ou não usar a meia elástica para evitar a progressão da doença. No mínimo, um uso de meia elástica de forma profilática pode ser necessário. Eu tenho um vídeo falando sobre como é a forma profilática.

E fazendo tudo isso, você tem que lembrar também que tem mais um fator importante, que é uma visita periódica ao seu cirurgião vascular. Então, você fez um tratamento, você tem que considerar que pode ser necessário fazer outro tratamento no futuro. Pode não ser o mesmo tratamento que você já fez, né? Esse é um medo muito frequente.

Ah, eu operei, vou ter que operar de novo? Não necessariamente. Somente 10% das pessoas que fazem uma cirurgia de varizes necessitam outra cirurgia de varizes no futuro. A questão é que esses 90% que não precisam de outra cirurgia podem precisar de algum outro tratamento menor.

Uma aplicação, uma mudança estratégica aí no tratamento medicamentoso ou na meia, alguma mudança em estilo de vida, e isso vai ser orientado pelo seu cirurgião vascular. Portanto, eu sugiro pelo menos um acompanhamento anual com o cirurgião vascular. Essa frequência pode mudar de acordo com a velocidade de evolução da doença.

Então, se você faz um acompanhamento anual, tem estado estável da doença, você pode acabar deixando isso para uma vez a cada dois anos ou até mais, dependendo de cada caso. Mas lembre-se de perguntar para o seu cirurgião vascular. Depois que foi finalizado o tratamento, a pergunta é quando eu devo voltar? Isso é muito importante.

Para fins estéticos, isso é uma coisa que eu costumo falar bastante também. Eu coloco a minha lupa, eu vou continuar encontrando vazinhos pequenininhos sempre, porque eles vão aparecendo lenta e progressivamente. Por mais que a gente tenha resolvido todo o problema estético, colocando a lupa, colocando o flebo visualizador, a gente consegue identificar essas veias de uma forma mais precoce e a gente pode ir tratando, ir prevenindo essa progressão.

Se você esperar muito tempo, juntar muita veia, muito vaso para tratar, obviamente o tratamento vai ser maior do que se você fez essa manutenção periódica. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, clica no sininho para receber as notificações de novos vídeos e até o próximo!

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.