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Tênis: o Treino Divertido que Derrete Até 1.000 Calorias por Hora | Ep. 82

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Tênis: o Treino Divertido que Derrete Até 1.000 Calorias por Hora | Ep. 82

O episódio do AmatoCast discute como o tênis pode ser um “treino divertido” com grande impacto na saúde física e mental. A apresentadora Letícia Miyamoto recebe

Perguntas respondidas neste vídeo

Eu vou botar a notícia, tudo bem?

Tudo certo. Vai ser muito legal conversar sobre... As vezes as pessoas têm algumas dúvidas sobre isso.

Você era o que gostava da educação física ali?

Sempre gostei da educação física, sempre muito voltado a esporte, tanto por interesse próprio, tanto por incentivo de famílias, familiares e afins, mas o tênis é um pouquinho, vou um pouquinho na contramão do que as pessoas pensam do senso comum.

Legal, e para você, tem algum outro esporte assim que também chega a brilhar seu olho, uma curiosidade algum que você pratica, ou acaba ficando 100% do seu tempo no tênis hoje?

Tem algo que eu pratiquei em paralelo ao tênis, sempre pratiquei artes marciais, pratiquei caráter durante 12 anos, competi a nível estadual, nível sul-americano, o nível nacional, até competi mais nas artes marciais do que propriamente no tênis.

Por isso que aqui nos bastidores você já sabia alguns termos que a gente estava conversando de um episódio que foi sobre Kung Fu?

Então por isso que você já sabia. Isso, quando você falou já as associei. Muito legal.

E Emerson, agora a sua rotina é mais focada em aulas particulares?

Isso, atualmente eu trabalho somente com as aulas particulares, já trabalhei com projetos sociais de tênis, já trabalhei com treinamento de infanto-juvenil pra tênis, mas atualmente eu trabalho somente com as aulas particulares, atendo pessoas em condomínios, em quadras particulares, e por aí vai.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia Miyamoto, está no ar mais um AmatoCache pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios, nós recebemos convidados especiais, como sempre, e hoje eu já vou apresentar o nosso convidado da vez, que é o Emerson Limeira, ele é professor de tênis e como vocês viram aí no título do episódio de hoje, nós vamos falar, bater um papo super legal, super interessante sobre os benefícios dessa prática para a saúde. Então vamos lá. Emerson Limeira é professor de tênis e personal trainer com cerca de 18 anos de experiência em aulas e treinamento de tênis e também condicionamento físico, voltados à saúde e qualidade de vida, é graduada em educação física pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Fisiologia e Biomecânica do Exercício, treinador registrada com capacitações pela Confederação Brasileira de Tênis, atualmente é dedicada ao ensino e desenvolvimento de tênis de campo no âmbito social e no trabalho com condicionamento físico e saúde. Bem-vindo Emerson. Eu vou botar a notícia, tudo bem? Tudo certo. Vai ser muito legal conversar sobre... As vezes as pessoas têm algumas dúvidas sobre isso. Sim, será ótimo poder expandir um pouquinho sobre tênis e relação com saúde. Sim. Emerson, conta um pouquinho para mim então sobre como foi a sua trajetória no esporte. Você sempre gostou de tênis, sempre teve algum interesse nesse tipo de esporte na escola, por exemplo. Você era o que gostava da educação física ali? Sempre gostei da educação física, sempre muito voltado a esporte, tanto por interesse próprio, tanto por incentivo de famílias, familiares e afins, mas o tênis é um pouquinho, vou um pouquinho na contramão do que as pessoas pensam do senso comum. As pessoas, no geral, quando pegam algum técnico de esporte, imagina que foi uma pessoa que veio de atleta, veio de criança muito pequeno jogando. Eu já comecei um pouco mais velho, eu comecei a trabalhar em um tênis de clube, em alfabile, como pegador de bola, gandula, e lá fui criando interesse, fui aprendendo a jogar e fui desenvolvendo esse gosto e esse prazer pelo tênis. E paralelo a isso, a questão do esporte, eu tinha uma certa vontade de ensinar, seja as esportes, seja as matérias acadêmicas, tinha uma feição por algumas disciplinas de exatas, e acabou calhando a fome como está de comer, o gosto por ensinar com a prática esportiva e o gosto pelo tênis. Eu acabei me desenvolvendo, me formando, buscando uma graduação para trabalhar com o tênis e ensino do tênis, até hoje eu trabalho. Legal, e para você, tem algum outro esporte assim que também chega a brilhar seu olho, uma curiosidade algum que você pratica, ou acaba ficando 100% do seu tempo no tênis hoje? Tem algo que eu pratiquei em paralelo ao tênis, sempre pratiquei artes marciais, pratiquei caráter durante 12 anos, competi a nível estadual, nível sul-americano, o nível nacional, até competi mais nas artes marciais do que propriamente no tênis. O tênis foi muito mais visto como área de atuação profissional, mas como atleta eu pratiquei muito mais o caráter no caso e pratiquei competir, é uma atividade que me enche os olhos, porém acabei me dedicando somente à prática do tênis, por questão profissional, e o caráter como um esporte de impacto e de muito contato, acaba que competir com o tênis. Acabei preferindo e optando, agora vou me dedicar ao tênis de maneira profissional, e no segundo momento, lá na frente, eu volto a praticar de martial de maneira mais prazerosa. Por isso que aqui nos bastidores você já sabia alguns termos que a gente estava conversando de um episódio que foi sobre Kung Fu? Então por isso que você já sabia. Isso, quando você falou já as associei. Muito legal. E Emerson, agora a sua rotina é mais focada em aulas particulares? Isso, atualmente eu trabalho somente com as aulas particulares, já trabalhei com projetos sociais de tênis, já trabalhei com treinamento de infanto-juvenil pra tênis, mas atualmente eu trabalho somente com as aulas particulares, atendo pessoas em condomínios, em quadras particulares, e por aí vai. De todos os níveis? De todos os níveis. Ah, legal. Hoje somente não um nível competitivo, a nível profissional, porque aí vira uma dedicação de tempo maior com um determinado atleta. Sim. Mas fora isso do nível iniciante, ao nível intermediário avançado já trabalha. Todo o contexto ali também da vida da pessoa, pra quem vai realmente competir? Isso, já muda totalmente o contexto, porque são dedicação de horas por dia, com o mesmo atleta, não só o professor, o técnico de tênis, mas junto a fisioterapeuta, educador físico e por aí vai. Sim, legal. Inclusive, já vou começar falando sobre as características físicas ali, que são exigidas no tênis, a parte física mesmo, mas a gente já adianta também, fazendo uma pesquisa sobre o tema antes da gente começar a gravar, antes do nosso episódio, eu vi que vai muito além do que as pessoas imaginam, mas a gente fica focado mais na parte física quando se trata de um esporte, mas também envolve a questão mental, esse preparo realmente psicológico do controle daquela pessoa. Enfim, eu acho que isso é a parte mais interessante pra gente conversar. Messeu, antes disso, pra quem já acompanha aqui o AmatoCast sabe, mas pra quem tá chegando agora só quero agradecer o patrocinador aqui do AmatoCast, que é do laboratório Origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa. O foco do Origem é qualidade de vida e prevenção. Música Emerson, então agora já iniciando de fato o nosso assunto do episódio, em questão de especificamente sobre as características físicas que são exigidas. Acho que antes de falar sobre os benefícios da prática da parte física, eu queria saber um pouco sobre essas características que são exigidas. Sabe pra todo mundo, desde criança, pra homem e mulher, precisa já ter um condicionamento físico pra começar a treinar, pra jogar o tênis, ou não, realmente pra quem às vezes tá no zero sem fazer nenhum exercício, já consegue fazer? Consegue. Consegue do zero, sim. Eu costumo falar pra todos os meus alunos, pra todas as pessoas que chegam, até mesmo em, seja praticantes ou não, seja com algum grau de condicionamento físico ou não, que alinhem a expectativa, tá? As pessoas, muitas vezes, chegam na quadra, chegam, ah, Emerson, quero um talo de tênis, mas eu quero já jogar no nível alto, rápido, e as pessoas não têm esse condicionamento. Eu preciso fazer um trabalho, tanto técnico quanto de condicionamento físico, essa pessoa consiga jogar de uma maneira mais prazerosa e consiga competir, tá? O tênis ele é adequado pra todas as pessoas, todas as idades, sexos, gêneros. Já tive aluno com três anos e meio, quatro anos, alunos de oitenta anos, tá? Tive todos os extremos de faixa vegetariana, homens, mulheres, meninos, meninas, todos. A questão é alinhar a expectativa. Quando a gente trabalha com aluno iniciante, sem condicionamento físico, a gente tem algumas técnicas de trabalho, pra que essa pessoa consiga jogar, minimizar o impacto, e consiga desenvolver as sexas politidamente, devagar, até que em um determinado momento ela consiga se desenvolver e competir. A grande questão é chegar na quadra e ter paciência para desenvolver todas essas questões. Então, técnico quanto de condicionamento físico. A gente fala muito de condicionamento físico, que é primordial para o tênis e que falta muito hoje em dia, que é a questão da agilidade, tá? As pessoas hoje em dia, elas, como os de celulares, televisões e tecnologias, elas praticam poucos esportes na infância e adolescência. Então, quando chega pra aprender uma modalidade que é difícil, tênis é uma modalidade difícil, a quem diga não é fácil de jogar, não. Tênis é extremamente difícil, mas todos conseguem jogar, desde que faça, cumpra todas as etapas. Que é aprender a correr, aprender a mudar de direção, aprender a afaltar, a rebater, coisas que hoje em dia as crianças estão perdendo. Então, se as pessoas chegam para uma aula de tênis, ou qualquer outra modalidade, com paciência de passar por todas as etapas, ela com certeza em pouco tempo está jogando muito bem tênis. E tem muitas regras, porque como eu falei também aqui nos bastidores, já cheguei a acompanhar alguns campeonatos, torneios, enfim. E eu lembro que, às vezes, para quem nunca foi em um jogo, acaba ficando um pouco até desesperada, quando vê aquele monte de regra ali, e acaba achando que é realmente difícil e às vezes abre mão, mas também acaba... É na prática mesmo, é, Merson, que pega o jeito ali que é... A contagem do tênis, ela foge para dentro das outras modalidades, por isso que assusta. As pessoas estão acostumando lá, ah, o futebol ou outra modalidade fez um gol, um, dois, três, assim vai, ou o basquete, que tem 6 de 2 e de 3 pontos, tem o arremesso livre, que vale um ponto, são contagens mais simples. O tênis, na verdade, ele é simples, ele é diferente. As pessoas precisam entender que ele é por ciclos. Na prática, se aprende muito facilmente, mas também é possível aprender a assistir nos jogos, acompanhando... Ah, gente, que são as vezes, ah, vamos dar uma aula de tênis. Começou a chover no meio da aula, é para soltar com essa dificuldade de entender a conta. A gente paga um pouquinho, coloca um vídeo lá no YouTube, ou qualquer outra mídia consegue acompanhar e aprender a conta de rapidinho. É super simples. É mais a contagem que você acredita, que é o desafio, assim? Das regras, sim. O mais difícil é pensar na contagem, porque a regra básica é golpear a bola para o outro lado, dentro dos limites da quadra, tá? De uma maneira que o adversário não consiga rebater a bola com a bola ping duas vezes, para pontuar. Feito isso, é só acompanhar a contagem, que é a parte mais complicada de entender para o senso comum. Resumidamente, é 15, 30, 40, game. Aí você completa um ponto. Tá. E aí você passa o sac para outra pessoa. Tá. Eu costumo usar o exemplo sempre do relógio. Você pega o relógio analógico e pega lá, 0, 15, 30, 40 e fica, mas a gente fala 40 no tênis e tem um porquê histórico a respeito disso, tá? Completou a hora, você fez um ponto, fez um game. Tá. Aí é só ver de sacar. Aí você vai sacar, até que pede a volta. 15, 30, 40, fez a volta a minha vez de sacar. Entendi. E assim vai até completar seis pontos. Então, para quem nunca acompanhou, esse 15, 30, que a gente tá falando, 15, 30, 40, eu fiz um ponto 15, fez outro 30, fez mais um, 40, aí completou. Ah, ele fez mais um para completar o game que fala. Aí ficou uma zero no placar. E aí tem que ganhar pelo menos dois games se for três jogos. Aí a gente fica o seguinte, aí são dois sites. Então você vai ver. Para cada sete, você tem que fazer seis games. Então, jogamos aí você. Um a um, dois a um, dois a dois, três a dois, quatro a dois, cinco a dois, seis a dois para você. Completamos um sete. O primeiro que chegar a seis, então. Isso, você fez um sete. Zero o placar. Começamos um outro sete. Um a um, dois a dois, três a dois, quatro a dois. Se por acaso você ganhar o segundo sete, fez dois sets a zero, acabou o jogo. Ah, verdade, lembrei. Se por acaso eu ganhar o sete, por exemplo, eu ganhei de seis a quatro. Vamos jogar um terceiro de desempate. Entendi. Aí quem ganha o maior número de sets. Isso, exatamente. Plus, para o torneio feminino, são sempre melhor de três sets. Para o masculino, dependendo do torneio, pode ser melhor de três ou melhor de cinco sets. Legal. E também tem as duplas, né? Isso pode ser jogado individualmente ou em duplas. As regras são basicamente as mesmas. Só a quadra que estende um pouquinho mais lateralmente tem um corredor ao lado da quadra, que é o corredor de duplas. E a pontuação segue a mesma, tá? Até completar melhor de três sets. E você acredita que para quem é iniciante, é melhor começar sozinho ou em dupla? Tem alguma regra, por exemplo? Você precisa ser a pessoa com o mesmo tipo físico ali, com a mesma velocidade ou não? Não, necessariamente, porque as pessoas precisam se completar na dupla e ter introduzimento. A respeito da pergunta sobre, ah, é melhor começar jogando individual ou jogando dupla, que a gente fala no Tennis, um termo que a gente usa muito, sempre do jogo de dupla. A grande maioria, mas a grande maioria, prefere começar jogando individual pelo seguinte, pela pressão do erro, que é uma grande dificuldade no Tennis. Porque eu estou jogando com você e eu estou começando, se eu errar, ele não está prejudicando só a mim, não sou eu que estou perdendo, você também está perdendo. Então, eu posso ficar tímido porque estou te prejudicando. Eu não sou que seja muito do teu amigo, você fala para mim, não. Eu sou super tranquilo, jogo, faço seu jogo, se errar, está tudo bem. Mas as pessoas, mesmo recebendo essa informação muito, a grande maioria delas se sentem vergonhadas de jogar em duplo. Então, eu acabo preferindo jogar sozinho, porque, ah, se por acaso eu errar porque estou aprendendo e faz parte do processo, a única pessoa que está perdendo sou eu, não meu parceiro. Tem uma timidez ali, né? Existem uma timidez. Algumas pessoas preferem jogar em dupla porque corre-se menos. Então, assim, quando as pessoas, é muito comum as pessoas, quando começa a jogar tênis com uma idade mais avançada, que, assim, tem gente que começa a jogar com tênis com 40, 50, 60 anos, 70 anos, começa a jogar e se é super tranquilo, nesse caso, já prefere jogar duplas. Porque já, como tem duas pessoas em quadra, já corre-se menos, o esforço físico é bem menor. Ah, tá, legal. Mas somente para essa questão do esforço físico. Legal, bem explicado. E, Emerson, quais são as príncipes, por exemplo? Quem quer definição do corpo ali, né? Fica mais focado na parte de musculação. O tênis consegue também dar essa parte visual, assim, no corpo das pessoas? O segue super bem, principalmente pelves e braços. E abdômen também, porque o tempo todo você está trabalhando giro de tronco, o tempo todo você está fazendo um trabalho de cor, de abdômen para poder manter o golpe equilibrado e bater bem na bola. Então, assim, aquelas pessoas que buscam uma definição de corpo, que buscam uma qualidade de vida e uma estética corporal, o tênis é um esporte que procura-se muito, porque ajuda muito, tá? Só que as pessoas precisam de jogar tênis com a técnica correta, buscar correr da maneira correta, sem aquela questão de jogar, que a gente fala parado. Só tem que usar a disposta, correr na quadra, acelerar a bola, aí ela consegue um bom trabalho muscular. Ah, tá, legal. Quantas calorias, mais ou menos, em uma partida você já chegou a medir naqueles relógios, assim? É que também varia, né, de pessoa para pessoa. Varia de pessoa para pessoa, tá? Varia de gênero, idade, condicionamento físico de cada um. Eu já medi muitas vezes em aula, já chegamos a ter a pericalora, que é em torno de 800 mil calorias por hora treino, um treino intenso, claro. Nossa. Para jogo, a gente não consegue precisar, porque o jogo de tênis ele não tem um tempo específico, tá? Então ele pode ser um jogo super rápido, durar 30, 40 minutos, e pode, aquele mesmo jogo de 3 setes, durar 3 horas. Então assim, o jogo curto vai gastar ali uns 500, 600, 700 calorias, e um jogo que se estende, depende de qual acerado vai ficar. O acerado fica o jogo, do quão intenso é o jogo, para a gente poder determinar em que são de jogo. Em aula é mais fácil precisar, porque em aula a gente controla, e isso é por tempo. Então numa aula a gente já chegou a perica aí de 800 mil calorias por treino. Ah, nossa, é bastante. Isso, burucos masculinos, normalmente as meninas no treino intenso ficam em torno de 600, 700 calorias. É bastante também, né? E passa voando, né, que a gente não vê o tempo, quando está fazendo um esporte, às vezes na academia, claro, que tem essa parte da musculação, que o pessoal gosta de ter, tanto para algum tipo de esporte específico, para se sentir mais preparado, mas para a parte visual do corpo, mas não imagina que tem tudo isso de benefício, quando tem que passar voando ali no esporte. E fora a parte lúdica, a parte de diversão mesmo. Sim. Eu tenho muitos, mas muitos alunos que até estão, que prefiro ficar jogando 3, 4 horas na quadra, debaixo de um sol ou no frio, a encarar 30, 45 minutos dentro de uma sala de musculação. Aham. É, porque realmente é muito mais, se não ver, não fica ali, né? Mesmo sabendo os benefícios da musculação, eles entendem, relato, mas eles preferem ficar em quadra. Sim, é muito legal, quando dá para unir, então, né? Dá para unir. E é, mas são benefícios mais específicos da parte da saúde. Você até cara de vascular também existe na frática. Existe muito, porque você tem sempre uma alternância de frequência cardíaca, você tem uma alternância de pressão arterial, o tênis tem um crescimento intermitente, tá? Ele não é um esforço contínuo, como uma corrida, como uma natação, como um ciclismo, então você tem picos de frequência e de pressão que você corre, desacelera, corre, desacelera, entre os games você tem pausa, descanso, então isso dá tempo da frequência cardíaca, ela abaixa ao nível normal e você acelera novamente. E é isso que precisa para os benefícios caros de vascular. Essa alternância está nos benefícios caros de vascular imenso para todas as pessoas. Claro, passando para uma avaliação médica, sabendo que não tem nenhum problema pré-existente, para que consiga praticar de maneira saudável. Sim, e aquilo que a gente estava falando, né? Velocidade, equilíbrio, até... Universidade, utilidade, equilíbrio, potência, força, tudo, coordenação, e uma das grandes habilidades que o Tennis traz para as pessoas que desenvolvem é a coordenação motora, e isso para todas as faixas etárias. Sim, tem muita gente que fala que esses esportes que envolvem bolinha, tem a dificuldade porque acho que não consegue acertar, não tem essa coordenação motora, mas isso você acaba... Parece realmente difícil, né? Assim, tem os dois lados também, eu que falei que eu citei ali, que quando acompanhava na torneia essas coisas, às vezes você começa a olhar tanto que você fala assim, nossa, parece fácil, acho que eu sei fazer isso, mas aí você, às vezes, tem, então, uma vez ver que não acerta bolinha, às vezes dá aquele desânimo, aquela desanimada, mas isso é... Depois que pega o jeito, vai, ali, né? Depois que pega o jeito, vai, é que estão de noção em espaço temporal, e é uma questão também cultural nossa do brasileiro. A gente tem poucos esportes de rebater, que estão inseridos aí no âmbito escolar, no âmbito... na infância, adolescência. Então, quando a gente assiste um jogo de tênis, às vezes as pessoas lá, rebater no bola para lá, para cá, fica a hora de rebater no bolinha, acertando, com força, acertando na quadra, as pessoas olham aqui, não, isso é super fácil, só bater no bolinha, pegar uma raquete, vou dar uma raquete no bolinha. Aí pega a bolinha, vai com a raquete, joga a bolinha, lá no outro lado, no outro lado, outra quadra, opa, não é tão fácil assim. Aí a pessoa tenta ir se ajustando. Para alguns pessoas, o desafio torna motivante, e para outras pessoas, elas retraem, opa, isso não é para mim. E a gente acaba tentando trazer essa questão, opa, é para todos, é só se desafiar. Falando dessa questão de coordenação, tem muitos cases aí ao longo da minha trajetória, de alunos, que começaram a feriar lá já mais velhos, já adultos, com uma rotina supercoita de trabalho e afins. Se ele lançava a bolinha para a pessoa, para ela pegar a bolinha com a mão, elas tinham dificuldade, ficou a mão, não ia nem rebater. Depois de passar um tempo, ela ia pegar a bolinha, começou a rebater, hoje a pessoa joga super bem. A gente brinca, ah, deve ter feito um vídeo da primeira aula, e um vídeo de hoje, não vencei a vencer, porque são pessoas totalmente diferentes a nível de coordenação motora. Sim, sim. E para tudo, qualquer coisa que você às vezes começa ali, você não vai ser o melhor, não vai ser tão bom, e com o tempo, acaba pegando o jeito. A gente fala bastante aqui no Nomato Cache, Emerson, às vezes é a dúvida de alguém que está acompanhando sobre lipedema. Tem algum tipo de impedimento, alguma relação direta com a doença, para quem é considerado um esporte de impacto, corrigir se estiver errado. Não, porque está certíssima. E tem alguma restrição nesse sentido de lipedema? Não uma restrição direta, é preciso passar por uma avaliação médica, saber qual grau que você tem de lipedema, qual a tua restrição particular, quanto à atividade de impacto em geral. Não tem um desespecífico, impacto em geral. E aí, uma vez que você tem essa autorização médica para fazer atividade, vindo para o tênis, e aí o uso de material adequado, dá preferência para as superfícies de quadra, porque tem diferentes superfícies com um menor impacto, que é o mais comum aqui no Brasil, é o cérebro. A gente tem quadra de cimento, que é uma quadra que a gente chama de dura, e tem as quadras de cérebro, que são quadras que trazem um acontecimento maior. É tipo aquela de quadra de escola? Essa para quem? Não, é de cérebro, fosse uma terra batida. Ah tá, lembrei, lembrei. Não é aquele piso, sabe aquela de escola que eu estou falando, né? Sim, sim, sim, sim. É cada dia de terra mesmo batida, que amortete mais impacto, absorve tanto impacto para a bola quanto impacto para o praticante. Entendi. Então assim, a gente for pensar em um indivíduo com um lipedema, quanto menor a gente, para o virilhado de impacto, a gente traz para essa pessoa, melhor será a prática. Então a gente traz ela, ah, posso optar? Invendir para a quadra dura ou para a quadra de cérebro? Ah, vou buscar um calçado, que me traga um amortecimento maior. Vou ter mais que um tênis, eu quero praticar mais que uma vez a semana, para que eu consiga revedar o tênis, para poder minimizar o máximo possível o impacto. Entendi. É possível praticar. Sim, sem restrição, tênis, que tomem os debidos cuidados. A gente falou agora pouco sobre a preferência que tem de jogar individual e jogar em dupla. Se eu tenho um grau de lipedema, na qual eu preciso evitar impacto, mas eu gosto muito de tênis, eu posso até jogar tênis. Mas entre jogar individualmente e jogar em duplo, vou dar preferência para jogar duplo, porque eu vou ter menos impacto, vou correr menos, vou me divertir tanto quanto, vou me movimentar tanto quanto, respeito as minhas limitações físicas. Sim. E em questão, até do que a pessoa vai usar, tênis também, a escolha do tênis, tem relação direta com isso? Se a pessoa tem alguma condição, alguma doença, alguma limitação? Tem uma relação direta, porque o tênis amortece impacto. Além do amortecer impacto, o tênis, o tênis, por si só, tem muita mudança de direção, mudança de direções buscas. Então, para a saúde das articulações, precisa ter um tênis específico, o que traz mais estabilidade e maior paternozelo. Ele precisa ter um amortecimento adequado, ele precisa ter uma estabilidade adequada para a paternozelo. A gente falou de quadra, tem um tênis específico para jogar em quadra de tênis, quadradura, tem um tênis específico para jogar no saibro. Então, o tênis tem uma relação direta, nessa questão também. Tá, legal. E agora falando de benefício mental, o que você acha que é mais importante a gente destacar, o que que merece realmente destaque entre os benefícios? O tênis tem inúmeros benefícios, inúmeros, mas um que tem se falado bastante, bastante em alta, questão do tênis, ele tem um esporte que exige extrema concentração e 100% do tempo. Porque, para o mais que você jogue com você, e a gente faça, vai rebater lá 30, 40 bolinhas seguidas, e eu tente jogar a bolinha igual para você, nenhuma dessas bolas virá igual, de fato. Sim. A hora vai vir mais alta, a hora mais baixa, a hora mais rápida, a hora menos rápida, mais efeito, menos efeito. E tu pensando que eu estou até tentando te ajudar a jogar com você. Então, eu estiver tentando te complicar o jogo, vencer o jogo para você. Aí que vai mudar a vez? Aí vai mudar ainda mais. O que demanda uma concentração e uma atenção ainda maior e o tempo todo. E esse esforço cognitivo para responder esses estímulos, que deram uma resposta rápida a esses estímulos, traz melhor as cognitivas extremamente consideráveis. Sim. E isso em qualquer faixa etária. E é um esporte que você realmente precisa estar ali no momento. Estar ali não tem como você pensar em uma performance. Não tem como você jogar tênis e não estar em quadro, não estar com a cabeça ali. Eu falo assim, vejo os meus alunos quando estão em aula e eles estão me jogando. Toque o celular, ele vai, ele olha, nem precisa tocar o celular, a gente é com o celular. Olha no Smart. Olha no Smart. E ele já começa a ar. Você vê que a cabeça dele já foi longe. A bolinha vem, ele já não está muito prestando atenção na bolinha ainda. E entre a análise dos benefícios que eu cheguei a ver, também fala até de memória, estresse, ansiedade, até depressão, aparece na... Isso. Tem melhores inquisites de ansiedade, tem melhores inquisites de depressão. O tênis, principalmente, você começa a jogar de iniciante. Você começa a desenvolver, respeitando as etapas. Aquilo traz motivação, aquele melhor autoestima, melhores índices de depressão, melhor índices de ansiedade. A ansiedade passa até por uma questão técnica e indispensável para jogar. Porque uma pessoa ansiosa, ela quer resolver os problemas muito rápido. Antes do problema estar acontecendo... A bolinha nem voltou já... A bolinha nem chegou, ela já está querendo bater, já querendo resolver o problema. Ela nem bater na bolinha, ela está olhando de a bolinha, vai aqui do seu lado. Isso é errado. Então é uma coisa que a gente chama a atenção o tempo todo nas nossas práticas, nas nossas aulas, para, respira, espera a bola, olha para a bola. Isso com o passar do tempo, vai transferindo para os outros amplos da vida da pessoa. Esse controle de ansiedade para bater na bola, a gente vem de fora, vem do externo, vem da pessoa, a gente consegue diminuir essa ansiedade dentro de quadra e sacar para os benefícios para fora dela também. Quantas apreções de depressão é um assunto bem tênue no tênis. Pelo seguinte, ele tanto ajuda, tanto motiva, mas o tênis é um esporte difícil ao ponto de, se você for para a quadra pensando em jogar, e você não desempenhar bem em quadra, pode ser que você saia de lá frustrada. Pensando no competitivo, no profissional, essa frustração e a cobrança, tanto interna, externa, técnico, patrocinador, torcida, pode fazer quase de depressão. A gente tem visto muito em alta, tenistas, tem uma tenista, Naomi Osaka, japonesa, que se declarou com transtornos depressivos, para jogar, ficou forçado no circuito, tem outros casos também, tem sido muito comum no tênis profissional, atrás das relatarem quase de depressão, muito por conta disso. Porque o tênis é um esporte solitário. Quando você pensa no esporte, quando ele é praticado, é simples, individual, é um esporte solitário, é você na quadra, tendo que exibir todas as questões. Você e você tendo que exibir todas as questões. Com mais que um âmbito profissional, você tem toda uma equipe por trás, todo o background, técnico, fisioterapeuta, psicólogo, todo o staff, na quadra, nasquelas duas, três, quatro horas que você está ali competindo, é você. Então, é um esporte tido como solitário. Então, esse trabalho psicológico, ele tem que ser muito bem feito, muito bem acompanhado, porque não desenvolva depressão. Entendido. Então assim, para o âmbito amador, ele traz muitos benefícios. No âmbito competitivo, tem que ter um acompanhamento ético, porque é um esporte que tem uma cobrança muito grande, e se a pessoa se traz, internalizar essa cobrança, pode ser que ela vai desenvolver alguma coisa. Então, se bem acompanhada, com uma cabeça boa, que a gente fala, para os nossos tenistas, você tem uma cabeça boa em quadra, perder um ponto no fim do mundo, perder um jogo no campeonato, não é o fim do mundo, tende diferente de outras modalidades, tem competição a todo momento. Por profissional, toda semana tem competição, no amador, se você quiser jogar, mas não quero jogar, todo final de semana, não tornei diferente. Você consegue jogar todo final de semana, tornei diferente. Que a gente usa isso como estratégia. Ah, você perdeu hoje, amanhã você vai ganhar. Para não internalizar essa cobrança, acabar sofrendo muito com isso. E como que você avalia o Brasil, assim, na questão da valorização do esporte? Você acha que tem o espaço já suficiente, assim, um devido espaço, ou que falta um reconhecimento ainda? Como que é o nível do Brasil perante o mundo, assim, nos profissionais mesmo? Nos profissionais, nós precisamos de muito ainda, temos aí um atleta que está surgindo agora, o João Fonseca, está com 18 anos, já é número 57 do mundo. Conhece? Conhece. Está todo mundo falando dele, o Tênis voltou a estar em alta no Brasil, a gente teve um efeito lá, em 99, 2000, o efeito Guga, que quando o Guga foi no número 1 do mundo, ganhou, foi tricamba de Jolão Garroso, que as pessoas passaram a falar muito mais de Tênis. Então, o esporte ganhou muita notoriedade a nível Brasil. E quando o Guga se aposentou, a gente ficou ali no limbo, hora de despontar um Tênis, depois ficava há alguns anos sem aparecer um Tênis de ponta, agora veio o João novamente, está trazendo a mídia de volta e o público de volta para acompanhar o Tênis. Entendi. Mas ainda carece de muito investimento. Tem muito Tênis, está bom no Brasil? Muito. Mas o Tênis no esporte, para o competitivo, é um esporte caro. Porquê? Você vai fazer um giro de circuito para desenvolvimento, você precisa ir para a Europa fazer um bom giro de torneios, pensando em ganhar ponto mesmo para o profissional. Teve eu ter que ir para a Europa, ter eu ter que ir para Estados Unidos, para jogar, e nem todo mundo tem esse acesso. E como é um esporte individual, os custos é para você. Ah, não sei o que você tem que ter, patrocínio para você, são seus pais que os tenham. Esportes coletivos, ah, um time vai viajar, vai fazer um torneio no Nordeste do país. Ou no Sul do país. Os custos são divididos para toda a equipe. Para o tenista, não. Gusta dele. É. Então isso acaba, que impacta bastante nessa questão de desenvolvimento do esporte. O que carece muito, o que carece o Tênis no Brasil. A gente precisa de muito mais investimento. É um esporte que está ganhando novamente uma visibilidade maior. As pessoas estão começando a praticar mais Tênis. Também tem vindo, ou seja, uma da idade de racquetes para o Brasil, o Bit Tênis está em alta, o PicoBall está chegando com muita força. A gente não está do Bit Tênis, porque acabou ficando moda das redes sociais. Sim, está extremamente em alta. As regras são parecidas? São extremamente parecidas. Só muda a quadra, ou não? Muita quadra, muda o tamanho das racquetes, muda o tipo de bola, como na areia, a rede também, a altura da rede muda. Mas a contagem é a mesma do Tênis. E a contagem de games, que tem skin de 30, 40. Pode ser individual ou dupla. O Bit Tênis, ao contrário do Tênis, é muito mais jogado em dupla do que individual. Tem grupo ou não? Só dupla. Dupla, dupla, individual. Legal. É porque tem muitas aquelas arenas, agora ficou famoso. Não, agora está em alta, você encontra arena para todos os lugares. Final de semana virou como se fosse um hobby, não só hobby, é um lugar mesmo que as pessoas se encontram. Tem restaurantes bares, as pessoas bebem juntas. O Bit Tênis trouxe um ar de praia para a capital. Literalmente o nome ali, o Bit Tênis. Então você vai na arenas, eu lembro que a primeira vez que eu vi uma quadra de Bit Tênis, eu estava alguns anos atrás, já tinha visto na televisão, alguma coisa mais de presenciar realmente, eu fui acompanhar um aluno na época, eu não tornei o Bit Tênis, uma academia familiar, uma academia conhecida na região. Lá tem muitas quadras de Tênis. E o Tênia tem todo um protocolo. Então você está na quadra jogando aqui, é pedido silêncio, porque não atrapalha os jogadores que estão em quadra. E daqui a pouco, olha do outro lado, passa algumas pessoas com caixa de som, cura de cerveja, tocando música, aí passando para lá e para cá, para lá e para cá, e olhando aquilo sem entender o que estava acontecendo. Eu dei o intervalo do jogo, eu fiquei muito curioso, falei para onde as pessoas estão indo. Lá a seguir, confesso que eu a segui, e lá no fundo estava música de fundo, e um está comendo, fechando para o som, para o som não vim para atrapalhar os jogadores de Tênis. E lá estavam quatro quadras de areia. E as pessoas no clima super festivo, o oposto. Era um tacume para abafar o som. Sim, eu também sinto isso. Aqui na quadra de Tênis, um silêncio, uma coisa mais protocolar. Que o silêncio é insurdecedor. Exatamente, não sei nem isso, os jogadores gritando, uma palma, algum ponto bonito. E aí no tacume para o outro lado, música a cerveja, aculhas, pessoas brincando, dançando óculos de sol, roupa de praia, um clima totalmente festivo, tinha um clima do bit de tênis. Chega sem graça, né, a diferença. Chega sem graça, foi o primeiro contato que eu tive com o bit de tênis. E essas arenas passaram a pucar. Várias lugares com arena, tem arena na Paulista, tem arena na... Sim, no meio das lugares mais movimentados de trabalho, assim, na Faria Lima, exatamente. Legal. E é, Merson, na comemoração de um ponto, no tênis comum, tá certo falar tênis comum? Nação do tênis de campo. Tá, que em comparação com o bit de tênis. O bit de tênis, a gente sabe que tem essa, a música, né, tem toda festa ali, as pessoas conversando e tudo mais. Mas um tê não é tradicional. Não se comemoram um ponto, né? As pessoas não costumam, pelo menos quem tá ali na... também na Arquibancada, não costumam comemorar o ponto da pessoa que tá torcendo. É uma comemoração, tanto quanto colhida, colhida, colhida. Não pode ter aquela coisa do enfrentamento ao comemorar, como a gente vê muito no vôlei, pra quem acompanha o vôlei, aquela coisa de fazer o ponto, ir lá na rede, encarar o adversário mesmo, vibrar com os braços, mas no tênis tem. As pessoas vibrarem, mas tem uma vibração pra ela. Tá. Não pra intimidade. Às vezes acontece, falar que, ah, eu vou comemorar pra mim, mas de uma maneira quente intimidade, posso, não é... é... não é permitido, mas se faz muito. Sim. O vamo, o cerrar os pontos... É, porque eu sempre achei comemoração contida. Até a quinta, que fica ali na arquibancada, a família, né, os amigos, não costumam, né, ter assim, uau, isso é mega! É comemoração contida, tanto por essa questão protocolar do tênis, que tem toda uma questão cultural e tradicional de muito tempo, mas tem uma característica do tênis é o seguinte, você vai comemorar quando acabar o jogo. Tá. Os comemorantes da hora. É bem por aí, porque... um jogo, você pode estar ganhando de mim dois, um set a zero, cinco a zero no segundo set, quarenta a zero, faltando um ponto para você ganhar o jogo. E tudo virar. E tudo virar. Uma vez você faz um ponto bonito, vibra muito, a torcida vibra, que a pouca coisa começa a virar e a coisa não... não flui. O jogo acontece. Sim. Aconteceu isso recentemente na final do Grand Slam, Roland Garros. Tava o número um do mundo e número dois jogando. O número um ganhando dois sets a um, com três match points. Três pontos para acabar o jogo. Todo mundo já imaginava. Já estava praticamente um jogo ganho ali, né? Um jogo ganho. Eu só vou fazer mais um ponto. Aham. Pois o Alcarácio foi lá, fez um, fez dois, fez três, buscou, levou para o quinto set, e ganhou no quinto set. Nossa, olha, chega a me dar a repio. Então, é... a comemoração é contida pela questão protocolar, do respeito que o tênis traz, mas tem essa questão. Eu vou comemorar quando acabar o jogo. Sim. Porque é uma comemoração muito efusiva, pode me tirar o foco. E a parte mental, aí é um exemplo muito bom, né? Porque às vezes tanta pessoa já achar que tá o jogo ganho e acabar relaxando. Isso. Ali, né, nas técnicas, na concentração, tudo. Como a pessoa começar a perder um, pede dois, pede três, e acaba o cérebro acaba comendo, quer falar, né? Comeu cérebro ali. Consumiu. Recentemente, eu vi um podcast no qual o Denilson, esse jogador de futebol, comentava um pouquinho dele da relação dele com o tênis. Porque é muito comum você ver ele da tese de diferentes modalidades começar a jogar tênis. E o Denilson, ele joga na Liga de Tênis de Alphaville, que é um ali que eu tenho muitos alunos que jogam, já enquentaram ele que usei alguns jogos. E ele comentando que a grande tacada dele do tênis pro futebol, é o seguinte, eu quanto jogador de futebol, eu pegava a bola, eu errava um lance, eu perdi uma bola, até essa bola voltar pra mim, já se passaram três, quatro, cinco, três, vinte minutos, eu tive todo esse tempo pra pensar naquele erro, pra criar uma outra estratégia pra eu conseguir fazer diferente pra tentar vencer o meu adversário. No tênis não, você perdeu um ponto, segundos depois você já tem que já conseguir reverter. Então é muito rápido. Essa correção e essa resposta. Sim. Então assim, o que traz benefícios na vida pessoal das pessoas, é o seguinte, eu tô com problema, resolvi certo, ok, ganhei o ponto, vou pro próximo, resolvi errado, perdi o ponto, eu tenho um novo problema, eu tenho que resolver de novo. Então assim, é uma constante resolução de problemas, uma constante busca por melhora, ponto a ponto, segundo a segundo. E saber colocar isso, aquela frase, aquilo que aconteceu agora, já foi, já é passada. Já foi. Mesmo que seja de 10 segundos, né? Aquela bola não vai voltar. Você precisa se concentrar no que vem agora. No que vem agora. Você pode ter feito um ponto super bonito, uma jogada excepcional, extraordinária, levantou toda a torcida, todo mundo aplaudiu, aquele ponto tem o mesmo valor, em que um ponto que você furou a bola, tentou bater com a raquete, não acertou, ou que ela bateu em vez das cordas, batendo no aro da raquete, foi super longe, foi jogou pra fora do estádio, tem o mesmo peso, aqueles 15, na época eu fiz um ponto super bonito, muito bem trabalhado, que ele vai ter um peso maior, ele pode ter um valor maior anímico, ele pode me motivar, mas tecnicamente, pro jogo, ele tem o mesmo valor de um erro. Então, eu preciso ter a cabeça muito forte, a mente muito concentrada, pra, dependente de que eu ganhei e eu perdi o ponto, eu tenho 25 segundos pra repor a bola em jogo. A gente fala que tem a regra dos 5, tem 5 segundos pra remoer ou para comemorar, pra descrever, a comemoração não pode ser tão efusiva, porque os outros 20 segundos é pra você recuperar o seu fôlego e pensar na próxima bola, pensar no próximo ponto. Então, se você ficar tanto comemorando efusivamente o acerto, quanto sofrendo pelo erro, vai impactar na bola seguinte, que pode impactar na bola seguinte, na bola seguinte, e por aí o jogo vai embora. É muito controle emocional, né? Total. Eu ia já entrar nessa parte da questão social, emocional, mas a gente já comentou muito, né? Primeiro sobre esses grupos que se formam, né, de torneios, ou também dessas, que as pessoas acabam indo no final de semana, né? O tempo livre pra realmente aproveitar o ambiente, não só o esporte em si. Claro que quem é, a gente tá falando nível profissional, acaba tendo outro tipo de... De cobrança, de foco ali, né? Mas pra quem tem como hobby, acaba, apesar de ser um esporte individual, que a gente entende, ajudando também na socialização, né? Ajudem muito. Nessa parte dos desafios focados, de você conquistar e ter esse foco também, em melhorar, em conquistar o que você quer ali atingir, né? Isso, exatamente. O tênis é um esporte extremamente social, porque você precisa do outro que a jogar, você o tempo total em relação com o outro. Mesmo num jogo, em si, ninguém tá se falando, mas eu bato uma bola, você vai rebater ela de volta, aquilo é uma maneira de comunicação, é uma conversa, na qual tô tentando fazer a mesma maneira de jogar, vencer a sua. Então, a gente tá tempo todo dialogando, rebatendo, e nas pausas, a gente converta, a gente dialoga, o tênis é um esporte que ele é muito jogado por pessoas por executivos, por médicos, por pessoas com sucesso profissional, porque ele traz essa questão da socialização, das conversas, no ambiente mais descontraído que é uma sala de reuniões. Então, assim, se a tal tempo é importante conversa com o seu adversário, seja jogando pontos, seja nos intervalos trocando ideias, falando da respira do tênis, falando da respira do jogo, comentando antes, depois do jogo, as pessoas, se você for nos clubes, paulistano, pinheiros, você vai lá, tem a ver que todos os domingos de manhã, todas as fases estão cheias, com as peras, as pessoas têm aquele hábito de todo domingo de manhã jogar, todo sábado de manhã jogar. Então, as pessoas do tênis, é um público muito cativo, não é aquela pessoa que ah, eu joguei hoje, ah, se der o jogo, o semana que vem, ou não, não outro, não. Normalmente, quem joga, quem joga uma vez por semana, joga por sempre, uma vez por semana, quem joga duas, quem joga três. E tem aquelas pessoas que, se deixar, a pessoa joga todos os dias, três, quatro vezes por dia. Qual que é a quantidade que você indica, assim, para o iniciante? Iniciante, a gente costuma falar para desenvolver, até uma vez desenvolve. Tá. No mínimo duas, para acelerar o processo. Ah, não. É, Merson, eu não tenho agenda, é difícil encaixar isso na minha rotina. Eu jogando e ver por semana, eu vou desenvolver. Vai, no ritmo mais lento, mas vai. O porquê do ritmo mais lento? Porque como é, como a gente comentou agora pouco, raquete, bola, rebater, exige muito de timing, de feeling, de perceber a velocidade da bola, para chegar no momento certo e rebater a bola. Quanto mais tempo estou em quadro, mais tempo estou fazendo isso, mais refinado, fique com o meu timing de bola. Quando eu espaço muito a prática, eu vou saber a técnica. Se eu falo assim, Letícia, faz o movimento de direito de forehand ou de backhand, no ar, você vai fazer bonitinho. Eu coloco a bola, pode ser que você demora alguns minutos, seria até acertar esse timing de novo. Quem pratica doze por semana, minimiza essa questão. Quem pratica três, minimiza um pouco mais. A gente só pede que as pessoas tomem cuidado com os indaga**eiros** na fase de sábado, porque as pessoas podem entender essa minha fala como ah, e quanto mais eu jogar, mais rápido eu vou aprender, eu vou jogando todos os dias. Você vicia ali nas... Eu vicia muito, eu tenho que conhecer pessoas que viciam assim absolutamente. Mas aí está um erro, porque normalmente o iniciante, ele não tem uma técnica tão apurada. A técnica não tão apurada, repetida, às vezes, o tendo de esporte de impacto, é um esporte de esforço repetitivo, movimento repetitivo, feito de uma maneira não tão correta, pode embutar algumas lesões. Sim. É assim, é muito comum ser um lesão iniciante, pessoa que lesiona o cotovelo, lesiona o ombro, lesiona o joelho, muito porque a técnica não está tão refinada a ponto da pessoa praticar tanto quanto ela gostaria. Então a gente fala, ah, se você tiver que indicar para o iniciante, começando hoje, eu vou seguir a tua indicação duas vezes por semana. Começou a evoluir. Está com uma técnica OK? Três. Não, Emerson agora estou jogando super bem, estou jogando aqui no meu condomínio, no meu clube, mas agora eu quero competir. Ah, agora você tem que investir mais tempo. Você vai ter que jogar quatro, cinco, seis vezes por semana, fazer um preparo extra. Entendi. Mas de momento inicial, duas a três vezes por semana. Tá. E quais são os principais riscos agora falando de problemas associados, a prática costuma, ter algum tipo de lesão que é mais comum, que é algo que as pessoas devem ter mais atenção? Existe, muito com o perfil agora pouco, pelo... Sim, de ficar... De uma técnica, de uma técnica não tão correta ainda. Lesões de cotovelo são muito comuns, tem até tênis-élbuns, e picôndilite lateral, que acabou sendo apelidada de cotovelo de tênis-tá. Aham. Então quando você fala de picôndilite lateral, você não fala, cotovelo de tênis-tá, mas não logo tênis-tá, mas é um problema na região similar. De joelhos, tornozelos, ombros, o mais comum que você vê são lesões de cotovelo e de joelho. Cotovelo por conta do impacto com a bola, uma técnica não tão refinada ainda, se eu atraso, aí a gente fala da questão do timing de bola. É uma fração de segundos, que você atrasa o seu movimento, o impacto com a bola, pode trazer mais impacto para as suas articulações. E aí acaba gerando lesão. Sim. Então se você iniciante, está com um timing de bola refinada, e fica repetindo aquilo, uma vez por semana, é uma coisa. Duas vezes, três vezes por semana, oh, espera lá, e você pode me acarretar alguma lesão. Conforme você vai refinando, a tua técnica, você consegue jogar mais vezes e minimizando esse risco. O que a gente sempre fala. Quer aprender a jogar tênis? Dá para aprender a jogar tênis sozinho, sem professor? Dá, você joga, você entende as regras, buscou assistir um vídeo no YouTube, prendeu as regras, pega uma raquete, olha o pessoal jogando, vai brincar, vai jogar, mas quer desenvolver de fato, procura um profissional capacitada para ele conseguir desenvolver sua técnica. Sim. Outra lesão, que é muito comum, é o lesão de joelho, porque o tênis sai de muita mudança de direção, de brusco. E aí, para evitar a lesão de joelho, de fortalecimento, não tem como fugir da nossa pele conhecida à musculação. Tanto que, o meu trabalho, ele sempre foi muito nas duas áreas. Sempre trabalhei com tênis, e é que eu comecei a perceber lá atrás, era muito comum, alunos de tênis, desmacarem treinos, desmacarem aula, porque, ah, mas, estou com dor lombar, estou com dor no joelho, está me duendo cotovelo, está me duendo o ombro, não vou treinar, porque o meu médico pediu para repousar, fazer um fortalecimento. E como eu tenho a formação de educador físico, e fico, como eu comentei no meu currículo, fiz a produção biomecânica e fisiologia, não para lá, porque que não atuar nesses nichos também? E aí, eu comecei a fazer de uma maneira meio profilática. Ah, vou dar lá para você, Leticia. Marquamos a aula de tênis, choveu, você topa a academia? A gente fez um reforço. Aham. E com isso, as pessoas vão se fortalecendo, vão melhorando a prática, e acaba aqui, desempenho a melhor enquadra. Sim, tem algum impedimento, alguém que tem algum tipo de condição ali que você fala, isso realmente não, não vai rolar para, para a prática do tênis. É isso que você falou, né, às vezes a pessoa já tem um dor no joelho, alguma coisa pelo que eu entendi, é tratável, né, a pessoa fortalece, consegue desenvolver. Tem algo que você fala, isso realmente eu não consigo, não pode entrar em quadra. Que vem na cabeça assim. Tem desgaste articular, severo, mas bem severo, porque eu já conheço as pessoas, e tem alunos que, mesmo com desgaste articular, ainda, se predispõem a estar em quadra, e enfrentam as consequências. Sim. A gente sempre conversa e fala, ó, você sabe que você vai jogar, você vai sair aqui, você vai sentir dor. Então, eu não assumo esse risco. Mas, para falar assim, não entra em quadra, porque isso pode estar muito ruim. Erne de Disco. Tá. Severa. Severa. Algumas destinações, ó, as articulares de coluna, e de quadril. Tá. E, joelho tem, para algumas pessoas, o comprimento de tendão, de ligamento, as pessoas, não conseguem viver. Ah, rompiam o ligamento cruzado. Eu consigo manter minha rotina diária, e a gente não faz nenhum esporte. Mas, o fruto tendo não é indicado. Porque, como tem mudança de direção, você fatalmente vai... Mas, aí que se fez o tratamento do ligamento, se você tratou, vida que segue. Pode jogar à vontade. Entendi. O que você pode fazer, e aí, a importância de você ter um profissional capacitado, é que entenda, não só da técnica do tênis, mas que entende um pouquinho de, de movimento, e movimento humano, é adaptar as técnicas para a tua patologia. Ah, é, Merson. Eu tenho um aluno que ele tem, não chega a ser um problema muito severo, mas tem um problema de coluna. Ele não pode fazer giros de tronco. A gente adapta os movimentos dele, para que ele não faça isso. Ah, eu não posso fazer reflexão de tronco, por conta da minha coluna. Então, eu vou ter que adaptar sua técnica, para que você não precise fazer isso, repetir das vezes em quadra. Tá. É difícil até falar, então, se você precisar flexionar o tronco, você não vai flexionar. Pessoal do competitivo, que o sangue sobe, que o salva acaba fazendo, mas a gente tenta adaptar a técnica para que a pessoa consiga, minimamente, jogar. Eu vou te falar, em vez de jogar individual, jogo só dupla. Ah, mesmo jogando dupla, não tá dando certo, opa, enterram para a prática, façam tratamento, procuram de dupedista, procuram de alguém para cuidar de você, procuram de fita terapêuta, tratou, a gente voltava, eu estava vindo para cá, estava em casa me organizando para ver, me entrou em mensagem, eu nem abri ainda, de um maluco estava para justamente por isso. Ela estava com pego de colônia, tentou, tentou, tentou, tentou, tentou, tentou, mesmo com dor sabendo das dores. Chegou, ela falou, não, Carina, desculpa, não dá, a gente precisa parar, cuidar, porque a tua dor está te atrapalhando na tua vida, na tua vida pessoal, na tua rotina de trabalho, na tua rotina em casa. Vamos tratar você cuidando, ficando sem dor, fortalecendo, voltamos a jogar. E aí, coincidentemente, um pouco antes de vir para cá, entrou em mensagem dela, foi uma boa vontade leve. Aquele dia estava se esforçando para fortalecer, para poder voltar logo, não tem essa vontade mesmo, que faz o fogo. Porque as pessoas que jogam tênis, como a gente falou agora um pouco, elas viciam, é uma hipótese extremamente viciante para o prazerudo de praticar. Sim, sim, até quem fica assistindo, às vezes, olhando, então, eu quero jogar. Então, as pessoas, é difícil ficar sem o tênis, para quem gosta de jogar. Já a pessoa joga com dor, joga com pé quebrada, já é por causa das pessoas, romper, ter distenção, no meio do entorneio, ah não, não quero, não quero parar, depois eu coloco o que cuido disso, eu não trabalho, eu não sou atleta, então não vou precisar disso aqui. Então, no entorneio, eu quero jogar o final de semana todo, depois de mim vir eu estou a cuidar. É extremamente viciante. E as pessoas querem voltar logo. Sim, é muito legal. Agora, Emerson, nos últimos minutos, aqui do nosso podcast, eu vou aproveitar, não tinha desplicado antes, mas já vou desplicar agora, tem um quadro que a gente faz aqui, que é mitos e verdades, sobre o que está sendo mais discutido sobre o assunto do nosso episódio. Então, aquele trend topics, que as pessoas procuram ali no Google, ou tudo, separei alguns, alguns polêmicos, outros não, outros não tanto, e aí você pode responder, se é verdade, ou se é mentira. Primeiro é, tênis é só para a gente rica. Olha, eu sei bem sincera, e falo por mim mesmo, não. Tá. Até mesmo, pelo meio histórico de vida no tênis. Tá. Não. Eu comentei, nos atrás também, no nosso vídeo, que pensando no competitivo, complica, por conta do que você precisa de equipamento, precisa de viagens, mas, para a prática do tênis, amador, social, como a gente gosta de falar, que é o tênis, para pessoas querem jogar de fim de semana, querem jogar no clube, querem jogar no condomínio, não é só para a gente rica. Não, é mesmo porque, se você for no mercado hoje em dia, você tem raquetes, de fato, caras, mas tem raquetes que a gente chama de entrada. Então, são raquetes com custo menor, que você consegue praticar. Muito provavelmente, se você gostar do esporte, você vai querer, vai querer melhorar, vai se envolver, vai querer uma raquete melhor. Sim. Mas você consegue uma raquete com custo acessível? Não é possível. Não é impossível. Tá. Jogar tênis ajuda a emagrecer? Demais. Que a gente falou das calorias, né? Exatamente. Lá no começo. O tênis só trabalha aos braços. Isso também você chegou a falar da porra. Muito pelo contrário. Tênis, ele é uma descrição que a gente fala muito, mas não, ele é 70, 80% uma movimentação de pernas. Tênis é ruim para os joelhos? Essa eu fico em cima do muro pelo sentido. É um esporte de impacto. Pode dar aqui. Você falou que é um risco. É um risco porque é um esporte de impacto. É um esporte como dessa direção. Ele deixa de ser ruim se você faça o preparo e faça o fortalecimento necessário. Tá. Tá respondido. O tênis melhor é o foco e a concentração? Sim. Isso é verdade. Isso aí que a gente falou também lá atrás, né? De mental. Sim. Que tem mais força? Ganha no tênis? Não. Não necessariamente. Às vezes a pessoa, você não dá nada para aquela pessoa que está lá, né? O tênis é um esporte extremamente técnico. O tanto que é muito mais... Bom, falando como professor, é mais fácil desenvolver técnica em pessoas que não têm muita força do que em pessoas que têm força. Sério? Sim. Porque, normalmente, a pessoa que tem força, ela acaba colocando um força de 4 que tudo que ela vai fazer. Aham. E quando você põe força no movimento do tênis, você perde controle de movimento, você perde controle da bola, você perde precisão de movimento. Então, a pessoa lá bate forte, mas não põe a bola ao quadro. Então, você tem que fazer um trabalho de sensibilização dessa pessoa para que ela use cada vez menos a força que ela tem. E não é tão simples. É muito mais simples pegar uma pessoa que não tem tanta força e ensinar ela a acelerar o movimento, a chegar mais rápido na bola, a colocar mais perfeito do que falar para a pessoa, não, agora você vai ter que tirar sua força. É mais difícil da acostumada. É mais difícil, tecnicamente. E até na questão cognitiva. Porque a pessoa, ela está habituada a reduzir tudo na força. Na situação de desespero ou de um problema, porque a bolinha está vindo para você, é um problema. Se você não estiver extremamente posicionado e confortável, cala um certo desespero para como que eu vou resolver a situação, como que eu vou bater na bola. Então, a pessoa que tem muita força, tem que correr a força. Não é uma técnica. A força não ganha jogo. Ela pode te auxiliar a partir do momento em que você tem a técnica. Se nós dois temos uma técnica apurada, se eu consigo bater mais forte que você, eu posso ser que eu ganhe o jogo. Aí vai entrar uma outra questão, a técnica é o aspecto psicológico. O tempo tem aspecto técnico, aspecto físico e aspecto mental. Se eu conseguir equilibrar essas três forças, e aí é o detalhe que vai resolver o jogo. Legal. Agora, tênis é só para jovens? Não. A gente até falou que tem gente com 80 anos. Claro que aí muda, né? Muda o estilo de jogo, muda a intensidade do jogo. E a surretação? Sim, não é aquela bola mais, não é aquela bola rápida, forte, mas todas as pessoas conseguem jogar, corre-se menos. E é muito legal de você ver quando você pega essas pessoas mais velhas jogando, que você vai no clube de domingo, você vai ver uma clara que tem jovens jogando, eles querem bater forte, querem jogar a bola mais difícil para o outro, uma curta, quando você pega um grupo de pessoas que mais dá de jogando, e isso não é nada combinado, mas parece que eles se respeitam, não fica aquela coisa de dar uma curtinha, não, ele fica jogando bola na mão do outro, ali trocando bola, pelo prazer da prática mesmo, porque sabe que você, eu tenho 70, você tem 80, 75, e a bola curta para você só não vai chegar. Então, ok, se você não chegar na bola, não tem troca, então não me divirta, porque a bola não vai voltar. Então, parece que é uma coisa meio combinada, entre aspas, entre eles, não, eu jogo lá no fundo, você pega, e nós dois vamos nos divertir. Então, isso é um esporte para todas as fases detalhas. Legal. Tênis pode prevenir doenças como Alzheimer? Sim, sim. Hoje em dia tem estudos falando sobre a prevenção do Alzheimer, em relação aos esportes de Raquete, não só o tênis, eles até criaram um ranking dentro dos esportiais de Raquete, quais que mais auxiliam nessa prevenção. O tênis fica em segundo lugar, você perdendo o suco azul, não entende mesmo? Justamente pela questão de estímulo, resposta rápida de conexões de negócio, tendo que acontecer o tempo todo, rápido ali acontecendo. Legal. Agora o último, só dá para jogar se tiver quadra? Não. Vamos lá. Vou publicar a minha resposta. Comentei bem breve que eu trabalhei alguns anos com um projeto social de tênis. E o objetivo desse projeto era justamente fomentar a prática do tênis para divulgar mesmo a prática do tênis. E muitas vezes nós viemos para poder ensinar as pessoas a jogar tênis, a levar o tênis para essas comunidades, para as pessoas, onde não tinha um espaço físico correto, a quadra de tênis. Então, adaptávamos os espaços. Ah, qualquer... Uma quadra de futebol, uma quadra de vôlei, você marca a linha, seja com faixa, com fita, com cone, uma rede, ou você consegue jogar campo, você consegue adaptar. Eu mesmo aprendi a jogar tênis por isso que a gente, casando todas as esposas, a primeira pergunta foi sobre tênis é para a pessoa rica. Eu aprendi a jogar tênis na rua. Embora eu trabalhasse num clube de tênis e tinha um contato ali, as minhas primeiras raquetadas foram na rua de casa. Porque coincidentemente de um vizinho que trabalhava comigo, ambos ganhamos uma raquete, cada um uma raquete, e ficamos brincando ainda na rua de casa. As pessoas até tiravam o chacoto, porque ninguém sabia o que era aquilo, ninguém sabia o que a gente estava jogando, porque não era tênis, ainda não era tão divulgado. E aprendemos ali, pintamos a linha, o muro do vizinho da frente, eu acho que ele devia xingar a gente até hoje, porque a gente pintou com spray uma faixa, como se fosse a altura da rede, para ficar batendo na bola, e como se fosse um paredão, ficar rebatendo, assim, dá para adaptar. Sim. Para você competir, as competições são regidas pela federação, e consequentemente, você acaba tendo que seguir as exigências, a qualidade de tamanho oficial, rede na altura e tamanho oficial, mas para você aprender a jogar tênis, você aprende qualquer espaço. Tá dado recado, né? Foi muito esclarecedor, inclusive. Bom. O nosso papo foi realmente muito legal, tenho certeza que para quem tem interesse na prática, conseguiu tirar as dúvidas. Caso não tenha conseguido, já vou pedir Emerson, para que você passe algum contato, ou rede social mesmo, que você queira, a gente vai deixar o link aqui. Claro. Se você quiser passar algum site, ou enfim, Instagram, o que você preferir para as pessoas que procurarem? O que você quer falar comigo é só procurar no Instagram, é personal, é EmersonLimeira, tá? Meu telefone de contato é o 11, 98089740. Qualquer dúvida, respeito de tênis, de saúde, pode me mandar mensagem que eu tenho o prazer de responder. Perfeito, a gente vai deixar, então, todos os links de acesso aqui escritos para você, caso você queira contar está aqui, o EmersonLimeira que conversou com a gente. Muito obrigada, Emerson, pela sua participação. Foi muito legal mesmo. Muito obrigado. Também vou deixar o recado para que você deixe, tanto nas redes sociais, do Emerson, como aqui nos comentários do nosso vídeo, se ficou alguma dúvida relacionada a esse assunto, ou se você quer que a gente traga, novamente, o Emerson, para falar sobre essa prática, algo relacionado a que ele possa agregar, aqui no nosso AmatoCast, então, não deixe também de curtir, comentar e compartilhar, que é muito importante, para que a gente continue trazendo os nossos especialistas em saúde, que é o que a gente fala, sempre num papo bem descomplicado, por aqui, com a informação, com todos os termos mais simples possíveis, para que vocês entendam, de fato, tudo que a gente quer passar, todas as mensagens, para melhorar a sua saúde. Muito obrigada e até a próxima.

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