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Médico revela 6 sinais de má circulação nas pernas

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Médico revela 6 sinais de má circulação nas pernas

# Resumo: 6 Sinais de Má Circulação nas Pernas O Dr. Amato, cirurgião vascular, alerta sobre um erro comum: tratar câimbras noturnas apenas com magnésio sem in

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Perguntas respondidas neste vídeo

Foi sempre do mesmo lado?

Se foi, isso muda todo o raciocínio. Segundo sinal, a piora deitado, principalmente de madrugada. A câra comum, ela pode acontecer a qualquer hora.

Quando a dor aparece de noite, você instintivamente senta e coloca a perna para fora da cama?

Se sim, o seu corpo já descobriu como compensar a circulação. E o quarto sinal, a dor que aparece caminhando e para quando você para. O padrão clássico da claudicação intermitente que acontece durante o dia e no esforço.

Tem diferença de temperatura?

O pé que dói é o mais frio. E o sexto sinal, magnésio não resolve. Este último amarra todos os outros.

Você tomou magnésio por tempo [música] suficiente, às vezes com orientação médica e a câra continua na mesma perna, na mesma hora?

A explicação fisiológica é simples. O magnésio atua na excitabilidade do músculo. Ele não vai desubstruir a artéria, não dissolve placa, não dilata um vaso estreitado de forma relevante.

Como pode ser problema de artéria?" É legítima?

E a resposta é que existem estágios. [música] Na claudicação mais inicial, a artéria está comprometida, mas ainda passa sangue suficiente pro músculo em repouso e a dor só vai aparecer no esforço. Quando a obstrução avança, o músculo passa a sofrer mesmo parado à noite e aí entra a dor em repouso, um estágio mais sério que explica dor noturna sem ainda ter dor ao caminhar.

Transcrição completa do vídeo

Doutor Amato aqui como cirurgião vascular eu avalio pernas com dor, câambre, formigamento todos os dias.
Existe uma situação que me preocupa cada vez mais.
A pessoa que toma magnésio há meses sem melhora de verdade porque a câimra continua atacando sempre a mesma perna, sempre à noite.
Neste vídeo, eu vou te mostrar os seis sinais que separam a câra muscular comum da dor que vem de uma artéria comprometida.
Você vai entender porque o lado da dor e se é sempre a mesma perna e isso muda completamente o diagnóstico e vai saber o que que precisa ser investigado quando o magnésio não resolve.
Tem uns meses chegou no consultório um homem de 62 anos, eu vou chamar ele de Senr.
Marcos para preservar a privacidade dele.
Ele entrou com uma caixinha de magnésio na mão e disse: "Doutor, seis meses que eu tô tomando isso e a dor não passou.
Toda a noite, sempre a perna esquerda".
E aí falou uma frase que fica comigo: "Parece que a minha perna esquece de existir à noite e só lembra quando dói." Eu conto o desfecho dele no final, mas antes você precisa entender porque que aquela frase sempre a mesma perna mudou o rumo do que eu [música] ia investigar.
O nome clínico para dor que vem do esforço é claudicação e dor isquêmica quando de repouso, quando vem deitado.
As duas tem a mesma origem, uma artéria que não entrega sangue suficiente pro músculo.
Então vamos começar pela câimbra comum, porque ela existe, é frequente e na maioria das vezes é benigna.
A câra muscular genuína é uma contração involuntária e sustentada do músculo que contrai sem você mandar.
Dói por alguns segundos, a um minuto e passa quando você levanta, anda alguns passos ou estica as pernas ou até se espreguiça.
As causas mais comuns são desidratação, desequilíbrio de eletrólitos, uma posição mantida por muito tempo, esforço físico intenso, em alguns casos a deficiência de magnésio ou de potássio.
E o magnésio tem um papel real aqui.
Ele participa da regulação da entrada de cálcio na célula muscular.
Quando o magnésio está baixo, a membrana da fibra fica mais excitável, mais propensa a disparar uma contração sem comando.
E por isso, em quem tem deficiência, repor magnésio faz um sentido fisiológico.
O problema não é o magnésio em si, é usar o magnésio como resposta automática para qualquer dor noturna na perna, [música] sem investigar se aquela dor tem uma causa arterial por trás, porque a dor arterial se comporta de um jeito completamente diferente.
E aqui está o ponto central deste vídeo, que é contrainttuitivo.
Eletrólito baixo afeta o corpo inteiro de forma difusa, os dois lados na mesma proporção.
Já uma artéria obstruída afeta um território específico.
A aterosclerose, que é o acúmulo de placa na parede da artéria, não cresce igual nos dois lados ao mesmo tempo.
Ela se forma em pontos de turbulência e dano localizado, como uma bifurcação ou um trajeto da artéria femoral.
Quando a placa cresce na artéria do lado esquerdo, é o músculo desse lado que sofre, sempre do mesmo lado, toda a noite.
Por isso, a unilateralidade persistente não combina com deficiência de mineral.
E é por isso que o lado da dor é a primeira coisa que eu pergunto.
Agora vamos pros seis sinais.
Cada um tem um mecanismo claro e a maioria checa no próprio corpo.
Então, o primeiro sinal é a lateralidade fixa.
O sinal mais importante de todos.
A dor ataca sempre a mesma perna sem alternar.
A câra muscular costuma variar de lado ao longo das semanas.
Então, hoje é na esquerda, amanhã na direita.
A arterial é unilateral e persistente, porque a obstrução está num vaso específico de um lado só.
Então pensa nas últimas 10 vezes que teve câbra à noite.
Foi sempre do mesmo lado? Se foi, isso muda todo o raciocínio.
Segundo sinal, a piora deitado, principalmente de madrugada.
A câra comum, ela pode acontecer a qualquer hora.
A dor isquêmica, ela prefere a posição deitada e a madrugada.
O mecanismo é a pressão de perfusão.
Então, de pé ou sentado, a gravidade ajuda o sangue a descer até o pé.
Quando você deita e coloca o pé para cima, esse empurrão desaparecem.
O coração e a perna acaba ficando no mesmo nível e a pressão que leva o sangue ao músculo vai cair pro mínimo.
Numa artéria com estreitamento importante, essa queda já basta pro músculo ficar sem oxigênio em repouso.
Some a isso que à noite a pressão arterial cai naturalmente e o fluxo diminui ainda mais.
Então, se a dor te acorda em repouso sem nenhum esforço, este é um padrão vascular.
não muscular.
Terceiro sinal é o sinal da perna pendurada, altamente específico de isquemia.
O paciente acaba aprendendo isso sozinho, que pendurar a perna para fora da cama alivia dor.
Então, às vezes ele até dorme sentado.
O mecanismo é a gravidade a seu favor.
Ao colocar a perna para baixo, a coluna de sangue da virilha até o pé soma alguns milímetros de mercúrio de pressão e o sangue que mal chegava na horizontal avança além do estreitamento e alivia o tecido.
Então, nenhuma câimra muscular melhora pendurando a perna.
Ela melhora com alongamento, movimento e calor.
Quando a dor aparece de noite, você instintivamente senta e coloca a perna para fora da cama? Se sim, o seu corpo já descobriu como compensar a circulação.
E o quarto sinal, a dor que aparece caminhando e para quando você para.
O padrão clássico da claudicação intermitente que acontece durante o dia e no esforço.
O músculo em repouso sobrevive com fluxo reduzido, mas quando você caminha e precisa de mais oxigênio, essa demanda sobe várias vezes e a artéria estreitada não acompanha.
O músculo acumula metabólitos e você sente dor, [música] peso ou a perna travada.
Quando você para, a demanda volta ao repouso, o fluxo reduzido volta a bastar e a dor some em poucos minutos.
Se você tem uma distância de limite de caminhada, sempre parecida, depois da qual precisa parar e a dor some quando descansa, isso é claudicação intermitente até prova em contrário.
O quinto sinal é o pé mais frio do lado que dói.
O sangue arterial carrega calor.
Quando o fluxo está reduzido de um lado, aquele pé fica mais frio que o outro, porque o calor que chega na ponta do pé depende do volume de sangue que passa por ali a cada minuto.
Então, numa artéria estreitada, passa menos sangue quente e a temperatura cai.
Em alguns mais avançados, a pele do pé afetado pode ficar mais pálida quando você eleva a perna e avermelhada quando você abaixa, porque o pouco sangue que chega se acumula pela gravidade.
Encoste as duas mãos nos dois pés ao mesmo tempo.
Tem diferença de temperatura? O pé que dói é o mais frio.
E o sexto sinal, magnésio não resolve.
Este último amarra todos os outros.
Você tomou magnésio por tempo [música] suficiente, às vezes com orientação médica e a câra continua na mesma perna, na mesma hora? A explicação fisiológica é simples.
O magnésio atua na excitabilidade do músculo.
Ele não vai desubstruir a artéria, não dissolve placa, não dilata um vaso estreitado de forma relevante.
Se a causa da dor é a falta de sangue, nenhuma dose de magnésio vai resolver, porque o problema está no fornecimento de sangue, não na excitabilidade do músculo.
A falta de resposta ao magnésio somada a qualquer um dos outros sinais aumenta muito a chance de que a investigação vascular seja necessária.
[música] E aqui vem uma dúvida que os pacientes sempre me trazem: "Mas, doutor, eu caminho bem o dia todo e não tenho dor andando.
Como pode ser problema de artéria?" É legítima? E a resposta é que existem estágios.
[música] Na claudicação mais inicial, a artéria está comprometida, mas ainda passa sangue suficiente pro músculo em repouso e a dor só vai aparecer no esforço.
Quando a obstrução avança, o músculo passa a sofrer mesmo parado à noite e aí entra a dor em repouso, um estágio mais sério que explica dor noturna sem ainda ter dor ao caminhar.
E ignorar o sinal tem um custo.
Cada mês com uma artéria progredindo sem investigação, é um mês de avanço silencioso da placa.
Então agora vamos pro teste.
Pega papel, caneta, conta nos dedos ou escreve nos comentários.
São seis sinais e eu transformei os principais em cinco perguntas.
Cada sim vale um ponto.
Você soma no final.
Primeira pergunta: A dor ou câra noturna na perna ataca sempre ou quase sempre do mesmo lado e sem alternar? Sim ou não? Pergunta dois.
A dor piora quando você está deitado e melhora quando você senta ou pendura a perna para fora da cama? Sim ou não? Pergunta três.
[música] Você sente dor, peso ou câimra ao caminhar uma certa distância que passa quando você para e volta quando recomeça? Sim ou não? Quarta pergunta.
O pé do lado que dói é perceptivelmente mais frio do que o outro quando você compara com as mãos? Sim ou não? Pergunta cinco.
Você tem ou já teve pelo menos um desses? Pressão alta, diabetes, colesterol alto ou histórico de cigarro? Sim ou não? Soma tudo.
Então aqui estão as faixas 0 a um ponto.
Faixa verde.
Seu padrão é mais compatível com câra muscular comum.
Então hidratação, alongamento, magnésio com orientação médica são caminhos razoáveis.
Continue de olho.
Se a dor começar a se fixar sempre do mesmo lado, reavalie.
Dois a três pontos.
>> [música] >> Faixa amarela.
Atenção, tem sinais que merecem investigação.
Não quer dizer que é grave agora nesse momento, mas que uma avaliação vascular e um exame de circulação das pernas são passos recomendados em breve, não daqui a meses.
Quatro ou cinco pontos, tá? Na faixa vermelha, vários sinais de alerta arterial juntos.
Isso não substitui a avaliação médica, é um alerta, mas esse padrão precisa de avaliação vascular.
Logum, a doença arterial periférica tem tratamento e quanto antes a gente investiga, mais opções existem.
Então, comenta aqui embaixo quantos pontos você fez.
Eu vou ler todos os comentários e esse número me ajuda a entender onde que eu posso ajudar mais.
Se você ficou no amarelo ou no vermelho, eu quero te dizer o que realmente investigar.
Exame de primeira linha paraa suspeita de obstrução arterial na perna é o índice tornozelo braquial.
ITB é simples e não invasivo.
Vai comparar a pressão do tornozelo com a pressão do braço.
Numa pessoa sem obstrução, [música] essas pressões são parecidas.
Quando há estreitamento na artéria da perna, a pressão no tornozelo cai e o índice abaixo de 0,9 já sugere doença arterial periférica com relevância clínica.
Se o ITB vier alterado, o passo seguinte costuma ser uma imagem como ultrassom, vascular, ecodopler.
arterial dos membros inferiores, que mostra onde está a abstrução e quanto o fluxo está comprometido sem radiação.
O tratamento vai depender do estágio.
Então, no começo, controle dos fatores de risco, medicação e um programa de exercício orientado tem eficácia documentada na literatura.
Em casos mais avançados, pode ser necessário restabelecer o fluxo por catéter ou cirurgia, dependendo da lesão.
O que não resolve é seguir tomando o magnésio esperando o problema sumir, quando o problema tá na parede da artéria.
Então, antes de fechar, um cenário que não pode esperar.
Se você sentir dor intensa na perna, que começa de repente com o pé ficando pálido, azulado ou gelado de forma súbita, com dormência ou fraqueza, isso pode ser uma obstrução arterial aguda, que é uma emergência.
Procura atendimento de urgência, porque aí as horas fazem diferença.
Feridas no pé ou na perna que não cicatrizam, principalmente em quem tem diabetes, também merecem avaliação vascular sem demora, porque a cicatrização depende de um fluxo de sangue adequado.
E o Senr.
Marcos da história inicial, quando ele descreveu aquela sensação, a minha perna esquece de existir à noite, eu já sabia o que procurar.
Fiz o índice tornozelo braço ainda naquela consulta e o resultado do lado esquerdo veio bem abaixo do normal.
O Doppler mostrou um estreitamento importante na artéria femoral na coxa esquerda, com fluxo visivelmente reduzido.
Ele entrou em tratamento e tempos depois me contou que voltou a dormir à noite sem aquela dor que acompanhava havia muito tempo.
O magnésio não tava errado como ideia, ele tava errado como resposta pro problema dele.
Então o que que você leva desse vídeo? A câra na mesma perna sempre à noite que piora deitado e alivia quando você pendura a perna para fora da cama.
Não tem cara de deficiência de magnésio, tem cara de artéria comprometida com músculo sofrendo porque o sangue não chega o bastante, principalmente quando a gravidade não ajuda.
Magnésio vai tratar a excitabilidade do músculo.
Magnésio [música] não trata o estreitamento da artéria.
Os seis sinais de hoje, lateralidade fixa, piora deitado, sinal de perna pendurada, dor que vem na caminhada, pé mais frio e falta de resposta ao magnésio, são mapa para separar o que é benigno do que precisa de investigação.
Se você fez dois ou mais pontos no teste, vale procurar uma avaliação e perguntar sobre o índice tornozelo braquial.
É um exame super simples, feito no consultório e pode fazer uma diferença enorme.
A gente aprende a reconhecer os sinais do próprio corpo quando alguém explica o mecanismo por trás.
Então, cuida do sintoma certo com a ferramenta certa.
E se este vídeo te ajudou a enxergar algo que você estava ignorando, inscreva-se no canal, dê seu like, ative o sininho para receber os próximos e comenta aqui embaixo a sua pontuação no teste ou conta se você conhece alguém que vive trocando o aviso da artéria por um suplemento.
[música] No próximo vídeo eu vou falar dos fatores que aceleram a aterosclerose nas artérias das pernas e o que você pode controlar a partir de agora para frear esse processo.
Vale muito assistir se você fez dois ou mais pontos hoje.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.