A discussão recente sobre o hall da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) questionava se ele seria uma lista taxativa, onde apenas procedimentos nela incl
Que o que estivesse fora do hall da INS não seria coberto. E aí, graças a Deus, isso caiu. Então, o hall da INS não é taxativo, até porque a gente tem questões que envolvem bastante até, por exemplo, neurocirurgia, de procedimentos que ainda não estão no hall da INS, até outras especialidades também, e que são procedimentos que são cobertos pelas operadoras porque demora muito para entrar no hall da INS.
Estar lá ou não, para a gente ter como base se é coberto, isso foi uma discussão recente. Então, a discussão era, o hall da INS será taxativo. Qual que era a ideia, neste momento, de tentar que o hall fosse taxativo? Que o que estivesse fora do hall da INS não seria coberto.
E aí, graças a Deus, isso caiu. Então, o hall da INS não é taxativo, até porque a gente tem questões que envolvem bastante até, por exemplo, neurocirurgia, de procedimentos que ainda não estão no hall da INS, até outras especialidades também, e que são procedimentos que são cobertos pelas operadoras porque demora muito para entrar no hall da INS. Então, o hall não é taxativo.
O que eu quero dizer com isso é que não são só procedimentos que estão no hall que são passíveis de reembolso e que também posso estender que seja direito do paciente utilizar, mesmo que seja na rede credenciada. Então, o hall é uma relação que eles têm como base, mas que eu não deixo isso de forma engessada. É, porque muitas vezes, tanto no hall podem ter procedimentos que não têm uma indicação corretiva, por exemplo, eu vejo na parte da plástica, a pessoa tem uma diástase, não necessariamente aquela diástase cause um dano na pessoa, porque existe uma diástase.
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