**Resumo do vídeo “Vagina 'perfeita' existe?! Guia para amar sua anatomia +exercícios!”** O vídeo aborda a pressão estética que as redes sociais impõem sobre a
Pois é, até a nossa região íntima virou alvo de comparações e inseguranças, e acredite, isso tem feito muitas mulheres sofrerem sem necessidade alguma. Hoje eu vou te provar que muito do que te fizeram acreditar simplesmente não é verdade.
Mas devemos lembrar que a mídia social não é a vida real, poucos perfis eles mostram a vida nua e crua, a rotina fora das telas, dos rios e das dancinhas. Muitos só querem chamar atenção para ganhar seguidores, e veja que hoje muitas pessoas ganham dinheiro só fazendo isso, virou uma profissão.
Me conta aqui, eu quero muito saber.
Se você acha esse tema importante, já compartilha esse vídeo com uma amiga, porque isso pode mudar a percepção que ela tem do próprio corpo. Para que não haja mais dúvida, vamos conhecer a anatomia dessa região.
Como o nosso corpo ele é perfeito, então eu já te adianto, não existe um tamanho ideal, existe o seu tamanho e ele é perfeitamente normal.
Sabe aquele padrão de corpo perfeito que a gente vê nas redes sociais? Pois é, até a nossa região íntima virou alvo de comparações e inseguranças, e acredite, isso tem feito muitas mulheres sofrerem sem necessidade alguma. Hoje eu vou te provar que muito do que te fizeram acreditar simplesmente não é verdade. Como especialista em saúde íntima, eu vejo no consultório todos os dias mulheres mais inseguras com seu próprio corpo, ou por comparação a outras mulheres, ou por informações erradas, lidas ou vistas na internet.
Nós vivemos na época das mídias sociais, onde o que mais vemos são corpos perfeitos, pessoas bem-sucedidas, felizes e perfis que vendem a solução para a maioria dos seus problemas. Não é à toa que os transtornos psicológicos aumentaram na população, como nos últimos anos aumentaram os casos de ansiedade e depressão, vocês repararam? Mas devemos lembrar que a mídia social não é a vida real, poucos perfis eles mostram a vida nua e crua, a rotina fora das telas, dos rios e das dancinhas. Muitos só querem chamar atenção para ganhar seguidores, e veja que hoje muitas pessoas ganham dinheiro só fazendo isso, virou uma profissão.
Cuidado, tudo o que se vê não é tudo o que acontece na vida real, isso serve para mitos e informações falsas, necessidades de criar padrões onde esses não existem. Por acaso, você já ouviu algum absurdo sobre isso? Me conta aqui, eu quero muito saber. Então vamos esclarecer de uma vez por todas, será que existe um tamanho certo de vagina? Se você acha esse tema importante, já compartilha esse vídeo com uma amiga, porque isso pode mudar a percepção que ela tem do próprio corpo.
Para que não haja mais dúvida, vamos conhecer a anatomia dessa região. Em repouso, o nosso canal vaginal ele costuma medir entre 7 e 10 centímetros de profundidade, é isso aqui gente. Mas durante a relação sexual, a excitação sexual ela se expande, ou seja, ela pode aumentar chegando até 13 a 14 centímetros, e esse fenômeno se chama tenda vaginal, e é uma das muitas adaptações incríveis do nosso corpo, ou seja, nosso canal íntimo ele é elástico e se adapta, ele se adapta ao órgão do parceiro, ao absorvente interno que a gente usa, ao coletor menstrual e ao parto.
Então vamos lá, o canal vaginal é esse aqui como eu mostrei. Aqui a gente tem o útero, e aqui o canal vaginal ele compreende entre a saída aqui do útero, o nosso colo do útero, e a chegada ali ao orifício da nossa vulva. Esse canal vaginal ele é extremamente elástico, imagine você como um bebezinho lá dentro do útero, passaria por esse canal, que é o mesmo daqui, se ele não fosse elástico.
Impressionante né? Como o nosso corpo ele é perfeito, então eu já te adianto, não existe um tamanho ideal, existe o seu tamanho e ele é perfeitamente normal. Você já viu algum comentário que te deixou insegura? Me conta aqui nos comentários, vamos conversar sobre isso, uma conversa sempre é a solução dos problemas. Agora, se você ainda se pergunta, mas será que ela é larga demais, ou se for apertada demais, o que eu faço? Tenho essas dúvidas, saiba que essas dúvidas muitas vezes nascem da pressão estética e comparação com padrões irreais, muitas vezes vindos de conteúdo adulto ou até de comentários maldosos.
Só que diferente de um sapato ou de uma calça jeans, a nossa região íntima ela não precisa seguir um padrão único, cada mulher tem a sua própria anatomia e ela muda ao longo da nossa vida, por exemplo, com os hormônios, com o parto, com a menopausa, gente, tudo isso é absolutamente normal. E você sabe o que é o mais curioso? A sensibilidade da nossa vagina, ela está concentrada nos primeiros 5 centímetros, ou seja, durante a relação sexual, o que vai importar é aquele início e que significa que o tamanho total desse canal vaginal não tem nada a ver com prazer. Mas e quando a mulher sente que a sua região íntima está diferente? Pode ser uma sensação de alargamento após o parto, por exemplo.
Nestes casos, é possível sim fazer exercícios para fortalecer o assoalho pélvico, como os famosos exercícios de Kegel. Aqui no canal a gente tem um vídeo explicando sobre esses exercícios, se você quiser, procura lá. Um exercício muito conhecido é aquele em que a gente pressiona a região do perímetro.
Sabe quando a gente está fazendo xixi e dá aquela apertadinha para parar o fluxo da urina? É esse exercício mesmo. Ele é excelente e ele pode ser realizado várias vezes ao longo do seu dia, mas reforço, isso não significa que seu órgão esteja errado ou que você precise se encaixar em um padrão estético. E há outro ponto importante, há uma diferença entre a vagina e a vulva.
A vagina é esse canalzinho interno que fica dentro da gente quando a gente entra lá pela vulva. A vulva já é a parte externa, gente, que é essa aqui, que inclui os grandes lábios, os pequenos lábios e o clítoris. E esses também variam muito, tem lábios maiores, menores, mais escuros, mais claros, os que são simétricos, mas tem aqueles que são assimétricos, tortinhos também e não existe um padrão.
Eu vou te contar uma curiosidade que uma paciente amiga me contou e eu fiquei bem impressionada. A busca pela estética perfeita tem mexido tanto com a cabeça de todos que aqui no Brasil existe até um concurso chamado Miss Pepeca. Imagino como a diversidade de pepecas deve ser muito difícil escolher a mais bonita e baseado em quê? E se você acha que isso é chocante, espera até ouvir o dado que eu vou te contar agora.
Uma pesquisa realizada por diversas empresas, incluindo a Intimus, aplicaram um questionário de pesquisa para cerca de 398 mulheres brasileiras de 16 a 45 anos. E essa pesquisa revelou que 33% das pacientes expressaram insatisfação com os pelos na região íntima, 18% dessas pacientes com a cor da sua vulva e 17% com aparência geral e olha, 15% com o tamanho. Essa insatisfação tem nome, é chamada de desmorfia genital.
É quando a mulher enxerga defeitos onde não existem, muitas vezes influenciadas por imagens editadas ou por comentários inadequados. E infelizmente isso tem levado ao aumento de cirurgias íntimas desnecessárias. Claro, existem casos em que uma cirurgia, ela pode e deve ser indicada, principalmente se houver dor, desconforto físico ou questões emocionais muito sérias.
Mas é fundamental entender que o desejo por um padrão de vulva e vagina nasce geralmente de comparações irreais. Outro fato que pode influenciar a percepção do tamanho interno do canal vaginal é o envelhecimento. Com a queda hormonal natural da menopausa pode ocorrer um ressecamento, uma perda de tônus e de sensibilidade.
Assim como a gente perde gordura na face, colágeno, isso também ocorre lá embaixo. Mas fiquem tranquilas, existem cremes, hormônios, exercícios pélvicos, tratamentos a laser, radiofrequência vaginal e outras abordagens seguras que podem melhorar o contorno e a autoestima sem a necessidade de procedimentos mais invasivos. O mais importante é entender que se sentir confortável com o próprio corpo é um processo e que isso começa com a informação correta.
Uma pergunta frequente no consultório e que sei que também pode ser uma dúvida de quem está assistindo esse vídeo agora é se o parceiro sente diferença durante a relação sexual. E aqui vai a resposta mais honesta que eu posso dar pra você. O que faz a diferença em uma relação sexual prazerosa não é o tamanho e sim a conexão, a intimidade, a comunicação que você tem com seu parceiro e acima de tudo a sua autoconfiança.
Então por favor não se compare, não se cobre, não ache que existe um padrão certo. Se esse vídeo te ajudou a entender melhor o seu próprio corpo tem outro conteúdo aqui no canal que vai te interessar. Eu explico direitinho os tipos de secreção vaginal e como identificar se é algo errado.
Você vai se surpreender com o que é considerado normal e com o que não é. Não esqueça de deixar o seu like pra esse conteúdo alcançar mais mulheres, hein? E não se esqueça de se inscrever porque aqui você aprende tudo sobre saúde íntima sem tabu e sem julgamento. Até o próximo vídeo!
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.