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O Que Sua Pele Está Tentando Dizer? Sinais Que Não Devem Ser Ignorados | Ep. 88

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O Que Sua Pele Está Tentando Dizer? Sinais Que Não Devem Ser Ignorados | Ep. 88

O episódio discute “dermatologia além da estética”, mostrando como pele e cabelo funcionam como sinais de saúde e também como porta de entrada para mudanças de

Perguntas respondidas neste vídeo

Gabriela Dutra, e ela vai comentar, vocês já viram aí no título, né?

Já conseguiram se adiantar. Hoje é dermatologia, além da estética, a saúde do cabelo e também da pele. Antes de dar as boas-vindas aqui pra nossa convidada, eu vou apresentar um pouquinho mais sobre ela.

Alexandre, inclusive já vou te perguntar o que te trouxe até aqui a clínica, né?

Foi justamente o Dr. Alexandre que vocês, ele foi seu professor na faculdade, foi professor, foi professor na faculdade. Eu sempre tive muita admiração por ele, a gente era muito alinhado, então assim, >> conheço ele, né, já de outros de outros carnavais.

Você já era aquela criança que usava o estetoscópio?

que não não era para mim assim, eh, é um pouco longo, mas eu vou resumir, senão a gente vai ficar muito tempo falando sobre isso.

Mas eu fui uma criança que eu sempre gostei muito de artes, na verdade, >> mas eu sempre tive um um uma interesse muito grande pela área da cirurgia e da dermatologia por conta da minha mãe, que a minha mãe ela é médica dermatologista, ela é professora e eu sou muito próxima, né?

Somos vários irmãos, mas eu sou meio que o chodozinho ali da minha mãe e sempre acompanhei muito ela. Então, mesmo antes de entrar na faculdade de medicina, eu já tinha a vivência de consultório. Eu já estava acostumada a estar com ela lá.

Eh, você passou por isso, mas eu passei por aquele aquele guia vocacional, sabe?

Que >> é no ensino médio. Exatamente. Eu acho que isso mais me atrapalhou do que me ajudou, porque eu era uma criança que eu fazia, eu era muito ativa no teatro.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia Minha Moto, está no ar mais um Amatocash pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós recebemos convidados especiais. Falamos sobre menopausa precoce e antes sobre o papel da natureza na saúde, também sobre medicina integrativa. Parece difícil, mas foi um papo muito interessante. A gente vai deixar o link aqui para quem não conseguiu acompanhar. Hoje, novamente, nós recebemos uma convidada especial, a Dra. Gabriela Dutra, e ela vai comentar, vocês já viram aí no título, né? Já conseguiram se adiantar. Hoje é dermatologia, além da estética, a saúde do cabelo e também da pele. Antes de dar as boas-vindas aqui pra nossa convidada, eu vou apresentar um pouquinho mais sobre ela. A Dra. Gabriela Dutra é formada em medicina pela Universidade de Santo Amaro, atua com foco em tratamentos clínicos, estéticos e cirúrgicos e tem prática com enfoque em acolhimento humanizado, escutativa e cuidado centrado no paciente. Ela também é conhecida nas redes sociais como @gabiverdelimão, onde reúne grande audiência com vídeos descontraídos e educativos sobre estética e empoderamento feminino. Ela tem centenas de milhares de seguidores e combina os conhecimentos médicos com produção de conteúdo voltado à saúde da pele, cabelo, bem-estar e estilo de vida. Bem-vinda, doutora. >> Muito obrigada. Adorei a apresentação. Achei muito chique. Muito obrigada. É um prazer estar aqui. Estou ansiosa pra nossa conversa. Foi difícil, né, a gente conseguir, mas vai ser muito legal agora que eu consegui reunir. Trouxe inclusive muitas coisas das suas redes sociais que eu tava vendo seus vídeos, vi bastante. O Dr. Alexandre, inclusive já vou te perguntar o que te trouxe até aqui a clínica, né? Foi justamente o Dr. Alexandre que vocês, ele foi seu professor na faculdade, foi professor, foi professor na faculdade. Eu sempre tive muita admiração por ele, a gente era muito alinhado, então assim, >> conheço ele, né, já de outros de outros carnavais. Aham. >> E tenho certeza que o que mais acabou me aproximando dele foi justamente conseguir enxergar o paciente além do clássico da medicina. Não que o clássico da medicina não seja importante, ele é. Mas às vezes a gente tem que sair um pouquinho da caixa. E ele na na mjetória acadêmica, ele foi uma referência muito grande para mim a respeito disso. >> Uhum. E Gabi, como que foi essa escolha pra medicina? Você sempre quis ser médico? Você já era aquela criança que usava o estetoscópio? que não não era para mim assim, eh, é um pouco longo, mas eu vou resumir, senão a gente vai ficar muito tempo falando sobre isso. Mas eu fui uma criança que eu sempre gostei muito de artes, na verdade, >> mas eu sempre tive um um uma interesse muito grande pela área da cirurgia e da dermatologia por conta da minha mãe, que a minha mãe ela é médica dermatologista, ela é professora e eu sou muito próxima, né? Somos vários irmãos, mas eu sou meio que o chodozinho ali da minha mãe e sempre acompanhei muito ela. Então, mesmo antes de entrar na faculdade de medicina, eu já tinha a vivência de consultório. Eu já estava acostumada a estar com ela lá. Eu >> não sei se se quando você foi escolher sua profissão e etc. Eh, você passou por isso, mas eu passei por aquele aquele guia vocacional, sabe? Que >> é no ensino médio. Exatamente. Eu acho que isso mais me atrapalhou do que me ajudou, porque eu era uma criança que eu fazia, eu era muito ativa no teatro. Eh, eu gostava de desenhar, pintar e etc. E quando eu falei que eu tinha interesse pela área médica por conta da minha mãe, os meus professores eles foram bastante contra. Eles falaram: "Gabi, mas você é bem comunicativa, a gente não te vê num ambiente hospitalar, a gente acha que você não vai ser muito feliz, você não vai gostar, etc." Então eles desestimularam bastante que eu seguisse pela área da medicina, né? Que seria uma área mais >> mais conservadora, vai, mais clássica. Então eu fui muito estimulada a fazer eh publicidade de propaganda, uma área mais relacionada à comunicação e etc. E aí eu resolvi que eu ia fazer artes plásticas, mas a minha irmã já era designer. Então no meio desse processo, a minha mãe falou: "Gabi, faz arquitetura que eu acho que você vai gostar. Tem arte, tem umas coisas mais ali." Eu acabei fazendo. Então arquiteta, que foi o meu primeiro curso, né? Antes disso também já tinha feito cinema, mas não como graduação. >> Uhum. Eh, eu meio que fui para lá por conta, por parecer algo que fazia mais sentido num primeiro momento, mas como toda todo adolescente de 17 anos, eu não sabia exatamente o que que eu tava fazendo, para onde eu tava indo. >> Sim. É, mas é muito difícil, né? Você ser tão novo e também já tomar essa decisão. Todo mundo comenta sobre isso. Eu tenho essa mesma sensação que às vezes a gente acaba acertando, graças a Deus, mas também tem aquela aquele risco, né, de com 17, 16 anos ter que já começar a se se guiar mais para algum lado assim, né, de uma uma profissão específica. É difícil. E agora, Gabi, você fica para que tire essa dúvida, né? Você é ligada, principalmente por conta da sua mãe, a dermatologia e o que você quer seguir agora pr pra sua vida? Exatamente. Foi a área que eu me identifiquei mais. Eh, durante o curso eu cheguei a flertar um pouco com a parte cirúrgica, porque eu gosto muito de artes manuais, né? Então, desde a faculdade lá de arquitetura, eu sempre fiz muito artesanato, cerâmica, quadro, pintura, etc. Então, eu sempre senti essa necessidade de usar muito as mãos. >> Uhum. >> Então, quando eu encontrei ali na dermatologia a possibilidade de clinicar, que é uma das coisas que eu mais gosto, a escuta do paciente, assim, eu tô no céu, sabe? Assim, mim, quando eu tô conversando, ouvindo, é o momento que eu que eu mais sinto prazer ali na profissão >> e poder unir isso realmente a parte mais manual da coisa de poder fazer. Aí eu foi que eu falei: "Não, isso aqui é para mim", sabe? E foi muito satisfatório. Eu tive muito medo por um tempo de estar em um lugar que eu não fosse conseguir ser feliz. >> Sim. eh, pensando, né, nesse viés meu de comunicativo, artístico, e para mim foi justamente o contrário. Eu sou muito mais feliz e eu me conecto muito mais com pessoas hoje, eu sinto, do que na do que antes quando eu fazia, por exemplo, arquitetura, embora eu goste muito e e tenha eh eu honro muito nessa minha primeira formação. Eu eu acho que fez toda a diferença em quem eu sou hoje, como eu atuo em especial, >> mas eu eu sou mais feliz profissionalmente hoje. é tão nova e é o que falam para mim também, já tem já pelo menos dois cursos, né? Duas faculdades que arquitetura duas faculdades. É, eu não formei, né, em arquitetura faculdades >> mas já passou, né? Pelo menos já. >> É, sou, não sou tão nova assim. Eu tenho 30, né? 30 anos hoje. >> 30. Ah, mas é nova. Ainda tem bastante coisa né? >> Então, antes da gente ir direto aqui pro nosso tema de fato, né? Como eu já adiantei aqui pro pessoal, já tá no nosso título, eu só vou, para quem já é antigo aqui, já sabe. Para quem tá chegando agora, eu quero agradecer um patrocínio do nosso Amatocast, que é do laboratório Origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa. O foco de Origem é qualidade de vida e prevenção. [Música] Obrigada, pessoal da Origem. Então, Gabi, agora, de fato aqui no nosso tema, a gente falou sobre o título, né, dermatologia além da estética. Eu acho que hoje, não sei se você tem a mesma sensação, as pessoas cada vez mais novas têm essa preocupação, né, de ter de fato uma pele, um cabelo saudável, pelo menos o que eu vejo na internet, na minha faixa etária, que acaba sendo a mesma que a sua, de ter essa preocupação. Então, para você, o que que é, como que é, qual que é o significado de dermatologia além da estética, né? Uma prevenção da pele, do cabelo daquela pessoa ou já é quando tem algum sinal de alerta? Como que você definiria isso? Olha, essa pergunta ela é bem abrangente, né? Então assim, dá para a gente ir por vários lados. Eu acho que tem duas maneiras, né, que daria para responder isso. Eu acho que a gente pode ver tanto o lado da pele como um órgão, né, que é o maior órgão do corpo humano. Então, claro que vai ter questões de saúde, a pele ela fala muito, então pela pele a gente consegue também identificar, suspeitar de outras questões de saúde que ela traz ali, né, os seus sinais. Mas eu também hoje eu vejo muito a pele para mim, tá? Para isso é uma opinião minha, eu vejo muito a pele como uma porta de entrada para a saúde. Então eu veio muita gente fala um pouco, né, ah, tá, da vaidade dessa questão, né, dos procedimentos, etc. Mas para mim, eu consigo ver como uma maneira de pegar essa pessoa, sabe, pescar assim, que às vezes a pessoa nem tá preocupada tanto com a saúde, só que a partir do momento que ela começa a dar mais atenção pra pele por uma questão estética, eu consigo orientar e fazer essa jornada para que a pessoa entenda a necessidade da saúde da pele também, entende? O que tá por trás, né, da daquela pele. Porque às vezes, é isso que eu te perguntar, inclusive, as muitas a gente sabe de queixas emocionais hoje cada vez mais também, né? Você acha que a pele, o cabelo é por o que que mais influencia na pele, no cabelo daquela pessoa? É toda essa esse contexto tanto de estilo de vida da pessoa como estresse? Isso pode influenciar >> com certeza >> do que tá ali visível? >> Olha, essa também é uma pergunta abrangente, mas é uma questão assim, falando de uma maneira mais técnica, eu diria que nutricionalmente a gente consegue ver bastante esse efeito na pele, no cabelo. Então, a pessoa que tá desnutrida, que não tem alguma alimentação, que tá desidratada, etc. Mas quando a gente vai para um viés um pouco mais abrangente, é, entender que a pele ela vai traduzir muitas vezes questões, faltas emocionais. A gente tem, por exemplo, pessoas que têm alergias crônicas, questões capilares, queda, coceiras, etc., que quando essa pessoa ela tá num momento emocional que não tá tão legal, isso a pele ela grita pra gente, entende? Então, eu sempre falo que cada pessoa tem ali o seu lugar, mas que pega quando a coisa não tá bem. Então, tem gente que vai ter uma gastrite, tem gente que vai ter enxaqueca, dor de cabeça, tem gente que pega mais na pele. E eu me identifiquei muito ao longo da vida, porque eu fui uma adolescente que eu tive muitos problemas de pele, a adolescência inteira. Então, a minha pele sempre foi o meu órgão emocional nesse sentido e também foi um dos motivos pelo qual eu quis eh seguir nessa nessa linha, porque além do interesse tinha também uma questão pessoal, né, de entender porque que certas coisas estavam acontecendo comigo durante ali a a essa minha fase mais de adolescente que eu tive. >> Então, assim, 100%. E você acha que, por exemplo, se a pessoa nota uma diferença muito grande no cabelo ou na pele, sempre tem algo por trás daquilo que vai justificar? Ou pode ser um processo ali da idade que a pessoa chegou, enfim, aquilo ia acontecer de qualquer forma? Precisa de uma, a pergunta mais direta é precisa de uma investigação se a pessoa notou uma mudança na pele, no cabelo? >> Olha, eu acredito que sim, tá? Porque mesmo, vamos supor que não seja uma questão de saúde, vamos supor que é uma mulher que fez ali um procedimento, uma progressiva com uma descoloração, que a gente sabe que dá uma danificada maior no cabelo. >> Tudo bem, isso não é uma questão específica de saúde, mas às vezes quando essa pessoa dá mais atenção e vai ao médico, ela pode inclusive ser orientada. Então tem muitas questões que não são questões necessariamente de saúde, a grande maioria é, tá? Mas quando não é, quando essa pessoa busca entender melhor, ela pode ser orientada de uma maneira adequada que muitas vezes ela não tá sendo. >> Sim. E tem alguns sinais que eu imagino que apesar de não incomodar tanto, que a gente tá falando de coisas mais visíveis ali, né, que é claro, quem não tem espinha começa a ter um monte de espinha, vai procurar >> uma dermatologia, uma dermatologista, eh, o couro cabeludo mudou, começa a cair muito, as pessoas costumam procurar já um médico, né? Mas tem algum sinal silencioso que você acha importante destacar? por exemplo, tanto na pele como no cabelo. Ah, um algo que parece pequeno, mas que pode levar a um diagnóstico maior, né? >> Olha, eu acho que o mais clássico, né, da área que a gente pode citar são as pintinhas, né? Então, as pintinhas que muitas vezes a gente vê, ou então às vezes um machucadinho que parece uma espinhazinha que não sai, ela fica ali, o paciente cutuca, vai e volta. Muitas vezes isso pode estar relacionado a um CA de pele, né, um câncer de pele, uma questão que requer mais atenção. E é algo que muitas vezes eu ia falar que o lego, né, ele não consegue ter essa essa noção, mas muitas vezes até pro profissional não é fácil. Não é fácil esse tipo de de diagnóstico, não é fácil. Então, vale a pena eh ficar atento, né? Essa questão das pintinhas não é algo que a gente dá muita atenção de uma maneira instintiva, mas às vezes quando a gente fala sobre, então tem lá o as o deszembro laranja, né, que a gente fala sobre conscientização de câncer de pele, etc., essas ações que a gente tem fazem a pessoa ficar mais esperta, ela fica mais atenta a esse tipo de coisa que talvez não seria algo natural e é muito discreto, que nem você falou, é silencioso, é discreto. Às vezes até pro profissional ela pode acabar passando. >> Uhum. precisa de um, se a gente não tá atento, é algo que com certeza vai passar batido. >> Sim. E é um diagnóstico considerado mais clínico né? >> Sim. >> Porque pode fazer biópsia também, também dá para mandar quando já tem a suspeita de um câncer, por exemplo. >> Sim, dá para É sempre bom. Inclusive a biós ela ajuda bastante a gente na área. >> Sim. E qual que é a sua opinião? Inclusive agora é uma pergunta polêmica, né, que as pessoas gostam muito de saber. Inclusive aqui já tinha mandado nos comentários sobre esses outros. Eh, não sei se eu posso falar intervenção, né? Mas aqueles remédios, por exemplo, não sei se eu posso falar o nome porque é uma marca específica, mas que trata espinha de uma forma mais agressiva ou eh que é que toma remédio mesmo para tratar o cabelo ou a pele. Você acha que no primeiro momento isso é a primeira opção ou qual que é você apoia quando já tentou alguns outros a pessoa fazer uso tanto pro cabelo como pra pele desses mais agressivos. Acho que você já sabe qual que eu tô falando, todo mundo já deve saber aqui também, >> tá? Não, não. Sim. É porque assim, eh, tratamento capilar e tratamento acnéco, eles podem estar relacionados, mas eles não são necessariamente a mesma coisa. Então, por exemplo, o tratamento capilar, ele precisa de um diagnóstico correto, porque ele pode ser >> muita coisa. Então, ele pode ser uma questão emocional, pode ser uma questão nutricional, pode ser uma questão medicamentosa, pode ser uma questão hormonal. Então, pra gente conseguir encontrar um tratamento correto, a gente precisa fazer a investigação e fazer o diagnóstico correto. Pensando em pele, a pele é um pouquinho, ela também precisa, né, de uma investigação adequada, mas ela é um pouquinho mais, tá mais na cara, né, digamos assim. Então, literalmente a que ela fica um pouco mais escancarada. Então, algumas medicações, eu acho que não tem problema falar o nome sem ser o nome comercial, né? Mas imagino que você esteja falando da isotretinoína, no caso, tá? É isso mesmo. >> Então, a isotretinoína, >> ela ela é uma medicação que às vezes ela se faz necessária. Então eu sempre falo isso na minha na minha profissão, né, na minha atuação médica. A isotretinoína às vezes ela se faz necessária e às vezes a gente consegue fazer um bom tratamento sem ela. Ela não é necessariamente uma vilã porque muita gente tem muito medo dela e às vezes a tritinuina ela muda vidas. Então a gente consegue realmente mudar vidas com ela, mas ela precisa de uma indicação correta. Não adianta a gente passar a isotretinoína se aquele caso não é a indicação correta. Por quê? Porque é uma medicação que requer um acompanhamento, né? Ela pode, tem pessoas que a gente não consegue fazer o uso porque pode acabar não fazendo mais mal do que bem. Então é sempre uma questão de dois pesos, duas medidas. a gente vai ver o que, aonde que tá o melhor custo-benefício para essa pessoa, onde é que ela vai se beneficiar mais, se tem outras abordagens que a gente pode fazer, se elas já foram feitas e se a gente tem tempo, porque às vezes a gente não tem tempo. Então, às vezes, quando o paciente ele vem com uma acne muito agressiva, que tá deixando muita cicatriz no rosto desse paciente, a gente não tem tempo para tentar às vezes uma abordagem um pouco mais amena, digamos assim. Então a gente precisa realmente de agilidade, a gente tem que ser rápido, senão o pós, né, que são as cicatrizes que esse paciente vai ficar, elas vão ser muito difíceis de tratar. Isso vai desencadear ali uma questão de autoestima. Tem pessoas que ficam realmente muito sentidas com a própria imagem e etc. Então, é uma janela de oportunidade que o médico ele tem que estar atento, a gente não pode perder. Então, saber como agir às vezes é tão importante quanto a própria ação do que do que a gente vai tá fazendo, entendeu? >> Sim. >> É, você citou algo que eu ia falar exatamente agora, que é a questão da autoestima, né? Você falou que teve problema com pele, eu também tive muito problema com pele, tá linda, eu tomei exatamente esse remédio que ela falou: "E como foi isso? Foi um ano". Foi difícil assim, eu tive alguns alguns problemas no meio porque eu tô me adolescente, né? E aí eu tive um ressecamento muito forte e eu tive dor, muita dor nas costas. Cheguei a ficar internada por causa disso para ter a investigação do que que era. >> E aí minha mãe se desesperou. Foi exatamente essa situação que você falou. Como era menor de idade, ela era responsável. Eu tava no oitavo mês, eram 12 meses. E ela falou: "Não vai mais tomar na hora do hospital". E o médico que tava lá falando: "Ela não pode parar agora, senão ela ela falou, ele disse: "Isso é normal, precisa tratar, mas é um um algo que dá para, né, controlar, mas se ela parar não vai chegar nos 12 meses e aí vai voltar tudo." Enfim, o que eu queria traduzir disso, que você sabe, né? tem esse sentimento também é que realmente envolve essa questão da autoestima e para quem não tem, às vezes parece algo superficial, né, algo meio relevante. Eu acho que a dermatologia de todas as especialidades que a gente traz aqui e são muitas, é a que eu mais vejo esse preconceito das pessoas de acharem, algumas pessoas, né, não todas, mas de acharem que é algo muito estético, que não envolve algo realmente que vai mudar a vida daquela pessoa, que foi a frase que você citou. Isso é difícil, né, você conseguir eh balancear mesmo, né, o que até onde vai a estética e até onde entra a questão emocional que vai realmente influenciar na vida daquele paciente. >> É, é difícil, é uma linha muito tên mesmo. E foi algo que me pegou também durante o o a minha formação, né, porque eh apesar de ser uma mulher vaidosa, etc., eu nunca me nunca me considerei uma pessoa fútil. Uhum. >> E até dentro da própria faculdade, muitas vezes, quando você fala que você quer seguir, né, na dermatologia, etc., as pessoas olham meio com o olho um pouco torto, como se fosse, como é que eu vou falar isso assim, de uma maneira que não pegue mal, mas é como às vezes como se fosse até >> superficial mesmo, né? >> É como se fosse algo superficial mesmo. E não é não é e ainda mais porque a dermatologia, a gente tem a dermatologia da questão da saúde mês da pele, a gente tem também a dermatologia que entra na parte mais estética, que é justamente a parte que eu mais atuo. Então o que eu mais trabalho hoje é a questão acneica, eh trabalho também em queda de cabelo, etc, etc. Mas eu trabalho muito, é o é mais de 50% hoje do meu trabalho da minha mãe, né, que a gente trabalha em conjunto, que é o gerenciamento do envelhecimento, que é são as pessoas, né, mulheres, homens que querem envelhecer com saúde e com beleza. Então, para mim foi até eu conseguir aceitar que isso era o que eu amava e era nisso que eu queria trabalhar. Eu passei ali por uns momentos de tentar entender melhor, de se me questionar sobre isso, mas hoje eu vejo que a gente precisa de pessoas é estudiosas e pessoas que têm princípios e que são honestas na estética. Por quê? Porque a estética, >> a estética não é fácil de se trabalhar porque mexe num lugar de autoestima, de segurança de vulnerabilidade mesmo desse paciente, né? É uma pessoa mais vulnerável. Claro, tem gente que já tá super bem consigo mesmo e quer melhorar, mas tem muita gente que vem mal e essa pessoa vem mal depositando na gente uma expectativa de conseguir ter uma relação melhor com ela mesma. Então é um lugar que se você não tem muita responsabilidade, você trata do paciente e de toda a questão com muito carinho, ela pode ir para um viés maléfico, digamos assim, tá? A gente consegue, enfim, você já deve ter visto, né, que eu tenho certeza que você tem Instagram e etc. Então a gente vê muito, por exemplo, casos de da tal da harmonização facial, por exemplo, que ficou super em alta, em que a gente vê pessoas ficando literalmente deformadas na não só na questão estética de não ficar estético, né, ficar inestético, mas também da dos acidentes que podem podem acontecer. Então, a gente tem que parar de entender a estética como uma questão fútil e levar ela na seriedade que ela merece, porque assim como a isotretinoína, né, que aí já tem mais uma questão de saúde, mas enfim, eh, as abordagens estéticas elas mudam vidas, que nem a gente falou, ela pode mudar uma vida tanto para melhor quanto para pior. E mesmo, tá, mesmo é só sentar assim, dar dois, duas pesquisadas ali na internet que a gente consegue encontrar pessoas que tiveram essa, infelizmente, né, essa questão de cair em lugares que evolui muito mal essa intervenção, né, que que a gente fala, você sabe, né, do que eu tô falando, você já viu? >> Com certeza. A gente tem episódio só falando sobre isso. Inclusive >> de É bem legal. a gente fez com o Dr. Fernando, né, que é o cirurgião plástico aqui, Fernando Amato, >> e ele é analisou resultados, né, do que que a pessoa esperava, o que que como chegou ali, enfim, é bem legal, mas tem depois vou te mandar, >> a gente vai colocar aqui também. E Gabi, ah, falando sobre essas já essas partes estéticas que acabam ficando bizarras até, né, não sei qual que é a palavra melhor pra gente usar, que a pessoa tenta melhorar ali, acaba >> ficando no mínimo estranho, né, para não falar de outra coisa. Mas eu imagino que muito paciente te procura com resultados até impossíveis assim, inalcançáveis, que a pessoa já chega mostrando ali, olha, quero ficar assim, a foto de alguma pessoa é difícil lidar com isso no consultório. Como que é a melhor forma para você tentar explicar que aquilo talvez não seja a melhor opção pessoa? Olha, eu vou ser muito sincera, tá? Eu poderia falar assim: "Olha, realmente isso acontece muito, é difícil, mas eu sou muito abençoada que eu acredito que >> minha opinião, tá? Mas eu acredito que a gente acaba, as pessoas que me procuram, eu acredito que elas se identificam muito comigo >> de alguma forma. Então, ou por alguma opinião que eu tenho, ou pela maneira que eu trabalho a minha beleza, ou a maneira que minha mãe trabalha a beleza dela. Minha mãe tem 68 anos e depois pra foto, se você quiser ver, ela é linda, gatíssima, temer com vocês duas, tem que chamar ela. Ela é demais. Você vai amar. Você vai amar conhecer ela. >> E ela tem um, a gente tem um gerenciamento, né, do envelhecimento dela muito bom. Se você quiser, eu te mostro, tá? A gente par aqui e pego ele rapidinho para você ver aqui. Então vou colocar, quer ver? Coloca na tela. Quero ver. >> Deixa eu achar. E eu sinto que os pacientes eles se identificam muito com a gente nesse aspecto, porque o que eu mais escuto das minhas pacientes é a seguinte frase: quando a gente vai mexer em estética, assim, Gabi, eu quero ser uma melhor versão de mim mesma, eu não quero, eu não, eu não tenho outra pessoa como referência. Ou então ou é uma mulher e que eu falo mulher porque a maioria das minhas pacientes são mulheres, tá? Mas enfim, a gente atende homem, atende de tudo. >> Eh, ou uma mulher que ela quer ela quer resgatar algo que ela já foi, então ela traz uma foto dela mais jovem, ela fala: "Ah, queria recuperar o contorno facial". Enfim, >> é algo do tipo ou ela quer ser uma versão melhor dela mesma. Eu nunca tive na minha prática profissional um paciente que me trouxe a foto de outra pessoa e falou: "Quero ficar parecida com esse aqui". >> Comigo aconteceu. É, eu imagino que seja bem comum, tá? Mas no meu consultório, no nosso consultório >> nunca, tá? É que às vezes a pessoa também tem até medo, né, de chegar assim falando: "Ah, quero chegar, quero ser desse jeito aqui de uma influenciadora". E é isso que você falou, por você ser muito já conhecida nas redes sociais, às vezes as pessoas já te procuram sabendo qual que é a sua linha de pensamento, né? E aí também já não vai chegar com essa >> com essa opinião. A gente vai colocar aqui para vocês verem se vocês >> e esse vídeo >> estão curiosos. Depois a gente põe aí um faz um >> E vocês trabalham na mesma clínica? >> Sim, a gente trabalha juntas. É como se ela fosse minha chefe, indiretamente, tá? Indiretamente, consegue discutir os casos né? >> Todos. Todos. Eu aprendo muito com ela. Ó, >> que legal. >> Eu vou te mostrar, depois você mostra pro pessoal, mas só para você ver pro >> pessoal ver. >> Esse vídeo é antigo, tá? Antigo, antigo, antigo. Mas olha, eu falo que é a minha minha preciosinha. >> Nossa, ela tem 68 anos. Eu vou tentar deixar assim. >> Essa foi uma brincadeira que eu fiz com ela. Acho que a gente põe depois na tela. Ela é linda. >> Ela é linda mesmo. E vocês são muito parecidas. >> A você acha? Eu adoro quando eu falo isso. É porque eu sou muito parecida com o meu pai também. A cara uma da outra. >> Ai, amém. Bom. >> Você é a única mulher dela? A única filha e mulher? >> Não, eu sou a mais nova dela, mas eu tenho uma irmã mais velha e um irmão mais velho, que inclusive é ortopedista, trabalha lá em Santos. >> E a sua irmã é médico? >> A minha irmã não, ela é psicanalista. >> Psicanalista. É todo mundo mais ou menos. E eu tenho duas irmãs mais novas, mas são de outro casamento. Entendi. Que ainda não tá nessa fase de >> de escuta. >> Não, não. Então, tão pensando ainda o que que elas vão fazer da vida. >> É, normalmente a família acaba seguindo, né? Igual a família Amato, todo mundo é >> tem todas as especialidades possíveis, né? >> É, precisa conhecer, então. Todo mundo >> precisa, precisa conhecer. Tem tem a playlist inteira aqui para você conhecer. >> E, e sobre a gente tá falando também bastante sobre normalmente da pele, né? que as pessoas chegam ali com uma quer quer mudar uma coisa aqui, outra ali com dermatologista, a gente sabe que também é mais confiável, mas tem algumas pessoas que procuram outros outros profissionais de outras áreas para fazer esse tipo de >> de procedimento. Ainda tem um certo tabu também com até a questão do que envolve cabelo, né? Enfim. >> Sim. Olha, é difícil para mim opinar nesse aspecto, eh, sem me comprometer, tá? ser bem sincera, porque quando a gente trabalha na área, a gente acaba vendo muita coisa, a gente acaba ficando até guardando um pouco de mágoa pelos pacientes, sabe? Então a minha mãe, ela trata muito intercorrência, né? >> Eh, resultados insatisfatórios, etc. Não é tanto a minha área, ela ela ela pega mais esses casos. Eu acompanho, mas não sou eu que vou manejar esses casos. >> Uhum. >> E a gente acaba ficando, sabe? Eh, tem muita coisa que não é legal, mas o que eu eu vou deixar uma opinião, tá? sobre isso que o que eu acredito é que assim, eu acho que fica muito confuso para todo mundo, eu acho que fica muito confuso pro paciente, eu acho que fica muito confuso pro profissional, porque os conselhos é como se eles meio que se autorregulassem, entende? Então, a gente não tem, por exemplo, um Conselho da Saúde do Brasil e que a gente vai entrar num consenso, o aonde cada profissional vai atuar, >> não tem isso. Então, um conselho, ele vai se regulamentar de uma forma e isso vai contra o que o outro conselho tá falando e aí o outro conselho faz isso, o outro conselho faz aquilo. Então, fica confuso pros profissionais, fica confuso pros pacientes, entende? >> Eh, então assim, >> é difícil, tá? É difícil. E muitas vezes quando a gente vê eh quando as coisas não vão como a gente gostaria, então entra, né? Ah, será que foi falta de profissionalismo, é imperícia, etc, negligência, etc e tal, a gente acaba ficando meio marrento, sabe, com esse tipo de coisa. Eu eu tô tomando muito cuidado com as minhas palavras, realmente para não me comprometer, mas talvez em um momento assim mais descontraído >> eu eu reclamasse um pouco mais, porque a gente vê coisas que assim parecem sacanagem, sabe, com o que se faz com o paciente, porque assim, tem gente que atua, não tem nem formação, entendeu? Não é nem que não é uma questão de que esse profissional não é médico, etc. O profissional não tem formação, o profissional ele não tem faculdade, o profissional ele fez um curso ali de alguma coisa online que ele assistiu e tá replicando e coloca doutor na no Instagram ali no @ e o paciente às vezes até eu vou ver alguém que comentou alguma coisa que eu fiz >> aí tá lá doutor fulano de tal aí eu falo: "Olha só, um colega, né, tal da área da saúde, deixa eu ver aqui". E eu sou cabreira com isso, porque eu tô acostumada, eu tô na internet há muitos anos, então eu tô acostumada, eu fuço tudo, eu vou atrás para ver qual que é a formação, se é médico, eu vou atrás do CRM para ver se é médico mesmo. Se não é médico, eu vou atrás ali do dos outros números dos conselhos para entender onde é que esse profissional tá atuando. E tem muita gente que coloca doutor na bio do Instagram e não tem formação, não tem ensino superior, não tem faculdade. A pessoa coloca porque >> porque quer, entendeu? Porque quer, porque acha que pode e fica por isso mesmo. >> Sim. Deveria ter uma fiscalização >> deveria, deveria ser uniforme, entende? Universal, não é essa palavra que eu queria, mas deveria ser um consenso, entende? Porque no final quem sofre com isso é o paciente, entendeu? Então a gente deveria, eu acho que a gente viia abrir ali um conselho regional da um conselho da saúde brasileira para ter algo um pouco mais uniforme, senão fica vira bagunça, que é o que tem virado, né? É bagunça. E teve uma fala, alguém, algum médico que veio aqui, algum especialista falou e eu não lembro quem foi, mas enfim, se a pessoa tiver assistindo vai lembrar, que falou exatamente que quando envolve essas questões de outras especialidades fazendo coisas mais inclusive, não sei qual que é o termo correto, mas mais invasivas, não sei se é essa palavra, a pessoa pode até ter alguns resultados bons, mas também na exceção, se acontecer uma intercorrência, se aconteceu algum problema, >> a pessoa não tem a formação não tem e habilidade para resolver aquilo, né? Não tá preparado para resolver aquilo. Então acho que esse que é o alerta também que tem que ficar, né? Que às vezes o resultado pode sair bom porque uma hora ou outra a pessoa dá sorte ou não, né? Enfim. >> Mas e se acontecer um problema, né? Você você vai colocar sua vida na mão de alguém ou sua vida ou até às vezes você não vai morrer, mas vai acontecer algo difícil de resolver que você vê da sua mãe, né, que você citou. Sim, certeza. para você. Exatamente. E para você entender, por exemplo, eu não manejo esses casos, esses casos de intercorrência, de resultados que não deram certo, >> não sou eu. Eu entendo até onde eu consigo ir também na na minha atuação, entende? Então a gente eh tem uma frase que eu adoro que é que a ignorância ela dá coragem, sabe? Então às vezes a ignorania ela faz a gente achar que a gente é capaz de fazer coisas que a gente não é. >> Então eu sempre aprecio quando eu tô conversando com alguém e eu falo: "Nossa, essa pessoa é inteligente". É quando eu vejo que essa pessoa ela se questiona, sabe? Então ela tem uma opinião, etc. Só que ela fala: "Olha, eu acho isso, mas será que será que é isso mesmo? Sabe? Será que eu tô com uma visão legal e etc?" Então isso em várias eh várias áreas, né? Mas na saúde realmente essa questão da ignorança, da ignorância da coragem, ela acontece muito. Então quando a gente vê os maiores absurdos, normalmente são pessoas que não fazem ideia do que elas estão fazendo e por isso que elas fazem, porque elas não sabem, elas não sabem dos riscos, não sabem eh até onde aquilo pode levar, entende? >> Uhum. E você até comentou agora a pouco sobre o tempo que você tá na internet, né? Imagino que se se pessoalmente a gente já vê alguns erros das falas das pessoas ou enfim na abordagem de alguns outros especialistas em outras áreas, eh eu imagino que na internet você tem a gente abre sempre, né? Eu também na minha no meu trabalho, a gente recebe comentários e, enfim, recebe de tudo ali que a pessoa não falaria se fosse pessoalmente ou se tivesse uma responsabilidade maior naquele tipo de conteúdo. Há quanto tempo exatamente que você tá na internet? Já é bastante, >> nem eu sei, mas tem com certeza mais de 5 anos. >> Nossa, >> tem porque foi antes de eu entrar na faculdade, você já tinha esse interesse de unir as duas coisas que você falou da comunicação. Ah, sim. Ó, antes de entrar na faculdade, só para formar, eu preciso de pelo menos uns se anos, né, da de graduação. Só que antes disso eu ainda fiz cursinho. >> Então ainda fiz cursinho para entrar na faculdade. Aí depois eu ainda fui especializar e etc, etc. Olha, eu eu depois dessa depois daqui eu vou sentar para contar, tá? Quanto tempo? Mas eu >> eu arrisco dizer que deve est beirando uns 10 anos já que eu devo estar na internet. Eu falei mais de cinco, mas eu acho que deve est muito mais para para uns 10. Sim. Tem um perfil, posso recomendar um perfil? Tem um perfil que eu gosto muito que chama Estética de Risco. É de uma jornalista. Você é jornalista também, né? É de uma jornalista que acabou inclusive virando minha amiga, que ela passou por um acidente e em que ela foi fazer um preenchimento, né, no nariz e acabou necrosando. Foi com profissional que não era médico e etc. Mas nem essa a questão. A questão é que depois que isso aconteceu com ela, ela ficou muito mal e ela sentiu esse chamado maior para informar mais e falar sobre os riscos da estética, né? Porque o pessoal acha que a estética é tudo lindo, maravilhoso e sempre vai ficar ótimo, não é bem assim? E essa página é muito legal porque ela é tipo um jornal no Insta, no Insta, em que ela sempre comenta quando acontece alguma coisa no mundo da estética. Uhum. >> Eh, então tem de tudo, tá? Tem de tudo. Tem, por exemplo, uma época aí que roubaram um alguns eh uma, como é que chama? Eh, eu não sei qual que é a palavra, mas tem uma palavra específica, mas, por exemplo, e era botox que tava vindo pro Brasil que eles iam vender e aí roubaram. Então, roubaram não sei quant é carga. Exatamente. Roubaram não sei quantas cargas de botox, etc. Então tudo isso ela vai fazendo como se fosse um um jornal mesmo e é muito legal acompanhar. É legal tanto pra gente que trabalha com isso, quanto para pessoas que t interesse genuíno mesmo por essa área da estética. Então ela entrevista pessoas que fizeram procedimentos que não deram certo, pessoas que, nossa, tudo, tudo que você pode imaginar, pessoas que perderam parentes, por exemplo, pessoas queridas por conta de procedimentos também, etc. Muito compet deixar, viu, Pri? Um beijo para você, querida. Ela é ótima, ótima, ótima. >> Mais uma pessoa pra gente trazer. Legal. >> Com certeza. Nossa, vale a pena. Ela é demais. Pode sugerir. Ela é demais. Legal. E como que você escolhe seus conteúdos? Você recebe sugestão? Você vê o que tá mais em alta? >> Hum. Olha, eu faço hoje hoje, né, que eu eu tenho um pouco mais de tempo, né, eu faço meio que o que dá vontade. Uhum. >> Tá. Então, antes eu seguia muito trend, essas coisas. Hoje eu faço o que dá vontade, porque eu acho que que pro conteúdo ficar bom, eu tenho que estar feliz fazendo. Não adianta só fazer qualquer coisa. >> Aham. Mas o que me move mais assim, por exemplo, eu pego muito o que eu vejo no consultório. Então quando eu vejo muito uma mesma dúvida no consultório, aí eu faço um vídeo sobre, até porque já poupa ali tempo, né, de consulta. Aí a paciente já que já me segue já vai ver, já vai ficar esclarecida. >> Eu também recebo muito pedido, então as meninas mesmo elas já mandam para mim no direct, fala: "Ah, Gabi, comenta disso aqui, comenta daquilo lá". Aí eu pego e aproveito e já já falo um pouquinho. >> Uhum. Tem muita gente que também na internet se acha especialista, né? Você costuma ver muito erro assim de dica dos outros de tanto da pele como do cabelo? Você lembra de algum assim específico? Ai nossa. >> É que eu fico com pena de falar porque eu não gosto de jogar rente, sabe? Porque se o nome assim, mas por exemplo, ah, uma dica que as pessoas falam que precisa fazer tal coisa no cabelo ou que precisa passar tal coisa no rosto. Isso daí é o maior mito que eu já vi na minha vida. Nossa, >> de cabeça assim, você consegue lembrar? >> Não, tem várias assim, eu falo brincando que todo mundo hoje em dia é especialista de porcaria nenhuma. Eu falo brincando que a pessoa se alta em título especialista, >> aí você vai olhar experiência, especialista no que, né? Formação aonde do às vezes fala baseado na própria experiência também, né? Que não vai ser igual outra. >> Sim. Mas aí é diferente. Eu acho que quando a pessoa ela a pessoa ela tem o o direito e o espaço de falar sobre a própria experiência. Eu acho que é uma coisa, é diferente quando a pessoa se intitula em especialista, se intitula em especialista em alguma coisa que ela usa com base a própria experiência. Você entende a diferença? Uma coisa é comentar como é que foi a minha experiência cortando o cabelo, entendeu? Exato. >> Da como é que é o nome? Isot, nem lembro. Eu escutava muito o relato. Eu era adolescente, mas eu ficava procurando as pessoas >> contando na internet como é que tinha sido, porque eu queria já adiantar, né? Tem um pouco de ansiedade também, né? Da das pessoas, como é que foi para outras pessoas, né? Como é que é >> se deu certo, né? Como é que foi o desdobrar. Eu acho legal. Eu gosto isso na internet eu gosto, que é essa possibilidade das pessoas se conectarem mesmo assim. Então, eu tô aqui, eh, às vezes tem uma pessoa que tá lá no sei que lá no no Canadá >> e ela teve uma experiência assim assim assada. Ou então uma coisa também mudando um pouco mais que também tem a ver, questão de cabelo. Então, essa questão ah, cabelo ondulado, né? Cabelo crespo, cabelo com curvatura. Eu aprendi a cuidar do meu cabelo antes, né, de eu de eu virar profissional na internet. Então eu encontrava pessoas que tinham cabelo parecido com o meu e aí eu falava: "Ah, olha só, ela usa esse produto, ela seca assim, ela faz assim, acessada". Então essa troca ela é muito rica e ela permite a gente acessar pessoas que sei lá, 15, 20 anos atrás a gente não conseguia, entendeu? Porque a internet ela não era tão difundida assim né? >> Sim. É, mas exatamente mais acesso para quem também às vezes não tem a possibilidade, né, de procurar particular até o profissional, né, até a pessoa que não tem acesso ao profissional. Por exemplo, eu tenho muitas meninas que que viram minha minhas pacientes, mas que elas falam: "Nossa, Gabi, eu te sigo há 4 anos. Ai, sigo suas dicas, suas dicas me ajudaram muito com a minha pele". E essa pessoa não passou em consulta necessariamente, mas ela teve uma orientação correta, entendeu? E que faz diferença. E elas chegam muito feliz. É muito legal. Eu fico até sentida assim, eu fico emocionada porque é muito legal, elas chegam muito felizes, sabe? >> Eh, e vê que a gente consegue fazer diferença às vezes sem necessariamente estar num ambiente de consultório para mim, pelo menos, né, que eu falo brincando, que eu tenho a alma de comunicadora, é uma coisa que, ah, eu fico muito realizada, assim, fico muito feliz. Dá para ver que você realmente tem esse brilho no olho, né, de eh de realmente amo o que faz, né, na nas redes sociais, inclusive a gente vai deixar seu perfil aqui. Eu já consegui ver antes da gente se encontrar pessoalmente, né, enquanto a gente tava conversando só pelo WhatsApp ali. >> Mas eu do outro lado também queria aproveitar e te perguntar antes da gente ir. A gente até comentei com você, né, para quem já acompanha sabe, a gente tem um quadro de mitos e verdades que eu queria aproveitar e te perguntar o que que a gente pode falar que é verdade ou não as pessoas, o que as pessoas mais procuram na internet. vocês fazem com todos os convidados todos os bem legal sobre dúvidas mais assim, sabe aquele que você procura no Google sobre um tema e aparece o que tá sendo procurado. É isso? >> Então, antes eu queria só tirar uma dúvida sobre essa questão das redes sociais, né? Unir a internet com o seu trabalho, com a sua missão como profissional, isso que você acabou criando com o tempo. Você recebe também muito preconceito, enxerga que outros médicos às vezes têm preconço da forma que você aborda na internet? >> Eu amei essa pergunta. Amei essa pergunta. Sim e não. Então assim, antes, porque eu faço, eu crio conteúdo desde quando eu tava na faculdade, desde antes de eu entrar na faculdade. Então, desde o cursinho eu já criava. Por quê? Porque eu fazia muito conteúdo junto com a minha mãe. Então, no começo das minhas redes sociais, eu fazia aquilo que a gente tava falando, eu falava a minha experiência. Então, eu tinha muita que, etc. E aí eu contava pro pessoal: "Olha, a gente tá usando esse produto, fiz esse tratamento aqui com a minha mãe, olha só como é que tava minha pele, olha só como é que ficou". Então, era uma questão mais de blogueira, né? Volt mais blogueira conforme eu fui especializando, etc. Aí eu comecei a sair da do do scpt ali da blogueira e entrar no no script de quem tá orientando como como profissional. >> No começo, quando eu tava já estava na faculdade, eu sofri assim um pouco de preconceito inclusive dos colegas. Pessoal falava: "Ai, você é médico ou você é blogueira?" >> Eh, >> médicos formados também. Eu via, não era bem um preconceito, mas era quase que uma chacota, sabe? Então o pessoal fazia umas brincadeiras, etc, etc. A partir só que aí eu sinto que desde a pandemia eu sinto que mudou um pouco isso, porque quando teve a pandemia o pessoal teve que ir mais pro digital. >> E aí eu eu passei desse momento de ser uma pessoa em que as pessoas faziam brincadeira para virar a pessoa que o pessoal pergunta: "Como é que você fez? Me ensina a entender?" Então, hoje em dia, eh, não, zero preconceito, tá? Muito pelo contrário, eu sou muito respeitada, inclusive fico muito feliz, né? eh em ter profissionais que eu admiro e que que me admiram de volta, mas eu o que eu recebo muito é pedidos de por onde começar, como fazer, como que eu fiz acontecer, quais seriam as dicas para quem tá começando. Então é engraçado ver nessa mudança, >> é, mudou muito e eu vejo a pandemia como um marco. Para mim é muito claro, pré-pandemia e pós-pandemia totalmente. E isso que você falou também do do retorno das próprias pacientes, né? Homens também, mas em geral mulheres >> que conseguem ter esse acesso que às vezes não poderia ter se não fosse a internet antes. E é uma missão que às vezes >> foi dada a você, né, como especialista, médica enfim. >> Agora, então vamos começar nos mitos e verdades, que eu acho que tem vários legais aqui que até eu tô muito curiosa para saber. O primeiro é, >> tem que ver se eu vou saber também, né? Vamos ver. Eu acho que todos aqui são até que um pouco genéricos, mas alguns são bem interessantes. >> Caspa é sinal de sujeira? >> Não, não, não necessariamente, tá? A gente tem a caspa cosmética, que é quando a gente usa, por exemplo, alguns produtos, eh, seu cabelo é mais liso, né? É mais liso. É. Então, talvez você não esteja aqui nessa bolha aí das onduladas, mas a gente tem alguns produtos que a gente usa para ajudar a definir mais que podem acumular e aí fica. é bem uma sujeira, mas é um acúmulo de produto. A gente tem também a caspa da que vem, pode vir, por exemplo, de uma dermatite e tal, que aí realmente é uma questão ali de como é que tá a saúde desse couro cabeludo, de microbiota, etc e tal, que inclusive tem tratamento. Então essa pessoa ela pode lavar o couro cabelo dela quanto ela quiser, que sem o tratamento ela vai continuar apresentando ali é o que a gente chama de caspinha. Aí tem que diagnosticar direitinho e fatar >> fácil. É difícil fácil palavra muito forte. Fácil palavra forte, tá? Tem tratamento, se é fácil ou não, vai depender muito da da situação. Vai, tá? Toda queda de cabelo é alopécia que fala ou alopecia? Eu falo alopécia, mas deopia também de várias formas. Isso é uma coisa também que eu não, eu não gosto de ficar corrigindo os outros, sabe? Às vezes eu sinto que tem umas reg, a minha mãe é mineira, né? Então eu sinto que às vezes tem umas regionalidades, umas palavrinhas que o pessoal fala um pouco diferente e eu não corrig ninguém, não. Fala como você quiser. Eu entendi, né? Eu entendi. Tá ótimo. Mas não nem toda, tá claro, a gente se encontra muito, tem muito no consultório, é uma das coisas que a gente mais trata, inclusive, mas a gente tem quedas inclusive emocionais, tá? De cabelo. A verdade é que meio que eu falo brincando isso pra minhas pacientes, tudo faz o cabelo cair, tá? Então, se você ficou doente, não vai cair na hora, mas dali algum tempo, né, algumas semanas o cabelo ele vem cair. Por exemplo, um pós COVID, não sei se você lembra dessa época, >> tem muita queda de cabelo. As pacientes tinham muita queda de cabelo, fica assustada. Eu uso agora a fita adesiva, né? Não é bem natural, tá? Como assim? A fita cabelo? Ah, você tá de mega aqui. Nossa, não dá para ver. Mas contando aqui o Covid >> foi uma junção de estresse pós covid. Eu tive duas vezes COVID e eu não sei se seria, eu já passei em vários especialistas até. Vou falar com você depois, mas pode ir aproveitando, né? Mas alguns falaram que seria um ciclo natural da idade mesmo que foi passando. Mas eu não sei porque é realmente surpreendente se eu colocar uma foto de antes e depois. Você sentiu bastante diferença naadeor. A gente pode fazer um episódio, acho que só sobre Mega Hera. Inclusive, uma sugestão, porque tem muita dúvida, né, sobre isso. Nunca tinha contado aqui. E às vezes os megas não são todas iguais, tá? Isso é importante. Eles não são todos iguais. Eu sei porque eu tenho uma tia que é cabeleiria. Então >> a gente sempre tá aprendendo também, né? E dependendo do mega, da maneira que ele tá tracionando, ele pode inclusive acentuar a queda capilar. Então a gente chama de queda por tração, né, ou alopécia de tração, etc. que é quando a gente tem, por exemplo, até aqueles trançados, sabe, que faz aquelas tranças que puxa muito, >> é, faz uma atração que não é legal. Então, >> tem tipos e tipos de mega, às vezes, se você quiser até dou uma olhadinha, porque às vezes é uma coisa que vem, né, para para melhorar ali e aí pode acabar não tá fazendo tão bem. >> A gente tem que fazer um episódio só sobre isso, né? hora de gente a gente come >> agora já responde praticamente a próxima pergunta que é normal perder cabelo todos os dias que acho que a gente pode falar quanto que é esperadoquele tufo de fato é normal >> sim eu falo mais ou menos entre 70 e 200 fios, dependendo da paciente, da etnia da paciente. Uma coisa que eu falo muito é assim, é legal a gente diferenciar se esse cabelo está caindo ou se ele está quebrando, porque quebrar é uma coisa, né? Quando ele quebra do comprimento, outra coisa quando ele cai da raiz. Sim. >> E a gente tem que avaliar também se essa paciente ela tem o cabelo mais comprido ou se ela tem o cabelo curtinho, porque o cabelo comprido quando ele cai parece muito, ele assusta a paciente fala: "Meu Deus, tem um tufo, um bolo de cabelo". E às vezes nem é tudo isso. O que eu peço muito, as meninas ficam querendo me matar, mas eu falo assim: "Olha, pega um dia assim que você não tem nada para fazer, sabe? Que você é mais tranquila". Exatamente. Toma o banho e vai tirando o cabelo que vai caindo e vai colando na parede, sabe? Vai colocando. Aí você estica ele assim, ó, e faz grupinhos de 10. Então você vai juntando ali grupinhos de 10, né, 20 e tal, para você ter uma média de quanto caiu pelo menos na lavagem, né? Porque assim, claro, não vai ser todos os cabelos do dia, mas pra gente ter uma ideia, então se na que só na lavagem a paciente já perdeu ali 300 fios, por exemplo, né? A gente tem que dar uma atenção maior a isso. Às vezes você acha que é muito, você vai contar. Eu mesma eu faço isso às vezes de contar, às vezes eu acho que tem muito, tem tipo 30. Só que como eu sou cabeluda, parece que é muito, entendeu? >> É. Nossa, toda vez que eu saio do banho tá bom susto. Ah, eu vou fazer isso >> faz. Vale super a pena. Às vezes até falta o tiro, sabe? Olha só, tal para para ter ali na galeria do celular. E outra coisa, se você lava o cabelo, >> se você ficou um tempão sem lavar o cabelo e aí você lava, normalmente você vai ter uma sensação maior de queda, porque são os cabelinhos que ficaram na cabeça e quando você faz ali o manuseio ele cai. É diferente de uma pessoa que lava o cabelo todo dia. >> Essa é a próxima pergunta, inclusive, lavar o cabelo todos os dias faz mal? Porque tem essa dúvida, né? Se lavar todos os dias, vai melhorar a questão da queda ou se é melhor juntar o máximo de dias ali? >> Então, é assim, ó. Vamos lá. Que que eu acho interessante saber que lavar o cabelo, claro, depende de como você lava, né? Se você tá fazendo uma lavagem muito agressiva e etc, mas é não lavar o cabelo muito tempo pode ser pior do que lavar demais, entendeu? No sentido de vezes a pessoa fica segurando ali o cabelo sem lavar e aí aí sim a gente pode ter um aumento de oleosidade, etc, que pode aumentar ali uma inflamação e aí sim a gente causa queda. >> Só que lavar demais também o cabelo muito toda hora, ele pode causar ali um ressecamento, né, do couro. Então tem que lavar com produtos adequados. E uma coisa também que é interessante pras onduladas e crespas e cabelo com curvatura é assim, se a gente fica lavando muito cabelo, o nosso cabelo vira uma palha, entendeu? Meu cabelo que o diga, sabe? Se a gente lava demais, o cabelo ele resseca porque ele perde perde o lipídio natural, que é o que deixa ele com menos frio. Fora o trabalho também, né, que a gente não tem tempo, o tempo todo. >> Exatamente. Então assim, lavar um dia sim, dia não, não é um crime. Eu vejo às vezes profissional na internet falando: "Ai, você lava o cabelo dia assim, dia não? Que absurdo." Eu mesma, imagina se eu vou lavar todos os dias. Como é que eu consigo segurar até uns dois? >> É, então tem que ver isso. Então assim, depender muito da sua vida. Então, ah, você poxa, sei lá, você faz natação, você é surfista, você vai ter que lavar. É verdade. >> Mas ah, você trabalha home office, mal sua, mal tá fazendo esporte ali, não é um problema, né? Clima também, se tá frio, se não tá, tudo isso vai. Por isso que eu falo que é muito individual, você tem que ver, não é só lavar xes na semana, quem quem é essa pessoa, de quem é esse cabelo, qual que é o tipo desse cabelo? Esse cabelo é crespo? cabelão do lado. >> Então isso vai fazer com que a gente construa uma rotina que faz sentido >> e avaliar como fica, né, para cada exatamente. >> Pele oleosa não precisa de hidratação, precisa muita, >> precisa de muita. >> Acho que serve pros dois essa resposta, né? Pele e cabelo também. Cabelo oleoso, às vezes as pessoas evitam passar até condicionador, né? Algum. >> É, porque a oleosidade capilar, na verdade, ela vem do couro cabeludo, né? Então, quando a gente hidrata o cabelo, a gente hidrata o comprimento, uma coisa tem nada a ver com outro, são coisas diferentes. >> A questão da pele, ela a pele, a pele oleosa, óleo não é hidratação, tá? Então, o pessoal acha que a pele oleosa ela é já tem uma hidratação natural, não é isso. Por mais que o óleo ele ajude ele sim a manter mais água, tem essa questão, mas fazer uma hidratação correta ajuda inclusive na no sensorial dessa pele para essa pessoa. Então claro, a gente vai colocar, vai fazer o skincare bonitinho, mas o ponto, eu sempre falo, isso é, isso é uma coisa que eu falo, né? Na internet se fala muito que o item mais indispensável do skincare é o protetor solar. Eh, o mais importante, né? E às vezes eu dou uma trucada nisso, mas não como se ele não fosse importante, claro que ele é, mas na questão de que para mim, para mim, eu acho que o item mais especial do skincare é o hidratante para mim, porque eu vejo o protetor solar como um escudo. Então ele é um escudo que vai proteger, mas ele não vai trazer um benefício, entendeu? Ele não tá acrescentando ali pra pele, ele tá protegendo. >> Eu vejo o hidratante como esse benefício, entendeu? Então o hidratante ele consegue trazer além só de, enfim, uma proteção. Então claro, o ideal é ter os dois e e uma limpeza adequada, etc. Mas eu vejo muito hidratante como protagonista muitas vezes no tratamento da pele e às vezes eu vejo que ele é muito deixado de lado também, sabe? Sim. Minha última pergunta era isso. Você tá já engatando uma na outra? Skinc com muitos passos é essencial para ter bons resultados. Hoje cada vez mais, principalmente na internet também a gente vê, né, o pessoal mostrando ali 50.000 passos. Isso aconteceu por conta da moda coreana. Então lá na Coreia elas gostam de ter vários, inclusive estive na Coreia no final do ano passado e no Japão para estudar pele. Legal, >> justamente para estudar sobre isso. E foi foi incrível, tá? Depois se quiser a gente até conversa mais que eu adoro, adoro falar sobre isso. >> Mas eh isso, a Coreia está em alta, OK? Então, a Coreia está em alta tanto musicalmente como em procedimentos, quanto na questão de skincare, etc. Então, é normal que a gente veja e queira replicar e etc. Então, é por isso que esses vários passos eles entraram na boca do povo, vai, digamos assim, mas eles não são necessários. Eles não são necessariamente um problema, mas eles também não são necessários e também não são necessariamente melhor. Entende? A questão, eu falo que o skincare, isso é uma coisa que eu falo muito também em consulta, ele é como se fosse um time de futebol. Então, dependendo do que a gente tá tratando ou o que a gente quer, a gente não pode colocar só atacante, assim como a gente não coloca só goleiro. Então, a gente tem que entender aquela pele e montar ali um time que faz sentido. Então, às vezes, quando a gente deixa o paciente comum, né, o Lego montar um uma skincare de 300 pá, de 40.000 passos, o que que acontece? Ele vai usar ativos que se atrapalham entre si, que sensibilizam a pele, que se anulam, entendeu? Então isso acontece se a gente monta um skincare, né, de mais passos >> com o olhar profissional, aí pode ser legal, mas eu, por exemplo, não faço em mim, entendeu? Eu não não tenho paciência e e nem vontade de ter um skincare com tanto espaço. Então, por isso, mais uma vez volta essa questão de entender com quem você tá falando e quem você tá tratando. Primeira coisa que eu pergunto, eu falo: "Você gosta de skincare? Para você fazer é legal?" Você vai ficar feliz se eu te der produtos novos para conhecer ou você quer fazer o básico que funciona? Ah, Gabi, eu quero básico. Ah, Gabi, eu adoro. Sigo todos os coreanos. Então, beleza. Aí a gente já vai entendendo também a para que lado que vai a conversa, entendeu? >> Legal. Então, aproveitando já queria te agradecer muito pela conversa. Passa muito tempo rápido, né? Queria mais, >> nossa, tenho horas para falar aqui de vários assuntos, né? Sub temas que a gente já acabou citando. Já vou sugerir aqui pro Dr. Alexandre. Gabi, vou pedir para você passar suas redes sociais. deixar aqui também o link escrito tudo certinho, mas para quem ficou com alguma dúvida específica, pode mandar nos nossos comentários que a gente traz de novo a Dra. Gabi, ou >> exatamente ou já te manda nas redes sociais também, já aproveita, te segue, vê seus conteúdos e se quiser te procurar para uma eventual consulta consegue te encontrar. >> Sim, muito obrigada. As minhas redes sociais são todas iguais. É tudo @gabiverdelimão, só o YouTube que é canal Verde Limão, mas se você escrever Gabi Verde Limão vai aparecer também, tá? >> Tá certo? Então, >> tudo com a Bíblia de limão. >> Muito obrigada, Gabi. De verdade, foi muito esclarecedor. Gostei demais. Eu, por experiência própria, tenho certeza que a gente chegou até aqui também. Podem deixar comentários que a gente vai repassar tudo pra Gabi e vamos trazê-la de novo. >> Muito obrigada. Muito obrigada, Letícia. Obrigada a você também que acompanhou até aqui. Não deixe de curtir, comentar e compartilhar que é muito importante para que a gente continue trazendo os nossos especialistas em qualidade de vida. Obrigada,

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