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Instituto Amato e Clínica Papillon

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Instituto Amato e Clínica Papillon

Os médicos Antônio Rahal (radiologista intervencionista) e Erivelto Volpe (cirurgião de cabeça e pescoço) apresentam a Clínica Papillon, um centro especializado

Perguntas respondidas neste vídeo

E a gente percebeu, né, Erivelto, que existe uma carência no mercado, eu diria até no mercado mundial, de um centro específico em que o paciente possa encontrar tudo associado às doenças da tireoide, né, Erivelto?

Foi isso que acabou nos movendo a montar essa estrutura para vocês. É muito interessante, Antônio, eu acho que vale a pena a gente explicar por que que nós criamos a Clínica Papillon. Dizer que eu e o Antônio nos conhecemos em 2018, quando fomos fazer a nossa qualificação na Coreia do Sul, em Seul, em tratamentos minimamente invasivos de nódulos de tireoide por radiofrequência.

Que deu muito resultado no tratamento dos nossos pacientes, não é isso, Antônio?

Isso, exatamente. Então, acabamos nos unindo nessa viagem, enfim, estreitamos nosso relacionamento nessa viagem. Fomos conhecer isso, porque tanto eu quanto o Erivelto sempre estivemos ligados ao que há de mais moderno, às novidades no campo do diagnóstico e do tratamento das doenças da tireoide.

O frio que entrava aí pela roupa, né?

Mas valeu muito a pena, ficamos lá um mês. E quando voltamos, logo depois já começamos a fazer e fizemos o primeiro tratamento por ablação, por radiofrequência de nódulos tireoidianos em São Paulo, em abril de 2018.

E de lá pra cá nós já estamos aí com quase 300 nódulos tratados, com resultados muito bons, muito satisfatórios, publicações científicas, né, Erivelto?

Sim, muito importante isso.

Nós começamos a desenvolver, então, esse tipo de tratamento aqui no país, né?

Como o Antônio já disse, fomos um dos primeiros grupos a realizar isso no Brasil e aqui na grande São Paulo nós fomos o primeiro grupo a realizar esse tipo de tratamento. Estamos aqui, a clínica Papion, então, foi um caminho natural a criação dessa associação entre um cirurgião de cabeça e pescoço e um radiologista intervencionista direcionados para o diagnóstico e tratamento das doenças da tireoide e isso nos levou, então, aqui pra clínica Amato, que hoje abriga a clínica Papion.

Transcrição completa do vídeo

Olá a todos, meu nome é Antônio Raal, sou médico, radiologista e intervencionista. Olá, meu nome é Erivelto Volpe e eu sou cirurgião de cabeça e pescoço, especialista em doenças da tireoide e da paratireoide. Nós somos a Clínica Papillon, um centro especializado no diagnóstico, tratamento, especialmente com terapias minimamente invasivas e cirurgias de tireoide e paratireoide.

Acho interessante nesse vídeo, né, Erivelto, nós falarmos todo o nosso campo de atuação, o que nos moveu a montarmos essa estrutura da Clínica Papillon. Então, a gente sempre enxergou, eu sendo radiologista e intervencionista, hoje 80% ou 90% da minha atividade é focada à tireoide, ao estudo, ao diagnóstico e ao tratamento minimamente invasivo, percutâneo, das doenças tireoidianas. E o Erivelto, renomado cirurgião mundial de cabeça e pescoço, também focado no que há de mais moderno no tratamento das doenças da tireoide.

E a gente percebeu, né, Erivelto, que existe uma carência no mercado, eu diria até no mercado mundial, de um centro específico em que o paciente possa encontrar tudo associado às doenças da tireoide, né, Erivelto? Foi isso que acabou nos movendo a montar essa estrutura para vocês. É muito interessante, Antônio, eu acho que vale a pena a gente explicar por que que nós criamos a Clínica Papillon. Dizer que eu e o Antônio nos conhecemos em 2018, quando fomos fazer a nossa qualificação na Coreia do Sul, em Seul, em tratamentos minimamente invasivos de nódulos de tireoide por radiofrequência.

Nós estivemos, no início de 2018, com o professor Baek, na Coreia do Sul, que foi o médico que desenvolveu a técnica de ablação de nódulos de tireoide por radiofrequência. Após o nosso estágio em Seul, no início de 2018, nós começamos a conversar e nós percebemos que essa atuação conjunta do cirurgião de cabeça e pescoço com o radiologista intervencionista acabava sendo muito benéfico para os pacientes. Sem dúvida.

E aqui começamos, então, como eu gosto de dizer, uma associação muito exitosa. Muito exitosa. Que deu muito resultado no tratamento dos nossos pacientes, não é isso, Antônio? Isso, exatamente.

Então, acabamos nos unindo nessa viagem, enfim, estreitamos nosso relacionamento nessa viagem. Fomos conhecer isso, porque tanto eu quanto o Erivelto sempre estivemos ligados ao que há de mais moderno, às novidades no campo do diagnóstico e do tratamento das doenças da tireoide. Nós realmente vimos a eficácia, constatamos a eficácia da técnica, fizemos um treinamento intenso na Coreia do Sul.

Lembro até hoje o frio que fazia lá, né, Erivelto? O frio que entrava aí pela roupa, né? Mas valeu muito a pena, ficamos lá um mês. E quando voltamos, logo depois já começamos a fazer e fizemos o primeiro tratamento por ablação, por radiofrequência de nódulos tireoidianos em São Paulo, em abril de 2018. E de lá pra cá nós já estamos aí com quase 300 nódulos tratados, com resultados muito bons, muito satisfatórios, publicações científicas, né, Erivelto? Sim, muito importante isso.

Nós começamos a desenvolver, então, esse tipo de tratamento aqui no país, né? Como o Antônio já disse, fomos um dos primeiros grupos a realizar isso no Brasil e aqui na grande São Paulo nós fomos o primeiro grupo a realizar esse tipo de tratamento. Estamos aqui, a clínica Papion, então, foi um caminho natural a criação dessa associação entre um cirurgião de cabeça e pescoço e um radiologista intervencionista direcionados para o diagnóstico e tratamento das doenças da tireoide e isso nos levou, então, aqui pra clínica Amato, que hoje abriga a clínica Papion. Exatamente.

E acho que o interessante, nós falarmos pro público que nos está aqui acompanhando, é toda a matiz, todo o leque que nós oferecemos, né? Então, uma coisa muito interessante, você que tem nódulos tireoidianos, tem uma doença da tireoide ou conhece alguém que tem, vocês sabem a dificuldade que é, né? Quer dizer, você de repente vai numa consulta com um endocrinologista, esse endocrinologista vai lá e pede um exame, né? Ou com ginecologista, com médico de especialidade, esse médico pede um exame de ultrassom de tireoide, você às vezes não sabe onde fazer esse exame, né? Faço aqui ou faço lá, porque lembrando que ultrassom é um exame operador dependente, né, Rivelto? Então, obviamente, é por isso, inclusive, que eu me direcionei pra tireoide, porque quem faz só tireoide ou predominantemente tireoide, obviamente, a gente acaba tendo muito mais familiaridade com as diferentes patologias tireoidianas. Então, por isso que, além de gostar muito do assunto, eu me dedico quase que integralmente à tireoide. Então, o paciente vai lá, tem que fazer um ultrassom, procurar onde vai fazer esse ultrassom, fez o ultrassom, volta com o colega que solicitou, depois esse colega que solicitou, dependendo do ultrassom, pede uma punção, onde eu vou fazer essa punção? A punção também, assim como cirurgias, terapias ablativas, é um procedimento operador dependente, então a experiência de quem faz conta muito, né? Daí esse material vai pra um patologista A, B ou C, né, Rivelto? Que, dependendo também da familiaridade com as doenças da tireoide, pode dar um diagnóstico mais assertivo ou não, né? Dependendo do resultado da patologia, tratamento cirúrgico ou tratamento minimamente vazio, e nisso o paciente fica rodando, né? Fica ali, vai pra um lugar, vai pra outro.

Então, a clínica Papillon, aqui nós conseguimos fazer em curto espaço de tempo, né, todo esse caminho da tireoide, né, que o paciente vai seguir, não é, Rivelto? Isso que você está explicando, Antônio, é uma tendência que nós chamamos hoje de fast track, ou seja, caminho rápido. Faz com que o paciente reduza o número de etapas para ter o diagnóstico definido com menos idas e vindas ao médico. Então, nós recebemos aqui na clínica Papillon pacientes que estão à procura de um diagnóstico mais assertivo, né, com um número menor de idas e vindas ao médico.

Então, numa única avaliação, o paciente já tem a oportunidade de ser visto, eventualmente, por um endocrinologista, que nós contamos aqui no Instituto Amato, que abriga a clínica Papillon. Se necessário, já desce no primeiro, no mesmo momento, já tem o seu ultrassom realizado, se for o caso, já faz a punção aspirativa, com um retorno muito curto, e nós muitas vezes aqui fazemos consultas conjuntas. Exatamente.

Eu acho que isso é uma coisa muito interessante. O paciente está realizando lá o seu ultrassom com o Antônio, e nós já estamos lá, já participamos. Olha, Antônio, vamos fazer essa punção, ou vamos já... Eu acho que esse caso já é um caso bom para fazer a ablação por radiofrequência, já discutimos tudo isso com o paciente, muitas vezes no próprio momento que o ultrassom está sendo feito.

Então, isso é uma grande vantagem, diminui o número de etapas, tem um diagnóstico mais assertivo, já tem uma reunião multidisciplinar com os médicos que estão avaliando o caso, e muitas vezes, num período de menos de 48 horas, já tem o seu diagnóstico determinado e a sua conduta orientada. Então é isso, um tempo reduzido, profissionais dedicados às doenças da glândula tireóide, porque às vezes existem outros profissionais que fazem esse procedimento também, mas acho que o nosso grande diferencial é esse foco. Nós somos focados em patologias da glândula tireóide, na imagem, no diagnóstico, no tratamento minimamente invasivo, com esse pioneirismo que nós tivemos a felicidade de estar inseridos.

E isso está muito associado, Rivaldo, porque, veja, talvez o principal é justamente isso, o paciente fica muito ansioso, você tem um nó de glândula tireóide, será que isso é maligno, será que não é? Tem uma palpação, então imagina o caminho, esse paciente fica às vezes duas, três, quatro semanas ansioso, e aquilo, a gente sabe o quanto é ruim, o paciente quer saber o que é que eu tenho, qual vai ser o meu tratamento, é um câncer, não é? Eu vou poder preservar a minha tireóide ou não? Vou ter que ir para uma cirurgia ou não? Então tudo isso é muito aflitivo para o paciente, então aqui nós reunimos isso, curto espaço de tempo, tecnologia, parceria, imagem, intervenção, cirurgia, e com foco, obviamente, no conforto do nosso paciente, que vai se sentir acolhido e muito menos ansioso, e vai ter muito mais rapidamente a sua condução terapêutica, não é verdade? Você está sendo perfeito na sua colocação, e eu só queria também colocar um ponto muito importante, que é uma coisa que nos move, que é o rigor técnico e o rigor científico. Eu acho que o que estimulou muito a nossa junção, a nossa parceria, foi o fato de que tanto eu como você somos extremamente rigorosos naquilo que a gente vai oferecer para o nosso paciente. Tudo o que a gente oferece, tudo o que a gente propõe, ele está embasado no que a ciência médica preconiza, no que os consensos das sociedades médicas mundiais recomendam, e também na nossa própria experiência, que é validada em termos de publicações científicas internacionais.

Então, tudo o que nós aplicamos aqui no nosso dia a dia, e tudo o que nós oferecemos para os nossos pacientes, tem um sólido embasamento científico. Não oferecemos nada que não seja rigorosamente estabelecido pela ciência. E isso muito nos orgulha, e seguiremos esse caminho, com o passar do tempo, cada vez mais publicando, cada vez mais trazendo o que há de mais técnico, científico, moderno e eficiente para os nossos pacientes, não é, Livalto? É isso aí, a gente precisa terminar falando para vocês seguirem as nossas mídias sociais, os nossos sites, e venha fazer uma visita aqui para a gente, se você tiver alguma dúvida com relação à saúde da sua tireoide.

Exatamente, a gente não pode deixar de falar, se inscreva aqui no nosso canal, então vai passar aqui embaixo a maneira de inscrição, então se inscreva, toque o sininho, não é verdade? É isso aí. É isso aí, então muito obrigado a todos pela atenção e até os próximos vídeos. Grande abraço e até o próximo.

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