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Mulheres Masculinizadas, Homens Bananas? A Verdade Crua com Larissa Topper | Ep. 77

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Mulheres Masculinizadas, Homens Bananas? A Verdade Crua com Larissa Topper | Ep. 77

O episódio traz uma conversa entre Letícia Miyamoto e Larissa Topper sobre saúde mental feminina, relações afetivas e o impacto das mudanças sociais nos papéis

Perguntas respondidas neste vídeo

É um peso maior pelas responsabilidades femininas, que envolve tanto a questão do trabalho, que hoje está mais forte nesse lado profissional, como aquela cobrança em casa, por que que isso acontece, na sua visão?

Acredito que as mulheres, elas estão definhando, elas estão ficando cada vez mais secas, porque antes, digamos assim, antes da Revolução Social, as mulheres ficavam mais em casa, elas cuidavam mais da família, elas nutriam mais o lado feminino.

O que que é o lado feminino que a gente tanto fala?

É sobre você ter mais nutrição, mais leveza, mais encantamento, mais relação, mais amorosidade. Esse lado da mulher é algo intrínseco a ela, se ela nutrir, isso vai florescer. O outro lado, que é o lado masculino, que todos nós temos energia masculina e feminina, mas os homens têm mais predominância, as mulheres mais femininas, os homens mais masculinos, os homens ficam melhor na energia masculina, as mulheres ficam melhor na energia feminina.

O equilíbrio, então hoje as mulheres falam muito mais sobre o que elas pensam, têm muito mais direitos, graças a Deus, mas, junto com isso, tem muita raiva, e por conta dessa raiva, a gente vê os relacionamentos ficando cada vez mais destruídos e colocados para fora, então antes as mulheres silenciavam o que elas sentiam, agora elas gritam para o mundo inteiro, por isso que está sendo muito mais falado, porque tem muito mais essa mulher agressiva, essa mulher gritando, essa mulher brava, essa mulher exigindo, e o homem passivo, passivo, passivo, passivo, então por isso que as relações estão entrando em crise hoje em dia, porque mulheres agressivas e masculinas e homens passivos e femininos, digamos assim, a fórmula perfeita, mas a fórmula perfeita para o caos da família, porque a mulher não se sente segura nunca, ela nunca vai relaxar, nunca vai se sentir segura, e o homem nunca vai se sentir valorizado, então não tem solução, por isso que a solução é, quando a mulher volta à presença feminina dela e se cura, entende que nesse mundo atual, eu tenho que sim ir para o mercado de trabalho, eu tenho que sim trabalhar, mas eu preciso curar essa parte que ainda tem raiva dos homens, porque o pai faltou, porque o pai foi agressivo, porque o pai machucou, porque o pai abandonou, o pai não esteve lá, então eu tenho raiva dos homens justificada, só que o seu pai, ele só é assim, porque se você for olhar o pai dele, era pior ainda, espancava ele, humilhava ele, machucava ele de formas que você nem imagina, suicidou, fugiu, enfim, era alcoólatra, então tem muitos, nós somos vítimas de outras vítimas, e aí esse pai, dessa maioria dessas mulheres que tem muita raiva dos homens, ele é só uma vítima de outra vítima, só que como ela não entende isso, ela só fica com a raiva que a criança sente, ela vai para a vida com essa raiva e ela acha que o marido é o pai, inconscientemente, ela acha que o marido é o pai, então tudo que eu sinto com relação aos homens, agora você vai pagar, entendeu?

Nossa, você já respondeu a próxima pergunta que eu ia fazer sobre isso da relação onde você estava falando da família, mas eu acho que para a mulher acaba pegando mais esse lado com o pai, quando o pai não é presente, eu queria saber se de fato existe essa mudança da imagem do marido para, eu preciso às vezes buscar padrões também, eu já escutei falar muito sobre isso, que as mulheres buscam padrões que elas não gostavam do pai, que elas não tiveram com o pai, mas de forma inconsciente elas acabam buscando o mesmo tipo de comportamento em outros homens, então o que não faria sentido na teoria, mas o que acaba acontecendo na prática.

Sim, muitas mulheres acabam, então é o que eu ensino, o que eu ensino, assim, no corvo que eu ensino para as mulheres é, você precisa ser feminina, ser uma boa mãe para você, e um bom pai para você, por quê?

Porque quando você estava lá na infância e você foi ferida, você se fechou, se machucou, e você está com essas máscaras de defesa para dar conta da vida, então não é sua culpa, mas hoje é sua responsabilidade de entender que essas feridas precisam ser cuidadas, e elas precisam ser cuidadas com carinho, existem técnicas e enfinamentos para isso, por isso que não é uma resposta simples, não é te dizer assim, ah, faz isso, respira assim, levanta assim, vê o sol da forma tal, e pronto, acabou.

É engraçado, mas assim, é porque a gente se vê muito nessa situação, né?

Exatamente. Eu olhava e falava, por que que eu estou com tanta raiva dele, ele não fez nada, ele trouxe uma banana no tempo dele.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia Miyamoto, está no ar mais um AmatoCast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós contamos com convidados especiais, recebemos aqui a Larissa Topper para falar sobre saúde mental feminina e lipedema e antes também recebemos uma especialista nesse assunto que é, que faz um tratamento mais específico em Portugal, ela estava aqui no Brasil, foi um papo também muito interessante, ela contou da experiência pessoal nesse tipo de doença, nesse tipo de tratamento, nesse processo. Então, para quem perdeu, a gente está deixando aqui o link para vocês acessarem.

Hoje, novamente, a gente volta com uma convidada especial, eu prometi para vocês que a Larissa Topper retornaria aqui no AmatoCast, dessa vez para falar sobre saúde mental feminina e universo feminino. Então, a gente vai abrir um pouquinho aí esse tema que a gente já tem conversado desde o último episódio. Então, novamente, eu vou apresentar a nossa especialista de hoje.

Larissa Topper é especialista em autoestima, relacionamentos e prosperidade feminina. Criadora do método Vida de Rainha, que já transformou a vida de milhares de mulheres e do Versalhes Mentoria, que forma terapeutas de relacionamentos. Com uma abordagem única, ela ensina que tudo está dentro e nada está fora, ajudando mulheres a se tornarem sua melhor versão, a se sentirem seguras e femininas nos relacionamentos e a prosperarem sem perderem sua essência.

Mais uma vez, bem-vinda! Obrigada, é um prazer estar aqui. Então, hoje, como eu falei, a gente pretende mudar um pouquinho o rumo da nossa conversa, mas ainda assim, o nosso foco é a saúde mental feminina, que a gente já tem conversado, esse universo feminino. Então, eu já vou começar aqui a pergunta pra você com um dado, que é do estudo da OMS, que fala que as mulheres têm quase duas vezes mais chances de serem diagnosticadas com depressão do que os homens.

Então, pra você, por que que isso acontece? É um peso maior pelas responsabilidades femininas, que envolve tanto a questão do trabalho, que hoje está mais forte nesse lado profissional, como aquela cobrança em casa, por que que isso acontece, na sua visão? Acredito que as mulheres, elas estão definhando, elas estão ficando cada vez mais secas, porque antes, digamos assim, antes da Revolução Social, as mulheres ficavam mais em casa, elas cuidavam mais da família, elas nutriam mais o lado feminino. O que que é o lado feminino que a gente tanto fala? É sobre você ter mais nutrição, mais leveza, mais encantamento, mais relação, mais amorosidade. Esse lado da mulher é algo intrínseco a ela, se ela nutrir, isso vai florescer.

O outro lado, que é o lado masculino, que todos nós temos energia masculina e feminina, mas os homens têm mais predominância, as mulheres mais femininas, os homens mais masculinos, os homens ficam melhor na energia masculina, as mulheres ficam melhor na energia feminina. Então, o outro lado, que é o lado masculino, é o lado rígido, é o lado das regras, das linhas, das metas, dos resultados, do pragmatismo, da racionalidade. Então, a mulher, quando ela vai para o mercado de trabalho, depois da Revolução Industrial, e ela vai trabalhar com força para esse mercado, e ela vai trabalhar, vai fazer, ela fica dividida entre a minha vida, a minha família e o trabalho.

Então, eu quero prosperar no mundo dos negócios, mas eu quero estar com a minha família, isso me dá raiva. Eu fico com raiva e raiva, emoção guardada, ela vai gerar diversas doenças, não só depressão, ansiedade, enfim, um monte de doenças da mente as emoções causam. Por quê? Endometriose, enfim, várias doenças do feminino.

O que acontece? As mulheres, elas começam a pensar, eu tô com raiva dos homens, porque eu queria poder relaxar, eu queria poder confiar, eu queria poder receber, e eu não posso, eu tenho que ir para o mercado de trabalho, eu tenho que trabalhar, eu tenho que ser mãe, então esse universo, ele foi feito para os homens, não para mim, porque os homens podem tranquilamente ir para o trabalho, trabalhar um monte, se sentir bem com isso, porque o ciclo hormonal do homem é 24 horas, da mulher é um mês inteiro, então eu não tô bem, o homem levanta bem, vai ter o pico dele ali numa hora do almoço, vai cair e vai dormir, todo dia a mesma coisa, eu não, eu vou começar o mês bem, aí eu vou cair, o mês vai ficar muito baixo e volto, então eu tenho quatro semanas onde o meu humor é diferente nas quatro semanas, mas eu tenho que produzir como homem, eu tenho que fazer tudo que o homem faz, da forma que o homem faz, e ainda cuidar dos meus filhos, então isso, e aí a gente vê muitos relacionamentos onde o homem tá mais feminino e a mulher mais masculina, porque essa mulher teve que ir para esse lugar masculino e o homem ficou cada vez mais banana, porque foi criado por uma mulher masculina, então a gente tem filhos de mulheres masculinas, essa geração é assim, porque as mulheres tiveram que ir para o trabalho, e aí os homens, elas ficaram rígidas, e os homens que foram criados por essas mulheres rígidas, ficaram femininos, porque as mulheres rígidas, estressadas, castraram os homens, os homens castrados, eles são bananas, não tem nada pra entregar, chamam de leitininhos, são os homens que são passivos, e a mulher é o que? Mandona, gente crítica, é controladora, e o homem passivo, passivo, passivo, então cada vez é criando mais peso, mais peso, mais peso, mais peso, mais peso, e a mulher, ela tem muito mais conexões entre os hemisférios cerebrais, então ela se sente muito, ela tem muita emoção, não conseguindo lidar com essa emoção, ela sucumbe, ela deprime, entende? Então, por isso que é muito mais fácil para a mulher deprimir hoje em dia, do que o homem, mas os homens se matam muito mais que as mulheres, porque os homens também não lidam bem com as próprias emoções, não pode falar sobre o que sente, o homem não chora, o homem não se expõe, e aí eles acabam se matando mais, o suicídio é o maior dos homens, então temos uma sociedade doente, entende? Sim, que é uma cadeia, e você acha que essa questão, até com os pais que você citou, com a mãe, que tem esse comportamento mais masculino, justamente para precisar ser mais forte no mercado de trabalho, em casa e tudo mais, ter uma posição mais firme, isso faz com que, de uma certa forma, a gente está falando muito de relacionamentos tóxicos hoje, por que que isso também acaba tendo mais visibilidade agora? Você acha que já existia, só que antes não era falado, ou agora aumentou por conta dessa questão do papel da mulher, do papel do homem? Eu acho que por conta, sempre que a gente vai para um extremo, a gente, na luta por ir para o equilíbrio, a gente vai para o outro extremo, então exemplo, mulheres oprimidas, silenciadas, caladas, ninguém aceita mais isso, claro, aí nós vamos para o outro extremo, feminista, mulheres feminitas, estressadas, bravas, rígidas, querendo matar os homens, que fizeram mal para elas, justo, só que nesse outro lugar, eu também sofro, porque eu estou no outro extremo, na busca, nós temos que buscar o que? O equilíbrio, então hoje as mulheres falam muito mais sobre o que elas pensam, têm muito mais direitos, graças a Deus, mas, junto com isso, tem muita raiva, e por conta dessa raiva, a gente vê os relacionamentos ficando cada vez mais destruídos e colocados para fora, então antes as mulheres silenciavam o que elas sentiam, agora elas gritam para o mundo inteiro, por isso que está sendo muito mais falado, porque tem muito mais essa mulher agressiva, essa mulher gritando, essa mulher brava, essa mulher exigindo, e o homem passivo, passivo, passivo, passivo, então por isso que as relações estão entrando em crise hoje em dia, porque mulheres agressivas e masculinas e homens passivos e femininos, digamos assim, a fórmula perfeita, mas a fórmula perfeita para o caos da família, porque a mulher não se sente segura nunca, ela nunca vai relaxar, nunca vai se sentir segura, e o homem nunca vai se sentir valorizado, então não tem solução, por isso que a solução é, quando a mulher volta à presença feminina dela e se cura, entende que nesse mundo atual, eu tenho que sim ir para o mercado de trabalho, eu tenho que sim trabalhar, mas eu preciso curar essa parte que ainda tem raiva dos homens, porque o pai faltou, porque o pai foi agressivo, porque o pai machucou, porque o pai abandonou, o pai não esteve lá, então eu tenho raiva dos homens justificada, só que o seu pai, ele só é assim, porque se você for olhar o pai dele, era pior ainda, espancava ele, humilhava ele, machucava ele de formas que você nem imagina, suicidou, fugiu, enfim, era alcoólatra, então tem muitos, nós somos vítimas de outras vítimas, e aí esse pai, dessa maioria dessas mulheres que tem muita raiva dos homens, ele é só uma vítima de outra vítima, só que como ela não entende isso, ela só fica com a raiva que a criança sente, ela vai para a vida com essa raiva e ela acha que o marido é o pai, inconscientemente, ela acha que o marido é o pai, então tudo que eu sinto com relação aos homens, agora você vai pagar, entendeu? Nossa, você já respondeu a próxima pergunta que eu ia fazer sobre isso da relação onde você estava falando da família, mas eu acho que para a mulher acaba pegando mais esse lado com o pai, quando o pai não é presente, eu queria saber se de fato existe essa mudança da imagem do marido para, eu preciso às vezes buscar padrões também, eu já escutei falar muito sobre isso, que as mulheres buscam padrões que elas não gostavam do pai, que elas não tiveram com o pai, mas de forma inconsciente elas acabam buscando o mesmo tipo de comportamento em outros homens, então o que não faria sentido na teoria, mas o que acaba acontecendo na prática. Faz sentido porque nós buscamos por familiaridade energética e emocional, então eu não sei, não conheço você, digamos assim, mas eu conheço a sua energia, o meu campo magnético já sentiu a sua, eu já sei a sua energia, eu posso conscientemente não saber, mas meu corpo sabe, então é a mesma coisa na conquista, eu vou atrás de um homem que eu acredito que é super diferente do meu pai, mas ele tem um negócio, a gente tem uma química, a gente tem uma conexão e não sei explicar, me apaixonei, eu não vi que ele era assim, não quis ver, não quis ver, porque ele era, sempre foi assim, só que você atraiu ele por familiaridade emocional e energética, foi assim com meu marido, então eu queria um homem que fosse provedor, que fosse amoroso, que fosse presente, que fosse prestativo, que fosse o homem que eu tanto sonhava que o meu pai foi ausente, e aí o André aparecia que era tudo isso, ele parece ser maravilhoso, perfeito, ele realmente é muito maravilhoso, só que ele era muito passivo, ele era o leitininho criado por uma mãe agressiva, e aí me apaixonei loucamente por ele, a gente ficou junto, logo foi morar junto, e depois começou a aparecer, e ele achou que eu era mulher super equilibrada emocional, amorosa e feminina, e eu era uma bomba relógio, aí começou a sair as mandas, a gente começou a mostrar nossas verdadeiras cores, então comecei a mostrar a Larissa tirana, que eu chamo de tirana, que é uma mulher agressiva masculina, e ele começou a mostrar o lado passivo dele, leitininho, e aí a gente começou a ter, aí foi de maior a pior, até o momento que ele falou, ou você muda o mundo de você, quando ele falou aquilo, eu achei um absurdo, sempre falo isso, porque eu achava que o problema era ele, eu tinha certeza que o problema era ele, e as mulheres masculinas elas não se veem, é muito difícil se olhar, porque eu tenho motivo para gritar, eu tenho motivo para ficar brava, eu tenho motivo para, ele não faz, ele não lava, ele não passa, ele não cozinha, não sei o que, então óbvio, só que a gente não percebe que ninguém merece o nosso desconto, ninguém é responsável pelo nosso descontrole, se eu me descontrolo por uma louça, por uma discussão, por uma falta de iniciativa do outro, o problema é o meu descontrole, ah o outro poderia fazer, poderia, mas você está descontrolado, então as nossas emoções são a responsabilidade nossa, tanto descontrole, tanto a mulher que se cala, tanto a mulher que chora demais, nossas emoções são nossa responsabilidade, e eu achava que o problema era ele, porque eu queria jogar minha raiva nele, assim como eu queria jogar no meu pai, assim como eu queria jogar no meu padraço, assim como eu vi minha mãe jogar nos homens, e eu estava fiel a essa dor dela. Sim, e qual que é o caminho para isso, né, para acabar com esse ciclo de raiva do homem, como você citou, da mulher tentar ser mais realmente feminina, não ocupar esse espaço no relacionamento e acabar, né, com o namoro, casamento, noivado, seja o que for.

Sim, muitas mulheres acabam, então é o que eu ensino, o que eu ensino, assim, no corvo que eu ensino para as mulheres é, você precisa ser feminina, ser uma boa mãe para você, e um bom pai para você, por quê? Porque quando você estava lá na infância e você foi ferida, você se fechou, se machucou, e você está com essas máscaras de defesa para dar conta da vida, então não é sua culpa, mas hoje é sua responsabilidade de entender que essas feridas precisam ser cuidadas, e elas precisam ser cuidadas com carinho, existem técnicas e enfinamentos para isso, por isso que não é uma resposta simples, não é te dizer assim, ah, faz isso, respira assim, levanta assim, vê o sol da forma tal, e pronto, acabou. Não, é um processo de cura, é um processo que você precisa ir lá revisitar sua relação com sua mãe, ir lá revisitar sua relação com seu pai, ir lá revisitar a relação que o sistema tem com os homens e as mulheres, você precisa fazer um caminho profundo de autoconhecimento e consciência pessoal, não é uma coisa que você hoje fala três palavras e melhorou, mas é possível ter um caminho, a primeira coisa que a mulher tem que fazer é admitir, eu sou tão parte do problema quanto o outro, isso não é fácil, eu sou tão parte do problema como o outro, e eu ajudei essa relação a chegar aqui, seja passiva, seja ativamente, eu sou 50% do problema, ah, mas não, quem escolheu o homem? Ah, não, mas você quer, quem reclama da ilusão do dia? Ah, não, mas você quer, mas quem é agressivo? Então, você tem sua parcela, assumindo isso, é como se fosse, você tira um véu da ilusão, e você começa, ah, então eu tenho parcela nisso, aí você começa a se ver gritando, você fala, oi, o que eu estou gritando? Você se vê brava, eu lembro, quando eu comecei o meu processo, nitidamente, eu estava no mercado, eu estava indo comprar banana, e o André estava demorando para pegar a banana, ele estava demorando, escolhendo a banana mais madura, olhando, analisando, toda mulher masculina, ela é muito apressada, porque ela, não permitiram que ela relaxasse, que ela fosse criança, que ela existisse, a mãe era muito brava também, então, eu era assim, eu estava sempre com o meu sistema nervoso ativado, vamos, vamos, vamos, vamos, minha mãe falava isso para mim, vamos, vamos, vamos, então ele estava lá, André, André, vamos, e ele, isso aqui não faz, senhor, e aí eu pensei, naquele momento, eu falei, meu Deus, estou com muita raiva dele, por causa de uma banana, sabe? É engraçado, mas assim, é porque a gente se vê muito nessa situação, né? Exatamente. Eu olhava e falava, por que que eu estou com tanta raiva dele, ele não fez nada, ele trouxe uma banana no tempo dele.

Deixa ele, tá? No tempo dele. Então, por que que eu tenho raiva, por que que eu não pude ter o meu tempo? Ninguém me deixou ter o meu tempo, era no tempo da minha, até hoje ela fala, a Larissa é lerdinha, eu sou nada lerda, eu tenho, eu sou meio acelerada, porque comparada a ela, eu nem quero ser, entendeu? Comparada a ela, é um furacão. Então assim, não deixaram a gente ser feminina, o que é feminino? O feminino, inclusive, ele tem o seu próprio ritmo, ritmo biológico, ele tem o seu ritmo de respirar, de falar, é leve, é calmo, é nutridor, é amoroso, é gentil, é relacional, às vezes é caótico, desordenado, mas ele acolhe tudo isso, entende? Então, o feminino, ele é essa leveza, essa docilidade, não é sobre falar baixinho e vestir rosa e cor de rosa, entendeu? Não é isso, que eu sei que tem muitas mulheres que pregam hoje em dia, que é, põe um vestido rosa, põe um batom, se vista, fale bonitinha, fale baixo, não é isso, defendo que não é isso, é sobre você, tá tão bem, se amando tanto, se dando tanta nutrição emocional, carinho emocional, que tem técnicas pra isso, que você tá leve, você tá calma, então, hoje, eu tinha uma raiva que parecia que eu ia matar todo mundo, de verdade, eu era muito descontrolada, eu já cheguei a bater no meu marido, eu cheguei a gritar, xingar ele de todos os nomes, por quê? A raiva que eu tinha do meu pai, a raiva que eu tinha da minha mãe, deles terem sido tão abusivos comigo, era desproporcional, e o meu sistema nervoso guardou o meu corpo, guardou as memórias, e aí, na minha relação, eu tava gritando com ele, como se isso fosse curar ou ajudar aquela Larissa de lá de trás, então, quando eu fiz o processo terapêutico, e eu limpei isso, nossa, é como se fosse assim, eu posso te ver pela primeira vez.

Nossa, é muito forte isso. É profundo. É, porque além de você entender, eu imagino que, às vezes, você soube do caminho, né, você soube o que tava por trás, entendeu, a questão com o seu pai, com a sua mãe, só que, às vezes, as mulheres, eu já me vi nessa situação também, imagino que muita gente vai se identificar, você até entende o que tá por trás disso, só que aí você fala, eu tenho a consciência que eu preciso mudar, e aí você começa a tentar mudar, e aí você fica com mais raiva ainda, porque você não consegue, e aí você fala, você consegue tentar se ver nessa posição de mais calma, mais feminina, por dois dias, aí no terceiro, aquilo já explodiu na sua cabeça, porque você fala, não, não, não consigo, não aguento.

É porque você não estourou as bolhas de trauma, você não estourou, você mascarou elas, você colocou, tipo assim, um enfeite bonito, elas ficaram bonitas, mas você não mascarou, você não estourou, quando você estoura, pá, você libera espaço emocional, por isso que o processo, ele não é fácil, mas ele é curativo, porque você vai ter que chorar, vai ter que gritar as coisas todas, vai ter que falar com a terapeuta, chorar, você tá entendendo? Então, você vai precisar limpar, que tá aqui, tá preso em você, no teu corpo, quando você estoura, você fica leve, entendeu? Eu hoje, juro por você, eu olho pro meu marido e falo, de novo, hoje ele faz coisas, mas antes aquilo era, o senhor, entende? A mensagem é, não basta você saber o que tá por trás, né? Tem muita coisa ainda, é um processo isso, né? Não adianta você falar, não, realmente, o problema foi com o meu pai e com a minha mãe, por isso que eu sou assim, mas tem algo ainda a ser feito. Então, ele tem a cura, e a cura se dá por técnicas e ferramentas e um apoio terapêutico, entendeu? Que foi o método que eu criei, eu peguei de tudo, de melhor que eu precisei atrás pra me curar, foram anos me curando, aí eu criei o meu método e falei, gente, isso aqui que é o melhor que eu vi pra minha vida, e aí as milhares de alunas que eu tenho, elas falam, minha vida mudou completamente, eu recebo mensagem dos maridos, que me dão carros de presente, então que as mulheres mudaram, porque é surreal, e curando a criança? Não vi, não, curando a criança, e todo mundo precisa passar por esse processo, o mundo seria melhor. Com certeza, e a gente já até citou sobre essa questão, assim, pontuar, né? Do relacionar, a gente tá falando de relacionamento, não tem como deixar de citar que envolve questão de sexualidade e tudo mais, né? Então, assim, se a pessoa tá passando por esse, tem esse tipo de trava, esse tipo de sofrimento, acaba mudando tudo na vida.

Tudo, eu não tinha nenhuma atração pelo meu marido mais, começou uma hora que eu pulei, totalmente, eu não admirava mais ele, mas eu era parte do problema, eu não deixava ele ser homem, porque eu já era o homem, eu era o homem, não tinha espaço pra mais um homem, entende? Aí um homem que já tem um homem, ele fica, opa, peraí, né? Eu já tenho um líder, vou liderar o quê? Já tem alguém liderando? Entendeu? Sim, e essa questão da autoestima também, que acaba, no começo a gente tava falando de trabalho, né? Dessa parte que a mulher é muito cobrada no lado profissional e tudo mais, só que a gente usou muito essa palavra, eu usei muito essa palavra cadeia, realmente, porque se tá mal no relacionamento, se tá mal ali na autoestima, vai impactar também tudo isso, né? Então, não tem que ver só como uma parte, assim, ah, eu vou fazer tudo isso só pra melhorar o relacionamento, não, às vezes troca de pessoa, faz outra coisa, né? Tem muita essa imagem hoje, né? Ainda mais as pessoas mais jovens, eu percebo que antes os nossos avós insistiam muito no relacionamento, mas hoje tem essa imagem, né? Ah, a pessoa fez qualquer coisa ali, igual, olhou a banana, demorou pra ver a banana, ah, tchau, vou ver outra, porque semana que vem eu tô com outra, eu arrumo outra, então tem muito isso, né? A dificuldade de me relacionar, porque eu tô tão ferida que eu não me relaciono nem comigo mesma, quem dirá com você? Eu não tenho paciência nem pra mim, vou ter pra você? Não tenho paciência com os meus medos, com os meus raros, com os meus angústias, eu não olho pra mim, vou olhar pra você? Por isso que quando a pessoa olha pra ela e se ajuda, ela consegue olhar o outro e ter paciência e empatia com o outro, porque ela tá tendo empatia com ela mesma, é uma troca, eu só consigo dar pro outro, eu falo que o mundo externo é reflexo do mundo interno, se o mundo interno tá ruim, todo externo tá ruim, então a sua vida, ela é um diagnóstico dos seus problemas, tá com problema na sua profissão, não tem propósito naquilo que você faz, não ganha dinheiro, se sente mal, se ela está muito acústica, os seus traumas, eles tão te mostrando, tá aqui os seus traumas, você vai olhar? É a pergunta. E o primeiro passo, você acha que, não sei se o primeiro passo, mas que também faz parte com certeza desse processo você fortalecer a sua própria imagem, a gente tá falando da relação com os outros, mas eu acho que tem muito isso, você se enxergar como realmente, às vezes a gente vive tanto no automático, fazendo as coisas, trabalhando e tudo mais, mas também saber reconhecer, porque às vezes tem muito isso das pessoas, você tá sempre buscando alguma coisa, pra eu ser feliz, eu preciso ser promovida no trabalho, preciso mudar de casa, preciso conseguir um carro tal, então as pessoas estão sempre nessa busca constante de conseguir algo pra ir sim e sentir satisfeita, só que se você vive nesse ciclo, você nunca tá, porque a gente tá sempre buscando alguma coisa, eu acho que isso faz parte até do lado bom, você tá sempre buscando evoluir, tá sempre com o objetivo, só que isso acaba virando também um vício. Ah, pra mim daí esse problema é falta de Deus, pra mim, quando eu busquei Deus, quando eu encontrei o Espírito Santo, meu bem, não existe mais isso, é vazio, quero carro, quero o próximo páscoa, não existe, Deus, Ele te preenche, e é algo que eu também não imaginava que era possível, eu nunca tinha vivido isso, e quando eu encontrei esse amor, eu entendi que nada faz sentido se não for pro propósito dEle pra minha vida, se não for o que Ele quer pra mim, a minha mensagem, aquilo que faz sentido pra Deus, então se você encontra Deus, você encontra paz, eu acho que nesse aspecto que você trouxe aí, com certeza absoluta.

Envolve uma questão espiritual, né? Totalmente, e Deus, Ele abre os caminhos pra sua cura, Deus, Ele dá as ferramentas, então, por exemplo, os processos terapêuticos, Ele te dá todas as ferramentas, Ele te apresenta as pessoas, a pessoa que tá me ouvindo aqui agora, ela tá sendo convidada, ela não tá aqui à toa, com certeza Deus colocou ela aqui por um motivo, se ela procurar essa ajuda, então Ele vai te mostrar, mas você tem que aceitar. E no seu método, você, como você fala muito sobre isso, da questão da espiritualidade de Deus, você não consegue, eu imagino que pra muitas pessoas isso seja ainda uma trava, às vezes a pessoa até acredita também, mas não encontrou de fato ali um caminho pra realmente acreditar, sabe, fala eu acredito em Deus, mas não tem essa parte que você fala, que realmente você se livra das outras coisas por algo maior, pela fé e tudo mais. Não tem um relacionamento com Ele, não se relacionou um segundo com Ele, não faz uma oração, vou na oração, só vou pedir coisa, não tem um relacionamento com Ele, não vai na igreja, não se aprofunda, não quer mesmo, não quer sair do próprio caminho pra acessar.

Então é muito fácil dizer, ah, não entendi, eu gosto, sim, mas... Porque você não tem um movimento, você não se coloca à disposição, como é que Ele vai falar com alguém que não ouve? Você entende? Por isso que falta a pessoa querer se relacionar com Deus, e é encontrar tempo pra Deus. E no seu método, tá tudo junto. Tudo interligado.

Toda essa parte que a gente falou, até da autoimagem, relacionamento, fé... Vida financeira, fé, autoimagem, relacionamentos, propósito, tudo. Porque tudo tá dentro, não tá fora. Sim.

Pra você também, existe algum caminho, as pessoas, claro, a terapia faz parte, mas algo que tá na sua rotina, que você fala assim, não, isso pra mim é essencial, pra conseguir manter isso também, porque às vezes é aquilo que a gente falou, a pessoa até encontra um caminho, mas algo acontece na vida, e a pessoa se vê perdida de novo, né? É porque amor próprio é uma frequência. Então assim, quando eu tô vibrando alto, tudo na minha vida, eu vou atrair situações, eu vou atrair pessoas, eu vou atrair relacionamentos, tudo fica na mesma frequência, positiva ou negativa. Então se eu tô aqui embaixo, se eu tô vibrando baixo na falta de amor próprio, nas dívidas, na avareza, na inveja, enfim, na auto-sabotagem, eu vou atrair tudo de negativo pra minha vida.

Por isso que amor próprio também são hábitos. Só que eu só sustento o hábito quando eu fiz o processo, por isso que, numa coisa, você entende? Como não tem como você fugir do processo, e você só sustenta um hábito que te traz amor próprio, que te traz uma frequência, se você passou pelo processo. Então eu posso até aqui te dizer hábitos que eu tenho, eu vou pra academia, eu me alimento muito bem, eu falo com Deus todos os dias, eu tenho momentos pra mim, eu tenho momentos pro meu filho, eu criei uma realidade onde eu sou muito próspera, então a minha vida toda, ela é feita pra melhorar, tudo que for melhor pra mim.

Então assim, mas isso não é possível, não seria possível se eu não tivesse passado pelo processo. A pessoa não consegue manter hábitos positivos de amor próprio, a vida dela não floresce se ela não cura dentro. Por isso que não tem caminho fácil.

Por isso que, ah, beleza, milagre da manhã, já ouviu falar? Sim. Faça milagre da manhã, acorda cinco da manhã, mas aí você vai durar quanto tempo? Você não vai sustentar, porque você não tem essa identidade em você, você não é essa pessoa. Isso que a gente mais escuta, né, difícil sustentar um modo diferente de estilo de vida.

Porque você não é essa pessoa, você não acredita que você é ela, quando você fecha os olhos, a sua imagem não é essa. Então quando você não mudar a imagem que você tem de você mesma, você vai fazer uma semana, um mês, e aí não é. Quantas vezes a gente escuta, né, isso de, ah, eu fiquei na academia, eu levei certinho, um mês, uma semana. Ah, eu sempre desisto, então eu já não tento mais, porque eu não consigo, eu não consigo, a pessoa fala isso.

Pra mim, todo eu não consigo, igual eu não quero, não quero tanto assim. Porque se eu quiser, eu vou pagar o preço físico e emocional que não sei, entendeu? E o primeiro passo, essa questão pra você de passado mesmo. Processo terapêutico, bem feito com alguém que sabe o que tá fazendo, que tem método, pra mim é o primeiro passo.

Pra você, eu vou até aproveitar aqui, eu imagino que a gente vai colocar aqui suas redes sociais, pro pessoal te procurar, porque o nosso tempo já, esse daqui um pouquinho mais apertado, com o horário um pouquinho mais apertado, mas pra você, então você tem esse atendimento que acontece de forma individual com a pessoa, e também tem um grupo, pelo que eu entendi. Eu tenho uma formação de terapeuta, onde eu formo terapeutas especialistas pelo meu método, eu tenho um site com todas elas, que qualquer pessoa pode escolher, eu também faço terapia com pouquíssimas pessoas, eu tenho uma lista de espera, demora alguns meses também, e aí você tem também a minha rede social, que eu tenho o meu livro, eu tenho os meus cursos de autoconhecimento, mas eu recomendo fortemente que a pessoa faça um processo terapêutico com as minhas terapeutas formadas por mim, elas são o supra-sumo, na minha opinião. Legal, e quando faz esse processo terapêutico, pra você, tem um começo, meio e fim, ou é algo que a pessoa mantém? A pessoa pode manter pra vida inteira, só que o meu método, ele tem algumas sessões de técnica que elas são essenciais pro começo, depois, se você quiser continuar de outras formas, a terapeuta vai saber como usar da melhor forma, mas no início tem algumas técnicas específicas que ela aplica, que ela vê mudança radical na vida dela, e depois ela vai trazendo outras questões pra terapia, mas isso é um passo pra frente.

Tá, mas pra você, então, existe uma certa forma, uma alta, desse primeiro passo que você falou, então, uma cura, da cura existe uma alta? Existe uma primeira grande consciência, uma grande leveza, um grande contentamento, existe, assim, uma abertura de uma vida, porque as minhas alunas, elas falam que elas fazem um processo, porque as versales, quando elas estão se formando, elas aplicam e recebem um método pra poder se formar, e elas terminam seis meses de formação, e elas falam, meu Deus, a minha vida, ela é outra, eu entrei uma e saí outra, eu entrei com um relacionamento, saí com outro relacionamento, entrei com uma vida financeira, saí com outra vida financeira, eu agora tenho um propósito, encontrei o meu propósito, eu ajudo outras mulheres, eu me sinto pronta, eu me sinto segura, então, quando você olha pra dentro, que são essas técnicas, já muita coisa floresce, aí você vai continuar, porque eu mesma faço terapia até hoje, tenho a minha terapeuta há mais de 10 anos, eu amo ela, não vai que não tire ela de mim, entendeu? Tire tudo, mas não tire a minha terapeuta. Então, todo mês a gente se encontra, porque a gente sempre tem questões a olhar, o terapeuta, ele mostra uma visão mais ampla de você mesma, só que é infinitamente mais agradável do que a terapeuta. E Lara, esse método Versalhes é pra quem quer se formar para ser terapeuta de outras pessoas, ou pra quem é um paciente? Você pode fazer o Versalhes pra se curar, eu quero aplicar o Versalhes em mim mesma, e é um processo maravilhoso de autoconhecimento e cura, eu posso fazer o Versalhes porque eu quero ser terapeuta de relacionamentos, é uma coisa que eu vejo pra mim, e você não precisa ser maravilhosa pra você ser terapeuta, você se cura no processo, isso eu te mostro lá, você ganha um método onde você aplica e recebe, então você sai pronta pra atender e curada, uma vida com propósito.

E você pode também ser uma profissional sistêmica, uma profissional que pega o método e aplica na própria carreira, porque pessoas que entendem de pessoas, elas são profissionais que se destacam, porque pensa, se você entende da psicologia humana, que nível de perguntas você não consegue fazer, de apontamento, de reflexões, de destaque, de humanidade, de referência, de diferenciação, então todo profissional também pode aplicar na própria profissão, então são esses três públicos. Não necessariamente pra ser uma terapeuta. Não, inclusive tem várias, agora eu recebi um depoimento antes de entrar aqui de uma cabeleireira, que ela faz o Versalhes e ela aplica no salão dela, e ela fala assim, meu Deus, eu consigo me posicionar melhor com as minhas clientes, eu consigo dar mais feedbacks pras minhas funcionárias, eu tô prosperando mais, não seria como eu apagar o Versalhes, em dois meses eu já apaguei tudo, então assim, porque a sua frequência muda, você atrai outras coisas pra sua vida.

É impressionante. Muito legal. Vou deixar o link pra quem quiser acessar aqui.

Obrigada. Eu queria até aproveitar e fazer, eu tinha separado vários temas pra gente falar de mitos e verdades, mas o nosso tempo acabou. Então eu vou deixar pra uma nossa próxima participação, só pra dar um gostinho, eu vou falar três, pode ser? Três tópicos, só pra gente encerrar, como eu falei da outra vez, com chave de ouro.

Bom, então olha, eu separei aqui, deixa eu ver só qual que a gente não citou ainda já de uma forma durante o podcast. Acho que esse é importante. Terapia é coisa de gente fraca.

É o Trend Topics do Google, tá? Que as pessoas procuram. Eu acho que isso é uma ideia de pessoas antigas, de que a terapia é como se fosse ir ao psiquiatra. É como se fosse dizer eu tenho algum problema, eu tô mal, eu tô com alguma doença.

Então as pessoas têm esse preconceito ainda com relação à terapia, que é muito triste, mas eu acredito fielmente que nós estamos curando, transformando, eliminando esse preconceito ao longo dessa geração. Cada vez mais as pessoas estão entendendo a importância da saúde mental. Homem não procura muito terapia, porque essa é a imagem que é sinônimo de fraqueza.

Totalmente. Sentir ciúmes é prova de amor? Não, de jeito nenhum. Eu sei que você fala bastante sobre isso.

Ciúmes é prova dos seus traumas, porque uma mulher segura não tem nenhum ciúmes. Ela não precisa. Ciúmes é uma máscara, é uma defesa, que diz assim, eu vi minha mãe sendo traída, eu tenho medo disso, ou eu fui abandonada e traí, tenho medo disso.

Só isso. Sim. Agora para finalizar então, para deixar esse gostinho de te procurar nas redes sociais, de colocar as dúvidas aqui no nosso comentário, é egoísmo colocar a si mesmo em primeiro lugar? A si mesma em primeiro lugar? É necessidade.

Se você quer ter uma vida onde você ama quem você é, você se vê na sua melhor versão, é essencial que você se olhe, se cuide, se priorize. Porque quando uma mulher está bem com ela mesma, tudo muda. A mulher é capaz de transformar o lar dela, a família dela, os filhos dela, ela é capaz de mudar as próximas gerações, ela é o cerne da nossa sociedade.

Uma mulher, ela é divina. Se você muda, tudo muda. Muito legal.

Lari, muito obrigada pela sua participação aqui de novo. Foi realmente muito interessante. Serviu, eu tenho certeza.

Foi um papo que eu ficaria, como eu citei da outra vez, e continuo falando, porque a gente emendou, né? Para quem não acompanhou o último episódio, a gente está deixando o link aqui, que é mais focado em lipedema, mas a Lari falou também bastante sobre essa questão da autoestima e tudo mais. Então eu ficaria horas falando aqui, e vou pedir para você passar novamente as suas redes sociais para quem ficou com alguma dúvida, queira mandar diretamente para você, eu vou te procurar, pode falar. Meu Instagram é arrobalarissatopper, meu YouTube também é arrobalarissatopper, no YouTube nós temos um pouquinho de vídeos mais profundos, temos o meu podcast Mulheres Curadas Curam, e no Instagram também vários vídeos disponíveis para você, como eu falei, tem a minha formação de terapeuta de relacionamento, nós também temos o processo terapêutico, fiquem à vontade para me procurar.

Mais uma vez, obrigada, viu, pela sua participação. Foi um prazer, obrigada. Quero aproveitar e agradecer também o nosso patrocinador aqui do Amatocast, para quem já conhece, já sabe, mas para quem está chegando agora, o Amatocast tem um patrocínio do Laboratório Origem, que é especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa.

O foco da origem é qualidade de vida e prevenção. Muito obrigada pela sua participação, não deixe de comentar também aqui se ficou alguma dúvida sobre esse tema, se quer trazer outro tema relacionado ou não, é isso que a gente comentou aqui no episódio de hoje, que é muito importante para o nosso engajamento, para a gente continuar trazendo especialistas tão interessantes como foi a Lari Topper, que é especialista em saúde mental feminina. Muito obrigada mais uma vez, não deixe de curtir, comentar, compartilhar e se inscrever no nosso canal.

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