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O Segredo Revelado para Combater a Síndrome Metabólica Naturalmente

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O Segredo Revelado para Combater a Síndrome Metabólica Naturalmente

A síndrome metabólica é uma condição definida pela presença de três entre cinco critérios: obesidade abdominal (aumento da circunferência da cintura), glicemia

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Perguntas respondidas neste vídeo

O que a síndrome metabólica tem a ver com a sua saúde vascular e o que a gente pode fazer para melhorar isso?

Então, a síndrome metabólica, ela já foi chamada no passado de síndrome X, mas hoje ela é bem definida, os critérios bem definidos. E o fato de ser uma síndrome significa que ela tem vários sintomas e sinais em órgãos diferentes e por isso que acaba entrando nessa classificação de síndrome e a definição dela hoje em dia requer que ela tenha três critérios de cinco para a gente fazer o diagnóstico da síndrome metabólica.

Então, quais são os principais critérios no diagnóstico da síndrome metabólica?

O primeiro eu já falei é a obesidade abdominal, a obesidade que aumenta o risco cardiovascular, a obesidade visceral, a circunferência abdominal, tudo isso relacionado com o primeiro critério. O segundo critério é a glicemia, ou seja, a quantidade de açúcar no sangue, se tiver um nível acima de 100 miligramas por decilitro.

E o que faz parte desse ciclo vicioso?

Uma coisa interessante que eu tenho que lembrar é o ritmo circadiano. Ritmo circadiano é como funciona o nosso corpo, é o relógio biológico do nosso corpo. É o nosso corpo saber a hora certa de mandar determinado hormônio.

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Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo. Mas fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você seguir assistindo. Legendas pela comunidade de Amara.org

Transcrição completa do vídeo

Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar da síndrome metabólica e circulação. O que a síndrome metabólica tem a ver com a sua saúde vascular e o que a gente pode fazer para melhorar isso? Então, a síndrome metabólica, ela já foi chamada no passado de síndrome X, mas hoje ela é bem definida, os critérios bem definidos. E o fato de ser uma síndrome significa que ela tem vários sintomas e sinais em órgãos diferentes e por isso que acaba entrando nessa classificação de síndrome e a definição dela hoje em dia requer que ela tenha três critérios de cinco para a gente fazer o diagnóstico da síndrome metabólica. Você vai saber exatamente quais são esses critérios e como fazer esse diagnóstico. Então, a síndrome metabólica é importante porque ela significa um aumento de risco de diabetes e de risco cardiovascular. Eu já falei várias vezes aqui que a diabetes ela está diretamente relacionada à doença vascular por causa da aterosclerose, por causa da lesão de vasos. Então, se a síndrome metabólica aumenta o risco de diabetes, consequentemente ela aumenta também o risco vascular. Só que ela também aumenta diretamente o risco cardiovascular. Então, a gente tem que ficar atento a essa síndrome metabólica para evitar chegar nas fases mais avançadas da circulação. A síndrome metabólica ela está relacionada com a resistência insulina. Resistência insulina está diretamente relacionada com a obesidade abdominal. Como a resistência insulina, ela é mais difícil da gente avaliar a obesidade abdominal, ela é muito fácil, a gente acaba usando como critério a obesidade abdominal. Então, o aumento da gordura visceral, o aumento da gordura abdominal é o primeiro dos critérios no diagnóstico da síndrome metabólica. E para isso, a gente pode usar a circunferência abdominal. Essa é uma medida importante para a gente avaliar a presença da obesidade visceral, da obesidade que traz o risco cardiovascular. E essa resistência insulina está relacionada com o dano microvascular. Então, na parede dos vasos, a parede dos vasos sofre com a inflamação, sofre com microdanos causados por essa resistência insulina. Então, à medida que a gente tem um aumento dessa resistência insulina, a gente tem um aumento da lesão vascular. Mas isso é muito difícil de avaliar no início da doença. E a gente não pode ficar esperando a doença crescer, evoluir. Para a gente perceber lá na frente, puxa a vida, se a gente tivesse feito alguma coisa no início, a gente não estava assim hoje. Então, a gente tem que prever o que vai acontecer. A gente sabe que tem essa lesão microvascular, a gente já começa o tratamento da síndrome metabólica bem mais cedo. Diminuindo essa inflamação crônica de baixo grau que a síndrome metabólica traz. Eu tenho um vídeo inteiro falando dessa inflamação crônica de baixo grau, que é extremamente maléfica para o nosso corpo. E, sendo uma doença inflamatória, ela vai perpetuar essa inflamação. A gente tem que diminuir essa inflamação para melhorar a síndrome metabólica. Então, quais são os principais critérios no diagnóstico da síndrome metabólica? O primeiro eu já falei é a obesidade abdominal, a obesidade que aumenta o risco cardiovascular, a obesidade visceral, a circunferência abdominal, tudo isso relacionado com o primeiro critério. O segundo critério é a glicemia, ou seja, a quantidade de açúcar no sangue, se tiver um nível acima de 100 miligramas por decilitro. É um dos critérios para a gente fazer o diagnóstico. Então, a gente precisa de 3 de 5 que eu vou falar. O próximo é a hipertensão arterial. Então, se tiver um aumento da pressão arterial maior que 135 de cistólica e 85 de diastólica, a gente já pode considerar como um ponto positivo nesse critério. A diminuição do HDL, que é aquele colesterol bom. Então, para homens, a gente usa o critério de 40 miligramas por decilitro. Para mulheres, a gente usa o critério de 50 miligramas por decilitro. Se você tiver abaixo disso, já é mais um ponto para a gente fazer o diagnóstico da síndrome metabólica. E o próximo são os triglicérides. Se o triglicéride estiver muito alto, se o triglicéride estiver maior do que 150 miligramas por decilitro, também mais um pontinho na somatória para fazer o diagnóstico da síndrome metabólica. Lembrando que a síndrome metabólica é uma doença da modernidade. A medida que foi mudando a alimentação, foi aumentando o estresse, a vida na cidade, todos esses fatores ambientais influenciam demais na síndrome metabólica. Tanto que, de 1980 para 2012, da década de 80, para agora recentemente, teve um aumento de 35% na síndrome metabólica. Então, tudo isso causado pela alimentação ocidental, pelas fatores de estresse. E a gente tem que ficar atento a não cair nesse ciclo vicioso que a gente acaba rodeando a gente. E o que faz parte desse ciclo vicioso? Uma coisa interessante que eu tenho que lembrar é o ritmo circadiano. Ritmo circadiano é como funciona o nosso corpo, é o relógio biológico do nosso corpo. É o nosso corpo saber a hora certa de mandar determinado hormônio. Então, durante o dia, a gente tem ciclos, um hormônio de manhã, outro hormônio na tarde, outro hormônio à noite, outro hormônio quando a gente dorme. E se a gente perde isso, o nosso corpo fica completamente desregulado. E a gente percebe isso quando a gente tem a dificuldade de dormir. Então, a dificuldade de dormir pode ser uma consequência dessa alteração do ritmo circadiano, ou pode ser a causa da alteração do ritmo circadiano. Então, a gente tem que arrumar o sono. É isso que eu estou falando da modernidade. As pessoas agora ficam vendo o Netflix até a passada meia-noite, o que os nossos ancestrais faziam, escureceu e dormiu. O nosso metabolismo não foi feito para assimilar toda essa luz à noite, toda essa informação à noite, toda esse estresse à noite. Eu tenho um vídeo bem legal para falar para vocês sobre isso, que é o vídeo da higiene do sono. Eu vou colocar aqui caso você queira dar uma olhada. Mas outro fator que influencia bastante é a microbiota intestinal. São as bactérias que vivem no nosso intestino. São bactérias saudáveis, ou são bactérias que estão relacionadas a uma massa gorda. A gente precisa dessas bactérias. A gente vive em simbiose com elas. Só que a gente tem que ter um equilíbrio de bactérias boas e bactérias ruins. Se eu tenho um aumento das bactérias ruins, isso vai aumentar a minha inflamação, isso vai aumentar o dano oxidativo, isso vai piorar a nossa saúde em geral e aumentar a probabilidade de uma síndrome metabólica. E sinto muito, não adianta só tomar iacute. A gente tem que resolver a microbiota intestinal de forma séria. Tem que levar isso a sério. Até porque o iacute é muito rico em açúcar e o açúcar é outro agente inflamatório. A gente tem que diminuir o estresse oxidativo. O estresse oxidativo está relacionado à inflamação crônica de baixo grau. E o estresse oxidativo pode acontecer por várias razões. Desde o estresse ambiental, poluição, cigarro ou tabagismo, tudo isso vai aumentar o estresse oxidativo. A gente tem que ir atrás dos fatores que estão influenciando na nossa vida. Identificar e evitá-los. O estilo de vida é tão importante na nossa saúde que a Dra. Marisa Mato, do Instituto Amato, publicou esse livro, que é o estilo de vida, e que está saindo a próxima edição em breve. Então, fica atento que vai ter uma atualização sobre o estilo de vida e a gente vai publicar aqui no nosso canal. Mas a gente tem também a nossa genética. E a genética vai dizer como cada um se relaciona com o ambiente. Algumas pessoas são mais sensíveis do que outras. Então, tem gente que com um pequeno gatilho ambiental vai ter uma reação oxidativa muito maior. E por que isso? Ah, eu sou azarado. Não, está lá escrito na sua genética. É assim que seu corpo se comporta. A gente tem que entender essa bioindividualidade. A gente não nasce com manual de instruções. Com passar dos anos, a gente tem que ir percebendo o nosso corpo. A questão é que quando a gente é muito jovem, os nossos mecanismos de defesa são excelentes. Então, a gente acaba não percebendo essa inflamação crônica porque o nosso corpo está lá combatendo diariamente e é superificado nisso. À medida que o tempo passa, as nossas linhas de defesa vão baixando a guarda e a gente tem que ficar atento a essas mudanças. Então, quando alguém fala, ah, mas eu nunca tive problema com o hábito intestinal. E agora estou tendo. Ah, não deve ser nada porque eu nunca tive nada. Não, calma aí, o tempo passa. E o tempo passa para todo mundo. A gente tem que ficar atento a isso. Então, tem alguns hábitos de vida que são essenciais a gente buscar. Vamos usar o estilo de vida saudável de forma que a gente vai diminuir essa inflamação, diminuir o estresse oxidativo e consequentemente tratar ou melhorar uma síndrome metabólica. O primeiro deles que eu vou falar é o tabagismo. Tem que parar de fumar, não adianta fazer de tudo para diminuir a inflamação e continuar fumando que vai aumentar essa inflamação, esse estresse oxidativo. Então, o fator principal aí é parar de fumar. O outro fator é perder peso. Pode ser alguém muito forte, tem muito músculo, tem um peso mais alto, aí não é obesidade. Mas quando eu estou falando em perder peso, eu estou falando em perder a gordura abdominal, gordura visceral, que é a que causa mais inflamação. Então, perder peso é importante. E tudo relacionado a perder peso. Então, a dieta, o exercício, o medicamento, muitas vezes a gente precisa recorrer ao medicamento para conseguir perder peso. E aí, a gente atinge, a gente tira que ele atinge um peso bom da diminuição da circunferência abdominal, a gente tira um dos critérios para a síndrome metabólica. A dieta, a dieta influencia demais. A dieta pode influenciar diretamente a inflamação. Então, eu falo bastante sobre a dieta anti-inflamatória, vou colocar um vídeo aqui. Tenho até um livro publicado sobre o assunto. Algumas dietas que também diminuem o peso rapidamente, como uma dieta cetogênica, também tem um vídeo sobre isso, também estou publicando um livro sobre o assunto. E, conforme a orientação médica para cada caso, tem que usar a medicação. Não adianta já estar com a síndrome metabólica, já estar com a doença, tentou a vida toda fazer dieta para que o peso não conseguiu. Agora que deu síndrome metabólica, vou ficar só na dieta e exercício. Então, já tentou antes, vamos recorrer ao uso de medicamento para ajudar a ficar melhor e o médico vai te ajudar nisso. Você tem que ter uma relação saudável, uma relação empática com seu médico, de forma para você trazer esses problemas e ele te ajudar a solucionar. Então, se você está com dificuldade de parar de fumar, existe medicação para isso, se você está com dificuldade de perder peso, existe medicação para isso, não tem que ficar com vergonha ou com receio de usar a medicação. Porque esses fatores são muito piores, eles vão levar a piora da doença quando a gente compara com o efeito colateral de um medicamento. Então, quando a gente coloca na balança, a gente tem que fazer de tudo para resolver esses fatores de piora de uma síndrome metabólica. Gostou do meu vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo. Mas fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você seguir assistindo. Legendas pela comunidade de Amara.org

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.