O tema central é a demonstração técnica de uma cirurgia endoscópica da coluna lombar (nível L5-S1), destacando pontos decisórios e vantagens do método. O proced
Quando a cirurgia é tomar a hernia lateral, mais lateral, normalmente a gente faz a abertura do ligamento buscando lateral, então a ideia é abrir o máximo possível até encostar na lâmina na junção lateral.
Então, hoje nós vamos realizar uma cirurgia endoscópica da coluna intradominar, nível 5S1. A cirurgia que agora vai aparecer para vocês vai ser o Lucas Marcelo Amargo. Então, aqui já numa situação bem mais exposta, eu tenho o hábito de chamar o eletrodo de trigger flex, apesar de ter várias marcas, mas com o eletrodo o amargo vai palpando e identificando a borda da lâmina de L5 e buscando ver a junção da lâmina superior com a lâmina inferior.
E a inserção do ligamento amarelo. L5 e S1 eu acho que tem calcificação, bom, se quiser conferir me avisa. Ele está passando aqui na palpação pontíssima, parece que tem uma círcula dura em cima, mas às vezes tem calcificação do ligamento amarelo, e essa abertura não faz muita diferença, depende do seu objetivo, né? Quando a cirurgia é tomar a hernia lateral, mais lateral, normalmente a gente faz a abertura do ligamento buscando lateral, então a ideia é abrir o máximo possível até encostar na lâmina na junção lateral.
Se a gente tiver feita a abertura e você usa a câmula de trabalho, e funciona o ligamento amarelo e ele fica tenso, e aí com o dissector ou com a própria câmula de trabalho você vai forçando esse split, vai rasgando o ligamento amarelo para ter split e entrar já com a câmula. Isso pelo menos teoricamente na nossa cabeça pode ser uma compressão a mais, além da você tá com uma boa, um bom ganho de janela pra lateral, aí tá tirando o rastinho do ligamento ali abaixo do recesso lateral, e esse é o ponto de entrada, aí a gente cai no ombro da emergência, o ombro de reação. O quilomatro tá no limite, o que o Marcelo tá comentando é isso.
Onde ele tá colocando agora a pasta de gordura é o saco dural, e esse branco mais ao centro da imagem agora é a raiz da gente. Então essa é uma das vantagens de fazer uma laminotomia prévia, se não tivesse feito a laminotomia provavelmente a gente cairia em cima da raiz ou talvez até na axila. 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 60, 61, 62, 63, 62, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63, 63 E outra coisa que eu queria comentar desse caso, esses complexos discos osteofitários, eles são sempre um desafio pra gente, na hora que a gente tira o fragmento extruso e vê o osteófito, que nesse caso estava exercendo compressão na raiz, então eu optei por tirar e aí a gente abre o ano, abre o espaço fiscal, fica mais aberto e a gente tem que esvaziar um pouco do disco, mas acho que não estaria errado também parar a cirurgia um pouco antes, retirar o fragmento extruso e a gente já tinha conseguido uma liberação boa da raiz e não mexer muito no osteófito, acho que isso é uma dúvida que a gente ainda tem nessa situação, mas o importante mesmo pro sucesso da cirurgia, sem dúvida, é a gente ter essa imagem no final da raiz nevosa toda descomprimida.
Então obrigado aí aos que assistiram e o Bruno pode finalizar enquanto eu dou os pontinhos na pele. Está marcado para o dia 23 de março, vai ser aqui em São Paulo mesmo, vão ser 8 horas de handzone, puramente handzone, provavelmente na véspera a gente vai fazer uma aula rápida, só do passo a passo, com treinamento translaminal e interlaminar, a gente optou por fazer esse handzone em porcos, porque é um modelo que inclusive foi validado pelo nosso grupo, treinamento e qual que é a vantagem do porco, é que a gente consegue usar o animal vivo, essa cirurgia vai ser com treinamento em animal vivo, as principais dificuldades para quem não está acostumado com esse tipo de cirurgia é o controle de sangramento e a mobilização nervosa, o resto é basicamente dá para treinar sem precisar do handzone,
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.