A escolha do método anticoncepcional ideal é individual e deve ser feita com avaliação médica. Existem diversas opções, como métodos de barreira (camisinha, DIU
Pois é, isso é uma dúvida muito comum entre as mulheres, recebo muitas perguntas sobre esse assunto e vamos conversar um pouquinho sobre os métodos anticoncepcionais nesse vídeo. Existem vários tipos de método anticoncepcional, existem os métodos de barreira que são a camisinha, tanto a camisinha masculina quanto a camisinha feminina e de método de barreira a gente também tem o DIU, que é aquele dispositivo intrauterino que a gente coloca lá dentro do útero.
O DIU não hormonal é um DIU que ele atua como barreira mesmo e ele tem na sua haste ou cobre ou prata ou uma mistura dos dois, do cobre e do prata. Ele funciona como um corpo estranho que fica ali no útero, que tem duas abinhas e que fecham a abertura, a passagem para as trompas, impedindo que o espermatozoide quando acende ali pelo canal vaginal e chegue no útero, ele não encontre ali nas trompas com o óvulo que está vindo ali quando se tem a ovulação.
Isso depende muito. As mulheres elas são únicas e elas devem ser individualizadas, a escolha ela deve ser feita em conjunto com o seu ginecologista, que vai avaliar o seu estilo de vida, vai avaliar as doenças pregressas, por exemplo, uma mulher que tem pressão alta, ela já tem contraindicação de usar um hormônio oral, porque esse hormônio oral, quando ele é tomado, ele tem a primeira passagem hepática, que é a metabolização e isso gera vários efeitos colaterais, vasodilatação e pode aumentar a pressão dessa mulher, então é o fator de risco.
Acontece porque não se conhece o histórico médico dessa pessoa e aí ela tem um risco para trombofilia, toma um anticoncepcional ou aumenta vazio na perna, tem uma tromboflebite, tem uma trombose, em muitos casos tem uma trombofilia desconhecida, que aumenta o risco para essa menina.
Às vezes ela tem alguma anomalia uterina, alguma má formação no útero, um útero septado, ou seja, um útero que tem na sua anatomia interna um septo no meio, vai ser uma mulher que não vai conseguir colocar um DIU e se o médico não fizer uma avaliação bem feita e colocar um DIU, é aquele DIU que vai expelir em 1, 2 dias e ela vai sentir muita dor.
Por acaso, você já se perguntou qual é o melhor método anticoncepcional pra você? Pois é, isso é uma dúvida muito comum entre as mulheres, recebo muitas perguntas sobre esse assunto e vamos conversar um pouquinho sobre os métodos anticoncepcionais nesse vídeo. Existem vários tipos de método anticoncepcional, existem os métodos de barreira que são a camisinha, tanto a camisinha masculina quanto a camisinha feminina e de método de barreira a gente também tem o DIU, que é aquele dispositivo intrauterino que a gente coloca lá dentro do útero. E na classificação dos DIUs, a gente tem o DIU hormonal e a gente tem o DIU não hormonal.
Qual que é a diferença entre esses dois DIUs? O DIU não hormonal é um DIU que ele atua como barreira mesmo e ele tem na sua haste ou cobre ou prata ou uma mistura dos dois, do cobre e do prata. Ele funciona como um corpo estranho que fica ali no útero, que tem duas abinhas e que fecham a abertura, a passagem para as trompas, impedindo que o espermatozoide quando acende ali pelo canal vaginal e chegue no útero, ele não encontre ali nas trompas com o óvulo que está vindo ali quando se tem a ovulação. Além disso, esse DIU, ele libera o cobre ou a prata que é nocivo para o espermatozoide, ou seja, ele diminui a motilidade do espermatozoide e às vezes esse espermatozoide, ele morre ali no meio do caminho.
Já o DIU hormonal é um pouquinho diferente. Além da ação de método de barreira impedindo que o espermatozoide acende e encontre o óvulo, ele libera o hormônio e liberando o hormônio, que é o levonorgestrel, faz com que a mulher não forme aquela camadinha de dentro do útero que é o endométrio e com isso se ocorrer uma gravidez por algum motivo, esse embrião ele não consegue ali se fixar na parede do útero. Porém, é muito difícil ter uma gravidez com esse DIU, porque além disso, ele bloqueia as alterações hormonais normais de um ciclo menstrual e a mulher até nem menstrua.
Dos métodos hormonais, entra aqui também o DIU hormonal que a gente falou, os nomes comerciais são Mirena ou Cairina, que são os que a gente tem aqui no Brasil, também entram as pílulas anticoncepcionais. Além disso, entra o adesivo, entra os implantes hormonais, o anel vaginal e os hormônios injetáveis, aquela injeção que se toma todo mês ou a cada 3 meses para servir como anticoncepção. Existe uma particularidade em cada um deles e a escolha do método depende muito e deve ser individualizado para cada mulher.
Além disso, existem os métodos definitivos de anticoncepção, como por exemplo, a laqueadura e a vasectomia. Como escolher o melhor anticoncepcional? Qual é o ideal para uma mulher? Qual é o ideal para outra mulher? Isso depende muito. As mulheres elas são únicas e elas devem ser individualizadas, a escolha ela deve ser feita em conjunto com o seu ginecologista, que vai avaliar o seu estilo de vida, vai avaliar as doenças pregressas, por exemplo, uma mulher que tem pressão alta, ela já tem contraindicação de usar um hormônio oral, porque esse hormônio oral, quando ele é tomado, ele tem a primeira passagem hepática, que é a metabolização e isso gera vários efeitos colaterais, vasodilatação e pode aumentar a pressão dessa mulher, então é o fator de risco.
Além disso, aumenta o risco de trombose. Outro exemplo, meninas que vão uma primeira vez ao ginecologista e querem tomar algum método anticoncepcional, elas não podem simplesmente pedir uma pílula para esse médico, porque o médico tem que conhecer o seu histórico, tem que avaliar essa menina, tem que pedir exames para ver se ela tem alguma predisposição, alguma trombofilia, porque se ela tiver, ela já não pode tomar esse anticoncepcional também, aí tem que se avaliar qual o melhor anticoncepcional para ela. O que eu vejo, quando o anticoncepcional dá problema em meninas jovens, por que que acontece? Acontece porque não se conhece o histórico médico dessa pessoa e aí ela tem um risco para trombofilia, toma um anticoncepcional ou aumenta vazio na perna, tem uma tromboflebite, tem uma trombose, em muitos casos tem uma trombofilia desconhecida, que aumenta o risco para essa menina.
Outro exemplo, mulheres que querem usar o DIU, elas tem que também ter uma avaliação médica, por que? Às vezes ela tem alguma anomalia uterina, alguma má formação no útero, um útero septado, ou seja, um útero que tem na sua anatomia interna um septo no meio, vai ser uma mulher que não vai conseguir colocar um DIU e se o médico não fizer uma avaliação bem feita e colocar um DIU, é aquele DIU que vai expelir em 1, 2 dias e ela vai sentir muita dor. Então, é muito importante manter uma visita ao ginecologista, quando quiser algum método anticoncepcional, o ginecologista tem que estar ao lado, conversar, avaliar o contexto dessa mulher para indicar o melhor método anticoncepcional. Então uma dica que eu dou aqui, não vá na farmácia e compre a primeira pílula que você achar que deve usar, ou porque uma amiga usa, ou porque o farmacêutico indicou, vá ao médico, faça uma avaliação bem feita, a sua saúde é seu bem mais precioso, invista em você.
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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.