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95% da Sua Energia Depende Disto (Mas Quase Ninguém Sabe!)

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95% da Sua Energia Depende Disto (Mas Quase Ninguém Sabe!)

O biquinol, forma ativa e antioxidante da coenzima Q10, é essencial para a produção de 95% da energia celular, sustentando órgãos de alta demanda como coração e

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Perguntas respondidas neste vídeo

Você sabia que, à medida que envelhecemos, uma substância vital para sua energia desaparece do seu corpo?

E o pior, quase ninguém fala disso. Sou o Dr. Alexandre Amato e, como cirurgião vascular, trato diariamente do envelhecimento das artérias e veias.

Você já se perguntou como seu corpo mantém a energia necessária para funcionar, mesmo quando você está descansando?

A resposta pode estar no biquinol, um composto essencial para o seu coração, cérebro e muito mais. E o que é mais fascinante, nosso corpo produz isso naturalmente. Mas à medida que envelhecemos, a nossa produção diminui.

Quer saber como repor essa substância e quais são os efeitos dela no seu corpo?

Então continue aqui comigo até o final. Antes de mais nada, vamos entender o que é o biquinol. Ele é a forma ativa da coenzima Q10, um antioxidante que desempenha um papel essencial na produção de energia celular.

Você já tomou o suplemento de coenzima Q10?

Me conte nos comentários como foi a sua experiência. Temos um vídeo inteiro falando sobre a coenzima Q10. Quando falamos de produção de energia no corpo, o biquinol está no centro dessa atividade.

E você sabia que o biquinol está diretamente envolvido com a produção de 95% da energia celular do corpo?

Isso significa que órgãos com alta demanda energética, como o coração, cérebro, fígado e rins, dependem fortemente dessa substância. E aqui está a curiosidade. Ao longo da vida, a capacidade do corpo em converter o biquinona em biquinol vai diminuindo, tornando a suplementação mais relevante à medida que envelhecemos.

Transcrição completa do vídeo

Você sabia que, à medida que envelhecemos, uma substância vital para sua energia desaparece do seu corpo? E o pior, quase ninguém fala disso. Sou o Dr. Alexandre Amato e, como cirurgião vascular, trato diariamente do envelhecimento das artérias e veias. Hoje, vamos falar sobre algo que tem chamado atenção tanto de especialistas quanto de pessoas interessadas em melhorar a saúde, o biquinol.

Se você nunca ouviu falar, prepare-se, pois esse composto pode ser a chave para muitos benefícios importantes no seu organismo. Você já se perguntou como seu corpo mantém a energia necessária para funcionar, mesmo quando você está descansando? A resposta pode estar no biquinol, um composto essencial para o seu coração, cérebro e muito mais. E o que é mais fascinante, nosso corpo produz isso naturalmente.

Mas à medida que envelhecemos, a nossa produção diminui. Quer saber como repor essa substância e quais são os efeitos dela no seu corpo? Então continue aqui comigo até o final. Antes de mais nada, vamos entender o que é o biquinol.

Ele é a forma ativa da coenzima Q10, um antioxidante que desempenha um papel essencial na produção de energia celular. Antioxidantes ajudam a proteger nossas células contra danos. A coenzima Q10 tem duas formas, a ubiquinona, que é a forma oxidada, e o biquinol, que é a forma ativa e antioxidante.

Você já tomou o suplemento de coenzima Q10? Me conte nos comentários como foi a sua experiência. Temos um vídeo inteiro falando sobre a coenzima Q10. Quando falamos de produção de energia no corpo, o biquinol está no centro dessa atividade.

Ele age dentro das mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células, garantindo que tenhamos energia suficiente para todas as funções vitais. Estudos indicam que pessoas com doenças cardiovasculares costumam ter níveis reduzidos do biquinol no sangue. A suplementação pode ajudar a reverter essa queda, oferecendo benefícios para a saúde do coração, cérebro e, claro, energia de forma geral.

E você sabia que o biquinol está diretamente envolvido com a produção de 95% da energia celular do corpo? Isso significa que órgãos com alta demanda energética, como o coração, cérebro, fígado e rins, dependem fortemente dessa substância. E aqui está a curiosidade. Ao longo da vida, a capacidade do corpo em converter o biquinona em biquinol vai diminuindo, tornando a suplementação mais relevante à medida que envelhecemos.

Agora que você já entendeu a importância do biquinol, deve estar se perguntando, mas eu preciso suplementar esse biquinol? Segure essa pergunta, pois já já vamos explorar quem mais se beneficia dessa substância. Muitas pessoas conhecem a coenzima Q10, mas poucos sabem que é o biquinol a forma ativa que nosso corpo usa diretamente. Quando tomamos suplementos de coenzima Q10, nosso corpo precisa convertê-la em ubiquinol antes de utilizá-la, um processo que se torna menos eficiente com o tempo.

Isso significa que, em muitos casos, a suplementação direta com o biquinol pode ser mais eficaz, especialmente para as pessoas mais idosas. Estudos comparativos mostram que a suplementação com o biquinol é cerca de 8 vezes mais eficaz em aumentar os níveis de coenzima Q10 no sangue em comparação com a ubiquinona, especialmente em indivíduos acima de 50 anos. A suplementação de biquinol é recomendada principalmente para pessoas que apresentam sintomas de baixa energia, cansaço crônico, doenças cardíacas, hipertensão ou diabetes.

Agora, você precisa saber quais alimentos são ricos em biquinol. São aquelas fontes de gordura saudável e proteínas animais. Carnes de órgãos, como fígado, coração, rins, são boas opções, assim como a carne bovina e de cordeiro.

Peixes gordurosos, como sardinha, cavalo, arenques, salmão, são excelentes fontes de biquinol. O frango, principalmente a parte mais escura da carne, também é uma opção. Os ovos, especialmente a gema, e as nozes e sementes, também têm o biquinol, mas em quantidades menores.

Vegetais como espinafre, brócolis e couve-flor também possuem o biquinol, mas em quantidade menor comparado às fontes animais. É importante destacar que as quantidades obtidas nos alimentos não são suficientes para aumentar significativamente os níveis de coenzima Q10 no organismo, especialmente em pessoas que já têm a deficiência. Além disso, se você toma medicamentos como as estatinas, usadas para controlar, para baixar o colesterol, também pode se beneficiar.

Essas drogas reduzem os níveis naturais de coenzima Q10 no corpo, o que faz suplementação uma opção interessante. Já um estudo publicado no Journal of American College of Cardiology, pacientes que receberam o biquinol apresentaram uma melhora significativa na função cardíaca em comparação com aqueles que não suplementaram, mas os resultados são variáveis. Embora alguns estudos apontem benefícios como o melhor controle dos sintomas cardíacos, a ciência ainda está investigando os impactos precisos dessa suplementação.

A dose recomendada de biquinol varia de pessoa para pessoa, mas em geral, doses diárias de 100 a 200 mg são consideradas eficazes para manter níveis saudáveis. Para indivíduos com problemas cardiovasculares, doses mais altas podem ser indicadas, mas sempre com orientação médica. Agora vai um detalhe importante, o biquinol é lipossolúvel, ou seja, ele é melhor absorvido quando ingerido junto com alimentos que contenham alguma gordura.

Então, se você tomar com o café da manhã, lembre-se de incluir uma fonte saudável de gordura, como um abacate ou um azeite. Agora que você já sabe o que é o biquinol e como ele pode beneficiar a sua saúde, deve estar se perguntando, quais outros suplementos podem ajudar a melhorar a minha energia e a saúde cardiovascular? Se você está sentindo cansaço constante, dores musculares ou se preocupa com a saúde do coração, pode estar deixando de lado um aliado poderoso, a creatina. Muito além do que você já ouviu falar, esse suplemento tem o potencial de aumentar sua energia, reduzir a inflamação perigosa e até melhorar a função do coração.

Mas, usar de forma errada pode causar sérios problemas, como a sobrecarga renal e o ganho de peso indesejado. Nesse próximo vídeo, vou te mostrar como a creatina pode transformar a sua saúde com segurança e eficácia. Te vejo lá!

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.