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Mastopexia com Cicatrizes Reduzidas

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Mastopexia com Cicatrizes Reduzidas

O vídeo aborda a mastopexia (cirurgia de levantamento mamário) com foco em técnicas de cicatrizes reduzidas, como a periareolar, em L, em J e vertical. O Dr. Fe

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Perguntas respondidas neste vídeo

E o que determina qual melhor técnica utilizar naquele caso?

Tanto o desejo e expectativa da paciente como a experiência do médico que vai realizar. Óbvio que se tem um médico que faz somente uma técnica, ele vai tentar indicar aquela técnica para todos os pacientes.

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mastopexia periareolar, mastopexia in L, in J, mastopexia com cicatrizes reduzidas. Bom, eu sou o Dr. Fernando Amato, Cirurgião Plástico aqui no Instituto Amato. Uma das minhas especialidades é reconstrução mamária. E hoje eu vou explicar um pouquinho sobre a mastopexia e as variáveis da mastopexia com cicatrizes reduzidas. Bom, é muito comum, né, os pacientes querem entender qual melhor técnica para a cirurgia de mama. Fazer um corte à redor da arrela, fazer um corte no sulco, fazer um corte na xila, fazer um corte em T, né, ou mesmo em JL. Bom, existem várias técnicas para cada paciente, cada paciente tem uma indicação. E não necessariamente aquela indicação seja a única para aquela paciente, a gente tem que levar em consideração o desejo da paciente. Porque existem casos em que podem ser usados mais de uma técnica. E o que determina qual melhor técnica utilizar naquele caso? Tanto o desejo e expectativa da paciente como a experiência do médico que vai realizar. Óbvio que se tem um médico que faz somente uma técnica, ele vai tentar indicar aquela técnica para todos os pacientes. Como também tem pacientes que procuram o médico buscando já uma técnica, viu o resultado de uma amiga, achou ser semelhante, gostou do resultado. Então existem esses cenários, mas eu gosto de individualizar cada caso, individualizar o paciente. Eu acho importante entender o que o paciente quer e o que ele espera de uma cirurgia, o que é um resultado bom, excelente, o que é um resultado aceitável. Ou mesmo que resultado que eu posso dar que talvez não seja suficiente para paciente. Então um caso mais difícil que tem são aquelas pacientes que já amamentaram, tem alguma flacidez de pele. O bico está um pouquinho deslocado para baixo, mas sem pitose, muitas vezes a gente chama de pseudo-pitose. E a pitose é caracterizada pela posição do bico em relação ao sulco da mama. Existem várias classificações, mas basicamente elas têm isso de semelhante. Então quando o bico está acima do sulco da mama, a gente fala que o paciente não tem pitose. Mas se tiver um tecido mamário formando uma dobra, a gente chama de pseudo-pitose. Agora quando o bico está abaixo do sulco, a gente já considera como pitose. Quando esse sulco já está muito para baixo, já começando a olhar para baixo, já seria uma pitose grau 2. E quando ela está olhando para baixo, totalmente uma pitose grau 3. Lembrando que existem outras classificações, essa é uma maneira mais simples de explicar para vocês o que é a pitose. De qualquer forma, o mais importante aqui é que a pitose sim é um limitante para muitas técnicas. Então aquela paciente que possui bico na posição adequada, mas tem um pouquinho de tecido embaixo, ou seja, uma pseudo-pitose é uma paciente que às vezes pode se beneficiar colocando somente uma prótise com grande volume para recrutar todo esse tecido ao redor, inclusive esse que está inferior. Então ela tolera um implante maior, redondo maior. Essas pacientes também podem se beneficiar com um implante anatômico, aquele que tem gente que chama em gota, eu não gosto desse nome, mas ele é anatômico. Então ele é mais reto superiormente, ele tem uma projeção mais inferior. Então ele é assim, então ele vai projetar mais inferiormente. Tem gente que não gosta porque não fica aquela bola aqui em cima, mas para quem procura um resultado natural, ela consegue preencher aquela falha aqui em cima e consegue recrutar o tecido inferior e o bico geralmente acaba levantando. Então eu gosto muito para esses casos para utilizar o implante anatômico. Mas quando a paciente quer colocar o implante em aquela marca aqui em cima bem alto, que eu acho que é um resultado mais artificial, mas eu entendo quem busca, aí somente colocar a prótise não vai ser suficiente. Vai ser necessário fazer uma amastopexia, ou seja, um reposicionamento da arela, porque se a gente colocar o implante muito alto, o bico vai ficar olhando para baixo. E isso não é agradável, não é harmônico, então a gente precisa fazer mastopexia. E nesses casos a mastopexia pode sim ser com uma cicatriz reduzida, que pode até mesmo ser péria e arela ao redor da arela, mas tem limitações ao péria e arela, e também pode ser em vertical, ou também pode ser em formato em J e L, ou seja, de um lado é um J, do outro lado é um L. Ou mesmo uma mastopexia com ter invertido com uma cicatriz menor, porque não tem tanta pele para mobilizar. Então nesses casos são casos difíceis, porque a gente consegue ter três, quatro técnicas diferentes, mas quem vai determinar isso não é o cirurgião com o que ele sabe, mas sim também o que o paciente deseja, com a expectativa que ela tem com aquela cirurgia. Então se isso não ficar claro para o cirurgião com o paciente, provavelmente essa cirurgia não terá sucesso. Então isso eu acho muito importante. Então a mastopexia péria e arela, ela tem essa vantagem de a gente conseguir tirar ao redor da arela, mas ela é para casos sutis que a gente quer fazer um reposicionamento do bico e da arela. Então pacientes que têm uma arela muito grande, a gente não consegue fazer esse reposicionamento, talvez consiga diminuir um pouco a arela, mas o reposiciente talvez não seja suficiente. Pacientes que têm uma apitose, grau 2, grau 3, ou mesmo a hipertrofia, ou seja, uma mama com muito volume, também não pode fazer uma cicatriz péria e arela, ao redor da arela. Então são pacientes que a gente vai subir 2 centímetros do bico da arela e esse resultado será suficiente. Então a gente pode fazer com uma prótise redonda ou mesmo anatômico. Bom, então já falei sobre a péria e arela, a cicatriz em L, em J, ela pode sim ser feita até em casos mais extremos de hipertrofia, mas tem suas limitações, não acredito que seja uma boa técnica para grandes traduções de mama, porque um lado vai ficar com uma limitação de tecido que vai ter que ser compensado do outro. Então vai ter uma redundância de tecidos na vertical, do lado, para o lado medial, e na lateral ele vai estar mais restrito, então a gente vai ter que compensar, às vezes, 7 centímetros de vertical com 15 centímetros de vertical do outro lado, e isso pode ser ruim, pode aumentar a decência, a abertura de pontos, então tem sua limitação, eu não recomendo fazer grandes traduções de mama pela técnica em JL. Então a gente usa, acaba usando quando essa compensação é muito menor, e eu acho que é uma técnica que vale a pena para esses casos. E também, mas eu acho que tem em mãos de algumas pessoas, o resultado pode ser bom. E vertical a gente usa, fazer o corte vertical quando é muito pouco tecido que a gente vai retirar na vertical, e tem um certo reposicionamento da aréula, e eu acredito que o tem invertido seja uma alternativa que funciona para quase todos os casos, porque consegue reestruturar o cônimo armário, então essa é a grande diferença do tem invertido, por isso que muitas pessoas fazem, porque essa compensação de pele, ela é tridimensional, então a gente consegue refazer o cônimo armário, tanto vertical quanto horizontal, e reposicionando a aréula. Esse é um grande detalhe, muitas vezes os pacientes procuram fugir de cicatrizes, procura alternativas, mas isso pode ser um grande erro e pode prejudicar o seu resultado, então às vezes fugir de uma cicatriz pode gerar uma segunda ou uma terceira cirurgia para um retoque ou reajuste da cirurgia. Caso você tenha interesse em fazer uma cirurgia de mama, converse muito bem com seu cirurgião, veja as alternativas, converse sempre, vai ter mais de uma alternativa, mas entenda a diferença de cada técnica, e por que ele está indicando aquela técnica, porque aquela técnica é melhor. Eu acho isso extremamente importante, eu acho que pode ser usado recursos como volumes para implantes externos, para a gente conseguir colocar, fazer a volumização, ver qual é o melhor volume de implante, qual é o implante vai ser mais interessante, qual é o formato, qual é a consistência, qual é a superfície do implante, tudo isso é importante na primeira conversa com o cirurgião, pode ser feito até simulações 3D para tentar exemplificar, e assim não é legal mostrar resultados de pré e pós para vender uma cirurgia, mas às vezes pode ser interessante ver alguns resultados pós para entender essa cicatriz, ou como que vai ser a cicatrização, então para ensinar o paciente para tomar uma boa, a melhor decisão pode ser uma alternativa, ver outros casos, e é óbvio que se você tem alguém próximo que fez uma cirurgia e checar o resultado pode ser interessante. Bom, eu sou o doutor Fernando Amato, sou cirurgião plástico, e caso você tenha alguma dúvida, comente, gostou, compartilhe, não deixe de dar o like e se inscrever no canal, obrigado.

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