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Laser Íntimo e Ninfoplastia: Tudo Sobre Saúde Feminina | Ep. 61

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Laser Íntimo e Ninfoplastia: Tudo Sobre Saúde Feminina | Ep. 61

O episódio aborda a ginecologia estética e regenerativa, com foco em procedimentos como a ninfoplastia e o laser íntimo. A ninfoplastia, cirurgia de redução dos

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Perguntas respondidas neste vídeo

E doutora, eu queria saber que da outra vez a gente não teve tempo de comentar sobre isso, você sempre quis ser médica, sempre quis ser ginecologista, como que foi isso?

É bem interessante, porque assim, eu sou a única médica da família, né, e desde que eu me conheço por gente, eu falo que eu quero ser médica, queria cuidar de pessoas, então sempre falei, minha mãe fala, desde pequenininha a gente não sabe por que, o motivo, assim, e foi alimentando esse sonho, mas eu lembro quando eu estava chegando perto ali no final, para entrar para o ensino médio, eu fui fazer teste vocacional, porque eu falava, será que mesmo que eu quero ser médica, é tão difícil, né, passar do vestibular, aí fiz teste vocacional e deu o que era isso mesmo, e fui fazer.

E teve alguma especialidade que você chegou a cogitar, fazer, que seja muito diferente do que você faz?

Ah, reumatologia. Eu lembro que eu achava muito interessante, assim, eu cheguei a fazer liga de reumatologia, porque na faculdade existem as ligas que são grupos, assim, um professor, por exemplo, tinha a professora de reumatologia, era a Dra.

Então, a gente consegue iniciar, né?

E dentro da mastologia também, eu posso fazer cirurgia, eu posso ir para a parte de imagem, fazer ultrassom, fazer biópsia, que inclusive eu faço isso também. Então, a gente tem uma gama grande de coisas que consegue fazer.

Legal, inclusive que eu citei o nosso outro episódio, já faz tempo, viu?

Eu fui procurar aqui para resgatar seu currículo e estava lá no começo, quando comecei a apresentar.

Mas parece que faz bastante, então, né?

Sim. Nossa, viveu muita coisa nesses meses. Pois é, foi no começo do ano, eu não lembro direitinho qual mês que foi.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia Miyamoto e está no ar mais um AmatoCache pelo canal do Instituto Amato. E agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós recebemos convidados especiais para falarmos sobre temas, alguns que vocês pediram aqui nos comentários e a gente sempre reforça para vocês ainda mandarem sugestões, ideias aqui para a gente. No último episódio nós recebemos um nutricionista para falar sobre a ligação do lipedema, que é um assunto também muito comentado aqui no AmatoCache, com de fato o papel da nutrição. Antes nós recebemos um especialista para falar sobre a segurança do ato anestésico. Então tudo que envolve o processo ali da anestesia durante os procedimentos cirúrgicos. Foi bastante interessante, tem todos os links para vocês acompanharem. Hoje a gente recebe outra convidada especial, ela já esteve uma vez aqui comigo no AmatoCache, foi um papo muito legal mesmo, a gente vai deixar o link para quem quiser retomar ali no assunto, mas hoje depois de um certo tempo ela volta aqui até o AmatoCache, que é a doutora Priscila Beatriz, ela é médica ginecologista e também é especialista nesse assunto e a gente vai falar agora que é ginecologia estética e regenerativa e eu vou apresentar a nossa convidada de hoje, o currículo que a gente sempre cita aqui para vocês. A doutora Priscila Beatriz Silvério é médica ginecologista e mastologista, formada pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, o UNIFESF, é certificada em reconstrução mamária pela sociedade brasileira de mastologia e tem título de especialista em ginecologia e obstetricia pela FEBRAZGO e também de mastologia pela sociedade brasileira de mastologia, aí a foto já apareceu. Além disso também é parceira e atende aqui no Instituto Amato, bem vindo mais uma vez, doutora. Obrigada, obrigado pelo convite, é sempre um prazer participar aqui do podcast. Para quem acompanhou o último episódio a gente explicou o motivo aqui da tela, olha só a gente apresentando o currículo, fizeram como se fosse uma, podia fazer uma caricatura, né, agora, porque é tão inteligente, é uma inteligência de fato artificial que escuta tudo o que a gente está falando e vai fazendo uma imagem conforme o tema, né, o assunto aqui do dia. Então, olha, ainda é, a gente está fazendo um teste, a segunda vez que a gente usa, vamos ver se ele vai conseguir acompanhar de fato o que a gente vai citando. E doutora, eu queria saber que da outra vez a gente não teve tempo de comentar sobre isso, você sempre quis ser médica, sempre quis ser ginecologista, como que foi isso? É bem interessante, porque assim, eu sou a única médica da família, né, e desde que eu me conheço por gente, eu falo que eu quero ser médica, queria cuidar de pessoas, então sempre falei, minha mãe fala, desde pequenininha a gente não sabe por que, o motivo, assim, e foi alimentando esse sonho, mas eu lembro quando eu estava chegando perto ali no final, para entrar para o ensino médio, eu fui fazer teste vocacional, porque eu falava, será que mesmo que eu quero ser médica, é tão difícil, né, passar do vestibular, aí fiz teste vocacional e deu o que era isso mesmo, e fui fazer. E aí, entrei na faculdade, entrei sem saber que especialidade, mas eu falava que eu não ia fazer ginecologia de jeito nenhum. E durante a faculdade, pensei em fazer psiquiatria, reumatologia, tudo quanto é coisa. E aí, quando foi chegando no final, eu queria alguma especialidade que fosse clínica e cirúrgica, que eu tivesse tanto a parte de atendimento quanto a parte de cirurgia. E até o finalzinho, fiquei entre ginecologia, fazer cirurgia geral, gostava muito de cirurgia plástica, mas no fim, acabei indo para ginecologia e depois fiz mastologia também, e uma certa época da vida, eu pensei, acho que eu vou ficar sendo somastologista, mas depois, eu vi que fazendo atendimento de ginecologia no consultório, a gente cria um vínculo muito gostoso com a paciente, eu já tenho pacientes que estão comigo há dez anos, desde que comecei a atender consultório. Então a gente vai virando até amiga da paciente, sabe, a vida toda. Então eu gosto dessa parte de ser a médica da paciente da vida. E depois acabei indo para a parte da regenerativa estética, que é uma paixão mais nova, e que eu consigo assim ajudar a trazer qualidade de vida para as pacientes, então essa é a história e a minha trajetória, da ginecologia para mastologia e abraçar as duas coisas e ir para essa parte estética. E teve alguma especialidade que você chegou a cogitar, fazer, que seja muito diferente do que você faz? Ah, reumatologia. Eu lembro que eu achava muito interessante, assim, eu cheguei a fazer liga de reumatologia, porque na faculdade existem as ligas que são grupos, assim, um professor, por exemplo, tinha a professora de reumatologia, era a Dra. Vera Schenfeld, ela era coordenadora da liga, então a gente tinha aulas depois do horário da faculdade, tinha atendimentos, então é uma maneira de a gente entrar em contato com a especialidade, entender se a gente quer mesmo fazer ou não. E eu lembro que fazendo essa liga de reumatologia, eu vi que eu não gostava, porque são pacientes crônicos, então que tem a artrite reumatoide e que você trata, vai lá dar várias medicações, o paciente volta e aí melhorou, ah, não, não melhorei. Aí eu vi o freio na poxa, acho que não é o que eu quero, né? Então foi isso, eu devia estar aqui no terceiro, quarto ano da faculdade, assim, a gente já falei, não, isso eu não quero, né? E a ginecologia foi uma paixão que foi aparecendo, que eu falava, ai, credo, né? Muita gente fala, ai, que nojo, você fica trabalhando com isso, vendo isso todo dia, né? E realmente, antes de conhecer, eu pensava assim, mas depois, conhecendo, é uma especialidade muito ampla, né? A gente consegue fazer só com o histórico, se quiser, conseguir só para a parte de obstetrícia, ou a parte de cirurgia pélvica, ou ir para a parte de mama, né? Tanto que hoje em dia eu não faço cirurgia da parte pélvica, as cirurgias que eu faço são ou de mama, ou a parte de, da parte estética, da ninfoplastia, né? Então, a gente consegue iniciar, né? E dentro da mastologia também, eu posso fazer cirurgia, eu posso ir para a parte de imagem, fazer ultrassom, fazer biópsia, que inclusive eu faço isso também. Então, a gente tem uma gama grande de coisas que consegue fazer. Legal, inclusive que eu citei o nosso outro episódio, já faz tempo, viu? Eu fui procurar aqui para resgatar seu currículo e estava lá no começo, quando comecei a apresentar. Olha, eu acho que isso foi em abril, maio, não foi? De 2023, não foi? Não, foi esse ano. De 2024? Foi porque eu tive neném em janeiro, eu lembro que não fazia ano que tem que eu tinha sentido neném. Mas parece que faz bastante, então, né? Sim. Nossa, viveu muita coisa nesses meses. Pois é, foi no começo do ano, eu não lembro direitinho qual mês que foi. Isso, e aí como você citou da mastologia, já vou aproveitar, falar para o pessoal que o último episódio que a gente fez foi justamente sobre essa parte que envolve o câncer, né? O câncer de mama. Sobrenódulos. Exato, sobre o diagnóstico, sobre também como pode ser feita a reconstrução, né? Reconstrução mamária, a gente citou também. Bom, então hoje, antes de começar aqui o nosso tema de fato do episódio, eu só vou lembrar você que agora a gente tem uma novidade aqui para o MatoCast, que é o patrocínio do laboratório Origem, é especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa. O foco de Origem é qualidade de vida e prevenção. Música Doutora, agora vamos lá para o assunto de fato. Eu trouxe um dado aqui que mostra que, inclusive, chama atenção. Acho que muita gente que veio acompanhar ou tem interesse ou ficou até curioso pelo assunto, né? Não sabe o que que envolve a cirurgia estética, a íntima. E eu vi que o Brasil, um levantamento, foi feito pela sociedade internacional de cirurgia plástica estética. Mostra que o país é líder mundial nesse tipo de cirurgia. Bastante gente que costuma procurar. Sim, inclusive o Brasil é referência mundial. Então, os especialistas aqui do Brasil vão dar cursos, vão dar aulas em congressos internacionais. Então, a gente tem a Begréf, a BCG, que é a Associação Brasileira de Necologia Regenerativa, que é o grupo dos professores, das pessoas que acabam estudando mais essa parte. E, realmente, o Brasil é referência. A gente tem muita essa coisa estética aqui no Brasil. Então, acaba que estuda-se muito. Existem técnicas cirúrgicas que foram desenvolvidas por brasileiras. Brasileiras. Que legal. Que legal, que conhece mais, né? Exatamente, né? Melhor do que uma mulher para conhecer a parte da anatomia íntima, né? Mas, realmente, é algo que vem crescendo, né? E que tem-se falado mais. Até hoje ainda existe um preconceito. É a hora que alguém fala, ah, eu vou fazer uma cirurgia estética. Vou fazer uma ninfoplastia, né? Uma redução dos pequenos lábios. É muito comum as pacientes chegarem para mim e falarem, ah, eu comentei com uma amiga, ou mesmo comentei com o meu parceiro. E a pessoa, ah, imagina, para que você vai mexer nisso? Ninguém vai ver. Gente, a pessoa vai se ver, né? Ela tem um desconforto, né? E muitas vezes elas passam a vida toda tendo um desconforto. Então, dói dependendo da roupa que coloca. Ou vai fazer um esporte, né? Eu tive uma paciente que ela gostava muito de andar de bicicleta. Então, pegava domingo, ficava e amanhã estou andando de bicicleta. Aí, no dia seguinte, ela ficava toda dolorida, com assadura. Então, ela chegou e falou, nossa, eu não sabia quem recorrer. Porque como é uma coisa que não é todo ginecologista que faz? Muitas vezes as mulheres não sabem nem para onde ir. Ou, às vezes, elas até relatam para o ginecologista e ele fala, ah, não, tem alguns ginecologistas que, por não fazerem, também fala, ah, não, isso é besteira. Desmerece a queixa da paciente. E ela acaba ficando inimida. Ou pensar, será que é com o cirurgião plástico que eu vou e também não é todo o cirurgião plástico que faz? Então, muitas vezes elas ficam perdidas, não sabem para onde ir. E aí, às vezes, elas descobrem que eu faço, nossa, doutora, que bom, agora eu vou poder resolver esse meu problema. E parece mais simples até do que realmente algumas pessoas imaginam, né? Sim, exatamente. Então, assim, no caso da ninfoplastia, que é a redução dos lábios internos, ali, ou pequenos lábios, é uma cirurgia que a gente consegue fazer com anestesia local. A gente faz com laser hoje em dia. Dá para fazer em centro cirúrgico, com mistério elétrico. Mas com o laser, que é uma técnica mais nova, a gente tem uma recuperação melhor. Porque eu faço anestesia local, faço o corte com o laser, com o próprio laser, a gente já queima os vazinhos, faz a cautelização. Então, o laser já ajuda na recuperação, na regeneração também. Então, a gente tem uma recuperação mais rápida, com menos enchaço. Então, e a paciente chega, a gente faz o procedimento, ela vai para casa, ela não precisa ficar internada por conta disso. Então, as técnicas mais novas, elas simplificaram esse procedimento. E agora, a parte da regeneração. O que que envolve a regeneração? É tanta parte estética, como algum problema, por exemplo, crônico, que a pessoa já teve desde sempre, assim, ou que adquiriu com o tempo, por uma quima dura. Enfim, o que que é a regeneração, de fato? A regeneração, principalmente, foca nas mulheres que estão aí na fase da transição menopausal. Perto da menopausa. Então, menopausa é a última menstruação da mulher. E quando a gente entra nessa fase, chegando perto da menopausa, a gente tem queda dos nossos hormônios, principalmente do estrogênio. E com essa queda dos hormônios, acaba tendo um ressecamento da parede vaginal. Então, a vagina da mulher que está menstruando, é uma vagina com várias camadas de células, é uma parede vaginal cheia de rugosidade fofinha, preparada para ir para a relação sexual. Quando a gente tem a queda hormonal, que acontece principalmente na transição menopausal, mas, por exemplo, em mulheres que estão aumentando, isso também acaba acontecendo, a gente tem um ressecamento. Então, aquela parede vaginal fofinha fica mais estreita, com menos camadas de células, produz menos secreção. Então, isso acaba trazendo consequências. Então, dor para ter relação, redução da lubrificação, infecções urinárias de repetição, porque ali a gente tem bichiga, vagina, intestino, está tudo perto, uma coisa da outra. Quando eu tenho essa redução dos hormônios, eu acabo tendo esses sintomas que a gente chama de síndrome geliturinária da menopausa. E como a gente pode melhorar? Como o problema é por queda de hormônio? Se eu devolver o hormônio, eu consigo melhorar. A reposição hormonal sistêmica, em gel, em comprimido, ela até ajuda a melhorar, mas essa parte da síndrome geliturinária, o que melhora mesmo são tratamentos locais. Então, a gente pode fazer um tratamento local com um creme à base de hormônios, ou creme sem hormônios, dependendo se a paciente tem alguma contraindicação, e existem as tecnologias. Então, a gente tem a radiofrequência, o laser, o que eu acabo fazendo é o laser. Então, quando eu faço o laser, lembra que eu falei, é a parede vaginal da mulher que está menstruando, é uma parede fofinha, produz bastante secreção. Quando eu faço a aplicação do laser, o laser tem um que faz íntimo vaginal, ele é um cilíndrio, que a gente vai aplicando o laser por toda a parede vaginal. Não por toda, a gente aplica algumas partes e em outras não. E onde eu apliquei o laser, faz como se fosse uma queimadura. E o tecido bom que ficou em volta, ele vai ajudar a regenerar essa parte onde fez a queimadura. E com isso, tem estímulo de produção de colágeno, de elastina. Então, eu faço uma regeneração dessa parede vaginal. Tem até algumas pessoas que chamam aí de um rejuvenecimento da parede vaginal. Eu não gosto desse tema rejuvenecimento, porque você dá aí a falsa impressão que você vai voltar até 20 anos? Não. Não vai voltar até 20 anos. Mas eu consigo, pelo menos, melhorar essa parede vaginal, melhorar essa saúde vaginal. Que vai melhorar tanto para mulher ter relação sexual, quanto para evitar ter essas infecções uninais de repetição. Tem um moleque que tem sensação de ardor, de queimação. Então, mesmo que ela não tenha vida sexual, essa regeneração vai ajudar a saúde vaginal como um todo. Então, o laser, a radiofrequência é uma das técnicas que a gente usa para regeneração. Existem aí também mulheres que têm flacidez na região íntima. Então, a gente pode fazer bioestimuladores. Então, como a gente faz bioestimulador no rosto para melhorar a qualidade da pele, eu posso fazer na região dos grandes lábios, da vulva. Eu posso fazer preenchedores. Então, às vezes, por conta da idade ou por perdas de peso. Então, às vezes, mulheres que emagrecem, engorda ou fez bariátrica ficam ali com uma sensação de ter reduzido o volume. A gente pode repor esse volume com preenchimento. Então, existem também preenchimentos para melhorar essa questão da lubrificação vaginal para tratamento de fissuras. Por conta, principalmente, de ressecamento na hora que vai ter relação para pequenos machucados que a gente chama fissura, que são muito dolorosos. E que a gente pode tratar com a medicina, com a ginecologia regenerativa também. Legal. E a gente fala muito, às vezes, as pessoas associam essa questão de regeneração. O nome a gente está falando de um título do nosso episódio é ginecologia estética e regeneração. Mas, quando pense em regeneração, pensa só em algo estético. Você já deu alguns exemplos agora que sempre é estético. Às vezes, essa fissura causadora, como você usou de exemplo, mas na lista, eu vi que, inclusive, por exemplo, em incontinência urinária era uma das coisas que aparecia, como que entra nessa lista, que pode ser tratado com a regeneração. A sensação de coceira até aparecer, o queimação. Enfim, a lista é infinita, se a gente for citar. Então, coisas que as pessoas acreditam, que às vezes, nem tem uma forma de tratamento de aprender ou conviver com aquilo, pode ser tratado com esse tipo de ação aqui, doutora. Não, não é somente estética. Tanto que, quando a gente combinou qual vai ser o tema, eu falei estética e regeneração. Porque grande parte das queixas, ela é realmente funcional. Então, você pega uma mulher que hoje em dia, a nossa expectativa de vida, em torno de 80 anos, a mulher entra na menopausa, entre 45, 55. Vamos por em torno de 50. Então, a gente vai viver, menopausada, uns 30, 40 anos. A gente tem, não adianta só viver. A gente tem que viver com qualidade. Então, eu consigo devolver qualidade de vida pra essas mulheres. Isso é uma coisa que me levou a essa área. Que eu acho isso maravilhoso. Você conseguir melhorar essa parte. Então, é muito mais do que estética. Existem coisas estéticas, até existem. Um lado tá maior que o outro, me incomoda. Mas a gente trata muita coisa que realmente é devolver qualidade de vida. Que nem em relação a incontinência urinária. Muitas vezes a perdurinária pode acontecer na pós-menopausa também pela flacidez da parede vaginal. Então, como eu falei, a gente tem a bichiga, o útero tá do lado, a vagina tá do lado. Então, se eu tenho flacidez da parede vaginal, eu posso ter perdurinária. Então, um dos tratamentos possíveis não é o melhor tratamento. Quando eu tenho assim, grandes perdas urinárias, às vezes tem que investigar qual é o tipo, às vezes precisa operar, às vezes fisioterapia é uma boa opção. Mas perdas urinárias leves, amoderadas, o laser íntimo pode ser uma solução. Porque eu consigo melhorar a qualidade dessa parede vaginal e fazer essa mulher parar de perder urina. Então, é uma essa coisa que você falou, a sensação de coceira, de queimação. Isso é muito comum na mulher menopausada, né? Essa semana mesmo eu atendi uma paciente que estava na casa dos seus 70 anos, já menopausada há muitos anos, mais de 20 anos e nunca fez nenhum tratamento. Então, assim, ela tava com um ressecamento absurdo. Porque também tem isso. Quanto antes você começar a tratar, melhor. Uma coisa é tratar uma mulher que está agora perto, tá com mais 50 anos e tá começando a falhar uma instruação. A outra é eu tratar uma com 70. Porque o ressecamento já tá estabelecido há muito tempo. Então, às vezes eu preciso de mais sessões pra conseguir trazer uma melhor qualidade aí pra ela. Sim. E, doutora, essa parte da regeneração, a própria palavra diz, né? De regenerar algo que aconteceu ali com um tempo, né? Enfim, ou algo adquirido, né? Que a gente até citou como exemplo. Mas tem uma forma também de prevenção, que tá começando a acontecer para as meninas mais novas, as mulheres, não meninas, né? Meninas pacientes. Mas assim, as mulheres mais novas, as jovens mesmo, de uma forma de chegar nessa fase da menopausa com uma qualidade de vida melhor nesse sentido? Sim, isso é possível, né? Claro, eu não vou fazer um laser, tipo, numa moça de 20 anos. Mas, às vezes, uma mulher que tá aí na fase dos seus 40 e poucos anos, a gente já pode fazer de forma a estimular e o colágeno dessa região, assim como a gente faz preventivo pro rosto. Isso. Então, a gente poderia fazer? Sim, né? Então, eu tenho pacientes que estão aí nessa casa dos 40 e poucos anos, que elas chegam e, muitas vezes, elas me viram falando no Instagram, sobre o laser, chega e fala, olha, eu queria fazer esse tratamento, porque às vezes tem, ah, eu tô sentindo lá um pouquinho de frostidão, nem tem uma queixa muito importante, mas falar, eu já quero fazer, porque eu não quero que isso evolua. Então, isso é totalmente factível, assim, de fazer. Não para aquelas mulheres, por exemplo, de 30 anos, porque hoje o Botox, né, fazendo uma relação ali com o que é mais visual para as pessoas, tem gente que faz já lá com menos de 30 anos, né, que faz com 30, começa com uma frequência maior, pra nessa questão da ginecologia, seria um pouquinho mais. Olha, não existe, assim, é proibido fazer na mulher mais jovem, tá? Mas eu poderia fazer numa mulher de 30, por exemplo, eu vou até contar uma história de uma paciente minha, que ela tem 30 anos, e a queixa dela, inclusive, é uma das indicações do laser íntimo, era candidíase de repetição. Então, ela nossa, já tinha feito inúmeros tratamentos e aí ela chegou pra mim, eu falei, olha, eu já tinha tratado ela de diversas formas, eu falei, vamos tentar fazer o laser, porque fazendo o laser, a gente consegue melhorar a flora vaginal. Fizemos o laser, né, que o tratamento do laser geralmente são três sessões, a gente faz com intervalos aí de 30 dias entre cada uma, mais ou menos, e depois uma sessão anual de manutenção. Fizemos as três sessões, né? Depois da primeira sessão, quando ela voltou pra segunda, ela doutora, amei esse tratamento. Eu sei que o objetivo não era esse, mas eu achei que ficou mais, ficou melhor pra ter relação. Eu achei meu parceiro achou também. Então, a gente teve um ganho secundário, né, de ter um efeito titanine, né, de dar uma ajustada, assim, né? Então, ela teve esse efeito. Então, a gente poderia fazer em alguém, eu quero fazer pra ver se eu consigo dar uma ajustada, poderia, né? Acaba que, quem acaba procurando mais no constório, são realmente as mulheres que estão aí na fase do perto da menopausa. Tá. Tá, mas uma mulher mais jovem, que, ah, eu gostaria de, de repente, tentar ficar um pouquinho mais de justa, a gente consegue. E isso da Candidias e de repetição é muito interessante, porque, nossa, é muito comum escutar falar disso, de pessoas que fizeram vários tipos de tratamento, não conseguiram ter uma melhora. Então, se tem essa possibilidade de tratar com esse tipo de procedimento, é algo que não tá sendo muito comentado, que precisa ter esse destaque, né? Sim, com certeza. A Candidias e de repetição é um desafio, né? Porque a Candida é um fumo que vive no nosso organismo. Então, às vezes aí, algum desequilíbrio de flora vaginal, né? É muito comum, tomou antibiótico e depois acaba desenvolvendo a Candidias, porque aí você toma antibiótico, ele vai matar a bactéria que você tá com a infecção, mas mata bactérias que são nossas amigas que estão ali na nossa flora vaginal. E aí é muito comum, né? Tomou antibiótico, teve Candidias e depois. E tem mulheres que assim, qualquer, eu lembro uma vez, uma paciente falou assim, nossa, se eu ver uma formiga morrer, eu já tenho candidíase, porque qualquer desequilíbrio, assim, da parte mesmo emocional, ela tinha candidíase. Então, às vezes a gente faz tratamento com medicamento, em uso prolongado, é, uso de probióticos, existem vacinas, né? Então, a gente administra o antígeno, eu dou ali um, alguns pedacinhos de Candida para estimular o sistema imunológico daquela mulher, é um tratamento possível e o laser íntimo é um tratamento possível, né? As pacientes que eu fiz, a gente teve um resultado bem legal, de realmente parar de ter as crises, depois de ter feito o tratamento. Muito legal. Quando fala também desse assunto, né, envolvendo um laser e tudo mais, eu imagino que quem, até pelo nome, antes de pesquisar, a gente sempre faz um, um resumo aqui do assunto, né, para a gente saber mais ou menos o que a gente pode citar, o que que a gente, para não esquecer alguns temas, é, as pessoas ligam também essa questão da regeneração com aquela cirurgia para retomar o imen, né, de se tornar virgem de novo. Isso, de fato, entra nessa, nesse assunto, doutor, existe isso ou como que funciona? Existe, assim, já é, já tive pacientes que procuraram, que no fim, acabaram não fazendo, mas a gente poderia, né, porque o imen é uma membrana que recobre ali a nossa entrada da vagina, né, e que rompe, né, quando tem, começa a ter relação e às vezes tem mulheres que procuram, né, até em algumas religiões aí que é, tem que casar virgem, né, então ou também, às vezes, que é dar de presente para o marido, né, já está casada muito tempo, mas sim, entraria nessa parte da estética, assim, mas não é uma coisa que eu vejo muita procura, não, eu tive uma ou duas pacientes que procuraram, que no fim, não acabaram não fazendo. Mas é com laser também, que faz? Até pode ser feito, porque você tem que tentar mobilizar ali algum tecido ao redor, para você conseguir tomar essa membrana, né, mas dá para fazer, sim. Tá, agora, então, falando um pouquinho dos procedimentos, que eu acho que alguém que, algumas pessoas que possam ter procurado o episódio, né, que estão acompanhando querem saber de algum procedimento específico, o mais procurado é o laser, o mais comum. Ó, sim, o laser é o mais procurado, porque é o que acaba tendo mais essa questão da parte não só estética, né, porque as mulheres procuram principalmente pela parte de regenerativa, de melhorar a qualidade de vida. Então, é o que tem mais procura. A parte de preenchedores é a parte que ainda as pessoas nem sabem que existe. Então, muitas vezes, assim, quando eu falo sobre isso no Instagram, é comum aí vir várias perguntas, é, nossa, eu nem sabia que isso existia, né, eu acho que ainda rola bastante preconceito nessa parte do preenchimento, principalmente por aquilo que eu falei lá no começo, é, ah, mas para que você vai mexer na parte estética disso que ninguém vê? É, a pessoa vê, né, as vezes tem pacientes que chega para fazer o preenchimento, fala ah, eu falei para o meu marido, ele fala, ah, mas não precisa, eu gosto de você desse jeito. É, mas eu quero me sentir melhor, me olhar na hora de me tocar, né. Então, acho que ainda a gente precisa ganhar mais para, porque tudo bem fazendo o rosto, né, que nem uma vez eu vi uma colega falando, né, a pessoa vai se ela tem um nariz um pouco maior, fala que vai fazer plástica, ninguém fala nada. Ah, tudo bem, legal, se vai operar ter um nariz, agora se ela tem um grande lábio maior que o outro, que ela acha feio, que é incomoda e ela fala que vai operar e é besteira. É, é porque porque é na área íntima, né, então ela tem muito a a discutir, a respeito, sabe. E aí, então o preenchimento é mais para a questão da quando já está com a a palavra que a gente usado, que com o tempo vai ficando um pouco mais flácido. Flácido, perda de volume. Tá, então, na parte de preenchadores o que a gente tem principal? A gente tem os bioestimuladores, então, às vezes, o problema não é que falta recheio, pensa não em um travesseiro. Às vezes, assim, a fronha está muito esticada. Então, adianta eu encher de recheio que a fronha vai continuar ruim. Então, às vezes, eu preciso tratar daquela pele. Então, a gente faz um bioestimulador ou o próprio laser, ele também estimula o colágeno, ele ajuda a dar esse efeito aí de melhorar a elasticidade dessa pele. Então, muitas vezes, a gente tem que tratar flácido primeiro. Depois que eu tratei, veja, olha, ainda está faltando volume. Aí, com o uso de ácido ialurônico, eu consigo preencher volume, consigo colocar realmente o recheio. Existe também o preenchedor para usar para fissuras, como eu te falei. Então, faz aquele machucadinho ali na entradinha da vagina. Eu aplico ali um tipo de preenchedor, que ele, na verdade, ele vai ajudar a hidratar a região. Então, eu aplico um tipo, porque o ácido ialurônico, ele tem várias reticulações que a gente fala. Então, existem é o mesmo ácido ialurônico, mas ele tem, como eu posso explicar, texturas diferentes. Então, esse ácido ialurônico que eu aplico para fissura, ele é não reticulado. Porque ele é bem mole. Ele é para puxar água, para hidratar a região. O que eu faço realmente para dar volume, ele é mais duro, porque eu quero que fique mais gordinho, eu quero um volume. Tem alguns outros que é para dar contorno. Então, existem vários tipos. E aí, a gente escolhe qual que a gente vai usar para a região. Entendi, legal. E tudo isso, todas essas técnicas que a gente situa até agora, elas são temporárias, digamos assim, a pessoa precisa fazer uma manutenção ali, ou é algo definitivo? Não, é tudo temporário. Por exemplo, o laser, se a gente pensar que o ressecamento é pela falta de hormônio, pelo ressecamento da menopausa, isso não vai melhorar sozinho. Então, eu vou lá estimular o colágeno no dia seguinte o corpo já está degradando. Então, no caso do laser, a gente fala para fazer uma sessão anual de manutenção. Porque se a mulher fez as três sessões e nunca mais fizer nada, em cerca de dois anos ela perdeu todo o benefício que ela ganhou. Em relação aos preenchedores, que nem quando a gente faz preenchimento no rosto, a duração é em torno de seis a oito meses, a mesma coisa. O bioestimulador já dura um pouquinho mais, um ano e meio. Então, isso é avisado que é temporário. Acaba tendo que ir fazendo uma manutenção aí ao longo do tempo. É, porque faz sentido, igual fazer na relação com o rosto no botox, que as pessoas colocam no rosto, precisa da manutenção, porque não ia precisar na região íntima, nesse sentido. Agora, a redução dos lábios que as pessoas também procuram bastante, que é uma das mais está no top 3 ou 5 dos mais procurados. Tem como fazer sem cirurgia também? Não. A redução sem cirurgia não tem como fazer. O que dá pra gente fazer às vezes é mascarar. Então, às vezes, a mulher tem o pequeno lábio um pouco mais proeminente e tem o grande lábio mais murcho com menos volume. Então, às vezes a gente faz um preenchimento no grande lábio, eu disfarço esse pequeno lábio que está maior. Eu tenho uma paciente que mora fora do Brasil, e ela tem vontade de fazer ninfoplastia, mas sempre ela vem pra cá e fica um pouquinho tempo, não dá tempo de fazer recuperação. Então, a gente já fez umas duas vezes o preenchimento, porque pelo menos ela disfarça um pouquinho. Eu aumento o volume do grande lábio, porque é um pequeno lábio menos proeminente. Mas o tratamento em si pra reduzir não tem jeito, ele é cirúrgico mesmo. A maioria desses que a gente citou acaba sendo tratamento até pro, por exemplo, bioestimulador. O laser não é considerado cirúrgico isso, né? Não, isso não é cirúrgico, é um tratamento ambulatorial. Então, que nem o laser, a paciente chega, a gente faz uma anestésico na parte externa ou ela faz em casa ou a gente faz lá no consultório, espero uma melhorinha. Porque assim, a parte interna não dói, porque a parte interna lá do fundo da vagina não tem inervação pra dor. Quando a gente vai chegando na entradinha, aí a paciente começa a sentir um calorzinho, um esquentar um pouco. Então, mas a parte externa é pele. Então, se eu queimar aqui, a pele vai doer. Então, a gente aplica um anestésico na parte externa. E anestésico é pomada? Ou é a anestesia com agulha? Não, é pomada. Para o laser é pomada, tá? Usa outros procedimentos, então, o estimulador, o preenchimento, aí a gente faz um anestésico com agulha. Então, eu peço pra paciente passar uma pomadinha, pelo menos pra ela não sentir tanto a parte da entradinha da agulha, mas é uma picadinha, é um botãozinho anestésico que a gente faz. E o que a gente aplica, né, ali a gente compra a seringa do lássio anurônico. Geralmente eu já compro um que já vem com um anestésico. Então, isso faz com que seja menos doloroso também. O biostimulador, ele é um pósinho que a gente precisa misturar. Então, a gente acaba colocando um pouco de anestésico junto também. Mas todos esses procedimentos a paciente chega, faz e vai pra casa. Sim. A ninfoplastia, quando a gente faz em consultório, também passa uma pomadinha externa, mas a gente precisa fazer a anestesia mesmo com a agulhinha, e também fazemos o procedimento paciente, pode ir embora. Nenhum desses tem internação da paciente, ou precisa, obrigatoriamente sem hospital, por exemplo? Não. Às vezes a paciente prefere, ou às vezes assim, é uma cirurgia maior, é um... é um... uma ninfoplastia muito grande, ou a paciente tem muito baixa tolerância, a dor, falar, né, eu não quero ver nada, eu nem a picadinha eu tolero. Então, a gente acaba levando pro centro cirúrgico. É, envolve um anestesismo. Ah, envolve anestesia, tá, e é, inclusive aqui no instituto a gente consegue fazer, né, que a gente tem o centro cirúrgico, então as pacientes que não toleram, né, ou não querem, às vezes lá, falam, eu não quero dormir, não quero ficar acordado. É. É, já vi gente que até pra tirar o ciso, o que isso, é, a anestesia geral, então, tem pra tudo, né? Tem. E já nessa parte, tanto da anestesia como do próprio procedimento, tem alguma contraindicação que exclui a possibilidade da pessoa fazer esse tipo de procedimento, esses procedimentos? Todos esses aqui que a gente conversou. Isso, em geral, se tiver que citar algum específico, né, mas eu sinto mais desses mais procurados, né, o laser. Sim. Assim, estar com alguma infecção ativa, então, é, por exemplo, descobriu hoje que tá com infecção ordinária, a gente não faz. Ah, tô tratando, já tomou alguns dias de antibiótica, tudo bem, dá pra fazer. Tá com uma lesão, algum machucado ali na, na, na vagina, a gente também não faz. E estar menstruada, porque o, o laser, ele, o laser que eu faço, é o laser do seu a dois, então, ele, ele tem, ah, ele, ele é atraído pela água. Então, a mulher não pode estar menstruada, porque senão, o, o, o, o o laser vai ficar ali na, na, no sangue, ao invés de ir pra parede vaginal. Então, a gente, que antes de começar o procedimento, a gente seca a vagina pra conseguir, absorver o máximo possível do laser, tá? Então, estar com alguma infecção ativa, quem tem, assim, alguma doença reumatológica, a gente toma cuidado também, né? Histórico de herpes não é contraindicação, mas a gente faz uma profilaxia. Então, eu uso um medicamento ali pra, pra herpes, pra evitar que a pessoa desenvolva, né? Porque como a gente, a gente pode diminuir a imunidade local, né? Porque eu fiz ali uma queimadura, digamos, né? Então, a gente faz um tratamento prévio. Mas basicamente, são isso, assim, a gente não tem grandes contraindicações, contraindações, não. E você fala de vida normal, né? Que a pessoa vai embora pra casa no sentido até de, na higiene, ali íntima, em relação sexual, continua a mesma coisa também, volta pra casa e já... Aí, depende do, do procedimento, né? Então, por exemplo, o laser íntimo, eu peço pra pacientes ficarem aí cinco a sete dias sem ter relação depois, porque fica mais sensível, né? A gente aplica ali uma pomadinha externa pra, pra amenizar a sensação de queimadura, uma outra pomadinha interna. Pode, às vezes, ficar tendo um certo corimento meio rosado, pós-procedimento. É assim, ah, posso sair do laser e ir pra academia? Pode. A gente só evita esse repouso da, da atividade sexual. Em relação a um preenchedor, né? Então, é, evitar coisas que amassem o lugar. Então, assim, ah, eu fiz o preenchimento hoje e amanhã eu vou fazer uma volta de bike, eu vou ficar o dia inteiro na bike. É melhor não, né? Então, peço pra evitar coisas ali que amassem a região por uma semana. Sim. Relação, evitar por uns dois dias, mais ou menos. O bioestimulador é importante fazer uma massagem, porque a gente aplica, né? O que que é o bioestimulador, né? A gente aplica uma substância que eu espalho ali bem na pele da região e que vai estimular ali, vai puxar a água, né? Vai estimular a produção de colágeno também. Então, é importante uma massagem. A gente fala que é tipo, contar dinheiro pra gente fazer a massagem aí por uns cinco dias, que eu explico direitinho. E assim, de atividade sexual, uns dois dias, mas também, ah, posso sair do da aplicação e ir pra academia? Pode. Posso trabalhar? Pode. A aninfoplastia já é outra, outra coisa, né? É, o que que é importante, né? Na aninfoplastia são os dois, três primeiros dias que são os dois. Então, é uma cirurgia, né? Um procedimento que sangra muito pouco, é rápido, né? Então, é quarenta minutos, uma hora. Só que aqui eu peço pra paciente dois, três primeiros dias ficar em um repouso bem importante. Não é um repouso absoluto, né? Não posso levantar? Pode, mas levantar pra fazer, levantar o mínimo possível, né? E fazer muita compressa de gelo. Então, a compressa de gelo, ela vai ajudar tanto pra analgesia, quanto pra evitar quente, né? Eu falo que quando a gente faz a ninfoplastia fica feio pra ficar bonito depois, porque na hora fica um pouco inchado, tem ponto, né? Então, eu peço ali dois, três primeiros dias ficar bem quietinha depois ir retomando, né? Então, geralmente eu gosto de operar de sexta-feira, porque a pessoa tem o sábado e domingo pra ficar em casa, e segunda retoma ali sua rotina. Se pudesse uma rotina não muito pesada de ficar em pé o dia inteiro é melhor. Então, nessa primeira semana aí, se conseguir fazer alguns repousos durante o dia é legal. Mas, assim, atividade física, atividade sexual, eu peço 30 dias de repouso. Claro, assim, ó, tá recuperando super bem. Com duas semanas dá pra liberar pra fazer um maester, um membro superior? Dá. Mas atividade sexual eu peço 30 dias mesmo. Tá. Que é o mais, assim, considerado invasivo, digamos, de todos os procedimentos. Sim, porque a gente corta, né? Tem ponto. Então, tem que estar bem cicatrizadinho. Então, eu peço pra segurar aí por esses dias. Tá. E dor, em geral, doutora, que imagino que só de eu falar assim já dá uma certa prisãozinha, né? As pessoas que estão interessadas em fazer devem estar preocupadas com isso. Tem uma dor, porque como é que é esse nível de dor que as pacientes costumam falar? Ó, eu dor é muito individual, né? Eu já tive paciente que falou, nossa, meu Deus, foi terrível. O primeiro dia foi horrível, mas a partir do segundo eu estava ótimo. Tive paciente que falou, nossa, super tranquilo. O que que eu faço? Eu deixo bastante medicamento pra dor. Então, eu deixo falar, ó, já sai daqui, já toma um remedinho, já faz um gelinho, né? Então, eu adoro. Os dois, três primeiros dias é mais incômodo. E depois vai melhorando, tá? Mas no geral, não é uma coisa que é muito absurda, não. Se seguir as recomendações que eu faço, geralmente é legal. Outra coisa que eu peço, pra evitar usar papel higiênico nos primeiros dias. Então, eh, se, principalmente se for fazer número dois, se lavar com o chuveirinho, ou usar lencinho humidecido, porque o papel higiênico ele acaba eh, sendo meio agressivo, né? Então, se lavar bem, eu recomendo uso de um olhinho, eh, de avocado ionizado, que ele ajuda também pra, pra cicatrização. Geralmente eu até, eu dou de presente aí, pras pacientes. Então, é, isso assim. E aí vai de cada igual, tatuagem, né? Tem gente que morre pra fazer e tem outras que, gente, faz o corpo inteiro no mesmo dia e não liga, né? É, doutorão, uma dúvida que pode ser também a dúvida de outras pessoas, antes da gente ir pro mitos e verdade, eu separei algumas coisas, eh, da própria aninfopastia e outras, geral, de procedimentos que envolvem a higiênicologia estética e regenerativa. É, convênio, esses procedimentos são cobertos de alguma forma, tem alguma forma de provar que isso pode ter uma, um, pode afetar o lado mental da, daquela paciente, algo psicológico nesse sentido e aí o convênio pode cobrir, ou tudo isso, dessa parte estética e regenerativa acaba sendo um atendimento, eh, privado, particular. Prenseador, né? Prenseador, biostimulador, isso aí, é estético, que nem na, na Dermato, né? Que você faz nunca vi ninguém pedir pra convênio essa parte. Eh, a parte do laser também é considerado estético. Eu tive uma paciente que inclusive assim, essa paciente que estimulou a, a começar realmente, eh, fazer essa parte, né, do laser da regenerativa eh, é bem interessante essa história, porque eu fiz o meu curso, o primeiro curso de, eh, de, de regenerativa estética, que era até um curso de, chamava Cosmetoginecologia, foi em 2018. E eu fiz, achei superlegal, mas acabei não, não colocando em prática. E aí, essa minha paciente, isso deve fazer uns três anos, quatro por aí. Uma moça jovem, que teve câncer de mama com trinta e poucos anos e ela evoluiu com, ela ficou menopausada, porque por conta do tratamento do câncer de mama, os oncologistas prescrevem medicamentos pra realmente induzir uma menopausa pros medicamentos do câncer fazerem mais efeito. Então essa paciente, ela entrou na menopausa com trinta e poucos anos, e ela evoluiu com ressecamento absurdo. Ela falou, doutora, eu não conseguia nem, eh, ter um encontro com alguém, porque só de pensar na possibilidade de ter relação eu já ficava atravada. Então ela teve um, uma questão psicológica muito importante por conta desse ressecamento. E ela entrou na justiça com o convênio dela pedindo o tratamento. E ela conseguiu. E a gente fez o tratamento dela quem pagou pra mim foi o convênio. Mas foi o único caso. Então assim, a princípio, os convênios não cobrem. Como que isso vai ser futuramente, a gente não sabe. Mas realmente, tem mulheres que nem eu falei assim, né, quando a gente tem a questão do ressecamento da menopausa, a gente pode usar cremes hormonais. Que é o tratamento de escolha, tá? Primeiro tratamento. Mas tem mulheres que não melhoram. Tem mulheres que geralmente elas se enchem de ficar tendo o quilo, porque você tem que usar duas vezes por semana pra sempre. Se usar creme vaginal é chato, fica vazando na calcinha, então tem mulheres que a maioria acaba não aderindo falar, ah, a doutora, eu usei um pouquinho, parei. Então tem mulher que não gosta. Mas tem mulher que não melhora. Então às vezes o laser é a única alternativa pra eu tratar essa mulher. Então, mas a princípio os convênios não cobrem. A ninfoplastia a gente consegue pedir rembolso. Mas às vezes assim é tão pouquinho que o convênio rembolsa, que às vezes é mais interessante a mulher pegar nota fiscal do procedimento e pedir dedução do imposto de renda. Que é o que eu acabo orientando as minhas pacientes geralmente. Entendi. É, porque acaba sendo eu não sei se como que é o atendimento desse tipo de procedimento no SUS, por exemplo. Deve existir, mas não dos procedimentos o laser, quero dizer, da ninfoplastia. Deve existir, mas deve ser algo mais demorado, talvez, um procedimento mais lento. Eu acredito que sim, porque assim, olha eu durante a minha formação de residência acho que eu via assim, duas ou três assim, uma coisa que é bem é bem escasso mesmo, né. O laser já tem protocolos de pesquisa. É, que nem eu sei que lá na Unifest, onde eu me formei, eu sei que tem o laser lá, mas eu entendo que ele tá sendo usado pra pesquisa princípio. Então, quem sabe futuramente, né, a gente consiga. Mas, infelizmente, é uma coisa que ainda é acessível pra poucas, né. É, e que acaba ajudando tanto, né. Pode ser uma entrar no protocolo mesmo de tratamento, né. Sim, não. O benefício assim, é muito gratificante, tá, porque a melhor é progressiva, né. Então, como eu te falei, são três sessões, mas assim, paciente volta depois do primeiro, ela já melhorou. Depois do segundo, depois do terceiro, então é somatório, né. Esses dias, eu recebi um feedback de uma paciente que foi pós-câncer de mama, também. Ela teve câncer de mama, me procurou porque realmente não tava conseguindo ter relação com o marido, tava muito complicado. E a gente fez as três sessões. E no final da terceira, eu falei, e aí, né, ela falou, ah, doutor, eu não tive coragem ainda, eu ainda tô com medo. Eu falei, ó, vou te dar um presente. Eu tinha recebido umas amostras de lubrificante, falei, ó, leve esse lubrificante, falei, pode usar lubrificante, não tem problema nenhum. E depois, você me conta, esses dias ela me mandou no Instagram, eu falei, doutora, muito obrigada pelo presente. Eu falei, nossa, a minha vida mudou depois do tratamento. Assim, você muda a vida da pessoa. Imagina uma mulher de 40 e poucos anos que não consegue ter relação com o marido. É isso, muda a vida, né, realmente. Mudar a vida, assim, é muito legal, assim, eu adoro. E é um conjunto, né, isso que entra na técnica, na parte estética, entra a parte mental psicológica da paciente, a relação com o marido, né, como que eles vão lidar com isso também, envolve muita coisa, né. Não, e é assim, e entra num círculo vicioso, porque a mulher às vezes já não tá com muita vontade de ter relação, porque tá abalada pelo tratamento, por tudo que tá acontecendo, aí ela vai ter relação e doe. Aí que ela não quer mesmo ter. Eu falei, não, eu não vou ter relação, vai doer, pra que que eu vou fazer isso? Então vai ficando, né, e aí hora que você devolve isso, aí vive um círculo virtuoso, que aí assim nossa, tá legal, tá gostoso, e vai. Sim. Que aí tá passando pelo problema, entre aspas, é, não tem como falar que não é, né, do tratamento da doença, do câncer, aí se vê com essa dor, aí acredita que isso pode causar um afastamento no relacionamento amoroso mesmo ali, entre ela e o marido, e aí já vai virando realmente uma bola de neve, né. Sim. E é importante falar isso, né, até se você conhece alguém que tá passando aí por tratamento de câncer de mama, falar que existe esse tratamento, porque às vezes as mulheres demoram um anos pra procurar, ou mesmo quem tá aí menopausada sofrendo, vai procurar depois que já tá com um ressecamento intenso. Sim. E que não que não vá melhorar, melhora também, mas quanto menos alteração a gente tem, melhores são os resultados que a gente consegue. Isso, né, é muito legal mesmo. Agora eu vou entrar no mitos e verdades, porque o tempo passa quando eu olho no relógio, mas eu até me assusto. Então, primeiro da ninfoplastia, porque eu olhei aqui as dúvidas mais comuns, que é o Trendy Topics das redes sociais, normalmente é o Twitter, que não é mais Twitter, né. É o X. E aí a inteligência artificial reúne as dúvidas mais comuns que as pessoas vão procurar lá no Google. Então, primeiro é ninfoplastia é puramente por razões estéticas. De forma alguma. É o que a gente falou várias vezes. De forma alguma, eu diria que a grande maioria tem algum componente funcional. É isso, incomoda na roupa, incomoda para fazer algum esporte, incomoda para ter relação, mas é isso que aquele negócio cumprido vai, vai para palha, dói. Ninfoplastia é um procedimento arriscado? Não. É um procedimento relativamente simples, né. Como eu falei, é rápido. A gente usa uma quantidade bem pequena de anestésico, um procedimento bem tranquilo do que você fez. Tanto que a gente tem segurança para fazer no consultório, né. Sim. Ah, e só um detalhe importante a gente destacar. Tem as vezes esteticistas que fazem esse tipo de procedimento. É importante que as pacientes que estejam interessadas procurem realmente a especialidade médica para isso. Sim, sim. Tem alguma outra especialidade que você acredita que seja apta para esse esse procedimento? Olha, não. Eu acho que o médico, e principalmente o angiologista, a gente atua ali naquela área. Claro, tem dermatologistas que fazem muito bem também, não vou falar mal pelo amor de Deus, né. Mas eu acho que o angiologista, e a gente, a paciente já está ali com a gente, né. Então, muitas pacientes já eram minhas pacientes e elas começam a contar queixa e a gente acaba resolvendo ali, né. A gente vê muito esteticista oferecendo aquelas clínicas mesmo de estética, né, que são biomédicos que às vezes trabalham e a gente acaba citando, parece que às vezes até teve uma vez que a gente trouxe um episódio só sobre isso, sobre a relação dos não-médicos com os procedimentos. Não é falando mal das outras especialidades, né, mas é só pra diferenciar o que pode, o que não pode, o que é seguro que não é nesse sentido, né. Acho que é a principal questão de você fazer um procedimento desses, né, que é um procedimento invasivo com um não-médico, é... Ele vai saber tratar a complicação? Porque fazer o procedimento é treino, né, então uma pessoa treina ali, faz várias vezes, ela vai saber fazer, mas ela vai saber tratar a complicação. Eu acho que essa é a principal já responde tudo, né, na dúvida de ser... Vou deixar aí no ar essa pergunta aí. Já responde quando observe você tiver alguma dúvida, né. Cadê? Lá bioplastia afeta a sensibilidade sexual? Ah, essa pergunta é campeã, né. Assim, toda vez que a gente opera alguma coisa logo que opera, a sensibilidade fica alterada, tá. Mas depois ao longo do tempo, não. Então é... Não é uma cirurgia que a gente mexa na... Na parte da... da sensibilidade. E principalmente, às vezes a gente mexe também no capulso do clitóris. Então a gente tem um... Ali uma pele que recobre o clitóris. Então muitas vezes a paciente vem com a queixa da... Da... dos pequenos lábios, mas eu vejo que tem um excesso de pele ali no capulso também, né. Porque muitas vezes manda eu direto. Ah, quanto custa? Eu falo, não, você tem que... Eu tenho que te avaliar pra ver o que você precisa. Porque às vezes a paciente fala, eu só quero tirar essa pelinha. Eu falo, tá bom, se eu tirar essa pelinha aqui você vai ficar incomodada com isso aqui. Ah, nossa, é verdade, eu não tinha pensado nisso. Então a gente faz uma... de modo que fique harmonioso, né. Então, quando a gente mexe ali no capulso do clitóris, eu não vou mexer na sensibilidade. E mesmo quando faz a cirurgia de redução do clitóris, a gente tem o cuidado de isolar a partir dos nervos e dos vasos pra gente não afetar a sensibilidade. Tá, então, não afeta. Às vezes, nas primeiras vezes que vai ter relação, pode ficar um pouquinho mais sensível, mas é que nem quando você opera alguma outra parte do corpo que a cicatriz fica esquisita no começo, mas depois volta normal. Tá, já responde inclusive as duas próximas, a primeira é... Eu falo muito, desculpa. Não, mas acaba respondendo, é mais específico. Nem for plastia um procedimento caro e inacessível acaba sendo de pessoa pra pessoa, né, um valor. Valir é valor, né. Tem procedimentos que são bem simples e a gente não precisa cobrar um valor mais alto, outros são mais trabalhosos. Então, é... é... manda um direct aí que a gente conhece. É, as pessoas têm mania de querer igual ao lado de roupa, né, que quando manda... Quanto custa? Quando a pessoa aposta ali, não tem o valor, manda lá embaixo, com o valor. E aí manda pro médico, né, quanto é. Nem for plastia um procedimento padronizado que é o que a gente acabou de falar aqui. Não, eu falo que é um... é artesanal, a cirurgia, né. Porque eu avaliei o ali... Claro, a técnica é semelhante o que eu vou fazer, mas às vezes é isso, ó. Eu vou tirar só um pouquinho. Às vezes eu tiro um pedaço do outro, eu não tiro, mas eu faço... Eu aplico o laser pra só reduzir um pouquinho a pele, então é... é artesanal. Agora, mitos e verdades entram no geral aqui de tratamentos íntimos. Causa câncer? Estava no top 1 mais procurar. Não, não, esse é mito. A pessoa tem medo de câncer de tudo, né. Às vezes até... Ah, tomar chá verde causa câncer? É sempre a pergunta que mais aparece. Mas eu acho muito interessante, né, que as pessoas, elas têm medo... Ah, hormônio, ah, hormônio da câncer, assim. Mas assim, ninguém tem medo de estar acima do peso, de... beber pra caramba, de beber toda hora, né. Então é muito interessante, assim, que o estilo de vida é a coisa mais importante pra evitar câncer, né. As outras coisas são, claro, tem outras coisas importantes também, mas manter-se num peso adequado é super importante pra reduzir risco de câncer. Sim. Tratamentos íntimos são dolorosos e invasivos? Não, assim, eu falo pra fazer. Não vou falar que não dói nada, tá. Mas a gente faz o anestésico, né, pra ser o menos... incomodar o menos possível. Não, invasivo, não. Engraçadas são as perguntas, né, que eles mais procuram, porque aquilo que a gente falou, eu tinha certeza que a pergunta da Dora ia estar no top 3 aí, das mais procuradas. Não, e é que é meio aflitivo pensar em, ah, mas vai por uma agulha aqui nessa região? Sim. É realmente uma região sensível. Podem ser feitos somente na menopausa? Não. Não. É aquilo que a gente diz até a comprevenção. Sim. Por exemplo, uma das indicações do laser é pra uma mulher que tá amamentando. Tem mulher que tem muito ressecamento na amamentação. Então a gente pode melhorar isso com o laser íntimo. Sim. E não ter nenhum problema na gravidez, doutora? Na gravidez a gente não faz. Teoricamente, não teria problema. Tá. Porque é local o tratamento. Só que não existe estudo com grávida e ninguém nunca vai fazer esses estudos. Então, a dúvida a gente não aplica. Tá. Mas, por exemplo, aplicar em alguém não tem problema. Eu apliquei aí durante a gestação e eu continuo fazendo laser nas minhas pacientes. Então, eu ser a médica que aplica assim, mas fazer em mim, não. Tá. Melhora autoestima e confiança? Com certeza. Com certeza, sim. É uma coisa que... É que às vezes, uma coisa que pra outra pessoa, né? Ah, mas que besteira. Pra quem tem aquela queijo, você melhorar aqui, nossa, você muda a vida da pessoa. E é, o que vai de cada um também, o que é prioridade, o que é a pessoa realmente se incomoda não, né? Não é outra pessoa que tem que julgar o que que... Ninguém tá dentro de você, né? Só você mesmo. Quem convive com os seus sentimentos eu convivo com os meus e você com os seus, a paciente com os delas. Exatamente. Aumenta a qualidade de vida? Com certeza. A gente pode falar em geral, né? Sim. Sim, mas isso é uma verdade... verdade verdadeira. Até da questão da atividade física, que a gente dá bicicleta ali, que a paciente quer fazer e não pode, não que sente o incômodo, né? Sente o incômodo. Sim, melhorar de... É, corrida, de qualquer coisa que cause atrito, né? Porque a roupa de dinástica ela é justa. Então, se tiver uma proeminência ali, vai atrapalhar. Exatamente. Agora, último, são poucos os efeitos colaterais? Sim, são poucos, né? O que a gente pode ter, às vezes é... ter alguma queimadura, de repente não ajustou o aparelho à vida, porque a gente ajusta, de acordo, né? Qual a idade da paciente, o qual que é o efeito que a gente quer, é... Eu diria algum tipo de queimadura ou vai, fez a aplicação do preenchedor, alguma acimetria ou foi demais, né? As vezes a gente não viu ali o Lucas Lu, porque fez a harmonização e não quis mais, né? E tem a enzima que a gente pode aplicar e tirar um. É reversível. Sim, é reversível. É, dificilmente a pessoa vai querer tirar, né? Não, geralmente ela vai querer impor mais. Às vezes a paciente volta, a doutora põe mais um pouquinho. Tá bom, vamos colocar. É, dificilmente vai ser ruim, né? Foi um papo muito esclarecedor e doutora eu vou pedir pra você passar as suas redes sociais, pra quem quiser tirar alguma dúvida relacionado a esse tema ou outro tema, né? Pode comentar aqui também no nosso vídeo pra gente trazer de novo. Doutora, tem que voltar mais rápido agora, hein? É, exatamente, porque tem muito tema já que já vem na cabeça pra gente citar, pra gente fazer um episódio só sobre isso e o pessoal também pode comentar aqui ou nas redes sociais da Doutora Priscila pra trazer sugestões ou dúvidas desse tema, né? Ou quiser te procurar pra saber mais detalhes sobre isso qual é que é a rede social? O que eu mais acabo usando é o Instagram da Arroba Doutora Priscila Beatriz Beatriz Cunze Então, se ficou alguma dúvida aqui nos comentários que eu vou olhar, tá bom? Se quiser me mandar a direct também a gente conversa por lá. E aí, o pessoal ou comenta lá pra você ou também pode comentar aqui no nosso vídeo. Muito obrigada pela sua participação e até o próximo episódio. Obrigada, até a próxima. Obrigada a você também pela participação aqui no Amato Aquestro, como a gente já citou, reforçando, não deixe de curtir, comentar, compartilhar com quem pode se interessar por esse assunto e mandar sugestões que é muito importante aqui pra que a gente tenha um ano inteiro de 2025 com assuntos interessantes que vocês tão procurando saber. Pra quem às vezes tá acompanhando esse vídeo até mais pra frente, nem outro ano mais pra frente, pode também mandar sugestões aí pra gente. Obrigada e até a próxima.

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