O Dr. Alexandre Amato apresenta três sinais-chave para auxiliar no rastreamento do lipedema, uma condição muitas vezes subdiagnosticada. O primeiro e mais relev
Primeiro, inscreva-se no nosso canal e vamos lá responder essa pergunta. Bom, essa primeira pergunta surge porque há uma certa dificuldade de encontrar pessoas que se dediquem ao assunto. Então muitas vezes você passa em algum médico, algum profissional de saúde, você acha que tem o lipidema e aí no final pode não ter o diagnóstico e fica continuando à dúvida.
Primeiro, não fique chateado com o seu profissional porque o lipidema não era ensinado nas faculdades de medicina ou de saúde no geral. É um assunto que, apesar de ter sido descrito em 1940, é um assunto que foi deixado de lado por muito tempo e as novidades estão vindo a cavar a loa do ar.
Então essa estatisticamente foi a pergunta mais relevante. Possivelmente envolve até já ter ido em vários médicos, não ter identificado problema, você continua achando que tem algum problema, mas não sabe dizer exatamente qual que é.
Então a dor é importante no lipidema, a dor, a sensibilidade ao toque. Isso é muito relevante no diagnóstico do lipidema. A questão é, a dor não ocorre somente por causa do lipidema.
Isso reflete a característica da desproporção corpórea do lipidema, onde os membros que possuem essa gordura doente têm uma dificuldade maior de perder volume de perder gordura. Então ao perder peso, se você perde mais em tronco, isso pode sugerir, então ganha mais um pontinho na probabilidade de lipidema.
Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre como diagnosticar o lipidema. Então essa é uma pergunta muito comum. As mulheres acham que tem o lipidema, o que podem ter, então o que fazer para diagnosticar o lipidema? Quem é o médico para procurar? Quais são as ferramentas que estão disponíveis? O que a gente pode fazer? Primeiro, inscreva-se no nosso canal e vamos lá responder essa pergunta. Bom, essa primeira pergunta surge porque há uma certa dificuldade de encontrar pessoas que se dediquem ao assunto. Então muitas vezes você passa em algum médico, algum profissional de saúde, você acha que tem o lipidema e aí no final pode não ter o diagnóstico e fica continuando à dúvida. Então o que pode ser feito? Primeiro, não fique chateado com o seu profissional porque o lipidema não era ensinado nas faculdades de medicina ou de saúde no geral. É um assunto que, apesar de ter sido descrito em 1940, é um assunto que foi deixado de lado por muito tempo e as novidades estão vindo a cavar a loa do ar. Primeiro, não fique chateado, continue sua investigação e eu tenho o maior orgulho de dizer que este mês foi publicado esse artigo científico publicado por nossa equipe, que é dedicada ao assunto do lipidema, a criação de um questionário e modelo de rastreamento em lipidema. A ideia desse trabalho, desse questionário, é definir perguntas que podem ajudar no diagnóstico do lipidema. Não para definir o diagnóstico do lipidema, mas sim para estipular as pacientes que estariam num risco maior de ter lipidema e as quais deveriam ser investigadas mais profundamente sobre a possibilidade de um lipidema. Então foram elencadas perguntas e essas perguntas direcionam o diagnóstico. Não servem para afastar o diagnóstico e nem para bater o martelo, para falar a certeza absoluta que é o diagnóstico, mas sim a cada ponto positivo que você vai somando nas perguntas aumenta a probabilidade de ter o diagnóstico de lipidema. Então as perguntas são, a primeira delas e mais importante é você sente que tem algo de errado nas suas pernas, mas não sabe o que? Então essa estatisticamente foi a pergunta mais relevante. Possivelmente envolve até já ter ido em vários médicos, não ter identificado problema, você continua achando que tem algum problema, mas não sabe dizer exatamente qual que é. Então essa é uma pergunta muito relevante. A segunda pergunta é, suas pernas doem? Então a dor é importante no lipidema, a dor, a sensibilidade ao toque. Isso é muito relevante no diagnóstico do lipidema. A questão é, a dor não ocorre somente por causa do lipidema. Existem várias outras doenças que podem levar a dor também. Desde trombose, varízes também podem, uma infecção, uma inflamação, problema articular. Então é uma pergunta muito genérica, mas veja que a gente vai somando pontos. A terceira pergunta seria, você tem problema para perder peso, principalmente na parte de baixo do corpo? Isso reflete a característica da desproporção corpórea do lipidema, onde os membros que possuem essa gordura doente têm uma dificuldade maior de perder volume de perder gordura. Então ao perder peso, se você perde mais em tronco, isso pode sugerir, então ganha mais um pontinho na probabilidade de lipidema. Outra pergunta é, há uma desproporção corpórea? Então o emicorpo superior, a parte de cima da cintura e a parte de baixo da cintura são desproporcionais? Isso é muito frequente no lipidema, é uma das características do lipidema. Obviamente a gente está falando do lipidema cometendo membros inferiores e não membros superiores, mas normalmente quem tem acumentimento de membros superiores tem um acumentimento de membros inferiores também e pode relatar uma cintura fininha com quadril mais largo ou perna mais larga ainda, isso é muito relevante no diagnóstico do lipidema. Suas pernas ou braços formam hematomas frequentemente, são aqueles roxinhos. A pergunta, usa a palavra hematoma, mas talvez uma forma mais correta de dizer seria equimose, mas é que hematoma todo mundo conhece, seria um roxo nas pernas, então forma muito roxo, aleatoriamente, do nada, você não sabe se bateu e apareceu um roxo lá. Isso é muito frequente no lipidema, então essa fragilidade capilar ela está relacionada com o lipidema, então essa pergunta ajuda a direcional diagnóstico. Durante a puberdade, você ganhou o peso principalmente nos quadris, coxas, pernas ou braços? Essa é outra pergunta importante que remete a característica hormonal do lipidema, então o lipidema ele tem uma influência hormonal muito grande, tanto puberdade, menopausa, uma gestação, são momentos críticos do lipidema onde ele pode aparecer. Então essa pergunta reflete exatamente isso, se você percebeu uma mudança depois da puberdade, e essa mudança poderia então sugerir a presença do lipidema. As outras duas perguntas remetem a amamentação e a menopausa, se houve alguma mudança, então na deposição de gordura, nessas áreas, nessas situações. Statisticamente o trabalho mostrou que essas duas perguntas não foram relevantes, mas simplesmente pelo fato de haver uma amostra menor, um número menor de pessoas acometidas e o número não foi suficiente para comprovar. Eu realmente acredito que elas sejam perguntas importantes ainda para ajudar no diagnóstico do lipidema. Então esse é o trabalho, esse é o artigo, eu vou deixar o link na descrição, tanto do artigo quanto do questionário montadinho para você responder se quiser, e para você encontrar médicos que estudam o assunto, existe a Associação Brasileira de Lipidema, o site é www.lipidema.org.br, org de organização sem fins lucrativos. Então essa Associação Brasileira de Lipidema é a lista profissionais que se dedicam a estudar o assunto lipidema, você pode encontrar alguém lá. Achou que esse vídeo pode ajudar alguma amiga sua? Compartilhem, envie para ela, para os seus grupos de amigas, inscreva-se no nosso canal e até o próximo.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.