A medicina do estilo de vida é uma abordagem médica essencial, tanto para prevenir quanto para tratar doenças, sendo aplicável a todas as áreas da saúde. Ela é
Então, é aquele ali. Tá certo. Um prazer estar aqui falando sobre esse assunto, como o Fernando mesmo falou, que eu tanto gosto.
A princípio, até quando eu fiz faculdade, imagino que o Fernando também, era muito genérico, né, a gente falava, ah, modificação do estilo de vida. Mas, recentemente, grupos se juntaram para definir parâmetros, né, em relação ao quais são os pilares da medicina do estilo de vida.
Então, na tentativa de sistematizar, né, essa abordagem, foram criados seis pilares da medicina do estilo de vida.
Isso é só uma forma didática, tanto para nós médicos e profissionais de saúde, não somente médicos, abordarmos os pacientes, mas também para esses pacientes conseguirem se estruturar. Quando a gente fala sobre, a gente consegue pontuar quais são os pilares.
Deixa eu adivinhar. Comida, atividade física, dormir bem.
Boa tarde a todos. Estamos aqui com mais um AmatoCast. Na verdade, nosso segundo episódio de podcast do Instituto Amato.
E hoje temos como convidada a doutora Lorena Amato, que é nossa endocrinologista. Estamos tendo um pequeno probleminha aqui com as câmeras, então vou voltar nessa tela de início, mas eu tenho certeza que vocês estão escutando. Então, eu convidei a doutora Lorena, porque ela é endocrinologista aqui do Instituto Amato e tem tudo a ver com medicina de estilo de vida.
Aliás, é o que ela mais tem trabalhado com os pacientes dela, a medicina do estilo de vida. Eu gostaria que a doutora Lorena se apresentasse, falasse um pouquinho dela, a formação dela e porque ela tanto valoriza a medicina do estilo de vida. Aliás, depois dela se apresentar, eu quero que ela defina o que é medicina do estilo de vida.
Tudo bom, pessoal? Obrigada, né, Fernando? Ah, só um detalhe, para você seguir a câmera é o que está com o vermelhinho, tá bom? Então, é aquele ali. Tá certo. Um prazer estar aqui falando sobre esse assunto, como o Fernando mesmo falou, que eu tanto gosto.
Eu sou endocrinologista, fiz residência na Unifesp, endocrinologia na USP, logo na sequência fiz doutorado na USP São Paulo, na área do desenvolvimento. E particularmente na endocrinologia, a medicina do estilo de vida é essencial, mas quanto mais eu estudo, mais eu vejo que para todas as áreas da medicina. Você for para a medicina estética, cirurgia plástica, qualquer área da medicina, o estilo de vida saudável é essencial, não só para tratar doenças, como para prevenir.
Então, isso que me fez ficar aí encantada. E com relação à pergunta, né, o que é a medicina do estilo de vida? A princípio, até quando eu fiz faculdade, imagino que o Fernando também, era muito genérico, né, a gente falava, ah, modificação do estilo de vida. Mas, recentemente, grupos se juntaram para definir parâmetros, né, em relação ao quais são os pilares da medicina do estilo de vida.
Hoje a gente tem congressos, a gente tem associações, sociedades, livros, enfim, que abordam somente esse tema, medicina do estilo de vida. Uma forma de aprofundar um pouco o aprendizado e não ficar só no geral, ah, estilo de vida saudável. É, parece muito fácil, né? Ah, medicina do estilo de vida, então é só ter uma vida saudável, né? Mas, doutora Lorena, o que é ter uma vida saudável, né? Em que se baseia a medicina do estilo de vida? Tem alguma estrutura para ficar uma coisa mais clara, mais fácil de entender para os nossos telespectadores? O que seria a medicina do estilo de vida? Em que ela está baseada? Então, na tentativa de sistematizar, né, essa abordagem, foram criados seis pilares da medicina do estilo de vida.
É claro que a gente pode prolongar isso aí para muito, esses pilares eles se intercalam, né? Isso é só uma forma didática, tanto para nós médicos e profissionais de saúde, não somente médicos, abordarmos os pacientes, mas também para esses pacientes conseguirem se estruturar. Quando a gente fala sobre, a gente consegue pontuar quais são os pilares. E esses pilares são seis, né, da medicina do estilo de vida.
E quais são esses seis pilares? Deixa eu adivinhar. Comida, atividade física, dormir bem. Já consegui três, é isso? É, basicamente isso, realmente.
E o mais interessante também é que nos congressos de medicina do estilo de vida, a gente também aprende como motivar, como ajudar os pacientes a chegar lá. Não só falar, porque todo mundo vai falar assim, mas a gente já sabe, né? A gente só não sabe como fazer isso, profissionais de saúde também não sabem como orientar esses pacientes, além de só ficar falando. Então, uma forma bem estruturada de conseguir que esse paciente realmente mude o estilo de vida.
E sim, são esses seis pilares. Comida, como você já disse, já é uma boa nutrição abordar todas as questões relacionadas à nutrição. É sono, você falou, de qualidade e todas as variáveis relacionadas ao sono.
Sedentarismo, combate ao sedentarismo, prática de atividade física. Sim, são três, a primeira metade. E os outros três? Quais seriam os três? Bom, acho que no usar drogas... Pra começar, se a gente conseguir esses três, né? Imagina, que já tá bem... É, eu acho que na verdade os três importantes são esses, né? Você acha que se uma pessoa come bem, ela vai dormir bem.
E se ela come bem, dorme bem, ela pode também fazer uma atividade física também melhor. Agora, se não faz atividade física, ela tem um potencial maior de não comer tão bem e de não dormir tão bem. Aí, viu? É raciocínio simples.
Tá, tudo tá encarcafado, realmente. Só que ainda falta você pensar nos relacionamentos interpessoais dessa pessoa. Tanto relacionamentos que não são bons, quanto pessoas que não têm relacionamentos, né? Que são muito sozinhas, muito isoladas.
Eu acho muito interessante que nesses congressos fala da importância das amizades. E começa a basear em evidência, né? Acaba tendo estudos relacionados a isso, mas também... Então, pra ter uma vida saudável, você precisa ter amigos. Sim.
Ou não ter amigos, né? Dependendo de qual tipo. Se afastar, né? Ótimo. Então, isso é interessante.
Então, relacionamento. Então, vamos lá. Então, eu tenho que dormir bem, eu tenho que comer bem.
Que também a gente pode explorar isso, né? O que é dormir bem, o que é comer bem e o que é fazer atividade física. Porque eu subo escada todo dia, já não é atividade física? Não. É melhor do que... Existe a atividade física programada e a não programada.
Quem fica sentado o dia inteiro e alguém que trabalha com atividade física corporal, um personal trainer, não sei, alguém que trabalha com o trabalho braçal, realmente tem um benefício. O fato de ficar sentado é pior do que ter uma atividade. Mas existe a atividade programada.
Aquela que você atinge uma frequência cardíaca, que você se propõe a fazer. Coloca um tênis e vai. Entendi.
Mais ou menos isso. Ó, só aproveitando aqui, só reintroduzindo quem começou agora, aqui é o Amato Cast, né? Nosso segundo episódio aqui do canal do Instituto Amato. Essa que está ao meu lado é a doutora Lorena Amato, né? Ela é endocrinologista e minha esposa.
Então, sim, ela tem marido e eu sou o marido dela. Então, ninguém manda nenhuma mensagem aí no chat. É aí que eu estou lendo o chat.
Aproveitando o chat, alguém mandou uma boa noite enviada da Ilha da Madeira. Não sei onde é, mas toda ilha é bem-vinda. Fiquei curioso para descobrir e conhecer.
Tem também uma paciente aqui que é paciente do doutor Keller e mandou um beijo a todos. Então, o beijo será enviado a ele, mas verbalmente, tá? Eu não vou dar beijo nele, não. Então, é isso.
Aproveitando, quem não é inscrito no canal, não deixa de se inscrever. Compartilhar esse vídeo talvez seja interessante. Esses vídeos a gente quer focar muito nos nossos inscritos no canal.
Então, são pessoas que a gente viu que tem um perfil de pessoas que procuram melhora na saúde. Então, a medicina do estilo de vida é baseada na saúde, não na doença. Então, a gente tem que buscar a saúde.
Então, é isso que a gente quer trazer com vocês, com essas séries de episódios. E eu gostaria muito que todos pudessem sugerir temas. Então, os temas são bem-vindos para o nosso AmatoCast.
A gente está tendo algumas falhas de imagem por conta de um evento raríssimo aqui em São Paulo, que é chuva. Em São Paulo, sim, chove. Então, a falha na imagem é principalmente por conta da internet, mas o áudio eu acredito que esteja chegando.
Então, se vocês estiverem tendo dificuldades, podem interagir, mandar mensagens. E mais uma última coisa. Desculpa, Lorena, mas a gente vai fazer também uma enquete, que a gente vai colocar depois no nosso canal, relacionada a um logo para o nosso AmatoCast.
Tem dois logos que a gente está vendo e todos vão poder dar a opinião. E a opinião de vocês é muito bem-vinda. Algo que também é interessante é que eu preciso deixar a doutora Lorena falar.
Então, se eu estiver falando muito, vocês também podem brigar aqui no chat, porque às vezes eu me empolgo aqui. Vamos lá, doutora. Vamos falar um pouquinho mais sobre a medicina do estilo de vida.
Vamos falar sobre os relacionamentos, atividade física, sono, comida e...? Abuso de tóxicos. O que é tóxico? Então, a gente pode... Drogas, em geral, lícitas e ilícitas. Lícitas, cigarro e álcool.
Ilícitas, existe também o abuso. Uma população que faz uso de drogas ilícitas. E também abuso de substâncias que são tóxicas, que são medicamentos.
Quando aquele médico faz aquela prescrição, você não volta nunca mais lá e continua usando por muito tempo. Aí o seu vizinho pede e você também usa. Medicamentos também têm superpotencial tóxico, ainda mais quando não associado a um segmento médico.
Então, é o abuso de tóxicos. É isso que acredito que também adoece muita gente. Então, tem alguém aqui no chat que acabou de falar que toma remédio para dormir e agora nem os remédios de dormir estão funcionando.
Tem gente que toma remédio para dormir, remédio para conversar, remédio para ficar quieto, remédio para acordar. E a gente fica escravo de tudo isso. E a gente fica escravo.
Então, para ter uma vida saudável, tem que se livrar desses males. Então, os remédios estão lá para ajudar, não para substituir. E a gente consegue passar com a medicina do estilo de vida.
E canais como esse, você seguindo, você sempre estando aqui participando, você consegue ter as ferramentas para melhorar a sua saúde sem precisar ficar dependente de médico, de um monte de médico, exame, remédio. É claro que algumas situações as pessoas precisam, mas se você promover a sua saúde, e a medicina do estilo de vida traz isso, a gente consegue melhorar bastante até a questão do sono. 90% das questões de sono podem ser resolvidas com higiene do sono.
Bom, higiene do sono é muito interessante porque hoje em dia a gente está viciado em algumas coisinhas aqui, né? Algumas coisinhas aqui que todos estão. Mas eu acredito que 5 e meia da tarde é um horário ainda adequado para estar assistindo. Mas realmente, eu, a doutora Lorena sabe, por ser minha esposa, que uma hora antes de dormir eu tento me livrar de tudo.
E eu tento fazer nada para conseguir dormir. Quando eu fico trabalhando até tarde, eu demoro uma hora para sossegar e dormir. E eu acredito que todo mundo devia fazer isso, né? Quem tem filho, às vezes acaba prendendo a rotina do sono para conseguir ter vida, né? Para tentar fazer as crianças dormirem e rebaixá-los, né? Colocar uma luz mais fraca, diminuir o som, o que mais, doutora? O que dá para fazer para melhorar o sono? Muita coisa em relação ao sono.
Luzes mais fracas no fim do dia. Tentar respeitar ao máximo possível. No Brasil, a gente é super privilegiado.
A gente não tem estações que não tem sol nenhuma hora do dia. Então, a gente pode respeitar um pouco a exposição solar natural. Então, quando o dia começa a escurecer, não é para acender luz que você nem sabe como está lá fora.
O ideal é que você vá seguindo o ritmo do ambiente natural, da luz natural. Então, é tentar deixar entrar a luz natural em casa. E se a luz natural está diminuindo, que é o caso do sol.
E quando a esposa tranca tudo e não pode ter luz entrando para se acordar, o que a pessoa faz? O ideal é que tenha alguma iluminação, mas você acenda a luz um pouco antes. Inclusive, estímulos luminosos, às vezes a gente fala assim, ah, mas eu preciso do remédio para dormir, eu já tomo há muitos anos. A higiene do sono, todos os pilares da medicina do estilo de vida vêm para ajudar.
Não adianta você falar, não, agora eu estou tomando remédio, não preciso mais usar a higiene. Não, precisa. E essa questão de estímulos luminosos é hábito, que ajuda o medicamento.
Então, o medicamento, como o estilo de vida tem um plus, igual a pessoa participou e falou que o remédio não resolve, o remédio com a higiene do sono bem estruturada, provavelmente vai resolver. E as luzes noturnas, às vezes a gente fala, se tem alguma luz à noite, aquilo inibe a produção de melatonina. Melatonina, imagina, quem aí toma? Alguém que está ouvindo, a gente toma melatonina, todo mundo, né? Um monte de gente, imagina que a gente produz melatonina, e se a gente impedir a produção com a luzinha que fica ligada ali, iluminando o seu rosto à noite, isso atrapalha a sua produção de melatonina.
E, principalmente, se a gente impedir a produção, a qualidade aparecerá. Ok, então a gente já tem sono, temos alimentação, atividade física, relacionamentos tóxicos, e o que mais? Manejo do estresse. Imagina se... A gente acha que essa pessoa que não tem estresse precisa de medicamentos.
Longe disso. Aqui a gente é totalmente a favor de medicamentos, mas que esses façam diferença para a vida da pessoa. As pessoas não podem ficar dependentes dos medicamentos, mas elas precisam potencializar esses medicamentos.
Então, a gente tem discutido bastante nisso, que muitas pessoas às vezes querem a cura, querem ser curado, querem ser tratado de uma doença usando remédios, mas esquecem que elas precisam querer se tratar e elas precisam querer ser curadas. Então, tudo isso é uma jornada que uma pessoa doente tem. Ela tem que ir atrás de tudo aquilo que possa melhorar.
Então, ter um hábito de vida saudável é fundamental para quem tem alguma doença. É fundamental, né? Tem pessoas que procuram o caminho ao contrário, né? Ah, não, eu estou muito mal, vou aqui beber whisky todo dia. Eu não tenho amigos, eu vou beber whisky todo dia.
Ah, não durmo. Ah, não dormi bem, vou tomar aqui um estimulante. Então, fica nesse vício.
Agora, vamos tentar conectar esses pilares. Falamos um pouquinho, já exploramos um pouco do sono, né? Mas o que seria um sono adequado? Dormir 12 horas? Dormir 5 horas? O tempo? Ou não ter sono durante o dia? Dormir à tarde faz bem, faz mal? O que seria um sono adequado para a gente falar? Está tudo alterado. Eu passo o dia tomando estimulantes, né? Desde o café, somente com outros estimulantes mais pesados, digamos assim.
E à noite, não conseguem dormir. Então, está tudo interligado. E o que seria? Então, em torno, adultos, em torno de 7, 8 horas varia de sono.
Tem a questão da quantidade. A quantidade também é importante. A porcentagem de pessoas que dormem pouco e ficam bem é bem pequena na população.
Existem as pessoas que dormem 5 horas e que ficam bem. Mas isso é a minoria. Se eu não me engano, chega a 5%.
Então, a maioria das pessoas precisa, sim, de 7 a 8 horas diárias de quantidade de sono. Além disso, depois que acorda, está descansado. Não faz sentido todos os dias.
Se você acorda todos os dias no mesmo horário, dorme no mesmo horário, todo dia está atropelado. Quando acorda. Entendi.
A gente já falou do tempo, mas acho que o importante é falar da sensação, né? Do sono reparador. A pessoa não acordar também à noite. Acho que a pessoa que dorme e acorda 5 vezes à noite, ou que dorme, talvez pelo estresse, talvez pelo relacionamento.
Até relacionamento e estresse, para mim, é quase a mesma coisa. Mas tem pessoas que acabam sofrendo com sono porque se acordam não conseguem voltar a dormir. Então, acho que essa parte que é importante das pessoas, que às vezes elas podem até dormir, mas se alguém interromper o sono delas, elas não conseguem voltar a dormir.
E a questão do sono é muito particular. Também, no decorrer dos anos, é natural que se diminua a quantidade de sono necessária para ser um sono restaurador. É natural que diminua um pouco.
Então, idosos, eventualmente, acabam precisando de um pouco menos de sono noturno e, eventualmente, uma cesta durante o dia, um pequeno sono durante o dia. Algumas pessoas acabam precisando. Isso é particular de cada um.
E com a idade, a tendência é que isso seja mais frequente. Precisar de um sono diurno. E é isso aí.
Então, você tem que ter estratégias para manejar. Sono é fisiológico. Se você não conseguir dormir, é o mesmo que você não conseguir comer, que você não conseguir ir ao banheiro, que você não conseguir... Falar que não consegue respirar.
Está muito alterado quando você precisa de muito recurso para algo que é tão fisiológico e tão natural do ser humano. Então, a gente está normalizando problemas relativamente sérios. Então, realmente, se você está com a grande dificuldade do sono, um profissional médico tem que te ajudar.
Ótimo. E como se resolve com os amigos ruins? Então, isso é complexo, porque, às vezes, você, como médico, fazendo essa abordagem, é claro que uma equipe multidisciplinar, a medicina, se fracionou. Então, a gente, claro, pode contar com a ajuda de outros profissionais, psicólogos, enfim.
Mas amigos ruins, se afastar. Simples assim. Relações tóxicas, não só de amigos.
É, eu gosto de fazer essa pergunta para os pacientes, né? Como que é o relacionamento em casa? Enquanto eu estou querendo entender melhor o estilo de vida da pessoa. Por que eu falo do relacionamento? Pergunta do estresse com relacionamento. Porque muitas pessoas, às vezes, têm familiares doentes em casa e não é... e fica aquela clima de tensão.
E, geralmente, essas pessoas sofrem muito. E também as pacientes que têm filhos, elas sofrem desse relacionamento, ficam muito sobrecarregadas, não têm uma rede de apoio muito boa. Também o estar casado ou separado, isso eu vejo que tem uma influência no perfil do paciente.
E acredito eu que eu já esteja investigando tanto da parte do relacionamento, ver que tipo de relacionamento que tem, quanto do estresse. Então eu pergunto do estresse, como que é o estresse dentro de casa e como que é o estresse no trabalho. E é claro, eu falei, se afasta, por exemplo.
Mas se for um chefe de um emprego que você não pode se demitir ou alguma situação que você não pode se afastar, aí entra o manejo do estresse. Estratégias, você tem que ter alguma estratégia, você vai viver o resto da vida daquele jeito. Então é a hora que eventualmente psicólogos entram para ajudar, mas se você não pode sair daquela situação, de perto daquele relacionamento não saudável, o manejo de estresse é importante.
E aí tem prática de atividade física, como está tudo interligado, meditação, prática de meditação. A gestão do tempo é importante, exatamente porque muitas pessoas, às vezes, não fazem atividade física porque não tem tempo. Estão estressadas e estão trabalhando demais.
Então isso não é saudável. Então a gestão do tempo, às vezes, diminui a questão do estresse, porque muitas vezes o estresse é, as pessoas acabam te alugando no serviço, você está ali e todo mundo vai te requisitando, você trabalha para todo mundo, mas não trabalha para você. E acaba ficando estressada demais para conseguir gerenciar essa relação no trabalho.
E acaba que a atividade física acaba indo para o espaço ou até mesmo alimentação. E você, às vezes, fala, não tenho tempo para atividade física, mas se talvez dormisse, se fizesse atividade física e dormisse bem, com qualidade, ia ser tão produtivo durante o dia, porque ia sobrar energia, porque atividade física traz essa sensação de bem-estar, que ia acabar produzindo mais. Tem endorfinas, então assim, diminui até dor.
Então, às vezes, conseguir fazer atividade física pode limpar a mente um pouco, então diminui essa questão do estresse. A alimentação, você vai precisar sentir a necessidade de alimentos melhores. E falando em alimentos, o que é uma alimentação adequada no estilo de vida? A gente sabe também que hoje muita gente come de forma inadequada e o quanto mais ultraprocessado é o alimento, pior.
É claro que a gente não tem como viver, tem a história da dieta paleolítica, mas a gente não vive no paleolítico mais. A gente tem que pegar o que a indústria alimentícia trouxe de bom. E tem coisa que trouxe de bom.
Tem, por exemplo, a pessoa que come pouca proteína e conseguir ter acesso a uma proteína de boa qualidade, com poucas calorias. Por que não? Usar da indústria alimentícia a seu favor, mas sabendo escolher. Agora, pegar qualquer tranqueira e saber olhar minimamente rótulos.
Eu brinco, falo até com meus filhos, de seis anos, seis e quatro anos, mas de quatro não entende muito bem. Mas sobre isso, olhar rótulos. Se você lê o que tem no alimento e não reconhece nada como alimento, alguma coisa está errada ali.
Porque só tem nomes que você não reconhece como alimento. Você está alimentando o seu corpo com aquilo. Eu faço uma analogia com os meus pacientes.
Fernanda, não sei se você sabe. Se eu pego um carro e coloco gasolina em qualquer posto de gasolina, o carro vai durar o quê? Dez, quinze anos. Mas você faz isso.
Mas você briga comigo. Entendeu? Não é porque está errado, vai estragar o motor, vai estragar o carro. E é capaz de colocar gasolina onde é diesel e diesel onde é álcool.
Vai acontecer o quê com o carro? Não vai. Dá certo. E o carro dura o quê? Quinze anos.
Um carro de uso habitual. É para durar a vida inteira. É para durar a vida inteira, mas você sabe que não dura.
Então, a gente não coloca, a maioria das pessoas, ainda mais homens, quando não se alimentam bem, qualquer gasolina no carro. Eu falo, por que você coloca qualquer combustível para a sua máquina, que vai ter que durar a vida inteira? A sua vida, pelo menos, vai ser inteira. Então, o que você coloca para dentro tem a ver com a sua energia, com o seu autocuidado também.
Enfim, colocou porcaria para dentro, não tem como querer ter energia. Está certo. Então, vamos lá.
Já falamos da atividade física. O que é uma atividade regular? Também assim. Eu subo escada e desço escada todo dia.
Mas aí, como eu falei, é importante ter parâmetros, sim. A gente sabe que o ser humano não é robô. Nem todo mundo é igual.
Mas é importante ter parâmetros para as pessoas terem uma ideia do que seria o mínimo. E o mínimo, o recomendado é de 150 a 300 minutos por semana. Então, eu sempre falo 150, que o pessoal não consegue chegar nem nos 150, quem dirá nos 300, geralmente.
Então, a gente tenta pelo menos os 150 por semana de atividade moderada. E como eu não quero complicar muito, e aqui a intenção é passar informação, o que é moderado? É aquela que você tem um pouco de dificuldade para falar. Ou seja, eu caminho no shopping meia hora conversando.
Melhor do que nada. Mas se você está conversando numa boa, talvez não seja, não é, talvez não. Não é atividade física moderada.
Você tem que ter alguma dificuldade para falar, para conversar. Não é aquela que você fica esbaforido, que nem consegue falar, que seria intensa. Mas é aquela que você tem uma dificuldade para falar quando está fazendo.
Então, 150 minutos semanais. Isso pode, o ideal é que seja espalhado no decorrer da semana. Mas o que vier lucro, se você conseguir fazer 10, 40, 30, está valendo.
Para chegar em torno de 150. E sempre intercalando de força e aeróbico. Agora, se for intensa a atividade, você pode deixar em 75 minutos por semana.
Ou seja, alguém que pratica uma atividade realmente muito intensa, uma corrida muito pesada. Alguns esportes como basquete, tênis, futebol. Alguns esportes que a pessoa realmente se cansa bastante, tem um desgaste, aí o 75 seria considerado.
75 minutos por semana, o mínimo, para você não ser sedentário. Isso em adultos. Então, pelo menos um parâmetro.
A gente não é máquina. Foi 144, está ruim. Não é bem assim.
Mas para as pessoas terem uma noção do que seria ruim. Hoje em dia, olha só, os aplicativos. Quem tem relógio, smartwatch, smartphone.
Tem muito aplicativo para ajudar a melhora do estilo de vida. Essa proposta já vem de muito tempo. Tinha aqueles que colocavam uma fita para acompanhar a frequência cardíaca.
Ou as esteiras, você vai e coloca a mão. Tem onde segurar e ver a frequência. Bicicleta também.
Mas cada vez a tecnologia tem ajudado mais. E é importante que as pessoas talvez utilizem isso. Porque, por exemplo, o relógio que consegue ver essa frequência, ver a quantidade de caloria.
Às vezes consegue ver a parte do sono. Então, a tecnologia está cada vez ajudando mais a pessoa. Cada vez está ficando mais fácil das pessoas fazerem atividade física.
Para ajudar. E elas não estão fazendo. Outro dia eu fiz yoga, pilates.
Pelo negócio na TV, que foi no Apple TV. Achei legal. Achei que vale a pena.
Fiz algumas vezes. Foi bom. Porque eu consegui fazer em 10 minutos.
Fazer alguma atividade é melhor do que nada. Mas nada do que o bom, o velho. Sair andando na rua para fazer atividade física.
Ouvindo o Amatocast. É claro. Não precisa complicar muito.
Hoje, com a pandemia, acho que isso modernizou bastante. Tem muitos aplicativos para você fazer no espaço de uma pequena sala. Sem nada.
Sem nenhum aparelho. Sem nada. Você consegue elevar a frequência cardíaca.
Você consegue massa muscular. Em um pequeno espaço. Então, isso com certeza é possível.
Só basta querer. E com preços bem acessíveis hoje em dia. Alguns até gratuitos.
Sim. A maioria vai ter alguma parte gratuita. Os convênios também.
Eles são obrigados a ter um investimento. Nessa parte preventiva. Então, alguns planos de saúde.
Eu sei que tem. Por mais que eu tenha muita crítica a eles. Eles têm programas de atividade física.
Principalmente para o público mais idoso. Que acaba doecendo mais. Exatamente para evitar que adoeçam.
Então, eu acho que essas medidas preventivas são muito bem vindas. Eu acho que todo mundo tem que estimular. Todo mundo tem que estimular o estilo de vida.
Mas também precisa se falar sobre o que é. Porque às vezes a pessoa vai lá. Ela dorme 12 horas. Ela fuma um ou dois cigarros.
É pouco. Não é um maço. Toma um whisky.
Meia garrafa. Não é uma garrafa inteira. É sedentário.
Não maneja o estresse. Na hora de subir para o trabalho. É cinco andares.
Mas vai de elevador. E na hora de comer ali. Ele come uma coxinha frita.
Nada contra a coxinha. Adora a coxinha. Mas ela também não é muito saudável.
É a pessoa que fala assim. Eu não sei porque meu colesterol está tão alto. Eu não sei porque eu estou tendo dor no coração.
Estou tendo angília. Eu acho que não faz sentido. As pessoas jovens tomando um mundo de remédio.
Como a gente disse. Não é que a gente é contra remédio. Quando precisa, eles vêm.
São muito bem vindos. Mas eu falo. Muita coisa poderia ser prevenida.
Pessoas extremamente jovens já hipertensas. Será que se fizesse atividade física? A busca das pessoas não tem que ser por doenças. Para justificar.
Eu tenho essa ou aquela doença. Elas têm que buscar pela saúde. Como eu vou ter mais saúde? Comendo um ovo, dois ovos.
Pode ser. Sua busca pode ser na alimentação. Fazendo corrida.
Fazendo bicicleta. Fazendo natação. Também pode ser aquela que você sente melhor.
Eu acho que a gente pode, às vezes, encaixar. Eu gosto de tomar um vinho. Ok.
Nenhum médico vai prescrever vinho. Ou um label. Falando.
Mas, muitas vezes, a gente sabe que um vinho vai ser muito melhor do que muitas outras bebidas. E pode trazer um prazer para a pessoa em si. Principalmente, olha só que interessante.
Quando as coisas são moderadas. São bem feitas de uma forma pensada. O vinho é um excelente drink para relacionamento.
Então, não tem problema. Às vezes, estimular um bom relacionamento, você pode estar tomando uma bebida que poderia prejudicar o outro. Então, também está um pouquinho na dose.
Na maneira que é feita. É claro, o equilíbrio. Sempre, em tudo.
Mas as pessoas, na verdade, estão escravas de medicamentos. E o medicamento não vai curar. Vai te deixar doente cronicamente.
Dependente. Dependente. E como eu falei, não que somos contra.
Detalhe. Tem alguns remédios que ninguém pode ficar sem. Ninguém.
Que, por exemplo, medicação para pressão. Não fiquem... Não, a gente não está falando para tirar nada. Mas para as pessoas mais jovens, que ainda não são hipertensas.
Porque, é claro que algumas vezes a pessoa... Ah, eu conheço alguém que fazia atividade física, não fumava, comia bem e ficou hipertensa. Sim, doenças acontecem. Mas vocês podem ter certeza que se essa pessoa que ficou hipertensa fazendo tudo isso, se ela não fizesse, fumasse... Ela não estaria nem aí.
Ela talvez nem teria oportunidade de ser hipertensa. Teria infartado antes. Então, é para tentar.
E para quem já é, a gente sabe que o estilo de vida saudável ajuda na condição da doença. Minimiza a dose. Faz com que você viva mais.
Então, não é... Ah, já estou tomando remédio para pressão. Ou já estou tomando remédio para colesterol. Posso comer qualquer porcaria? Não.
Não. Vai ajudar. Vem para fortalecer a atuação do medicamento e para trazer mais saúde, que é o que todo mundo quer.
A gente não quer viver mais. A gente quer viver mais com saúde. Legal.
Que mais? Só lembrando que esse é nosso segundo episódio do AmatoCast. A intenção nossa é trazer informações interessantes que possam ajudar na sua saúde, na saúde da família, na saúde dos amigos. Eu fiquei sabendo aqui que a Madeira é uma ilha portuguesa.
Portugal tem a maior parte continental na Península Ibérica e mais dois arquipélagos. O da Madeira, que engloba a Ilha da Madeira, e a Ilha do Porto Santo. Ah, que legal.
Então, é só te falar que é a Ilha da Madeira lá em Portugal. Que bom, que legal que a gente está aqui internacional, na Europa. Excelente.
Tem alguém, a Rosângela, que falou que lê sempre os rótulos. Isso mesmo, tem que ler rótulos. Enquanto você consegue ler, porque também a saúde ocular nossa vai indo com o tempo.
Mas é importante saber o que come. E eu gosto muito de uma dieta que é a dieta mais paleolítica, que, na verdade, você tem mais controle dos alimentos se eles serem menos processados. Mas a gente sabe que isso não é uma realidade.
Muitas vezes não tem opção. E o acesso é mais fácil nos alimentos que tem no supermercado e é difícil conseguir. Ah, mas se você se planejar, você consegue o que a gente chama também de plant-based, que é o que nasce.
Então, se você comprar um biscoito ou uma banana, a pessoa fala, mas o biscoito é mais fácil de abrir. Poxa, a banana também pode descascar. É fácil, né? Então, é só uma questão.
Banana não é tão caro, né? Então, é só uma questão de boa vantagem. Ah, mas só banana? Aí vai outra coisa. Tem maçã que é baratinha, que dá pra comprar de monte.
Então, assim, se você se planejar, dá pra comer bem. Cenoura, dá pra comer crua, como biscoito. Não é tão caro.
Pepino, enfim. É difícil também essa parte de cultura, né? De alimentação, a gente ficar discutindo sobre as culturas. É difícil.
Tem alimentos que as pessoas se dão bem e outras se dão mal. Claro, mas sempre vai ter opção. Até dentro de casa, às vezes tem alguém que gosta de carne, outra pessoa que não gosta de carne, né? Gosta de churrasco, gosta mal passado, bem passado.
O plant-based não é vegetariano. Tem carne incluída, só é o mais natural possível. Mas você planta? Tudo que a gente fala... Mas plant-based não é plantado? Não, mas não é vegetariano.
Ufa. Acredite. Eu gosto do paleolítico.
Eu gosto do paleolítico, eu me sinto aqueles homens da caverna, comendo assim. Só que aí eu já vi uma observação muito interessante. Então, faça atividade física igual no paleolítico também.
Não estou falando você, sim. Dá uma lança aí para o caçador, meu. Sai correndo todo dia, faz jejum, porque não se comia todo dia.
Não matava um leão todo dia, né? Está certo, está certo. Então, vamos ver. Falamos sobre a medicina do estilo de vida.
A gente tem seis pilares. A doutora Lorena, que é endocrinologista, vai me corrigir. Eu vou falar o que eu absorvi.
Eu absorvo 20% do que ela me fala. Mas, basicamente, a gente tem seis pilares. O primeiro pilar, eu acho que... Os primeiros três pilares é alimentação, sono e atividade física.
Isso tem que fazer muito sentido, porque a gente passa... Como é que é? Um terço da vida dormindo. O restante comendo e fazendo atividade física. E o outro, um terço, deveria ser trabalhando, né? Quem não trabalha pode fazer mais, né? Mas talvez fique difícil de ter dinheiro para comer.
Mas, tudo bem. A gente tem mais três pilares que seriam os mais complexos. Esses eu tenho dificuldade.
Mas, vamos lá. Tóxicos. Então, tudo aquilo... Remédio, né? Remédio tarja preta, remédio para dormir, para acordar, para fazer atividade física, para concentrar, para desconcentrar.
Todos esses entrariam, principalmente no seu excesso. Porque o remédio pode ser muito bem-vindo quando a gente está tratando alguma doença. Relacionamentos, né? Amizades, né? O relacionamento dentro de casa, relacionamento com o marido, relacionamento no trabalho.
Então, muitas vezes a gente não consegue se livrar. Então, você vê que tem pacientes que sofrem no trabalho e em casa tem uma paz, porque tem uma harmonia familiar muito estável. Mas, no trabalho não consegue, gosta do trabalho, mas tem relacionamentos estressantes no trabalho.
Tem quem tem o contrário. Tem quem tem relacionamentos estressantes em casa e vai para o trabalho para descansar. Então, isso também é possível.
E o estresse. Então, olha só que interessante. O estresse está conectado com os relacionamentos, está conectado com sono, com a falta de sono.
Uma alimentação ruim ou não se alimentar direito pode causar estresse. A alimentação inadequada. Ah, lembrei.
A alimentação inadequada, às vezes a pessoa come e vai dormir. Isso não é saudável? Não. A pessoa vai ficar comendo e vai acordar à noite, vai ter uma noite ruim.
Então, olha só. A alimentação também tem horário para começar, para terminar. Então, o sono, você vê que está tudo meio interligado.
Não é nenhum puxando para um lado nem para o outro. Estão todos interligados e todo mundo precisa buscar isso. Para poder viver, não depender na vida.
Então, a gente busca saúde. Tem que buscar saúde. Buscar saúde tem que fazer esforços, tem que mudar de hábito.
Conhecer outras culturas. A gente, às vezes, fica muito quadrado. Eu aprendi assim, tem que ser assim.
Não. Às vezes, você faz uma atividade física e não está bem. Você pode experimentar outro tipo de atividade física.
Ou, às vezes, não está se sentindo bem porque aquela atividade física não tem uma rotina muito boa. Explora outra atividade física. Dormindo.
Às vezes, pode ser o travesseiro, pode ser o colchão. Às vezes, pode ser a alimentação ruim, a iluminação, o horário, a interação em casa. Às vezes, tem filho que fica ouvindo música alta.
Acho que tudo isso, a gente pode tentar fluir, procurar melhorar. Tóxicos, não recomendo a ninguém. Então, acho que nada que você fique dependente pode.
Mas, em nenhum momento, eu falei que algo social, às vezes, pode ser interessante. Eu acho que as pessoas, para ter um relacionamento saudável, é importante. E esse manejo do estresse, que, na verdade, para quem mora em São Paulo, é um desafio.
Estou com inveja da Ilha da Madeira aqui, mas também não sei como que é lá. Não posso nem imaginar, mas acredito que o que a gente vive na atualidade, uma pandemia, pós-pandemia, trabalho, cobrança, isso gera muito estresse. E, às vezes, um pouquinho de estresse é até bem-vindo, para ter um pouquinho de vida.
Acho que aí vai exatamente no que a doutora Lorena falou, que é equilíbrio. Mas, essa questão do manejo do estresse, também, yoga. É uma prática que a gente acabou não... Meditação, yoga, as pessoas... Atividade física, o yoga.
Vou ver se vou trazer um professor de yoga aqui para conversar também, porque eu queria explorar um pouquinho mais. As pessoas falam que o yoga é muito caro, muito complicado. Não sei, a gente pode conversar sobre isso em outros episódios.
Alguém pode conversar sobre isso. A meditação é algo tão simples para manejar, as pessoas não sabem. É bem ocidental isso.
Como você falou, é muito cultural. Se você for para o Oriente, imagino que é muito mais simples isso. A prática da meditação.
E ajuda no manejo do estresse? Ajuda. Com certeza ajuda. No Butão, dizem que todo mundo lá é feliz.
É o país mais feliz do mundo. E, no Oriente, sabe-se que tem essa prática de meditação, de outras práticas mais frequentes do que aqui. É uma busca.
A gente tem que buscar. Cada um pode encontrar uma meditação. Atividade física, na música.
É uma forma de manejar o estresse. Na música, dirigindo. Praticar um hobby.
Fazer alguma coisa que goste, sei lá, jardinagem. Praticar plantar, cuidar de animal. Enfim, caminhar com animal.
Manejar o estresse, tudo isso é importante. Ter um cachorro, um gatinho. Tem gente que se estressaria com isso, e tem gente que não, que maneja o estresse.
Então, a pessoa tem que achar estratégias que vão diminuir o nível de estresse. Uma pessoa comentou, né, Fernando, que não toma medicamentos. 60 anos.
É o esperado. É isso que a gente quer dizer. É possível chegar saudável aos 60, anos 70, na aeronáutica? Às vezes eu atendia algumas pessoas bem mais velhas, que quando tomava muito, tomava um remédio.
Mas fazia esses pilares sem nem ter o conhecimento. Isso era interessante. A doutora Lorena serviu um ano na aeronáutica, no hospital de aeronáutica.
Eu também servi, mas a gente serviu em tempos diferentes. Eu servi um ano, ela serviu cinco anos. Na verdade, eu me servi quando eu não servia muito para muita coisa, porque eu era recém-formado.
E a doutora Lorena, quando ela servia para muita coisa, porque ela já era endocrinologista. E aí ficou cinco anos lá. E o interessante desse público militar é que a atividade física é meio que natural.
Às vezes tem que fazer teste duas vezes por ano, teste de físico. Então, é uma besteira não aproveitar isso, porque você pode fazer isso no seu horário de serviço. Você tem que ir lá fazer.
Então, você tem todo um ambiente para atividade física e uma preocupação do ambiente que você faça fazendo teste físico. Então, realmente é uma outra medicina até preventiva que eles fazem, porque senão custa. E não tem tanta verba.
E é muito barato investir nisso, em qualidade de vida. A gente fala tanto, tanto, tanto de medicações, de tratamento, de saúde, mas o custo... Muito melhor você ter uma pessoa saudável contribuindo para o convênio, trabalhando, contribuindo para a sociedade, do que você ter pessoas doentes, sofrendo. Então, a gente tem que investir nessa medicina, a medicina do estilo de vida, nesses pilares.
E, poxa, acho que a gente falou seis itens tão fáceis. Mentira. Também uma coisa que é muito legal, Fernando, é que você, como o bom inimigo do ótimo, eu falo isso para os pacientes.
Então, poxa, eu não vou conseguir correr 150 minutos. Então, eu não vou correr nada. Você consegue 50 minutos por semana? Vai.
É o que dá. É claro que a gente tem que sempre buscar o melhor. Mas tem que... Não é tão fácil assim.
Você tem que acordar mais cedo, tem que colocar o tênis, você tem que alongar. Mas faz o que é possível. Começa.
Porque ficar também falando, amanhã eu vou fazer os seis pilares perfeitamente. É verdade. Não vai ninguém.
E começo do ano? E começo do ano que todo mundo vai melhorar, todo mundo é fã da medicina do estilo de vida. Vou começar esse ano, já vou fazer, já vou me matricular. Quem ganha... A intenção é boa.
A intenção é todo mundo sabe. Olha, tem a Rosângela aqui, não toma refrigerante há mais de 15 anos, não come glúten e nenhum dos derivados. Então, está buscando um estilo de vida mais saudável.
E não é que quem come o glúten está condenado. Não, na verdade não. Pode ser que tem pessoas que comem glúten e ficam bem.
Tem gente que come em pequenas quantidades, não faz tanta diferença. Até o refrigerante, que é uma porcaria. É uma porcaria mesmo.
Se você for olhar lá, vai ter um monte de nome estranho ali. Só coisa ruim. Se a pessoa tomar uma vez, quem gosta mesmo, às vezes tomou a vida inteira, parar é muito difícil.
É muito fácil falar assim, você tem que fazer essa vida. Não, não buscar a perfeição. Não buscar a perfeição.
O equilíbrio. O equilíbrio. Poxa, quer tanto tomar o refrigerante, toma, mas não toma todo dia, né? Toma uma vez por mês, uma vez por semana.
Mas quem consegue não tomar, parabéns, é excelente. Excelente. A meta é aquela.
A meta é chegar na perfeição. Mas saiba que se você colocar a perfeição como meta, você vai estar sempre insatisfeito com o resultado. Então, você precisa saber que chegar perto da meta ou aquilo que você consegue, até mesmo o peso.
Tem paciente que fica brigando a vida inteira, fazendo dieta, querendo emagrecer e chega num peso e a pessoa vem procurar porque quer outros tratamentos novos, viu remédio que aplica, que a Kardashian não sei da onde, emagreceu e busca aquele remédio, mas ela está com o peso adequado, não está ruim, está bem, está saudável, ela só está tentando buscar algo que para ela não é realidade, não vai atingir, fica sempre insatisfeita. É igual os 300 minutos de atividade física. Eu acho bem difícil.
Eventualmente, eu me contento em fazer os 150, porque é difícil chegar lá, né? Mas, enfim, tem que ter como meta. Então, pessoal, era isso que a gente tinha para apresentar. Eu vou fazer aqui um negocinho super legal para se inscrever no nosso canal.
Coloquem também, não deixem de compartilhar. Peço que mandem temas. A gente teve uma ideia muito legal, eu não contei para a Lorena, eu falei que não contei porque eu ia falar e ela estava falando demais e já tinha passado o tempo de falar.
Mas o que é o seguinte? A gente vai pegar alguns temas aleatórios, vamos colocar em uma caixa, e quando passar um tempo e a gente ficar repetindo demais os assuntos, a gente vai pegar um tema aleatório. Então, por exemplo, a gente pode estar falando de medicina do estilo de vida, a gente pode cair um negócio e falar assim, carro. E a gente vai ter que discursar sobre o assunto.
Ou pode ter a pergunta assim, qual a sua banda favorita? E a gente vai procurar alguns temas só para dar uma descontraída. O objetivo desse podcast é ser mais descontraído, trazer vocês inscritos para próximos de nós, para a nossa rotina aqui no Instituto Amato, conhecer pessoas que trabalham aqui no Instituto Amato, pessoas que são nossos colegas, nossos amigos, pessoas que a gente admira, pessoas que têm algum trabalho interessante que possam trazer para vocês. Então, a gente pode estar chamando pessoas que às vezes a gente não tem uma certa intimidade para brincar.
Então, a doutora Lorena é minha esposa, então eu tenho uma certa intimidade, eu tenho que me segurar para não falar algumas coisas. O último podcast foi a doutora Marisa, que é minha mãe, então foi mais fácil ainda. Só que os próximos eu não vou poder chamá-las de novo, senão vai ficar muito viciante.
Ainda não sei o convidado do próximo podcast. Tem feriados à vista, então provavelmente vai ser no dia 8, acho que, o próximo podcast. Eu gostaria muito que vocês colocassem temas que vocês gostariam de ouvir, ou pessoas que vocês viram no nosso canal.
E o que mais? Vamos colocar uma enquete do nosso logo, do AmatoCast. E fiquem tranquilos que a questão do vídeo que falhou foi um problema de internet aqui. E eu estou revendo como que a gente vai consertar isso, para não acontecer mais, tá bom? Então, muito obrigado.
Eu gostaria que a doutora Lorena falasse algumas palavras, aí eu finalizo. Eu que agradeço.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.