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Sexo Após Cirurgia Plástica

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Sexo Após Cirurgia Plástica

# Sexo Após Cirurgia Plástica O vídeo aborda uma dúvida comum, porém frequentemente constrangedora, entre pacientes de cirurgia plástica: quando é seguro retom

Perguntas respondidas neste vídeo

Quando é que pode ter relações sexuais após uma cirurgia plástica?

Bom, essa é uma pergunta um pouco constrangedora. No consultório tem pacientes que falam, tem outros que não falam, mas é algo extremamente importante para a saúde familiar. Isso é importante para o relacionamento do paciente com o esposo ou do esposo com a paciente.

Às vezes eu vejo pacientes que eu já liberei dirigir, já liberei a atividade física e depois eu vejo que ela ainda me pergunta e já pode retornar a todas as atividades?

E aí eu vejo que eu cometi um engano de não ter falado antes que já poderia voltar, inclusive com as atividades sexuais.

O que limita no pós-operatório?

É claro que a gente não pode falar isso de todas as cirurgias. Tem limitações. Realmente, quando se tem uma limitação de posicionamento, quando se faz uma cirurgia de mama, não pode levantar o braço, não pode fazer esforço físico, não pode dirigir.

Então, geralmente, o que eu oriento?

Eu oriento quando o paciente está com dreno, realmente eu acho que é impossível. Eu acho que não é o momento de ter uma relação sexual com dreno. Mas o paciente que a ferida já não está vazando nada, está fechadinho e já não tem uma restrição de posição, eu já libero para as atividades sexuais.

O que eu posso fazer?

Mas o problema de perguntar o que você pode fazer é que a gente abre um leque muito grande e a gente fica com medo do que o paciente imaginar.

Transcrição completa do vídeo

Sabe aquela pergunta que você quis fazer para o seu cirurgião antes de fazer a cirurgia ou depois e teve vergonha? Ou está pensando em fazer uma cirurgia plástica e gostaria de saber como ia ser depois? Quando é que pode ter relações sexuais após uma cirurgia plástica? Bom, essa é uma pergunta um pouco constrangedora. No consultório tem pacientes que falam, tem outros que não falam, mas é algo extremamente importante para a saúde familiar. Isso é importante para o relacionamento do paciente com o esposo ou do esposo com a paciente.

Então, é muito importante saber quando pode reativar a relação. Às vezes eu vejo pacientes que eu já liberei dirigir, já liberei a atividade física e depois eu vejo que ela ainda me pergunta e já pode retornar a todas as atividades? E aí eu vejo que eu cometi um engano de não ter falado antes que já poderia voltar, inclusive com as atividades sexuais. O que limita no pós-operatório? É claro que a gente não pode falar isso de todas as cirurgias.

Tem limitações. Realmente, quando se tem uma limitação de posicionamento, quando se faz uma cirurgia de mama, não pode levantar o braço, não pode fazer esforço físico, não pode dirigir. A gente logo entende que isso vai ter uma influência se o paciente tiver uma relação sexual.

Mas se o paciente fez uma abdominopatia, tem uma dificuldade de posição, a ferida às vezes está muito próximo das genitais. Então, geralmente, o que eu oriento? Eu oriento quando o paciente está com dreno, realmente eu acho que é impossível. Eu acho que não é o momento de ter uma relação sexual com dreno.

Mas o paciente que a ferida já não está vazando nada, está fechadinho e já não tem uma restrição de posição, eu já libero para as atividades sexuais. E se tem uma restrição de esforço físico, eu peço que o paciente seja mais passivo na relação. Não tenha o domínio da relação e deixe levar.

Eu acho importante já ir retornando no pós-operatório com as atividades sexuais, mas elas devem retornar aos poucos, como atividade física, como a musculação. Então, é importante não começar com muita intensidade. Começar com uma intensidade mais leve, investir nas preliminares e com isso a gente consegue que o paciente volte a uma rotina razoável.

Então, o que eu peço para os pacientes é, olha, seja mais passivo, uma intensidade menor. Eu procuro restringir os pacientes que estão com dreno, mas é principalmente porque o paciente com dreno está muito precoce e o dreno pode se enroscar no que está acontecendo. Então, basicamente, o momento do dreno é um momento importante.

Quem não está com dreno, realmente a primeira semana é uma semana que eu acho que é importante segurar, esperar voltar no retorno cirúrgico, ver se está tudo bem. E eu acho que é importante perguntar isso para o médico. Pergunta para o seu médico.

Olha, e eu posso retornar às atividades sexuais? Eu posso ter algum relacionamento com o meu esposo, com a minha esposa? O que eu posso fazer? Mas o problema de perguntar o que você pode fazer é que a gente abre um leque muito grande e a gente fica com medo do que o paciente imaginar. Posso voltar a fazer tudo? Mas tudo o quê? Então, talvez seja importante trazer o problema direto. Olha, eu quero fazer isso, doutor, dessa forma.

Eu posso? Aí pode. Então, realmente, se você pensa em fazer uma cirurgia plástica, ou vai fazer, ou já está planejado, tem essa dúvida. Quando vai poder voltar a ter relação sexual? Pergunte para o seu médico.

Volte com uma intensidade mais fraca. Seja passivo na relação. Tenha certeza que isso vai fazer muito bem para o relacionamento.

Isso faz parte. Não pode largar o companheiro de lado. Uma pessoa que, às vezes, está te acompanhando e está sofrendo, está ajudando, está tendo uma dificuldade.

E também não pode passar vontade desse relacionamento. Isso, às vezes, propicia procurar em outro lugar e ninguém quer isso. Então, o mais importante é alimentar de forma adequada o relacionamento.

Então, para você que vai fazer uma cirurgia, não deixe de perguntar isso para o seu médico. Se você gostou do tema, tem alguma dúvida, pode perguntar, pode colocar no comentário. Eu prometo tentar responder dentro dos limites da internet.

Curta o vídeo. Se você gostou desse tema, curta o vídeo. Se você ver alguém que vai fazer uma cirurgia e talvez tenha um pouquinho de dúvida e queira se beneficiar dessa informação, compartilhe com essa pessoa.

Muito obrigado!

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.