A candidíase vaginal, causada pelo fungo Candida albicans, é uma infecção comum caracterizada por prurido intenso, impactando significativamente a qualidade de
A diferença entre elas é o sintoma e o impacto na qualidade de vida dessa mulher. Ou seja, a candidíase está relacionada a um aumento da população de *Candida* na região vaginal e ela causa um prurido intenso.
A maioria das mulheres, quando têm os sintomas, elas procuram um médico e são tratadas com cremes vaginais, com comprimidos antifúngicos e muitas vezes, no mês seguinte, ela aparece com os mesmos sintomas, passa em outro ginecologista ou passa no pronto-socorro e aí é prescrito.
Eles são micro-organismos vivos, que são ingeridos e que eles vão colonizar a nossa região intestinal. Mas são micro-organismos do bem. São bactérias lactobacilos que crescem no nosso intestino e que vão ajudar ao bom funcionamento do mesmo.
Os prebióticos são substâncias que são encontrados nos alimentos e essas substâncias ajudam os probióticos a se manterem ativos no nosso meio intestinal e a continuar a associação benéfica no nosso intestino.
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Olá, hoje nós vamos conversar um pouquinho mais sobre a candidíase. Já fiz alguns vídeos anteriores sobre esse assunto, mas eu vejo que é um assunto muito recorrente no consultório e que muitas mulheres têm dúvida. A candidíase é uma infecção que ocorre na região vaginal e é causada pela *Candida albicans*, que é um fungo que toda mulher tem na vagina e ele é responsável por manter o pH vaginal e evitar outros tipos de infecção. A gente sabe que as infecções mais comuns em mulheres, pós-adolescência e da adulta elas são a candidíase, em maior parte, mas também pode ter a vaginose bacteriana, causada por algumas bactérias, e a tricomonas vaginais. Qual que é a diferença entre elas? A diferença entre elas é o sintoma e o impacto na qualidade de vida dessa mulher. Ou seja, a candidíase está relacionada a um aumento da população de *Candida* na região vaginal e ela causa um prurido intenso. E esse prurido intenso tem um impacto bastante negativo durante a vida dessa mulher e durante o período que ela está com essa infecção. Porque é incomoda, coça, ela não consegue usar roupas mais apertadas, ela não consegue manter uma atividade física adequada porque realmente incomoda, a relação sexual nem se diga porque não vai conseguir ter mesmo. A vaginose bacteriana e a tricomonas vaginais, elas estão associadas com um corrimento que não tem coceira, está associada com a coloração mais amarelada ou assinzentada, associada a um mal cheiro ou não, mas que pode ocasionar uma infecção que acende no útero e nas trompas, levando a uma doença inflamatória pélvica ou até a uma infecção em região pélvica total, levando inclusive a infertilidade. Agora, a candida tem uma característica que algumas mulheres apresentam, que é a sua frequência. Tem mulheres que têm candidíase sempre antes da menstruação e isso ocorre pela alteração de pH que essas alterações hormonais causam nesse período. Então, o que a gente pode fazer para ajudar a diminuir as infecções vaginais e a candidíase? A maioria das mulheres, quando têm os sintomas, elas procuram um médico e são tratadas com cremes vaginais, com comprimidos antifúngicos e muitas vezes, no mês seguinte, ela aparece com os mesmos sintomas, passa em outro ginecologista ou passa no pronto-socorro e aí é prescrito. Outro creme vaginal com outro comprimido antifúngico e assim vira um ciclo vicioso e a gente não trata a causa, somente os sintomas. Então, aqui vai algumas dicas de como a gente prevenir a infecção pela candida. A candidíase está muito relacionada com a alimentação. Os alimentos ricos em carboidrato, eles são metabolizados em glicose, em açúcar e o fungo tem uma afinidade pela glicose e, com isso, aumenta a sua população e pode dar a candidíase. Então, uma dica legal é diminuir a ingestão desse carboidrato ou você muda para carboidratos com baixo índice glicêmico que levam mais tempo para ser digeridos e metabolizados, não causam pico de insulina e, com isso, diminuem a incidência de candidíase. Alguns alimentos são responsáveis pela mudança do pH vaginal, então, açúcar, que são os carboidratos, como a gente já falou, é um desses alimentos. A alimentação que eu indico aqui é o aumento da ingesta de frutas e verduras, além disso, diminuição da ingestão de açúcar, café, carboidrato e, associado a essa alimentação, é muito usado hoje em dia e tem efeitos muito bons, nesses casos, o uso dos probióticos. E o que são os probióticos? Eles são micro-organismos vivos, que são ingeridos e que eles vão colonizar a nossa região intestinal. Mas são micro-organismos do bem. São bactérias lactobacilos que crescem no nosso intestino e que vão ajudar ao bom funcionamento do mesmo. Ou seja, vai diminuir o índice de inflamação intestinal e, com isso, uma melhora no funcionamento, na metabolização dos alimentos e na digestão. Os probióticos são micro-organismos vivos, que a gente ingere e que eles colonizam a nossa região intestinal. Muitos deles já fazem parte da nossa microbiota intestinal e eles potencializam o crescimento desses micro-organismos que fazem bem para o nosso intestino, ajudando na metabolização dos alimentos, na digestão e a absorção correta dos nutrientes. Os probióticos podem ser usados em associação com os prebióticos e isso é muito bom, porque um ajuda o outro. E o que são os prebióticos? Os prebióticos são substâncias que são encontrados nos alimentos e essas substâncias ajudam os probióticos a se manterem ativos no nosso meio intestinal e a continuar a associação benéfica no nosso intestino. Então, uma estratégia terapêutica para mulheres que vivem usando o creme vaginal, que vivem usando o antifúngico é usar métodos mais naturais e associados com esses prebióticos e probióticos para ajudar na saúde intestinal. E além desse tratamento com probióticos, com alteração dos hábitos alimentares, a gente pode associar o laser nos casos mais resistentes. E hoje em dia, também, a gente tem as terapias relacionadas com o aumento da imunidade. Então, a imunoterapia, que está sendo bastante utilizada hoje em dia para a diminuição da recorrência desses casos. Então, se você tem alguma dúvida, deixe sua pergunta aqui embaixo. Vamos conversar um pouquinho mais sobre isso? Inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificação para você receber mais vídeos.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.